Mobile banking
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Mobile Banking / Mobile Payment (4) |
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Autoria de Admin Adj
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23 de June de 2007 |
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Esta "Série" é mais um esforço no sentido do "Serviço ComUnitário". Aconteceu em S. Paulo, de 13 a 15 deste junho, o CIAB 2007, maior evento do setor financeiro da América Latina. O tema foi "Mobilidade – seu banco sempre com você".
Acompanhamos o evento e seus "ecos" na mídia em geral, com uma atenção especial nos tópicos "Mobile Banking" e "Mobile Payment" dos sites: 1. O que é "Mobile Banking"?
O termo "banking" nem precisaria de tradução mas já parecem as primeiras referências na mídia aos neologismos "bancalização" e "bancarização". Se você possui conta em banco então já está "bancarizado". As transações feitas pelos usuários dos bancos via websites seguros é conhecida como "online banking" ou "internet banking". Estas mesmas transações realizadas por dispositivos móveis como celulares, palms, smartphones, etc, recebe a denominação de "mobile banking". Os pagamentos feitos pelo celular são chamados de "mobile payment" ou "m-payment". Não há definição clara do que é m-payment ainda. Na visão das empresas de telecomunicações, trata-se de viabilizar todas as operações bancárias via celular. Na visão dos bancos, é apenas colocar mais um canal para autorização dos pagamentos. Para os bancos, os usuários do serviço pré-pago de telefonia, a maior parte deles também "não-bancarizados", são clientes potenciais para serem conquistados. O uso do celular como cartão de pagamento "por proximidade" já está sendo chamado de "e-money". Uma das novas tecnologias para comunicações entre dispositivos é a NFC - Near Field Communication (comunicação por campo de curta distância). O site comunitário WireelssBR possui uma Seção NFC e, entre outros, há artigo em inglês contendo os fundamentos técnicos. Mais abaixo transcrevemos o tópico "NFC" de um artigo de Benito Piropo. A importância do "mobile banking" está resumida aqui: "A proposta inovadora no 3GSM World Congress é uma associação global entre 19 operadoras, que possuem operações mundiais, com instituições financeiras mundiais, para o desenvolvimento de uma plataforma global de atendimento capaz de suportar mais de 1,5 bilhões de assinantes. A expectativa é que esta plataforma possa vir a movimentar mais de US$ 1 trilhão em 2012." 2. Referência: Fonte: Thesis [15/06/07] CIOs e a mobilidade por Equipe Thesis A mobilidade no setor bancário é uma realidade - isso não se discute. A questão é saber que relacionamento existirá entre bancos e operadoras de telefonia móvel nesse novo cenário. Para os diretores das áreas de TI das instituições financeiras, a tecnologia da mobilidade só será, de fato, viável, em três anos. Transcrições abaixo:Durante o painel "Visão Estratégica de Lideranças de TI", no Ciab Febraban, Alexandre de Barros, do Itaú, salientou que é preciso definir, rapidamente, um único padrão para que a tecnologia do banco móvel se consolide. "Trata-se de uma situação que terá de ser enfrentada em conjunto pelos bancos, sob a coordenação da Febraban." Ele acrescentou que essa discussão terá de contar, também, com as empresas de cartão de crédito e com as empresas de telefonia. Ler mais 3.
Fonte: IDG Now! Fonte: Jornal o Estado de Minas - Escritos [28/10/04] Pagando por telefone - NFC - Near Field Communication por B. Piropo 4. A relação das matérias referenciadas e transcritas anteriormente está no final desta mensagem.
HBSC, Banco do Brasil, ABN e a operadora Oi compartilham suas experiências em relação aos pagamentos via celular
Cabe de tudo no conceito de m-payment. Foi essa a impressão que se teve após o painel sobre o assunto, realizado na tarde desta quinta-feira (14/6), no Ciab. Na ocasião, HSBC, Banco do Brasil, Banco Real e a operadora Oi apresentaram suas versões – nada padronizadas – do conceito.
