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Nota de Helio Rosa:
Nesta
série de "posts" vamos, gradativamente, divulgar o currículo (se disponível
na web) e informações sobre os integrantes da equipe de transição e do
governo da presidenta eleita. E na sequência, o que ocorrer... HR
Indicações para o primeiro escalão até 26/12/10 (Fonte
principal:
G1)PT
Casa Civil da Presidência - Antonio Palocci (ver
"post" com perfil e notícias)
Ministério da Saúde - Alexandre Padilha (ver
"post" com perfil e notícias)
Ministério da Educação - Fernando Haddad (ver
notícia e perfil no G1)
Ministério da Justiça - José Eduardo Cardozo (ver
"post" com perfil e notícias)
Ministério das Comunicações - Paulo Bernardo (ver
"post" com perfil e notícias)
Ministério da Fazenda - Guido Mantega (ver
"post" com perfil e notícias
Ministério do Planejamento - Miriam Belchior (ver
"post" com perfil e notícias)
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Fernando
Pimentel (ver
"post" com perfil e notícias)
Ministério Ciência e Tecnologia - Aloizio Mercadante (ver
notícia e perfil no G1)
Ministério da Pesca - Ideli Salvatti (ver
notícia e perfil no G1)
Ministério do Desenvolvimento Social - Tereza Campello (ver
notícia e perfil no G1)
Secretaria de Direitos Humanos - Maria do Rosário (ver
notícia e perfil no G1)
Secretaria-Geral da Presidência - Gilberto Carvalho
(ver
"post" com perfil e notícias)
Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial - Luiza Helena de
Bairros (ver
notícia e perfil no G1)
Secretaria de Relações Institucionais - Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira (ver
notícia e perfil no G1)
Desenvolvimento Agrário - Afonso Bandeira Florence (ver
notícia e perfil no G1)
Secretaria Especial de Políticas para Mulheres - Iriny Lopes (ver
notícia e perfil no G1)
PMDB
Ministério das Minas e Energia - Edison Lobão (ver
notícia e perfil no G1)
Ministério da Defesa - Nelson Jobim (ver
notícia e perfil no G1)
Ministério da Agricultura - Wagner Rossi (ver
notícia e perfil no G1)
Ministério do Turismo - Pedro Novais (ver
notícia e perfil no G1)
Ministério da Previdência - Garibaldi Alves (ver
notícia e perfil no G1)
Secretaria de Assuntos Estratégicos - Moreira Franco (ver
notícia e perfil no G1)
PSB
Ministro da Integração - Fernando Bezerra
Coelho (PSB) (ver
notícia e perfil no G1)
Secretaria de Portos - Leônidas Cristino (PSB) (ver
notícia e perfil no G1)
PDT
Ministério do Trabalho - Carlos Lupi (ver
notícia e perfil no G1)
PR
Ministério dos Transportes - Alfredo Nascimento (ver
notícia e perfil no G1)
PP
Ministério das Cidades - Mário Negromonte (ver
notícia e perfil no G1)
PC do B
Ministério dos Esportes - Orlando Silva Jr. (ver
notícia e perfil no G1)
Sem partido
Presidência do Banco Central - Alexandre Tombini (ver
"post" com perfil e notícias)
Meio Ambiente - Izabella Teixeira (ver
notícia e perfil no G1)
Ministério da Cultura - Ana de Hollanda (ver
notícia e perfil no G1)
Secretaria de Comunicação Social - Helena Chagas (ver
"post" com perfil e notícias)
Relações Exteriores - Antonio Patriota (ver
"post" com perfil e notícias)
Advocacia Geral da União - Luís Inácio de Lucena Adams (ver
notícia e perfil no G1)
Gabinete de Segurança Institucional - General José Elito Carvalho (ver
notícia e perfil no G1)
Controladoria-Geral da União (CGU) - Jorge Hage (ver
notícia e perfil no G1)
18/12/11
•
A Turma da Presidenta (33) - A nova ministra do Supremo - Editorial Estadão
(...)
Na sabatina, Rosa Maria Weber mostrou desconhecer o teor desses debates.
Quando perguntada sobre questões complexas, que exigem conhecimento de
direito positivo e teoria jurídica, afirmou que não poderia respondê-las,
por estar impedida de comentar assuntos sub judice. Às perguntas
politicamente mais embaraçosas, deu respostas vagas. "A corrupção é inerente
à natureza humana, assim como a bondade e a moralidade", disse Rosa Weber,
ao ser questionada sobre casos de corrupção no Judiciário.
Após a sabatina, que durou mais de seis horas, alguns ministros mais antigos
do STF não esconderam a insatisfação com o desempenho da futura colega. Mais
explícitos, os parlamentares da oposição afirmaram que as respostas evasivas
de Rosa Weber mostraram que ela não atende a um dos requisitos básicos para
integrar a mais alta Corte do País - o notório saber jurídico.
