Assim, contamos com muita repercussão e muitos debates em nossos fóruns...em março! Agora em fevereiro estamos plantando as sementes e estimulando os colaboradores e debatedores a pensar no assunto: mas nada contra a "repercussão já". :-)
Abaixo, mais uma participação de José Eduardo Alves de Moura com respostas de Eduardo Prado no mesmo texto.
Na ocasião tivemos a oportunidade de fazer alguns esclarecimento: vão de novo... :-)
02. CPE (CustomerPremiseEquipment)
(...) A sigla CPE foi utilizada em várias mensagens. CPE é "CustomerPremiseEquipment" ou seja, "equipamentos (próprios ou alugados) instalados nas dependências do cliente ou usuário", me ajuda o José Eduardo Moura. :-) "É o tal do modem residencial da banda larga", simplifica Eduardo Prado. :-) Coisas de "Eduardos", pelo visto. (...)
03. Incumbentes, entrantes, autorizatárias, espelhos - algumas definições
Concessionárias: Também chamadas de incumbentes. A concessionária é a prestadora dos serviços de telecomunicações no regime jurídico público e possui obrigações de universalização e continuidade e são as detentoras das redes de comunicação existentes enquanto durar a sua concessão.
Autorizada: Também chamadas de entrantes ou espelho. A autorizada é uma prestadora de serviços de telecomunicações no regime jurídico privado e não possui as obrigações de universalização e continuidade, tendo sido criada para criar a concorrência com as concessionárias, de que podem alugar as redes existentes. (...)
Concessionárias: Formadas por empresas do sistema Telebrás privatizadas em 1998 e alguns casos especiais. Têm mais obrigações que as demais. Os contratos de concessão foram renovados em Jan/06. (Mais Detalhes)
Autorizatárias
Inclui as chamadas empresas espelhos, que receberam autorizações em 1999 , espelhinhos, e demais empresas com autorização de STFC. A partir de 31 de dezembro de 2001 deixou de existir um limite para o número de prestadores de STFC por região. As concessionárias se tornaram autorizatárias fora da sua região de concessão. (Clique aqui) ...
Boa leitura! Um abraço cordial Helio Rosa Thienne Johnson
Subject: Re: [wireless.br] Correção - Regulamentação de Freqüências - Série Especial sobre WiMAX (4)
Nota da Coordenação: Em itálico azul, estão as respostas enviadas por Eduardo Prado!
Gostaria de colocar alguns pontos que achei importante para discussão e desde já me corrijam se interpretei algo equivocado....(desde já peço desculpas se escrevi muito, é que ando de férias forçadas....*rs). Lá vai:
3,5 GHz??? Nossa Anatel anda que nem Caranguejo:
RESPOSTA: Vc está mesmo de férias não é? (rs)
Acho que a ANATEL não está lenta em relação a BWA no Brasil. Vc conhece o trabalho da Ofcom britânica, da NIDA na Singapura (acho eu) e do Chile"? Acho que a ANATEL faz muito por aqui em BWA!
É certo que a faixa de 3,5 GHz é adequada ao uso de BWA há vários anos e assim o será pra WiMax, é verdade. É verdade também que a ANATEL novamente licitará blocos nesta freqüência, é que, segundo a opinião generalizada, teremos um interesse crescente nos mesmos, visto agora termos no horizonte uma nova tecnologia, que dará viabilidade ao negócio de BroadBand nestas faixas etc..etc..etc.....Muito bonito, belo, de se falar, mas há de ressalvar, o lado técnico deve antevir um pouco as paixões exacerbadas de MKT e algumas perguntas devem solidamente ser respondidas:
RESPOSTA: Não somos marqueteiros nem Provedores. Somos independentes!
- Será o Mercado residencial e de pequenas empresas efetivamente viável de ser atendido via Wimax nesta faixa?? Qual será o comportamento real em campo desta faixa para atendimentos de usuários tipicamente Indoor??? Digo qual será o Range e capacidade de usuários a taxas típicas residenciais, digamos 256kbits, 512kbits por célula / setor??? Quanto tipicamente custará um CPE em nosso pais??? Afim de viabilizarmos o modelo nesta faixa teremos de instalar antenas externas para este sinais ??? Isto que seria um grande complicador da popularização desta faixa.