Segundo Arno Brandes, diretor de TI do HSBC, a instituição preferiu optar pelo serviço mais fácil e acessível ao cliente. Para tanto, criou o M-Cash, disponível em qualquer modelo de celular, seja qual for a operadora. Assim que efetua a compra, o cliente HSBC informa o número de seu celular, que é cadastrado no sistema pelo vendedor. O banco recebe a solicitação e efetua uma ligação via URA de volta ao cliente para que ele confirme a compra e digite sua senha. Assim, a transação é realizada sem custo algum para o cliente. “A gente esquece até a carteira, mas não sai sem celular”, diz Brandes. “De que adiantaria colocar um serviço mais moderno do que isso se pesaria no bolso do cliente?”, justifica-se.
O Banco do Brasil pretende oferecer a sua solução de pagamento móvel até o fim do ano. Bastante semelhante ao conceito do HSBC, a diferença reside no fato que, em vez de receber uma ligação para finalizar a compra, a crédito ou débito, o cliente recebe um mensagem de texto. O projeto vem sendo desenvolvido em parceria com a Visanet e a intenção é oferecê-lo por meio de todas as operadoras móveis.
Já o ABN Amro Real foca-se especificamente no varejo, com transferência via celular da conta do cliente para a conta do comerciante. Ainda em fase piloto, o Real Pague, como foi batizado, consiste na entrega de um aparelho celular específico aos lojistas. Este celular vem com um software instalado que permite a venda. O cliente, que precisa realizar um cadastro para usufruir o serviço, digita sua senha no celular do lojista e, em seu próprio aparelho, recebe um SMS confirmando a transação. Na verdade, o sistema pode ser comparado a um aparelho wireless para cartões de débito e até vale refeição. A diferença é que o aparelho é um celular e o cliente não precisa carregar cartão, apenas memorizar a senha. Apesar de já estar testando este sistema específico, o superintendente executivo de TI do ABN, Cláudio Almeida Prado, admite que discussões sobre padronização são viáveis. “O Brasil é um caso raro de país em que cada região tem mais de três operadoras de telefonia móvel atuando, então você tem de estar preparado para atender a todos”, diz.
A operadora Oi, por sua vez, se adiantou aos bancos e lançou ela mesma uma opção de pagamento móvel, em parceria com a empresa de cobrança Paggo. Já usada por 115 mil clientes no Rio de Janeiro e aceita em nove mil pontos de venda desde fevereiro, a tecnologia também baseia-se em SMS. “Não há definição clara do que é m-payment ainda. Na visão das empresas de telecomunicações, trata-se de viabilizar todas as operações bancárias via celular. Na visão dos bancos, é apenas colocar mais um canal para autorização dos pagamentos”, diz o executivo Leonardo Caetano. A Oi, pelo visto, já tomou a sua decisão.