O mais surpreendente é que a ministra concordou com as críticas. Admitiu que
conhece pouco de direito civil, penal e processual por estar há 35 anos
julgando processos trabalhistas. E também afirmou que aprenderá, no dia a
dia do STF, as matérias que não domina. "Penso que hoje em dia, dada a
tamanha complexidade e o número de matérias, dificilmente alguém consiga
abarcar todos os temas. O que me anima a enfrentar esses desafios é que
podemos estudar. Somos eternos aprendizes", disse ela.(...)
Ler mais
30/05/11
•
A turma da Presidenta (32) - Palocci e o "Tráfico de Influência" (3) -
Artigo de Carlos Alberto Sardenberg: "A lista de Palocci" + Blog do Vicente:
"Lista das empresas que contrataram a empresa de Palocci"
(...) Há dois problemas: primeiro, parece que
há ganhos bem superiores àqueles R$ 14 milhões em quatro anos, que a nossa
hipótese sugere. Segundo, ganhos tão elevados levantam a suspeita de que
Palocci possa ter ido além das palestras e consultorias, caindo no pantanoso
terreno de uma certa "advocacia empresarial" especializada em, digamos,
quebrar galhos com o governo.
Difícil provar uma coisa e outra. Normalmente, empresas e
consultores/palestrantes assinam contratos formais. No caso de palestras, é
fácil comprovar: elas se realizam em dia e local certos, com público e,
geralmente, com publicidade. Ou seja, há documentos e testemunhas.
No caso de consultoria é mais complicado. Pode ser, por exemplo, uma coisa
bem formal - um documento escrito, contendo a análise de uma empresa, um
setor, um mercado. Mas pode ser também na base da conversa. O consultor vai
lá almoçar com a diretoria e submeter-se a uma saraivada de perguntas.
Aqui nascem as suspeitas. A reunião com a diretoria pode ser documentada,
mas não o teor da conversa, muitas vezes sigilosa. E a pergunta ao consultor
pode ser técnica - o senhor acha que a inflação vai sair de controle? - ou
de negócios - como uma empreiteira como a nossa pode entrar nessa obra (...)
(...) Eis, portanto, a variável-chave para o desenrolar dessa história: a
lista de clientes e preços de Palocci. Pode ser uma resposta ou a pá de cal.
Certo, de qualquer modo, é que a batalha em torno da lista será fonte
duradoura de desgaste.
O governo pode até conseguir barrá-la nos órgãos oficiais. Mas sempre pode
vazar alguma coisa, não é mesmo?
E se Palocci cair, muda a política econômica? Em qual direção? Eis o debate
que já está por aí. Tema próximo.(...)
Ler mais
23/05/11
•
A turma da Presidenta (31) - Palocci e o "Tráfico de Influência" (2) - "O
que o ministro oferecia" (Editorial Estadão) + "Tudo" sobre Palocci (Coleção
atualizada de notícias)
(...) Qual será o valor de mercado de
quem tem a oferecer, além da "experiência única", a credencial de ter
permanecido como protagonista de primeira grandeza na esfera das decisões do
governo? Palocci sabia não apenas como funciona o poder, mas que rumos o
poder tencionava tomar em matérias de interesse direto do empresariado e do
sistema financeiro. O escândalo da quebra do sigilo bancário do caseiro que
testemunhou as visitas do então titular da Fazenda a uma mal-afamada casa de
Brasília custou-lhe o posto, mas não o prestígio.
Enquanto dava lá as suas disputadas consultorias - a carteira de clientes da
Projeto incluía pelo menos 20 formidáveis corporações -, ele continuava a
ser interlocutor privilegiado do presidente Lula e da elite lulista, no
Executivo, na administração indireta e no Congresso. Quando chegou a hora,
tornou-se fiador da candidata Dilma Rousseff junto ao grande capital. Dizer,
como o aide-mémoire que vazou para todos os lados, que 237 parlamentares
exercem atividade econômica é querer jogar areia nos fatos. O deputado
Palocci esteve longe de ser mais um.
Relator do projeto social do pré-sal e da proposta de prorrogação da CPMF,
presidente da comissão da reforma tributária e membro da comissão do
Orçamento, lembra a colunista Maria Cristina Fernandes, do jornal Valor,
além de diretamente envolvido na regulamentação da previdência complementar,
ele estava em posição de antecipar tendências aos seus consulentes, um certo
número dos quais há de ter contribuído para a sua campanha, e de levar em
conta os seus interesses. Não está claro em que medida isso estava no cerne
de suas consultorias - se é que estava. Mas os ganhos da Projeto são
compatíveis com oportunidades dessa magnitude.(...)
(...) A lógica dos fatos indica que o ilícito que se poderia atribuir a
Palocci, levando às alturas o seu patrimônio, chama-se tráfico de
influência.
(...)
