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Coordenador Geral: Helio Rosa (rosahelio@gmail.com)

INÁCIO, O FALASTRÃO

 
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20/07/11
Inácio, o falastrão (14) - Lula, por qué no te callas? - por Ethevaldo Siqueira
(...) E não me digam que minha reação é preconceituosa. Assim seria se, quando Lula ainda era apenas um operário ou ex-pau-de-arara, nos anos 1960 ou 70, fôssemos exigir dele uma linguagem correta e mais polida, sem ter tido outra oportunidade de estudar além do curso primário ou do curso profissionalizante de torneiro mecânico do Senai.
E, sinceramente, eu gostava muito mais daquele Lula líder sindical, simples, puro, ainda não corrompido pelo poder e pela ambição, do final dos anos 1970 e dos 1980. Até porque, com mais humildade, ele se comunicava com mais respeito e espontaneidade do que o ex-presidente pretensioso e arrogante de hoje.
Portanto, afirmo-lhes, amigos, que não se trata de má vontade. Até porque, Lula nunca quis falar de outra maneira. Poderia ter aproveitado apenas algumas horas por semana durante os 30 anos de agitação sindical e política que passou, sustentado por sindicatos e pelo partido. Aliás, como fez Vicentinho, que decidiu estudar e cursar uma faculdade de Direito.
Estou à disposição de Lula para reunir professores dispostos a lhe dar aulas de português e de boas maneiras, para que ele se comunique melhor nas palestras que tem proferido (a R$ 200 mil) ou, na pior das hipóteses, se um dia, Deus nos livre, volte à presidência do Brasil.
Até que isso aconteça, Lula, temos um pedido e uma pergunta. O pedido é simples: tenha pena de nossos ouvidos e de nossa paciência.
A pergunta é uma só: Por qué no te callas? (...) Ler mais

22/03/11
Inácio, o falastrão (13) - Lula passa recibo e debocha da oposição por elogiar Dilma
(...) - Provavelmente agora que o presidente Obama fez rasgados elogios ao Brasil, à sua ascensão e importância no mundo, alguns que passaram dez anos criticando, passem agora a falar bem. É extraordinário e hilariante. Foram oito anos. Sabem como pegamos e como deixamos o país. Alguns adversários tentaram vender que nós éramos a continuidade. Agora que elegemos alguém para fazer a continuidade, dizem que agora ela é diferente. É o mínimo hilariante - disse Lula nesta segunda-feira à noite num jantar em sua homenagem oferecido pela comunidade árabe, com a coordenação da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil. (...)
(...) Durante o jantar [no Clube Monte Líbano], os organizadores do evento apresentaram vídeos mostrando Lula chorando na posse no TSE em 2002 e trechos de sua viagem ao mundo árabe em 2003. Lula foi muito aplaudido ao defender os árabes.
- Todo mundo dizia que o terror tinha a cara de árabe, que o terror tinha a cara de um latino-americano ou de qualquer outro país, mas nunca das potências. Quando na verdade o povo palestino era mais vitima do que terrorista - disse Lula, que recebeu uma placa de agradecimento da comunidade muçulmana.
Ele defendeu a posição brasileira de ter se abstido no ataque à Líbia.
- Sou solidário à posição do Brasil que se absteve na votação da invasão à Líbia. Isso só acontece porque a ONU está enfraquecida, representada por forças do século 20 e não do século 21 - disse Lula, que defendeu que o secretário-geral da ONU vá à Líbia "conversar".(...) Ler mais