Fonte: TIInside
[15/05/07] Para especialista, gerenciamento remoto é crucial para o banco móvelA tendência cada vez maior dos bancos passarem a oferecer serviços e transações bancárias através de dispositivos móveis, como telefones celulares e PDAs, traz um novo desafio para todas as instituições: como gerenciar a infra-estrutura de TI de modo a assegurar a disponibilidade dos serviços? “Mobilidade pressupõe disponibilidade dos serviços, já que para estimular as transações nesses meios o cliente tem que ter acesso aos sistemas onde estiver e a qualquer hora”, observa o diretor comercial da Avocent Brasil, Marcelo Landi, ao dizer que para isso os bancos terão de investir pesadamente em sistemas de gerenciamento remoto de infra-estrutura de TI. De acordo com o executivo, sem um sistema desses é praticamente impossível ao banco ofertar serviços móveis em larga escala, pois isso exigiria que mantivessem profissionais nas agências capacitados para dar suporte aos sistemas ou várias equipes de campo para atender os chamados. “Mas nenhuma das duas alternativas são viáveis. Primeiro, devido aos custos, e depois porque nenhum cliente vai querer ficar esperando até que o problema seja resolvido”, sintetiza Landi. Um sistema de gerenciamento remoto, segundo ele, elimina a necessidade de visitas recorrentes dos técnicos de TI ao data center ou às agências, já que o gerenciamento é remoto. Como exemplo disso, Landi cita o próprio sistema que a Avocent está trazendo para o Brasil, recém-lançado durante o Ciab. Denominado Virtual Media Remoto, o sistema, como o nome já sugere, e baseado na tecnologia de mídia virtual, que oferece o controle remoto completo ao data center. Além disso, permite que possam, por exemplo, ser executados ajustes no sistema operacional e nos aplicativos, fazer download de arquivos e executar testes de diagnósticos em servidores múltiplos sem jamais precisar se deslocar até o data center ou a agência bancária. “Com ele, é possível instalar programas ou carregar dados em um servidor, sem a necessidade do acesso físico do profissional de TI até o dispositivo, o que garante mais segurança e eficiência”, afirma Landi. Segundo ele, o sistema atende a demanda dos bancos, que estão preocupados com segurança nos acessos aos servidores e redução no tempo nas intervenções. "Segurança é uma das principais preocupações das empresas do setor financeiro. O cliente tem que ter a garantia de que está efetuando uma transação financeira, um investimento ou aplicação, de forma totalmente confiável." Landi informa que algumas empresas já estão conhecendo a solução no mercado sul-americano, mas em outras partes do mundo existem clientes que já tiveram resultados com a utilização do Virtual Media. Para o gerente regional de vendas da Avocent Brasil, Luiz Alegro, o tema mobilidade vai ampliar a discussão sobre a importância da disponibilidade dos serviços no setor bancário. E ele afirma que, nesse contexto, as soluções da empresa, que são voltadas ao gerenciamento da infra-estrutura, são fundamentais para as instituições que estão investindo em alta disponibilidade de serviços. A Avocent hoje, segundo Alegro, atende a clientes da área financeira em todo o mundo como JP Morgan, Wells Fargo, Bank of America, Credit Suisse, DeutcheBank, entre outros. No Brasil, a companhia tem projetos com o Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, HSBC, Santander, Unibanco e outras instituições. Da Redação
Fonte: IDG Now!
São Paulo - Sistema já está sendo testado por um banco em São Paulo e pode chegar ao mercado em até 60 dias, diz diretor de marketing.
A Redecard anunciou nesta semana um sistema que substitui o cartão de crédito pelo celular, batizado de Foneshop. De acordo com a operadora de cartões, o serviço poderá ser utilizado por qualquer aparelho de qualquer operadora, que receba torpedos SMS.
De acordo com Ronaldo Varela, diretor de markeitng e produto da Redecard, um banco já está testando a tecnologia em São Paulo e poderá lançar o serviço para seus correntistas no prazo de 30 a 60 dias. Outras quatro instituições financeiras também estariam em processo de negociação, segundo o executivo. “A vantagem é que o sistema utiliza toda a infra-estrutura que já existe e é bastante flexível, podendo ser adaptado de acordo com o modelo desenhado pelo banco”, explica Varela.
Fonte: IDG Now! [14/05/07] O celular vai pagar a conta por Daniela Braun editora do IDG Now!