Ler mais
22/05/11
•
A turma da Presidenta (30) - Palocci e o "Tráfico de Influência" (1) -
"Sociedade tem direito de cobrar ministro, dizem especialistas" + "Quem
comprou Palocci?" + Coleção de matérias
(...) O ministro da Casa Civil, Antonio
Palocci, "precisa, sim, vir a público e dar explicações sobre o espantoso
aumento de seu patrimônio". A frase, da cientista política Celina Vargas do
Amaral Peixoto, da FGV-Rio, resume a impressão dominante entre historiadores
e cientistas políticos - ainda que, como ponderam alguns deles, o ministro
não tenha nenhuma obrigação legal de revelar sua vida financeira. (...)
(...) Resta apenas apontar o dedo para quem "comprou" Palocci, o que a
leitora Cléa M. Corrêa fez à perfeição no "Painel do Leitor" de ontem: "O
importante não é saber quanto Palocci enriqueceu com sua empresa de
consultoria, mas saber quanto as empresas, seus clientes, enriqueceram com
negócios ligados ao governo".
Bingo. Repito o que escrevi quinta-feira: trata-se evidentemente de um
caso clássico de tráfico de influência.
Palocci pode até não tê-lo praticado, mas que as empresas queriam usar os
contatos dele no governo para obter facilidades e/ou negócios, só o mais
tolo dos tolos pode duvidar.
Então, se é justo cobrar de Palocci que explique a quem se vendeu (ou vendeu
seus serviços), é igualmente justo cobrar dos compradores que venham a
público dizer a razão pela qual o compraram. (...)
Ler mais
23/12/10
•
A turma da Presidenta (29) - Merval Pereira: "Ministério amorfo" - Maria
Helena: "Parece que foram escolhidos em algum reformatório" - Carmo
Rodrigues: “quadros que a moralidade mínima repudia."
Nota de Helio Rosa:
"Chulé" significa "de má qualidade, barato, ordinário", em uso informal,
segundo o dicionário Houaiss; mas prefiro optar pela elegância e chamar o
"novo" ministério de "pífio". Merval Pereira, elegantíssimo, chama de
"amorfo". :-)
Merval: (...) O ministério ficou com
mais cara de Lula, de uma continuidade sem grandes inovações, o que pode
indicar justamente isso, um governo amorfo, ou também apenas uma estratégica
submissão enquanto Lula não abre mão de ser o manda-chuva além do próprio
mandato.
Ler mais
•
A turma da Presidenta (28) - Fernando Haddad continua no Ministério da
Educação
(...) Fernando Haddad é bacharel em direito,
mestre em economia (com a dissertação "O caráter sócio-econômico do sistema
soviético") desde 1990, e doutor em filosofia (com a tese "De Marx a
Habermas - O Materialismo Histórico e seu paradigma adequado", sob a
orientação de Paulo Arantes) desde 1996. Obteve esses três graus pela
Universidade de São Paulo (USP)(...)
(...) Dedicou boa parte de sua carreira à administração pública: foi
consultor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) da Faculdade
de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo
(FEA-USP), chefe de gabinete da Secretaria de Finanças e Desenvolvimento
Econômico do município de São Paulo, assessor especial do Ministério do
Planejamento, Orçamento e Gestão e secretário-executivo do Ministério da
Educação.
É professor do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Assumiu
o Ministério da Educação do governo Lula em 29 de julho de 2005, quando o
ex-ministro Tarso Genro deixou o cargo para assumir a presidência do Partido
dos Trabalhadores.(...)
Ler mais
22/12/10
•
A turma da Presidenta (27) - Alexandre Padilha assume Ministério da Saúde no
futuro governo
(...) O atual responsável pela pasta das
Relações Institucionais, Alexandre Rocha Santos Padilha, é o mais jovem
ministro do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Com 39 anos, o médico
infectologista graduado pela Universidade de Campinas (Unicamp) foi
escolhido por Dilma Rousseff para permanecer no governo, à frente do
Ministério da Saúde.(...)
Dilma confirma Padilha na Saúde e mais seis ministros Dilma deve escalar
Alexandre Padilha para a Saúde Padilha defende reforma fiscal Padilha diz
que compromisso do governo é com responsabilidade fiscal.
Pós-graduado em doenças infecciosas e parasitárias pela Universidade de São
Paulo (USP), Padilha foi membro da executiva estadual do PT de São Paulo e
membro da coordenação das campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva
em 2002 e 2005.(...)
(...) Um documento que leva a assinatura do ministro das Relações
Institucionais, Alexandre Padilha, foi usado para aprovar convênios de R$
3,1 milhões em favor de uma entidade fantasma no Ministério do Turismo....Em
nota ao jornal O Estado de S. Paulo, o ministro afirmou que não assinou o
documento e que pediu ao Ministério da Justiça para que a Polícia Federal
investigue o que, segundo ele, é uma "fraude".(...)
Ler mais
14/12/10
•
A turma da Presidenta (26) - Razões outras - por Dora Kramer (sobre o
ministério de Dilma)
(...) O baile segue nessa toada onde sobram
homens e mulheres, mas faltam ideias e todo mundo faz de conta que é assim
mesmo. A exceção foi o senador eleito Eduardo Braga que deu uma entrevista
ao Estado dizendo ter recusado a Previdência por falta de projeto para a
área.