11/03/11
Inácio, o falastrão (12) - Lula faz palestra, enaltece seu governo e cobra R$ 200 mil da LG
(...) Haverá quem diga que não há nada de errado no fato de um ex-presidente transformar-se em garoto-propaganda de um fabricante de televisores. Mas, aparentemente, o próprio Lula não tem muita certeza disso. Não há outra maneira de explicar a precaução tomada por ele de só permitir que os jornalistas tivessem acesso aos minutos iniciais de sua fala, quando leu um texto de enaltecimento de seu governo. Em seguida os repórteres foram convidados a se retirar e Lula passou a fazer aquilo para o que estava sendo pago. Falou de improviso, fez piadas, contou casos e encheu a bola de sua contratante: "A LG apostou no Brasil". A cada menção ao nome da empresa, e foram muitas, a plateia aplaudia animadamente. Foi tudo testemunhado por um repórter da Folha de S.Paulo que conseguiu permanecer o tempo todo no recinto.(...) Ler mais
Nota de Helio Rosa.
Será que a LG Electronics pagaria para ouvir Lula se Dilma tivesse perdido a eleição?
Valeu a explicação, "ministro" Okamoto mas, na minha opinião, um ex-presidente, dois meses após deixar o cargo e com fortíssima influência no governo, cobrando para fazer fazer palestras em empresas....isso é uma vergonha! HR

13/02/11
Inácio, o falastrão (11) - Editorial Estadão: "De volta ao palanque" + IstoÉ: "Lula com ciúme de Dilma"
(...) Além da revelação do ciúme de sua sucessora, o retorno do ex-presidente indicou, claramente, o papel que ele pretende desempenhar na cena internacional. Lula e seus conselheiros diplomáticos gostam de se jactar de que em oito anos de intensa participação conseguiram transformar o Brasil, de mero coadjuvante, em protagonista dos foros diplomáticos. Não passa, é claro, de uma pretensão desmontada pelas evidências. O Itamaraty não obteve, durante os dois mandatos de Lula, sequer uma conquista diplomática significativa. (...)
(...) Com menos de 45 dias de governo, Lula já tenta se apropriar do provável êxito de sua sucessora. E talvez só agora ele tenha percebido que não elegeu um poste, mas alguém com estilo e com ideias próprias.
O ciúme precoce é até compreensível. Depois de oito anos usufruindo o fausto poder, não é nada simples se acostumar com o anonimato e com a vida de cidadão comum. Mas o fato é que Dilma tem agradado por razões que vão muito além do fato de ter a caneta presidencial.(...) Ler mais

12/02/11
Inácio, o falastrão (10) - Um tambor para Lula - por Vitor Hugo Soares
Nota De Helio Rosa
Esta série de "posts" pretende registrar e criticar os excessos verborrágicos do cidadão e ex-presidente Inácio Silva.
É muito provável que o título evoluirá para "Inácio, por que não te calas?" HR

(...) Antes de Dilma Rousseff pintar no pedaço e abocanhar um naco do bolo de aniversário, Lula aproveitou para usar o tambor que acabara de receber. Mandou sinais para todo lado, dentro e fora do governo, dentro e fora de seu partido. Mas acima de tudo, para dois de seus alvos preferenciais: os críticos mais contundentes na imprensa ao seu governo e ao seu modo de governar e ao seu estilo pessoal, e os adversários políticos pousados principalmente nos ninhos dos tucanos e do DEM.
Avisos aos que tentam "criar uma dicotomia entre governo Lula e Dilma, como se fosse possível, como se fosse crível", conforme já havia antecipado Dutra, presidente de fato do PT. Lula foi mais direto e contundente no toque: "Eu só não estou no governo, mas eu sou governo tanto quanto outro companheiro que está lá. O sucesso da Dilma é o meu sucesso, o fracasso da Dilma é o meu fracasso", pontuou.(...) Ler mais

14/12/10
Inácio, o falastrão (9) - Lula, o fazedor do impossível (e o inaugurador...) - por Isabela Martim
(...) Num discurso inflamado, Lula também se autoelogiou: disse que a transposição do São Francisco é um projeto que data do Império e que nem Dom Pedro I conseguiu realizá-lo:
— Nem Dom Pedro, que era imperador, filho do rei, conseguiu fazer. Precisou vir o Lulinha, filho do seu Aristides, um cara de Garanhuns, filho de dona Lindu, casado com dona Marisa.(...)