Durante o evento, grupos de operadoras de todo o mundo anunciaram alianças e projetos-piloto como o Pay-Buy Mobile, para padronizar serviços de pagamentos, e envio de remessas internacionais pelo celular, em parceria com as grandes operadoras de cartões de crédito e débito, como Mastercard e Visa. “O modelo de negócios é sempre complicado especialmente quando você tem um serviço de pagamentos que envolve várias entidades. E o 3GSM mostrou que as operadoras de telefonia celular estão criando blocos para afetar as negociações com as operadoras de cartões de crédito”, avalia Andy Castonguay, diretor de pesquisas de Consumo Digital e de Serviços Móveis do Yankee Group, em Boston, nos Estados Unidos. Se de um lado as administradoras de cartões e instituições financeiras possuem experiência, presença e escala no varejo, as operadoras têm como trunfo o uso de suas redes e a oferta dos celulares. Pela praticidade e penetração, os terminais móveis podem substituir os ainda pensados terminais de pagamentos eletrônicos e ainda atingir segmentos nos quais os cartões de plástico não conseguem chegar. O foco dos projetos de pagamentos móveis em todo o mundo está em micropagamentos. São transações de alto volume e baixo valor com ganho de escala e presença em segmentos como transportes, vendas porta-a-porta, serviços de entrega, programas de benefícios e até pagamentos entre pessoas.
Nas Filipinas, a operadora Smart introduziu uma forma inovadora de vender créditos para celulares usando agentes de vendas nas comunidades. “O crédito acabou virando moeda de troca entre as pessoas e se expandiu para outros tipos de pagamento”, conta Castonguay. Nos Estados Unidos, além do PayPal, plataforma de pagamentos entre pessoas do eBay, que pegou o caminho dos celulares, em abril do ano passado, a empresa californiana Obopay, lançada em 2005, começa a ganhar espaço apostando na conveniência do cartão de crédito pré-pago pelo celular. “Se você saiu para jantar com os amigos e não tinha dinheiro para pagar pode transferir um crédito de Obopay do seu celular para o Obopey da pessoa por mensagem de texto. Depois ela converte esse valor em dinheiro”, explica o consultor. “Isso pode ser interessante para controlar gastos entre adolescentes e até mesmo dentro de uma família”. Segundo Castonguay, o serviço é usado por mais de 100 mil norte-americanos. Diante dos fatos, os atores da cadeia do m-payment decidiram parar de ensaiar acordos, temendo ficar no papel de coadjuvantes em um mercado que deve saltar de 3,2 bilhões de dólares no mundo em 2003 para prováveis 37 bilhões de dólares no ano que vem. É o que revela uma pesquisa da consultoria Arthur D. Little, mencionada na reportagem "A cash call", da revista inglesa The Economist. A reportagem sobre o futuro do dinheiro eletrônico cita países como a Áustria, onde é possível passar um dia inteiro se locomovendo ou comprando mercadorias apenas com o celular, danceterias de Londres, em que os clientes preferenciais recebem entradas no celular, e dedica boa parte de seu conteúdo à explosão dos pagamentos móveis no Japão. Lançado em março de 2004, o serviço de pagamentos móveis da NTT DoCoMo - operadora que conta com mais de 55% do total de 95 milhões de terminais do Japão - já reúne mais de 18,3 milhões de clientes, segundo a empresa. Ao aproximar os ‘celulares-carteira’ de terminais específicos, os japoneses podem fazer praticamente todos os tipos de operações de débito e crédito, comprar passagens e até abrir a porta de casa. O serviço se baseia na tecnologia Near Field Communications (NFC), um padrão de comunicação wireless de curto alcance inserido nos chips FeliCa, fabricados pela Sony, que são integrados aos celulares vendidos pela operadora bem como aos terminais de ponto de venda que reconhecem o sistema. Além de se envolver na tecnologia, a NTT DoCoMo se baseou em alianças e aquisições para aprofundar seu envolvimento e sua rentabilidade no negócio de pagamentos móveis. Aliou-se à Sony na produção dos terminais adaptados ao serviço e é parceira da fabricante de eletroeletrônicos na bitWallet, empresa que opera o serviço de pagamentos móveis Edy, no Japão, e que tem mais de 43 mil pontos de venda em operação no país, segundo a reportagem da The Economist. Para garantir a disseminação nos pontos de venda, terreno dominado por administradoras de cartões, a NTT foi ainda mais agressiva. Em abril