Pena que não era verdade. Não foi ministro porque Renan Calheiros vetou:
precisava do cargo para acomodar Garibaldi Alves, pois era necessário
afastá-lo da disputa pela presidência do Senado.
Da mesma forma, a disputa pela presidência da Câmara pautará a escolha de
outro ministro do PT, partido campeão na ocupação de espaços na Esplanada a
partir do critério da divisão de cargos entre as tendências internas do
aparelho.
É bonito tudo isso? Feio de doer, mas é assim que a banda toca no retrógrado
e viciado modo brasileiro de fazer política e governar o País. (...)
13/12/10
•
A turma da Presidenta (25) - Tiririca errou: Pior fica! - Comentário de
Noblat: "Como se fazem ministros"
(...) Novais entende tanto de Turismo quanto
Garibaldi de Previdência – nada. E daí? Convencionou-se que político está
dispensado de ter familiaridade com assuntos técnicos.(...)
(...) No meio da semana passada, ele procurou uma ex-funcionária do
Ministério do Turismo e pediu com jeito humilde:
- Me conta como é essa história de Ministério do Turismo. (...)
12/12/10
•
A turma da Presidenta (24) - Sobre o ministério de Dilma: "Deserto de ideias"
- por Miriam Leitão
(...) Para uma pessoa que durante toda
a campanha disse que escolheria técnicos com vinculação política, mas
sobretudo com capacidade comprovada, a presidente eleita deixa muito a
desejar até agora.
Pior, ela ficou prisioneira do mesmo jogo político-partidário menor de toma
lá dá cá, de cota do PMDB, cota de Sarney, cota do PT, cota do Lula. Existe
até uma cota Dilma, como se ela não fosse passar a ser a partir do dia
primeiro a presidente de todos os brasileiros.
O PIB do Brasil crescerá no ano que vem, menos do que no ano anterior, mas
mais do que no primeiro ano do governo Lula, como disse aqui ontem. Mas com
esses primeiros movimentos o que Dilma conseguiu na formação dos ministérios
é a consolidação de práticas, escolhas, critérios e nomes do que há de mais
antigo na política brasileira. Nunca antes um governo nasceu tão velho.(...)
Nota de Helio Rosa:
Os funcionários dos Ministérios, autarquias, estatais e tais, percorrem um
plano de carreira, cujo posto máximo deveria ser a titularidade do órgão.
Em que lugar está escrito ou que que momento da história da República
ocorreu o fenômeno de que os titulares destes órgão "devem" ser "políticos"?
Claro, o motivo deste "procedimento" o "prof."
Jarbas Vasconcelos nos ensinou (vale sempre reler!): "... Para fazer
negócios, ganhar comissões. Alguns ainda buscam o prestígio político..."
Dilma "pode" e "tem obrigação", depois de tantas promessas de eficiência e
austeridade, de mudar esta prática ao longo do seu mandado. Mas será que ela
realmente tem esta "vontade política" dentro de si? Ficam as perguntas, que
não querem calar, feitas por toda a nação brasileira: Quem é messsmo Dilma
Rousseff? Vai governar para o povo? Ou para Lula e o PT/"aliados"?
11/12/10
•
A turma da Presidenta (23) - "O QI do Ministério de Dilma" - Editorial
Estadão
(...) Com exceção do apartidário Tombini, que
por sinal trabalhou no primeiro governo Fernando Henrique, os demais fazem
parte dos núcleos de elite do PT. Quaisquer que sejam as suas limitações,
parecem todos luminares perto de alguns dos futuros colegas
recém-anunciados, cuja principal credencial, ou única, é terem um QI - quem
indica - adequado à partilha do poder com o principal aliado do governo. Não
é propriamente do PMDB em geral que se está falando, mas do presidente do
Senado, José Sarney, com quem Lula tem uma dívida que não acaba nunca, tanto
que foi herdada e começou a ser honrada por Dilma. Data da primeira eleição
de Lula e cresceu exponencialmente com o apoio do oligarca ao presidente
acossado pelo mensalão.
É o pior dos mundos: já não bastasse o loteamento de parte do Ministério,
que prefigura o que se passará com o preenchimento dos cargos chamados de
confiança nos escalões inferiores da administração federal, o que certos
indicados ignoram sobre as Pastas com que foram premiados lotaria uma
estante. (...)
