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Nota de Helio Rosa:
O "Orvil" (palavra "livro" escrita ao contrário) está
disponível para download neste link. Trata-se de
um arquivo em formato .pdf, cópia xerox do original.
O "Orvil", cujo título original seria "As tentativa de tomado do poder", é
um trabalho de fôlego. "A mando do general Leônidas Pires Gonçalves, o
projeto foi desenvolvido pelo Centro de Informações do Exército (CIE). Cerca
de uma dúzia de oficiais trabalhou em segredo no Orvil durante três anos.
Como o livro não foi publicado, entrou na lista dos documentos sigilosos das
Forças Armadas."
Decidi transcrevê-lo em formato de "página web", que muitos internautas
consideram de leitura mais amena, e disponibilizá-lo no domínio
wirelessbrasil.org.
O trabalho está em andamento, em ritmo lento; é preciso "copiar" cada página
e depois "colar" em um programa "corretor de erros" pois muitos caracteres
não são reconhecidos devido à precariedade gráfica do original disponível no
link acima citado. Os muitos trechos em itálico precisam ser digitados.
Nesta data, tenho revisadas 100 páginas de um total de mais de 900.
Pretendo divulgar o "Orvil" neste Blog, na íntegra, item por item, em "posts",
na medida em que forem concluídas as formatações dos capítulos.
No final de cada "post" está transcrito o Sumário do livro. Vale conferir
para se ter uma idéia da abrangência do conteúdo.
Numa
entrevista, o jornalista Lucas Figueiredo comenta:
"O Exército põe o dedo numa ferida que boa parte da esquerda sempre jogou
debaixo do tapete: todos os grupos que participaram da luta armada queriam
derrubar a ditadura militar para instalar uma ditadura de viés comunista ou
socialista. Ninguém pensava em reconduzir ao poder o presidente deposto,
João Goulart. Mas a esquerda acabou criando a lenda de que todos os grupos
buscavam a democracia. Outra questão é o envolvimento – pequeno, mas
verdadeiro – de guerrilheiros de esquerda com o terrorismo, ou seja, com
ações contra a população, e não apenas o inimigo militar. Por fim, estão
relatados casos em que militantes de esquerda foram assassinados por seus
próprios companheiros, como Márcio Leite de Toledo e Carlos Alberto Maciel
Cardoso, ambos da ALN (Aliança Libertadora Nacional), e Francisco Jacques
Moreira de Alvarenga, da RAN (Resistência Armada Nacional). O justiçamento
de companheiros de luta, praticado por alguns grupos, ainda hoje é um tabu
para a esquerda." HR
Fevereiro 2011
06/02/11
•
"Orvil": A "Comissão da Verdade" do Exército que assombra a esquerda
brasileira (6) - Introdução: A violência em três atos - 3. Terceiro ato
Nota de Helio Rosa:
Estou transcrevendo, por partes e em formato "página web", o livro "Orvil",
que está disponível, para download na íntegra, em formato PDF,
neste endereço.
Mais abaixo está o Sumário do livro com indicação dos itens já transcritos.
Aqui estão os "posts" anteriores:
05/03/11
•
"Orvil": A "Comissão da Verdade" do Exército que assombra a esquerda
brasileira (5) - Introdução: A violência em três atos - 2. Segundo ato
Nota de Helio Rosa:
Estou transcrevendo, por partes e em formato "página web", o livro "Orvil",
que está disponível, para download na íntegra, em formato PDF,
neste endereço.
Mais abaixo está o Sumário do livro com indicação dos itens já transcritos.
Ler mais
04/03/11
•
"Orvil": A "Comissão da Verdade" do Exército que assombra a esquerda
brasileira (4) - Introdução: A violência em três atos - 1. Primeiro ato
Nota de Helio Rosa:
Estou transcrevendo, por partes e em formato "página web", o livro "Orvil",
que está disponível, para download na íntegra, em formato PDF,
neste endereço.