de 2005 adquiriu 33,4% de participação na Sumitomo Mitsui Cards por 98 bilhões de ienes (1,79 bilhão de reais) e, março de 2006, ficou com 18% da emissora de cartões UC Card, do Mizuho Bank, por 1 bilhão de ienes (17,9 milhões de reais). E o Brasil, que ultrapassou o Japão no final do ano passado, tornando-se o quinto maior mercado de celulares ativos do mundo, quer deixar de ser apenas expectador de modelos como o da DoCoMo, saindo da fase de ‘testes de conceito’, da qual se ouve falar pelo menos desde 2000. De olho nos mais de 100 milhões de terminais habilitados e no potencial de segmentos que ainda não oferecem pagamentos eletrônicos, operadoras, administradoras de cartões, bancos, varejistas e empresas de benefícios desenrolam seus modelos de negócios e começam a anunciar serviços de pagamentos pelo celular este ano. Já pensou em pagar a corrida de táxi, a entrega de pizza, as compras online, a latinha de refrigerante e até o pão de queijo com seu celular, em reais? Então prepare-se para começar a deixar a carteira em casa.
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NFC NFC é o acrônimo de Near Field Communication (comunicação por campo de curta distância). As condições em que se dá essa comunicação são reguladas pelo NFCIP-1 (Near Field Communications Interface Protocol – 1). Trata-se de uma comunicação sem fio tipo “peer to peer”, onde há apenas dois dispositivos envolvidos. O protocolo regula a comunicação sem fio entre dispositivos eletrônicos em uma freqüência de 13,56 MHz. O que caracteriza a tecnologia (e que lhe deu nome) é a curtíssima distância em que se dá a troca de dados: de zero a vinte centímetros. Na prática isso significa que para iniciar a comunicação é preciso encostar os dispositivos um no outro. Os protocolos e padrões que regulam a NFC são estabelecidos pelo Near Field Communications Fórum, uma associação sem fins lucrativos criada pela Nokia, Phillips e Sony. Seu objetivo é possibilitar que os usuários possam ter acesso a conteúdo e serviços de uma forma simples e intuitiva. Ela foi concebida a partir da combinação de duas tecnologias complementares: a RFID, que possibilita que um dispositivo identifique o outro, e a transmissão de dados sem fio, que permite que, após identificados, os dispositivos se comuniquem e troquem dados. Por exemplo: se ambos forem dotados da tecnologia NFC, o simples ato de encostar um telefone equipado com câmara digital em uma televisão fará com que as fotos sejam exibidas na tela da TV. E arquivos de música ou filmes digitalizados podem ser trocados entre um computador e um “player” simplesmente encostando um no outro. Os dispositivos podem se comunicar em modo ativo ou passivo. No modo ativo, ambos geram campos de radiofreqüência para transportar os dados. No modo passivo, apenas um dispositivo emite o campo de radiofreqüência, enquanto o outro transfere seus dados por modulação – algo importante quando um dos dispositivos é um telefone celular, que pode operar em modo passivo para poupar carga de bateria. Nesse caso, quem inicia a comunicação fica responsável por gerar o campo. A transferência de dados pode se dar em taxas de 106 Kbits/s, 212 Kbits/s ou 423 Kbits/s dependendo de negociação ao ser estabelecida a conexão. A obrigatoriedade de que os dispositivos estejam muito próximos, quase se tocando, para que a conexão seja mantida, ao contrário do que parece, é vantajosa. A primeira vantagem é a segurança: não há como capturar os dados transmitidos, a não ser que o malfeitor esteja praticamente encostado em sua vítima enquanto a transação é feita. A segunda é a facilidade de operar o sistema. Senhas, configurações, ajustes, tudo isso é dispensável: se você quer que dois dispositivos se comuniquem via NFC, simplesmente encoste um no outro. Nada mais intuitivo. Os dispositivos se reconhecerão e a conexão será fechada automaticamente, de forma inteiramente transparente ao usuário, que não precisa tomar nenhuma outra ação ou iniciativa. A característica mais interessante da NFC é que ela pode ser usada apenas para estabelecer a conexão inicial entre dispositivos, ou seja, identificar-se mutuamente. Daí em diante a toca de dados pode ser feita através de outro protocolo como Bluetooth ou Wi-Fi, que permitem manter a conexão mesmo que os dispositivos se afastem. Para saber mais sobre a tecnologia NFC, consulte o documento “NFC White Paper” (...)