08/12/10
•
A turma da Presidenta (22) - 16 nomes confirmados
Veja relação e os "posts" já publicados com
perfis e notícias
•
A turma da Presidenta (21) - Alexandre Tombini, indicado para o Banco
Central, foi submetido à sabatina regulamentar pelo Senado: "A sabatina de
Tombini" - Editorial Estadão
(...) Ele está certo em sua avaliação,
mas poderia ter acrescentado um detalhe político e técnico de grande
relevância: o governo facilitará a ação do BC se controlar seus gastos e
contiver a expansão da dívida pública. No dia anterior, o ministro Guido
Mantega havia anunciado a intenção de promover um sério ajuste nas contas
federais a partir de 2011. Nesse caso, será possível fixar metas de inflação
mais baixas e continuar reduzindo a taxa real de juros. Se, ao contrário, a
gastança continuar, a autoridade monetária terá de endurecer sua política
para não perder o controle da inflação. (...)
07/12/10
•
A turma da Presidenta (20) - Conheça o médico Gonzalo Vecina Neto, cotado
para o Min. Saúde: Notícia atual e Entrevista de 2008
(...) Cotado para assumir o Ministério da
Saúde, o médico Gonzalo Vecina Neto se encaixa no perfil de gestor que
incorpora requisitos do setor privado à saúde pública. Uma de suas vantagens
é a boa interlocução tanto com o setor privado quanto entre os sindicalistas
da saúde pública. Vecina é superintendente corporativo do hospital
Sírio-Libanês, especialista em gestão hospitalar e foi professor de saúde
pública da USP. (...)
(...) Sua indicação teria partido de Roberto Kalil Filho, médico do
presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da presidente eleita, Dilma Rousseff,
e do vice-presidente José Alencar. Vecina chegou ao Sírio pelas mãos de Raul
Cutait, da equipe médica que também trata do vice-presidente.(...)
•
A turma da Presidenta (19) - Dilma escolhe Patriota para Relações Exteriores
- Perfil e várias matérias sobre Antônio Patriota
(...) Patriota não é, porém, apenas um
executor. Na embaixada de Washington, posto que ocupava antes de ser nomeado
secretário-geral do Itamaraty, participou ativamente dos esforços para
aproximar os governos Lula e George Bush. Sua maior experiência e principal
interesse são os assuntos relacionados às Nações Unidas. As reflexões de
Patriota sobre o papel do Conselho de Segurança, um de seus temas favoritos,
foram assunto da tese apresentada por ele no Centro de Altos Estudos do
Instituto Rio Branco, "O Conselho de Segurança após a Guerra do Golfo: a
articulação de um novo paradigma de segurança coletiva".(...)
06/12/10
•
A turma da Presidenta (18) - Helena Chagas vai para vaga de Franklin no
governo Dilma + Entrevista de 2006
(...) A jornalista Helena Chagas, chefe da
equipe de imprensa do governo de transição, será a responsável pela
Secretaria de Comunicação Social do governo Dilma.
Ela foi convidada pela presidente eleita para substituir Franklin Martins,
que deixa o governo ao final do mandato do presidente Lula.(...)
01/12/10
•
A turma da Presidenta (17) - A 'reforma ministerial' - Editorial Estadão
(...) Já se escreveu que jamais um presidente
brasileiro interferiu tanto na composição da equipe do sucessor. Mas a
verdade é que a presente conjuntura é única na história da democracia
brasileira. Antes de 1964, só um presidente (Vargas) viu eleger-se quem
apoiava (Dutra). Depois da ditadura, Sarney herdou o governo que Tancredo
montara, Itamar completou o mandato de Collor, com a glória do lançamento do
Real, Fernando Henrique e Lula foram os seus próprios sucessores. Para
completar o ineditismo, elege-se presidente uma figura que nunca disputou um
mandato, carente de base política própria, escolhida, construída e conduzida
à vitória por seu mentor.
Mesmo que Lula fosse honesto ao falar em "rei morto, rei posto", seria
apenas natural que Dilma Rousseff fosse bater à sua porta na hora de escalar
o seu time. O Brasil terá quatro anos para saber até onde irá essa
dependência. (...)
30/11/10
•
A turma da Presidenta (16) - Dilma deve escolher José Eduardo Martins Cardozo
para o Ministério da Justiça
(...) O deputado José Eduardo Martins Cardozo
deverá mesmo ser o ministro da Justiça da presidente eleita, Dilma Rousseff.
Entre outros motivos, como a aproximação antes e durante a campanha, pesam a
favor dele o fato de não ter feito campanha para se reeleger – ou seja, não se
envolveu em disputas políticas -, o fato de não enfrentar problemas com
prestação de contas eleitorais, doações e caixas de outras naturezas, além de
ter sido um petista diferente na CPI dos Correios (...)
(...) Mas o paulista ainda enfrenta o fogo do grupo petista ligado à senadora
eleita Marta Suplicy (PT-SP). O racha vem do tempo em que ele presidiu a Câmara
de Vereadores de São Paulo na gestão de Marta na prefeitura de São Paulo.(...)
(...) "Teremos uma campanha dura daqui em diante". A frase foi pronunciada nesta
quarta-feira, 18, na capital argentina pelo deputado federal José Eduardo
Cardozo, coordenador da campanha da candidata presidencial Dilma Rousseff (PT).