12/12/10
Inácio, o falastrão (8) -  "Lula Chantecler da Silva" - por Ethevaldo Siqueira
(...) Com seu linguajar tosco, Lula nos brinda com improvisos que ficarão registrados como as mais tristes manifestações de um presidente da República em nossa história.
Lula jamais reconhece que foi beneficiado pelo cenário internacional muito mais favorável na maior parte de sua gestão. Com todos os ventos a seu favor, o País modernizou-se, cresceu e ganhou muito maior visibilidade mundial.
Seus oito anos de gestão foram de relativa tranquilidade, mesmo acumulando escândalos como nenhum antecessor. Diferentemente da oposição petista a FHC, a oposição parlamentar a Lula foi a mais débil de nossa história. E, com sua sagacidade, convenceu a opinião pública de que nada sabia e que nada tinha a ver com a corrupção que campeou até nas salas do Planalto, como “nunca antes na história deste País”.(...)

Nota de Helio Rosa:
"Pato manco" é como os norte-americanos chamam o presidente em fim de mandato.
O presidente Luiz Inácio "Pato Manco" Lula da Silva, no popular, não se manca: fala pelos cotovelos e ofende e envergonha a todos os brasileiros com seus impropérios.
Esta série de "posts" pretende registrar e criticar estes excessos verborrágicos que prejudicam os trabalhos de transição e podem trazer reais dificuldades no início do próximo governo.
Espero que esta série não precise se transformar em "Inácio, por que não te calas?" HR

Inácio, o falastrão (7) - Quem fala muito... - Editorial Estadão
Recortes, como aperitivo:
(...) Há dois aforismos muito populares que se aplicam aos falastrões: "Quem diz o que quer ouve o que não quer" e "Quem fala muito dá bom dia a cavalo", ou seja, acaba dizendo bobagem. Pois o presidente retirante - que na ânsia de não perder nenhum dos poucos minutos de poder formal que lhe restam anda falando mais do que nunca antes - nos últimos dias se tem esmerado em ilustrar aquelas pérolas da sabedoria popular. Dois episódios foram particularmente exemplares. O primeiro, na quarta-feira, na solenidade de posse do novo presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler. O segundo, no dia seguinte, durante o ato de apresentação do balanço de quatro anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).(...)
(...) Quanto à liberdade de expressão, não corre o menor risco nos Estados Unidos, como ficou claro no caso dos famosos "Papéis do Pentágono", em 1971, muito mais lesivo aos interesses americanos e até a segurança dos EUA do que o atual, mas ainda assim garantido pela Suprema Corte americana. Risco ela corre até hoje no Brasil de Lula e do seu ministro Franklin Martins. (...)

08/12/10
Inácio, o falastrão (6) -  "Dois comandos" - por Merval Pereira
(...) O presidente, que já demonstrou, por palavras e obras, que não está se sentindo muito confortável com o fim de seu “reinado”, desautorizou seu ministro, que também é ministro do futuro governo.
Lula garante que a próxima presidente não terá necessidade de cortar “nem um centavo” das obras do PAC, a menina dos olhos de seu governo.
É a situação mais esquizofrênica de que já se teve notícias na política brasileira.(...)
(...)Talvez por isso Lula tenha sentido a necessidade de dar palpite público sobre um assunto que só diz respeito ao próximo governo.
Resta saber se ele fez isso por que ainda está no comando, ou se está querendo continuar no comando depois do dia 1 de janeiro de 2011.(...)

Inácio, o falastrão (5) -  Muito acima das nuvens - por Maria Helena Rubinato
(...) Ontem, dia 2, ele deu uma entrevista às rádios comunitárias e entre outras coisas, disse: "há uma briga histórica que eu considero um equívoco: os meios de comunicação confundirem uma crítica que qualquer pessoa faça a eles como um cerceamento de liberdade de imprensa. É a coisa mais absurda, mais pobre do ponto de vista teórico que conheço é alguém achar que não pode receber crítica, que são intocáveis". (Estadão.com, 2/12)
A frase em si já é um espanto. Esse “do ponto de vista teórico” só perde para “o preconceito” diagnosticado em quem criticou seu grande amigo Sarney. Quem ali naquela festividade no Maranhão se achava intocável? O representante da grande mídia, ou o presidente da República?(...)