Matérias referenciadas e transcritas nas mensagens anteriores: |
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Mobile Banking / Mobile Payment (3) |
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Autoria de Admin Adj
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14 de June de 2007 |
Esta "Série" é mais um esforço no sentido do "Serviço ComUnitário". Está acontecendo em S. Paulo, de 13 a 15 deste junho, o CIAB 2007, maior evento do setor financeiro da América Latina. O tema é "Mobilidade – seu banco sempre com você".
Entre outros órgão da mídia estamos acompanhando o evento com uma atenção especial nos tópicos Mobile Banking e Mobile Payment e nos sites: 1. O que é "Mobile Banking"? O termo "banking" nem precisaria de tradução mas já parecem as primeiras referências na mídia aos neologismos "bancalização" e "bancarização". Se você possui conta em banco então já está "bancarizado". As transações feitas pelos usuários dos bancos via websites seguros é conhecida como "online banking" ou "internet banking". Estas mesmas transações realizadas por dispositivos móveis como celulares, palms, smartphones, etc, recebe a denominação de "mobile banking". E "mobile payment", ou "m-payment" são os pagamentos feitos pelo celular. Para os banco, os usuários do serviço pré-pago de telefonia, a maior parte deles também 'não-bancarizados', são clientes potenciais para serem conquistados. A importância deste "movimento", que é global, está resumida aqui: "A proposta inovadora no 3GSM World Congress é uma associação global entre 19 operadoras, que possuem operações mundiais, com instituições financeiras mundiais, para o desenvolvimento de uma plataforma global de atendimento capaz de suportar mais de 1,5 bilhões de assinantes. A expectativa é que esta plataforma possa vir a movimentar mais de US$ 1 trilhão em 2012." 2. Aqui estão as referências de hoje:
Fonte: CIAB 2007 - Convergência Digital - Mobile banking 4.
Na mensagem anterior referenciamos estas matérias:
Fonte: CIAB 2007 - Convergência Digital - Mobile banking Uma das principais novidades do 3GSM World Congress, evento que acontece em Barcelona, de hoje a 15 de fevereiro, é a integração de interesses entre o segmento financeiro e as operadoras móveis para criar produtos e serviços. A parceria tem como objetivo atrair milhares de usuários da telefonia celular que não ainda não possuem contas bancárias e, também, criar serviços mais seguros e confiáveis para os clientes que já usam celulares de última geração. Não à toa, o tema do CIAB 2006, evento realizado pela Febraban - Federação Brasileira de Bancos - que acontece em junho - é a mobilidade. No 3GSM ficou constatado que dos 6,5 bilhões de habitantes do planeta, menos de 1 bilhão possuem contas bancárias. Já a telefonia celular possui,atualmente,de acordo com dados atualizados divulgados no evento mais de 2 bilhões de assinantes, sendo que, até 2010, as operadoras querem conquistar pelo menos mais um novo bilhão. Com isso, fica patente a necessidade das instituições financeiras de acertar parcerias com as operadoras móveis. Elas podem vir a atuar como meio de bancarização, principalmente, nos países emergentes. Várias experiências já estão em curso no mundo, inclusive, aqui no Brasil. Mas, a adesão ainda é localizada e há muito por desenvolver. Os bancos já perceberam que a adesão dos produtos ligados ao celular devem ter uma receptividade maior do que a ocorrida na Internet, que hoje, já representa a maior parte das ações no mundo. "Fica claro que uma associação com os bancos é uma ação que pode trazer rentabilidade para operadoras e para as próprias instituições financeiras. E a telefonia