Cardozo, que passou menos de 24 horas em Buenos Aires para participar da edição
portenha do Foro de São Paulo - que reuniu representantes dos partidos de
esquerda, centro-esquerda e progressistas da América Latina e Caribe (...)
(...) Veja – O senhor já teve sérias divergências com o ex-ministro José Dirceu.
Hoje, mesmo depois de ter sido cassado e denunciado, ele ainda é um dos mais
influentes membros do PT. Essa influência não é nefasta para o partido?
José Eduardo – Posso falar isso com bastante tranqüilidade porque sempre tive
muitas divergências com o José Dirceu. Mas é inegável o papel que ele teve na
construção do PT, no combate à ditadura, na chegada de Lula à Presidência. Essa
história não se apaga. É natural que tenha uma influência grande no PT.(...)
29/11/10
•
A turma da Presidenta (15) - "Dilma pode nomear Bernardo para Comunicações" +
"Paulo Bernardo, o curinga em situação desconfortável"
(...) Começam a surgir as notícias do novo governo
relacionadas ao setor de tecnologia. A presidente eleita Dilma Roussef definiu
que o novo ministro das Comunicações será Paulo Bernardo, atualmente no
Planejamento. Segundo a imprensa, Bernardo já começou a “estudar” o assunto,
confirmando que não é do ramo. Até aí, nenhuma novidade, o que mais se viu nos
últimos oito anos foi gente sem preparo assumindo cargos importantes. (...)
28/11/10
•
A turma da Presidenta (14) - Gilberto Carvalho será o novo Secretário-Geral
da Presidência + "Gilberto Carvalho e o PT são réus em ação que investiga
corrupção" + "(Gilberto Carvalho) O homem do carro preto" + "(Caso Celso
Daniel) Um crime dentro de outro"
Nota de Helio Rosa: Nesta
série de "posts" estamos, gradativamente, divulgando o currículo (se
disponível na web) e matérias novas e antigas com informações adicionais
sobre os integrantes da equipe de transição e do futuro governo da
presidenta eleita. HR
(...) A presidente eleita, Dilma
Rousseff, tinha planos de transformar secretaria em uma pasta mais voltada à
articulação política. Mas mudou de ideia, após algumas conversas com Lula.
"A secretaria é para os movimentos sociais o que a Casa Civil é para a
política", disse o presidente a Dilma, segundo apurou o Estado.(...)
(...) Foi acusado pelos irmãos de Celso Daniel de participar de esquema de
arrecadação de propina no ABC Paulista: "Os irmãos do prefeito dizem que
Carvalho chegou a confessar que certa vez levou no seu Corsa preto uma mala
com 1,2 milhão de reais para o então presidente do PT, José Dirceu.(...)
(...) Segundo a denúncia, o segurança do prefeito entregava o dinheiro
extorquido ao empresário, que o repassava a Carvalho. Ele, por sua vez, se
incumbia de levá-lo ao PT. "A responsabilidade de Klinger e Gilberto
Carvalho decorre de sua participação efetiva na quadrilha e na destinação
final dos recursos", especificaram os promotores. "Era voz corrente na
cidade", recorda Mara, "que Gilberto Carvalho era o homem do carro preto, o
cara da mala, que levava dinheiro da corrupção para José Dirceu.(...)
•
A turma da Presidenta (13) - Fernando Pimentel ex-prefeito de BH será
ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior + Perfil na
Wikipédia
(...) Amigo pessoal da presidente
eleita, Pimentel saiu derrotado da eleição por uma cadeira ao Senado. Ele
conheceu Dilma durante o movimento estudantil e na militância contra a
ditadura militar. Ficou preso por três anos e meio. Na campanha
presidencial, atuou como colaborador informal.(...) Pimentel será ministro
do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O convite foi feito pela
presidente eleita Dilma Rousseff na última quinta-feira. .(...)
(...) Político afinado com o deputado Antonio Palocci (PT-SP), o futuro
chefe da Casa Civil no governo Dilma, Pimentel não terá a prerrogativa de
indicar o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
(BNDES), órgão que está no guarda-chuva da pasta. Luciano Coutinho, atual
chefe da instituição de fomento, foi convidado pela presidente a permanecer
no cargo.(...)
(...) Ele iniciou sua trajetória política no movimento estudantil. Pimentel
e Dilma foram membros do Comando de Libertação Nacional (Colina), grupo
armado de esquerda. Ele foi preso em 1970 e libertado em 1973.(...)
27/11/10
•
A turma da Presidenta (12) - Ainda sobre Marco Aurélio Garcia: "Política
externa do Brasil ou do PT?" + Artigo de Valter Pomar, secretário de
Relações Internacionais petista
(...) O assessor especial para Assuntos
Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, ficará no cargo no
futuro governo de Dilma Rousseff. Isso significa que será mantido um dos
símbolos da “militância internacionalista do PT”, conforme as palavras de
Valter Pomar, secretário de Relações Internacionais petista. Podemos
esperar, portanto, que a política externa brasileira seguirá sendo ditada em
larga medida por interesses partidários e ideológicos, sobretudo em sua
militância antiamericana.