RESPOSTA: Esqueça o WiMAX nos próximos 04 a 05 anos para o Mercado Residencial e PME. A conta não fecha pois o custo do CPE é alto!
Mas este não é o foco do que queria comentar: Imaginando que tenhamos as respostas acima solidamente respondidas e que seja viável um Business Case visando o atendimento do Mercado Residencial ( e outros micronegócios) via WiMax em 3,5 GHz, o Edital na forma como está proposto nesta ultima consulta ( e o estava em 2005) é doloso a população como um todo, afinal de contas muita preocupação causa a Anatel ter retirado nesta proposta de Edital , o item 4.2.1 que previa restrições as incumbents e que estava previsto no Edital de 2002, o qual transcrevo abaixo:
“ 4.2.1 As empresas titulares de concessão, suas controladoras, controladas ou coligadas, do
Serviço Telefônico Fixo Comutado Destinado ao Uso do Público em Geral – STFC, na modalidade serviço local, não podem apresentar propostas para as áreas objeto desta Licitação comuns à área na qual detém concessão, observado o disposto no caput deste item. “. – Edital N. 003/2002/SPV/ANATEL
RESPOSTA: BWA é para o "povo" daqui a 05 anos. Agora é caro. Acho que a democracia do espectro é válida. Acho que a ANATEL fez certo abrir para todos o Edital de 3,5 GHz.
A retirada deste item acima, em minha opinião foi totalmente catastrófica e contrária ao senso comum...
Como sabemos, com a crescente redução das margens dos serviços tradicionais cada vez mais se torna válida a frase que para as grande operadoras, é “crescer (entenda diversificar, expandir em novos nichos serviços e mercados) ou morrer”....Mas um outro jeitinho tipicamente brasileiro é também vc aplicar algum $$$ simplesmente para não deixar seu adversário crescer... ;-)))
Não há nesta nova versão do Edital texto que evite que as operadoras de STFC ( digo as incumbents) fossem proibidas de adquirir estas porções de espectro nas mesmas áreas em que já possuem suas licenças originais....Ora, se vai custar caro e as Teles tem muito poder de fogo em termos econômicos, de que vai adiantar, que concorrência iremos criar??? Na realidade a única diferença que fará, se as mesmas puderem adquirir nas regiões que já atuam, é que, ao invés de um Speedy / Velox ou o que seja cabeado, vc estará ganhando um Velox / Speedy ou o que seja “alado” ( isto se vc ganhar) e continuará refém da mesma provedora de serviços, sua política de preços, atendimento e qualidade(??)... Isto se a Tele não atender só as capitais e 01 ou 02 cidades e guardar as freqüências no bolso para compartilhar daqui a 05 anos. Pouco se ganha e muito pouco de novo se cria, perdendo também a oportunidade de crescimento do mercado de Telecom. Só para se ter uma idéia mais de 50% das 451 contribuições recebidas ao Edital, eram no sentido de impedir que isto aconteça ( compra dos Bloco pelas operadora de STFC local, nos mesmos locais onde estas já atuam) e que se mantivesse o texto acima do Edital de 2002.
Não sei ao certo se o texto acima pode ser mantido na integra, dada a forma como se concede hoje a autorização para prestação de STFC. Mas se após este número de contribuições da Sociedade e tendo ainda em vista que esta restrição existia no Edital de 2002, se a Anatel não voltar atrás então realmente caberá perguntar em prol de quem está a nossa Agência legislando.....
O que acho correto é: que num primeiro momento ( licitação) estes blocos sejam licitados com a proibição de compra pelas incumbents de blocos em áreas ou regiões de numeração onde as mesmas já possuem licenças de STFC, deixando-se para um segundo momento (licitação posterior das sobras caso existam) a aquisição destes blocos em suas áreas pelas Teles locais...Assim estaremos efetivamente criando opções e a Anatel estará efetivamente agindo como deve agir em seu papel não só de reguladora, mas de impulsionadora do mercado e da inclusão digital em nosso pais.
Interesses de outras empresas fora as incumbents, isto haverá, inclusive empresas de fora vide Directnet pertencente ao Grupo Intel se não me engano. Não acredito que estas eventuais sobras percam muito de seu valor em um segundo leilão e mesmo que percam, o interesse público principal não deve ser o valor monetário em si, mas sim o que é revertido em prol da população.