móvel é, sim, um meio eficaz para atrair a população para as ações bancárias", afirmou Ben Soppitt, diretor de projetos para mercados emergentes da GSM Association na sua participação no evento. A proposta inovadora no 3GSM World Congress é uma associação global entre 19 operadoras, que possuem operações mundiais, com instituições financeiras mundiais, para o desenvolvimento de uma plataforma global de atendimento capaz de suportar mais de 1,5 bilhões de assinantes. A expectativa é que esta plataforma possa vir a movimentar mais de US$ 1 trilhão em 2012. A intenção de globalizar a aliança é para alinhavar as várias parcerias globais e regionais já em curso entre instituições e operadoras celulares. A Mastercard, por exemplo, anunciou um projeto-piloto mundial com mais de 25 mil afiliados da rede para o uso de um sistema de pagamento móvel. A intenção é que os assinantes possam através dos seus terminais efetuar os pagamentos de suas contas em restaurantes, lojas, etcs. "Acreditamos que está a caminho uma aliança entre operadoras e bancos que poderá ser crucial para o comércio móvel", atestou Sunil Bharti Mittal, chairman e diretor geral da operadora indiana Bharti Airtel. Segundo ele, se o sistema funcionar será possível reduzir custos, incluir pessoas socialmente, o que num país como o dele, é uma necessidade. "É uma forma de desenvolvimento sustentável", atestou o executivo. A Indía é o país que apresenta o maior índice de crescimento de adesão à telefonia móvel celular mundialmente, mas ainda possui apenas 10% do market share mundial. A aliança global conta com a participação do Banco do Estado da Índia, o maior do país. O fato de operadoras e instituições financeiras sentarem à mesa para negociar uma parceria global é a prova que o setor móvel celular evoluiu. Agora, não basta mais apenas vender terminais. É preciso ganhar rentabilidade e fomentar novos serviços. Essa, aliás, deverá ser a linha mestra do 3GSM World Congress, que deverá reunir mais de 60 mil participantes, em Barcelona, na Espanha. "Com certeza a grande discussão neste evento será o próximo passo da mobilidade. Como fazer dinheiro. Como enriquecer o serviço e atrair os assinantes a consumirem mais os produtos de dados e de voz", afirmou o analista do Yankee Group, Matt Hatton,ao portal Cnet.News. *Com tradução de Ana Paula Lobo e informações do portal Cnet.News
O presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, alertou as instituições financeiras presentes ao CIAB 2007 que os usuários do serviço pré-pago de telefonia, a maior parte deles também 'não-bancarizados', são, sim, clientes potenciais para serem conquistados. "É hora de operadoras móveis e bancos sentarem e conversarem. Há um grande potencial de negócios à mão. Tecnologia existe. Basta achar um modelo de negócios", frisou o executivo. Falco participou do painel "O Banco do futuro na visão da Indústria de TI", que abriu o segundo dia do CIAB 2007 nesta quinta-feira, 14/06, na capital paulista. O debate reuniu vários executivos do setor, entre eles, o presidente da IBM, Rogério Oliveira, Maurício Minas, vice-presidente da CPM Braxis, Thomas Elbling, da Perto, Alessandra Martins, da Forrester, entre outros. A questão do uso do dispositivo móvel como um instrumento de 'bancarização' provocou uma certa polêmica entre os participantes. Enquanto o presidente da Oi mostrou que, hoje, a operadora, que não é um banco, já lucra fornecendo um crédito prévio de R$ 3, para os assinantes do serviço pré-pago que ultrapassam seu limite, cobrando uma pequena taxa pelo uso desse adicional - algo em torno de R$ 0,10 - os bancos têm, em média, um custo de 'assinatura' de correntistas