Mais abaixo está o Sumário do livro com indicação dos itens já transcritos.
Num
"post" de janeiro escrevi:
(...) Daqui a alguns
meses completo 70 anos. Meninos, eu vi... vi muita coisa neste país...
Em 1966 eu vi o atentado terrorista no Aeroporto dos Guararapes e estava tão
perto da bomba que meus cabelos ficaram tostados pelo calor da explosão. Fui
salvo pois no exato momento da detonação havia uma coluna que, apesar de
muito fina, proporcionou-me uma "sombra" de proteção.
Impossível descrever a som da explosão, a fumaça, os gritos de susto e de
dor, o cheiro de carne queimada, o chão banhado de sangue, as entranhas
expostas...quem viu, não esquece nunca o que é um ato terrorista, que não
visa um alvo, mas simplesmente ferir e matar indiscriminadamente.(...)
O atentado do Aeroporto dos Guararapes
é descrito no texto mais abaixo. HR
Ler mais
03/03/11
•
"Orvil": A "Comissão da Verdade" do Exército que assombra a esquerda
brasileira (3) - "Uma explicação necessária" - pelo Coordenador de Pesquisa
e Redação do "Projeto Orvil"
Num
"post" anterior transcrevi uma entrevista do
insuspeito jornalista Lucas Figueiredo e cito mais uma vez este trecho:
"O Exército põe o dedo numa ferida que boa parte da esquerda sempre jogou
debaixo do tapete: todos os grupos que participaram da luta armada queriam
derrubar a ditadura militar para instalar uma ditadura de viés comunista ou
socialista. Ninguém pensava em reconduzir ao poder o presidente deposto,
João Goulart. Mas a esquerda acabou criando a lenda de que todos os grupos
buscavam a democracia. Outra questão é o envolvimento – pequeno, mas
verdadeiro – de guerrilheiros de esquerda com o terrorismo, ou seja, com
ações contra a população, e não apenas o inimigo militar. Por fim, estão
relatados casos em que militantes de esquerda foram assassinados por seus
próprios companheiros, como Márcio Leite de Toledo e Carlos Alberto Maciel
Cardoso, ambos da ALN (Aliança Libertadora Nacional), e Francisco Jacques
Moreira de Alvarenga, da RAN (Resistência Armada Nacional). O justiçamento
de companheiros de luta, praticado por alguns grupos, ainda hoje é um tabu
para a esquerda." HR
Ler mais
02/03/11
•
"Orvil": A "Comissão da Verdade" do Exército que assombra a esquerda
brasileira (2) - Editorial do site que divulga o "Projeto Orvil" desde 2007
(...) Em fins de 1987, o texto, de
aproximadamente mil páginas, estava pronto.
A obra recebeu a denominação de “Tentativas de Tomada do Poder” e foi
classificada como “Reservado”, grau de sigilo válido até que o livro fosse
publicado oficialmente ou que ultrapassasse o período previsto na lei para
torná-lo ostensivo.
Concluída e apresentada ao ministro do Exército, General Ex Leônidas Pires
Gonçalves, este não autorizou a sua publicação - que seria a palavra oficial
do Exército -, sob a alegação de que a conjuntura política não era oportuna,
que o momento era de concórdia, conciliação, harmonia e desarmamento de
espíritos e não de confronto, de acusações e de desunião.
Assim, a instituição permaneceu muda e a farsa dos revanchistas continuou,
livre e solta, a inundar o País.
Muitos militares, considerando que a classificação sigilosa “Reservado” já
ultrapassara o sigilo imposto pela lei e dispostos a divulgar o livro,
resolveram copiá-lo e difundi-lo nos últimos 12 anos, na expectativa de que
um número cada vez maior de leitores tomasse conhecimento de seu conteúdo.
(...)