RESPOSTA: O espectro é um direito de todos!
Resumindo: No escrito acima vejo 02 aspectos relevantes (mas não únicos) para que o 3,5 GHz WiMax decole em nosso país como ferramenta de difusão do Acesso em Banda Larga e ainda não completamente fechados:
RESPOSTA:o 3,5 GHz vai decolar independente do que achemos! Quer apostar?
- Definição dos contornos técnicos necessários a um BC sólido ( hoje em andamento e na sua maior parte já esclarecidos).
- Regulamentação correta por parte de Nossa Agência Reguladora, que permita a efetiva concorrência e universalização e neste ponto infelizmente a Anatel está andando na contramão...
Agora, caso esta faixa não se configure viável para o atendimento de um mercado de massa, então muito barulho acaba-se fazendo por pouco, pois soluções para atendimento “Cream Skimming” o nosso mercado já possui um monte...
RESPOSTA: 3,5 GHz será um gde realidade. Queiramos ou não. Sejamos WISPs ou não
Nestas alturas do campeonato (ou do "carnaval"...) todos já sabem que em março de 2006 "rolou" uma "Série sobre WiMAX" no âmbito da ComUnidade e do Portal Thesis. Sobre o "carnaval" acima: um participante, amigo gaiato, nos escreveu dizendo que estamos competindo com Momo, fazendo um verdadeiro "carnaval" com o WiMAX". Valeu! E acertou! :-)
Esta é a idéia: fazer uma grande "folia" para chamar a atenção para o WiMAX: é um enorme mercado de trabalho e uma grande ferramenta para a "inclusão". Além disso, é preciso conhecer "tudo" sobre o tema para fiscalizar as ações governamentais, "why not"? :-)
Assim, contamos com muita repercussão e muitos debates em nossos fóruns...em março! Agora em fevereiro estamos plantando as sementes e estimulando os colaboradores e debatedores a pensar no assunto: mas nada contra a "repercussão já". :-)
Assim, vamos abrir uma nova frente na "ambientação" de fevereiro". Com mensagens numeradas e este Assunto: O "Debate sobre WiMAX" de 2006 vamos reproduzir a principais mensagens sobre o tema. Quem quiser se antecipar e tomar logo conhecimento da coleção de mensagens, o registro está feito neste Blog Comunitário: "WiMAX" (Debate) em http://www.wirelessbrasil.org/wirelessbr/secoes/blog_wimax_debate/debate.html (o conteúdo está sendo migrado para uma Seção do site WirelessBr).
Apertem os cintos pois lá vamos nós: :-))
Boa leitura! Um abraço cordial Helio Rosa Thienne Johnson
Subject: Re: [wireless.br] Série sobre WiMAX (2): WiBro
Muito interessante e muito boa a série até o momento: Uma gama de reportagens e artigos que já consolidam o fato de que finalmente e aparentemente teremos um padrão consolidado e apoiado por uma série de grandes empresas e que também possa realmente ser considerado como solução viável e real de transmissão de dados Wireless ( e não mais aquela sopa de soluções proprietárias de BWA com quem convivemos nestes últimos anos que só serviam pra inviabilizar os BCs)..
A maioria do que li, nos links indicados fala de engajamento de empresas no desenvolvimento do Wibro, produtos, redes e testes em andamento etc..Que mais uma vez comprovam que o WiMax assim como sua versão Móvel vieram pra ficar...etc..etc...
Agora, tecnicamente se falando vi alguns números, um apresentação bastante superficial ( segundo meu entender) acerca da tecnologia no site do ITU, mas nada, pelo menos na minha opinião, de tecnicamente detalhado ...
Sabe posso parecer ser chato, pode ser força da profissão que me faz já ha 12 anos lidar exclusivamente com produtos Wireless e já ter visto muita promessa boa ir por água baixo nos primeiros trials ( não acho que será o caso do WiMax principalmente devido ao ganho de escala que este padrão terá) mas talvez por isso acho que, como engenheiro, qualquer opinião final, só depois de escovar alguns bits, bytes, protocolos e modulações, Limiares etc..etc......(*rs..) e no tocante a isto: Tutorial ou Apresentação detalhada em Wibro, como disse eu não achei nada por ai na NET...