Em artigo publicado há um ano (transcrito na íntegra
neste "post"), que continua perfeitamente válido, Pomar explica que a
presença de Garcia no governo, ao lado de Celso Amorim, fazia parte de um
“movimento progressista realizado pelo conjunto do governo Lula, estando
desde o início sob hegemonia de concepções fortemente críticas ao
neoliberalismo e à hegemonia dos Estados Unidos”.
Ele encerra o artigo dizendo que, “objetivamente, a política externa do
governo Lula faz o Brasil competir com os Estados Unidos” – e acrescenta,
triunfante: “A competição com o Brasil possui imensa importância geopolítica
e tem potencial para, no médio prazo, constituir-se em uma ameaça para os
Estados Unidos”. (...)
•
A turma da Presidenta (11) - Convencida por Lula, Dilma deverá manter Jobim
no Ministério da Defesa + Saiba mais sobre Nelson Azevedo Jobim
(...) Depois das recomendações do
presidente Lula, a presidente eleita, Dilma Rousseff, já diminuiu as
resistências para manter no cargo o ministro da Defesa, Nelson Jobim.
Terá uma conversa definitiva com ele depois do dia 4 de dezembro, quando ele
estará de volta ao Brasil de uma viagem a Itália, Sérvia, Polônia e Espanha.
Oficialmente, a conversa será para tratar da compra dos caças para a Força
Aérea Brasileira.
Lula tem dito a Dilma que Jobim é fundamental para evitar crise numa área
delicada.
Na sua avaliação, o presidente vai além: hoje haveria poucos quadros
preparados como Nelson Jobim para ter autoridade e conhecimento para
comandar as Forças Armadas.
Todos os antecessores de Jobim enfrentaram crise e foram desestabilizados.
Dilma analisou outros nomes para a Defesa. Até o do deputado José Eduardo
Cardozo (PT-SP), que irá para a Justiça, chegou a ser avaliado.
Mas cresce o consenso de que qualquer nome enfrentaria dificuldades. Para
diminuir as resistências de Dilma, uma saída seria manter Jobim por um
período determinado, até acabar a reestruturação do Ministério da Defesa.
Mas Lula tem dito que o melhor seria mantê-lo por todo o mandato. (...)
26/11/10
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A turma da Presidenta (10) - "MAG" continua no governo - Saiba mais sobre
Marco Aurélio Garcia, que ganhou notoriedade pelos gestos obscenos ("top
top") no episódio do acidente da TAM
(...) A manutenção da Garcia na cozinha do
Planalto é um forte sinal da continuidade de política de boa vizinhança do
Brasil com os países vizinhos, como a Venezuela, que rendeu muitas críticas
à política externa do presidente Lula. A própria Dilma, embora não tenha
explicitado como pretende conduzir a política externa brasileira, já
manifestou apoio ao Mercosul e foi celebrada pelo venezuelano Hugo
Chávez.(...)
(...) Entre 1970 e 1979 esteve exilado no Chile e na França. Após a anistia,
voltou para o Brasil e foi um dos que colaboraram na fundação do Partido dos
Trabalhadores e, em 1990, na condição de Secretário de Relações
Internacionais do PT, um dos organizadores e fundadores do Foro de São
Paulo, para reunir todos os grupos de esquerda da América Latina e do
Caribe. Foi Secretário de Cultura nos municípios de Campinas e São
Paulo.(...)
25/11/10
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A turma da Presidenta (9) - "Antônio Palocci será o novo ministro da Casa
Civil" + Perfil de Palocci na Wikipédia
(...) O deputado Antonio Palocci Filho (PT-SP)
será o novo ministro da Casa Civil. Ele foi convidado nesta quarta-feira,
24, pela presidente eleita, Dilma Rousseff, que comandou a pasta de junho de
2005 a março deste ano. Ex-ministro da Fazenda, Palocci preferia assumir um
ministério de menor visibilidade, como a Secretaria Geral da Presidência,
mas foi convencido por Dilma e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a
aceitar a missão.
Embora a Casa Civil vá perder funções executivas, como a gerência do
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a gerência dos programas
sociais para o Planejamento, a pasta é emblemática por ter protagonizado uma
sucessão de crises, desde o escândalo do mensalão, em 2005. (...)
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A turma da Presidenta (8) - Guido Mantega e o "Desenvolvimentismo" -
Atualização em 28/11/10
(...) A permanência no cargo do atual ministro
da Fazenda representa, na visão dos economistas, a garantia de uma gestão
sem grandes sustos. Afinal, ele mostrou-se capaz de assegurar a continuidade
de princípios básicos da estabilidade macroeconômica, como as metas de
inflação e o câmbio flutuante.