Ler mais
Nota de Helio Rosa
No
"post" anterior transcrevi uma entrevista do
insuspeito jornalista Lucas Figueiredo e cito mais uma vez este trecho:
"O Exército põe o dedo numa ferida que boa parte da esquerda sempre jogou
debaixo do tapete: todos os grupos que participaram da luta armada queriam
derrubar a ditadura militar para instalar uma ditadura de viés comunista ou
socialista. Ninguém pensava em reconduzir ao poder o presidente deposto,
João Goulart. Mas a esquerda acabou criando a lenda de que todos os grupos
buscavam a democracia. Outra questão é o envolvimento – pequeno, mas
verdadeiro – de guerrilheiros de esquerda com o terrorismo, ou seja, com
ações contra a população, e não apenas o inimigo militar. Por fim, estão
relatados casos em que militantes de esquerda foram assassinados por seus
próprios companheiros, como Márcio Leite de Toledo e Carlos Alberto Maciel
Cardoso, ambos da ALN (Aliança Libertadora Nacional), e Francisco Jacques
Moreira de Alvarenga, da RAN (Resistência Armada Nacional). O justiçamento
de companheiros de luta, praticado por alguns grupos, ainda hoje é um tabu
para a esquerda." HR
01/03/11
•
"Orvil": A "Comissão da Verdade" do Exército que assombra a esquerda
brasileira (1) - O jornalista Lucas Figueiredo comenta o "Orvil" em
entrevista + Sumário do "Orvil"
Nota de Helio Rosa:
O "Orvil" (palavra "livro" escrita ao contrário) está
disponível para download neste link. Trata-se de
um arquivo em formato .pdf, cópia xerox do original.
O "Orvil", cujo título original seria "As tentativa de tomado do poder", é
um trabalho de fôlego. "A mando do general Leônidas Pires Gonçalves, o
projeto foi desenvolvido pelo Centro de Informações do Exército (CIE). Cerca
de uma dúzia de oficiais trabalhou em segredo no Orvil durante três anos.
Como o livro não foi publicado, entrou na lista dos documentos sigilosos das
Forças Armadas."
Decidi transcrevê-lo em formato de "página web", que muitos internautas
consideram de leitura mais amena, e disponibilizá-lo no domínio
wirelessbrasil.org.
O trabalho está em andamento, em ritmo lento; é preciso "copiar" cada página
e depois "colar" em um programa "corretor de erros" pois muitos caracteres
não são reconhecidos devido à má qualidade do original disponível no link
acima citado. Os muitos trechos em itálico precisam ser digitados. Nesta
data, tenho revisadas 100 páginas de um total de mais de 900.
Pretendo divulgar o "Orvil" neste Blog, na íntegra, item por item, em "posts"
diários.
No final desta página está transcrito o Sumário do livro. Vale conferir para
se ter uma idéia da abrangência do conteúdo.
Na entrevista abaixo Lucas Figueiredo comenta:
"O Exército põe o dedo numa ferida que boa parte da esquerda sempre jogou
debaixo do tapete: todos os grupos que participaram da luta armada queriam
derrubar a ditadura militar para instalar uma ditadura de viés comunista ou
socialista. Ninguém pensava em reconduzir ao poder o presidente deposto,
João Goulart. Mas a esquerda acabou criando a lenda de que todos os grupos
buscavam a democracia. Outra questão é o envolvimento – pequeno, mas
verdadeiro – de guerrilheiros de esquerda com o terrorismo, ou seja, com
ações contra a população, e não apenas o inimigo militar. Por fim, estão
relatados casos em que militantes de esquerda foram assassinados por seus
próprios companheiros, como Márcio Leite de Toledo e Carlos Alberto Maciel
Cardoso, ambos da ALN (Aliança Libertadora Nacional), e Francisco Jacques
Moreira de Alvarenga, da RAN (Resistência Armada Nacional). O justiçamento
de companheiros de luta, praticado por alguns grupos, ainda hoje é um tabu
para a esquerda." HR
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