Alguém tem pra enviar ou sabe o link para algum Artigo Técnico profundo e detalhado em Wibro??? Ou é mais dificil de achar que cabeça de bacalhau???
Grande Abraço, José Eduardo Moura
Nota da Coordenação: Jose Eduardo Moura () é Engenheiro Eletricista com ênfase em Telecomunicações, formado pela PUC-RJ 1994, com cursos de especialização adicionais nas Áreas de Sistemas Celulares (Broadband e Narrowband) e Protocolos de Comunicações de Dados. Possui alguns trabalhos na area publicados no Brasil e exterior (IEEE). Atua há 12 anos na Área de Sistemas de Transmissão com especial ênfase em Sistemas Wireless, tendo sido responsável por diversos projetos de redes de interconexão de operadoras e redes privadas. Desde 1997 sua principal área de interesse é a relacionada aos Sistemas Wireless BWA, atuando também junto a fabricantes e operadoras na certificação, avaliação e seleção de novos produtos e tecnologias.
Olá, ComUnidade WirelessBRASIL ! Helio Rosa escrevendo. Nesta ComUnidade (Portal em www.wirelessbrasil.org) interagimos e compartilhamos conhecimentos com muita cordialidade, cortesia, tolerância e paz - sempre fazendo novos amigos!
O segundo episódio da "Série Especial sobre WiMAX", de autoria de Eduardo Prado, está no ar desde ontem com o tema WiBro.
Peço desculpas a todos pelo atraso nesta divulgação mas, devido à uma pequena viagem inopinada, fiquei "desplugado". :-)
(...) WiBro (Wireless Broadband) é o padrão de WiMAX Móvel coreano.
Por que ele nasceu? Por uma razão muito simples: a Coréia do Sul é um país muito avançado em termos de Banda Larga (86% de penetração) e não precisava desta forma do WiMAX "Nomádico". Partiu logo para um padrão de Banda Larga Móvel sem Fio e chamou-o de WiBro.
O Ocidente sabendo que os coreanos não iriam desistir de disseminar o WiBro no Oriente (imagina só perder o mercado chinês, hein?) resolveu se compor com a Samsung – grande promotora do WiBro – e decidiu adotar o WiBro como base para o padrão do WiMAX Móvel do IEEE ( 802.16e homologado em Dezembro de 2005). (...)
A continuação desta matéria - com um "caminhão" de links - está no site do Instituto Thesis, aqui.
Mas por que o interesse agora em WiBro? :-) Porque ele "tá chegando"... :-) Confiram esta notícia já veiculada aqui em nossos fóruns:
TVA anuncia acordo para trazer WiMAX ao Brasil Terça-feira, 08 de novembro de 2005 - 19h14 SÃO PAULO – A TVA anunciou um acordo com a Samsung para trazer a plataforma WiMAX ao Brasil. São Paulo será a primeira cidade atendida, o que deve acontecer em novembro de 2006. O WiMAX busca seu diferencial, diante de outras ofertas de banda larga, na transferência de dados com mobilidade e custo relativamente baixo. Segundo Virgílio Amaral, diretor de tecnologia da TVA, o produto anunciado oferecerá conexão a 3 Mbps. Isso significa manter conexões estáveis também com o terminal em movimento. “Foram feitos testes até 120 km/h: a conexão não caiu e a taxa de transferência se manteve”, explica, alfinetando tecnologias concorrentes, como a 3G, que não apresentariam a mesma estabilidade. Amaral afirma que, enquanto o 3G tem o foco principal na voz, o WiMAX concentra-se na transmissão de dados, quaisquer que sejam. Isso facilitaria seu uso com vídeo, internet, TV e também voz. O investimento previsto é de US$ 100 milhões nos próximos cinco anos. "A TVA pretende atingir 1 milhão de usuários, sob a marca Ajato no período", afirma Leila Loria, diretora de distribuição eletrônica do Grupo Abril. A executiva diz que não há metas de migração dos atuais assinantes de cabo ou MMDS para a nova tecnologia. “Ela será natural, à medida que o usuário se interesse”, explica. O produto da Samsung será lançado no mercado coreano neste mês. No Brasil, primeiro país da América Latina com a tecnologia, ela chega ao mesmo tempo em que no mercado americano.