Isso não significa, entretanto, que sua nova gestão será isenta de críticas
– ainda porque nunca foi. Deverá continuar no foco das preocupações do
mercado a deterioração do quadro fiscal. A condução das contas públicas por
Mantega permitiu, nos últimos anos, um aumento dos gastos correntes em ritmo
superior ao da arrecadação, representando uma guinada ao estilo de seu
antecessor Antônio Palocci. Essa perda de qualidade no trato desta questão
deu-se ainda às custas da perda de transparência, pois foi realizada em
consonância com malabarismos contábeis que visam permitir ao governo cumprir
as metas de superávit primário sem uma economia real de recursos públicos.
(...)
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A turma da Presidenta (7) - Alexandre Tombini, futuro presidente do Banco
Central
(...) Quando interlocutores de Dilma
começaram a sondar pessoas próximas sobre o funcionário de carreira do BC, a
primeira pergunta era sempre a mesma: ele é desenvolvimentista ou
monetarista? Era uma referência às duas correntes que rivalizaram durante o
governo Lula na condução da política econômica e foram representadas pelo
ministro Mantega e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles,
respectivamente.
A resposta: — Tombini não tem corrente — diziam amigos próximos. (...)
(...) Sua gestão, acreditam técnicos ligados a ele, será mais participativa.
Ao contrário de Meirelles, que delega atribuições, cobra resultados e não se
envolve tanto diretamente, deverá acompanhar mais os detalhes das decisões,
e o BC poderá retomar espaço perdido no debate econômico na gestão
Meirelles.(...)
21/11/10
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A turma da Presidenta (6) - "Dilma Rousseff afirma que próximo ministro da
Saúde terá perfil técnico". Será o cardiologista Roberto Kalil Filho?
(...) O médico coordenou a equipe que
tratou Dilma Rousseff de um câncer linfático, no ano passado, e é cotado
para assumir o Ministério da Saúde. A presidente eleita foi ao almoço
acompanhada pelo deputado federal Antônio Palocci (PT-SP), outro nome
cogitado para a pasta.(...)
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A turma da Presidenta (5) - "Desconvite a Amorim é uma ameaça a Antonio
Patriota?" [Itamaraty]
(...) o ministro das Relações
Exteriores, Celso Amorim, foi desconvidado pelo Palácio do Planalto a
paricipar da reunião. Para Rossi, o desconvite pode significar uma pedra no
caminho de Antonio Patriota para se tornar o próximo chanceler brasileiro -
já que o embaixador, vice de Amorim e filho de potiguares, é muito ligado ao
atual ministro.(...)
20/11/10
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A turma da Presidenta (4) - Embaixadora do Brasil na ONU, Maria Luiza Viotti,
cotada para o Itamaraty?
Nota: Nesta série de "posts"
vamos, gradativamente, divulgar o currículo (se disponível na web) e
informações sobre os integrantes da equipe de transição e do futuro governo
da presidenta eleita. HR
(...) O secretário-geral do Ministério
de Relações Exteriores, Antonio Patriota, e a embaixadora do Brasil
na ONU, Maria Luiza Viotti, são os nomes que a presidente eleita,
Dilma Rousseff, tem para escalar para o Itamaraty. Os amigos da presidente
dizem que ela admira o trabalho de ambos. O favorito é Patriota, preparado
para ser o sucessor de Celso Amorim. Mas Viotti tem muitas chances, se o
Ministério tiver poucas mulheres.(...)
19/11/10
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A turma da Presidenta (3) - "Miriam Belchior, está com um pé no Ministério
do Planejamento"
Nota: Nesta série de "posts"
vamos, gradativamente, divulgar o currículo (se disponível na web) e
informações sobre os integrantes da equipe de transição e do futuro governo
da presidenta eleita. HR
(...) Miriam Belchior (9 de abril de
1966) é uma acadêmica brasileira.
É engenheira de formação, com mestrado na área de administração pública. É,
atualmente, professora da Faculdade de Economia, Administração e
Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP) e tem assento no
conselho de administração da Eletrobras[1]. Era ex-mulher do ex-prefeito de
Santo André, Celso Daniel. (...)
14/11/10
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A turma da Presidenta (2) - Petrobras tem 43 contratos com marido de
ministeriável Maria das Graças Foster - por Fernanda Odilla
(...) A empresa do marido de Maria das
Graças Foster, nome forte para o primeiro escalão do governo Dilma Rousseff,
multiplicou os contratos com a Petrobras a partir de 2007, ano em que a
engenheira ganhou cargo de direção na estatal.(...)
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A turma da Presidenta (1) - Christiane Araújo Oliveira pediu exoneração do
governo de transição
Nota de Helio Rosa: Nesta
série de "posts" vamos, gradativamente, divulgar o currículo (se disponível
na web) e informações sobre os integrantes da equipe de transição e do
futuro governo da presidenta eleita. HR
(...) Acusada de envolvimento com a
máfia dos sanguessugas, a advogada Christiane Araújo Oliveira pediu
exoneração do governo de transição.(...)
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