04/12/10
Inácio, o falastrão (4) - Os fatos desmentem Lula - Editorial Estadão
(...) Fiel a seu costume de contar a história à sua maneira, sem o mínimo compromisso com os fatos e a verdade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mais uma vez falou sobre a "herança maldita" recebida em 2003, ao iniciar seu primeiro mandato. Desta vez, o rosário de inverdades foi desfiado perante o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. O evento foi uma das várias despedidas programadas pelo presidente para este mês. De novo ele falou sobre o País quebrado e sobre o mau estado da economia no momento da transição do governo. De novo ele se entregou a uma de suas atividades prediletas, a autolouvação despudorada, atribuindo a si e a seu governo a inauguração de uma economia com fundamentos sólidos, estabilidade e previsibilidade. As pessoas informadas e capazes de discernimento conhecem os fatos, mas talvez valha a pena recordá-los mais uma vez, para benefício dos mais jovens e dos vitimados pela propaganda petista.(...)

03/12/10
Inácio, o falastrão (3) - "Ele precisa se mancar" - por Sandro Vaia
(...) Às vésperas de voltar para a planície, porém, Lula, que sai aclamado pelo povo e abraçado ao seu próprio ego hipertrofiado, nos deixa também alguns legados dispensáveis, que seria de bom tom que não freqüentassem a narrativa presidencial que ficará para a posteridade, tais como: a defesa da família Sarney como instituição da República; o truque da transformação do episódio do mensalão numa “tentativa de golpe”; o condicionamento constante do seu apreço pela liberdade de imprensa à publicação da “verdade”, como se ele fosse dono de sua única versão válida e publicável ; a repetição incessante da falácia da existência de um “preconceito das elites” contra o pobre retirante nordestino e depois operário metalúrgico que voou do nada para a Presidência da República; o desprezo às dissidências políticas perseguidas e esmagadas por regimes comandados por autocratas amigos ; e, por último, mas não menos importante, a negativa insistente de qualquer avanço histórico do País antes do advento de sua gloriosa e inatacável figura e do seu tão nunca-antes-tão-maravilhoso governo.
Como Lula mesmo disse numa entrevista a rádios comunitárias na quinta-feira, dia 2, sobre a chegada do momento de ir embora: “Preciso me mancar”.(...)

Inácio, o falastrão (2) - O povo sou eu - Editorial Estadão
Trecho do Editorial: (...) O que espanta, além da teoria encarnatória, são as circunstâncias que levaram Lula a invocar alguns dos momentos mais turbulentos da história nacional. Em 2005, a oposição não conspirava para "dar um passo além da institucionalidade" nem o País estava convulsionado por um confronto ideológico que se resolveria pela força. Os brasileiros, isso sim, estavam aturdidos com as evidências de que o lulismo usava dinheiro que transitava pelos desvãos da política e do governo para comprar votos na Câmara dos Deputados - o mensalão. Lula não estava nem um pouco preocupado com as instituições. Queria dar dimensão histórica ao que não passava de um caso de polícia. Encarnou uma mistificação.(...)

Inácio, o falastrão (1) - "Um divã para Lula" - por Lúcio Vaz
(...) Humilhação para um país é ter 30 milhões de miseráveis, pessoas que não têm o que comer todos os dias. Muitas moram embaixo de pontes e viadutos. Humilhação é permitir que o narcotráfico controle fisicamente um extenso território de uma metrópole do país durante décadas, vendendo drogas, prostituindo adolescentes, controlando e extorquindo moradores. Bem-vinda a tomada do Complexo do Alemão, mas o que fazer com as vidas perdidas?
Em seus delírios de fim de mandato, o presidente esquece que a sua sucessora já avisou que virão cortes de despesas. Seriam mais de custeio da máquina pública, porque ela não pretende reduzir os investimentos em infraestrutura e nos programas sociais. Bem, vai ver que o chefe da nação considera a compra do Aerodilma um “investimento”. Ele certamente vai nos promover à condição de primeiro mundo. Aliás, o presidente acha que a Copa do Mundo e as Olimpíadas também levarão o país a essa condição. Só esperamos que, depois da Copa, não retirem a polícia do Alemão.(...)