Boa leitura!
Um abraço cordial Helio Rosa
Bumba-meu-Wimax
Autoria de Thienne Johnson
03 de October de 2006
Uma notícia muito interessante que aconteceu por esses dias e a mídia especializada não entrou muito em detalhes. Saiu até na ABC Newsaustraliana:
Remote Amazon town to get wireless Internet - US computer chip giant Intel has unveiled a plan to build a wireless network in the Brazil town of Parintins to give the Amazon rainforest community high-speed Internet access.
Isso mesmo! Parintins, no Amazonas, ganhou uma rede WiMax!
Também interessante, vale ressaltar, nosso ministro Helio "WiMAX" Costa nem foi na inauguração (Ele se sente garantido ou está só caprichoso?).
O trabalho de implantação durou 6 semanas e foi feito por 50 técnicos da Intel e de empresas aliadas do Vale do Silício. Foi instalada uma antena WiMax de 100 metros de altura. Em quatro locais de Parintins - duas escolas, um centro comunitário e um centro médico - os receptores irão traduzir os sinais de rede para o protocolo padrão de rede, Ethernet. Aproximadamente 70 computadores foram doados como parte do projeto.
Vamos a um resumo do acontecimento (e mais abaixo, uma coleção de notícias sobre o tema):
No dia 20/09 o chairman da Intel Corp., Craig Barret, inaugurou uma rede sem fio em banda larga na cidade de Parintins, na Amazônia, conhecida por seu Festival Folclórico do Boi-Bumbá (ou Bumba-Meu-Boi como é conhecido no nordeste). Veja fotos do dia aqui.
Por meio da rede sem fio em banda larga, os 114 mil moradores de Parintins, cidade localizada em uma ilha no Rio Amazonas, terão melhor acesso a serviços de saúde e educação, informa a Intel.
O projeto integra o Programa World Ahead e foi criado em parceria com CPqD, Embratel, Cisco, Proxim, Fundação Bradesco, Universidade Estadual do Amazonas, Universidade Federal do Amazonas e Universidade de São Paulo. As outras cidades brasileiras contempladas com o programa são Ouro Preto (MG), Brasília (DF), Mangaratiba (RJ) e Belo Horizonte (MG).
Combinando Wi-Fi e WiMAX, a solução em Parintins inclui comunicação via satélite, infovia municipal e telemedicina. A Cisco forneceu seis access points Cisco AIR-AP1121G, um roteador de serviços integrados Cisco 1841 ISR Series e dois switches Cisco Catalyst 2940 Series.
O CPqD, parceiro da Intel na implementação de infovias municipais, foi responsável pelo planejamento, projeto, especificação e instalação da infovia de Parintins e da rede WLAN (rede local sem fio) nas escolas e posto de saúde, bem como pela integração de todos os recursos e atividades relacionadas ao projeto.
A Embratel participa com o serviço Business Link, através de um segmento espacial entre Parintins e Manaus. A Universidade da Amazônia também iniciou um programa de Telemedicina em conjunto com a Escola de Medicina da Universidade de São Paulo.
A Universidade Estadual do Amazonas colabora com o treinamento dos alunos via videoconferência, pesquisas na área de saúde e tele-consultas. A Proxim forneceu as estações rádio-base Tsunami MP.16 e as licenças de uso.
Antes, a cidade era atendida somente com um ponto de internet via satélite do Governo Eletrônico Serviço de Atendimento ao Cidadão (GESAC), programa do governo federal, com um único computador. A velocidade era de 64 quilobits por segundo, pouco mais do que um acesso discado. Com a conexão da Embratel, a velocidade chegará a 1 megabit por segundo, dezesseis vezes maior.
Há somente um provedor de internet (acesso discado) na cidade.
Em Parintins, a Intel e a Fundação Bradesco treinaram 24 professores por meio de suas iniciativas educacionais: o 'Programa Intel Educação para o Futuro', que ensina os professores como usar a tecnologia para melhorar a maneira com que os alunos aprendem; e o 'Programa Intel Aprender' prepara estudantes menos privilegiados, com idades entre 10 e 18 anos, para o mercado de trabalho. O posto de saúde conta com um sistema de videoconferência, para permitir que os médicos locais possam se comunicar com especialistas em Manaus e outras cidades.
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