WirelessBRASIL - Bloco RESISTÊNCIA

Abril 2013             


12/04/13

• "Ali Babá e os Quarenta Ladrões"

Nota de Helio Rosa:
01.
Certamente todos os leitores já ouviram falar de "Ali Babá e os Quarenta Ladrões", famoso conto do "Livro das Mil e Uma Noites".
Para conhecimento e recordação geral, transcrevo mais abaixo o verbete "Ali Babá" da Wikipédia.

02.
No final da tarde, vou transcrever este artigo de hoje, cujo título me levou a reler os detalhes do citado conto, já esquecidos:
Leia na Fonte: Estadão
[12/04/13]  Dilma e os 40 ministros - por Fernando Gabeira

03.
Gabeira cita, no seu artigo o empresário Jorge Gerdau, que atua voluntariamente como presidente da Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade do Governo Federal.
Gerdau criticou publicamente a quantidade de ministérios e órgãos equivalentes, que proliferam no atual governo ("burrice de criar mais ministérios está no limite").
Aqui estão os "posts" anteriores sobre o tema:

03/04/13
"Depois de sacrificar a ideologia e o caráter, só sobrou o poder pelo poder. A ordem unida é ocupar. Tudo."

22/03/13
Para Gerdau, burrice de criar mais ministérios está no limite + Transcrição da entrevista de Jorge Gerdau à Folha/UOL
HR

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Leia na Fonte:: Wikipédia, a enciclopédia livre.
[24/03/13]   Ali Babá
(As datas constantes das transcrições da Wikipédia neste espaço são aquelas registradas como última atualização do verbete)

Ali Babá é uma personagem fictícia baseada na Arábia pré-islâmica. O conto está descrito nas aventuras de Ali Babá e os Quarenta Ladrões, que faz parte do Livro das Mil e Uma Noites ou (Noites na Arábia). Alguns críticos acreditam que esta história tenha sido adicionada ao Livro das Mil e Uma Noites por um dos seus transcritores europeus, Antoine Galland, que foi um orientalista francês do século XVIII que talvez a tenha ouvido, de um contador de histórias árabe de Aleppo. No entanto, Richard F. Burton garantiu que o conto faz parte do original Livro das Mil e Uma Noites. Esta história também tem sido utilizada como popular pantomima no famoso pantomima/musical Chu Chin Chow (1916). (...)

O conto

Ali Babá, um pobre lenhador árabe, esbarra com o tesouro de um grupo de quarenta ladrões, na floresta onde ele está cortando árvores. O tesouro dos ladrões está numa caverna, que é aberta por magia. A gruta abre-se usando-se a expressão "Abre, ó Simsim" (geralmente escrito como "Abre-te Sésamo", em português), e fecha-se com as palavras "Fecha, ó Simsim" ("Fecha-te Sésamo"). Quando os ladrões saem, Ali Babá entra na caverna, e leva parte do tesouro para casa.

O irmão rico de Ali Babá, Cassim, questiona o seu irmão sobre a sua inesperada riqueza, e Ali Babá conta-lhe tudo sobre a gruta. Cassim vai até a gruta para tirar mais uma parte do tesouro, mas na sua ganância esquece as palavras mágicas para abrir a caverna e os ladrões acabam por encontrá-lo lá e matam-no. Como seu irmão não volta, Ali Babá vai à gruta com o fim de o procurar. Encontra o corpo e tira-o da gruta, mas não o leva para casa. Com a ajuda de Morgiana, uma astuta escrava da família de Cassim, ele faz um bom enterro a Cassim sem suscitar quaisquer suspeitas sobre a causa da sua morte.

Os ladrões, quando não encontram o corpo, concluem que alguém sabe dos seus segredos e saem a busca de uma pista. Nas primeiras vezes os ladrões são enganados por Morgiana (que agora já é membro da família de Ali Babá), mas acabam localizando a sua casa.

Então, um dos ladrões finge ser um comerciante de óleo que necessita da hospitalidade de Ali Babá. Traz consigo mulas carregadas com trinta e oito jarros de óleos, sendo que apenas um estava com óleo enquanto que os outros trinta e sete escondiam os outros ladrões (dois membros já tinham desaparecido, quando enviados para encontrar a casa e, por não a terem encontrado, foram mortos). Os ladrões planejam matar Ali Babá enquanto ele dorme. No entanto, Morgiana descobre-os novamente e os trinta e sete ladrões são mortos, nos jarros onde se escondiam, quando neles se verteu óleo fervente. Descobrindo que todos os seus homens já estão mortos, o chefe dos ladrões fugiu.

Para se vingar, o chefe dos ladrões estabelece-se como comerciante e finge-se de amigo do filho de Ali Babá (que agora está a cargo da empresa do falecido Cassim). Logo é convidado para jantar à casa de Ali Babá. O ladrão é reconhecido por Morgiana, que demonstra uma dança com um punhal e termina por espetá-lo no coração do ladrão, num momento em que ele está desprevenido. A princípio, Ali Babá fica irritado com Morgiana, mas quando descobre que o ladrão o queria matar, ele concede a liberdade a Morgiana e ela casa-se com o filho de Ali Babá. Assim, a história termina feliz para todos, exceto para os quarenta ladrões e para Cassim.