em torno de R$ 40,00. "Faço um cheque especial para o usuário pré-pago, mas não sou uma empresa de investimentos. Sou uma operadora. E tenho sucesso nessa operação. A inadimplência é quase nenhuma. Mas, o modelo poderia ser aperfeiçoado se as instituições financeiras se interessassem em usar esse público, que hoje, está em mais de 80 milhões de brasileiros", completou Falco. Modelo de negócio Mas, o uso da mobilidade ainda requer uma cautela, observou, por sua vez, o vice-presidente da CPM Braxis, Maurício Minas. O executivo seguiu a tendência adotada pelos CIOs das instituições financeiras, que deixaram claro que o dispositivo móvel poderá ser, sim, um meio de pagamento eletrônico, mas precisa ainda passar por uma série de testes antes de virem a ser chamados 'oficialmente' como substitutos dos cartões de débito e crédito. Para o presidente da IBM, Rogério Oliveira, as agências físicas não vão desaparecer, mas vão passar por uma adaptação aos novos tempos. Para ele, muitos correntistas ainda preferem fechar negócios pessoalmente, mas se os bancos estão apostando na 'bancarização', outros meios precisam ser utilizados, e a mobilidade é uma opção irreversível. "A grande questão, agora, é o de encontrar o melhor modelo de negócios para usar essas alternativas. Até porque haverá uma grande pressão do consumidor. Ele tem o dispositivo móvel. Ele vai querer o serviço", declarou Oliveira. Uma das conclusões mais significativas do painel foi a de que a Tecnologia da Informação não pode mais ser vista apenas como um meio de redução de custos ou de automação de processos no processo de globalização da economia. Para os participantes, a TI tem como missão mais crucial,nos dias de hoje, ajudar a formular as melhores práticas de negócios.
Fonte: Thesis [14/06/07] Mobilidade é estratégia por Jana de Paula
Por mais que os investidores do setor financeiro pareçam cautelosos, é firme sua intenção de investir em mobilidade dos serviços bancários. Conhecidos early-adopters de tecnologia da informação e soluções em telecom, os representantes do setor podem ter nesta anunciada cautela uma estratégia frente à concorrência. A verdade é que todas as grandes instituições financeiras estão em adiantado processo de implantação de soluções móveis, a maioria baseada em GSM, já disponível, e algumas, mais inovadoras, em WiMAX, embora o licenciamento das freqüências no país ainda seja um problema. E é grande o interesse das operadoras e outros provedores de soluções móveis num setor que tem recursos mais do que suficientes para investir em tecnologia. Na área de exposições do Ciab 2007, entre as 80 maiores fornecedoras de tecnologia do mundo, haverá um grande número de lançamentos de produtos e serviços para mobilidade. Entre estes, novidades de grandes fornecedores de soluções, como Microsoft, Cisco, Crivo, Bull, InfoServer, Stefanini, Eversystems, Recognition e GetNet Tecnologia. As operadoras OI e TIM, também marcam presença para anunciar parcerias adaptáveis à realidade financeira do país, como a parceria da Oi com a M-Pay. Para o coordenador de mobilidade do congresso do Ciab Febraban, o consultor Maurício Ghetler, o Mobile Banking adotado no Brasil é comparável ao adotado nos países mais adiantados e tende a esvaziar as agências bancárias. "O Brasil pode se vangloriar de utilizar todas as tecnologias disponíveis na atualidade de mobilidade, de modo análogo à Europa e aos EUA; e o cliente tem respondido favoravelmente. O Banco do Brasil, por exemplo, tem estatísticas que comprovam ampla adoção que, só não são maiores, pela falta de um padrão global do sistema financeiro. Se muitos clientes deixaram de ir à agência graças ao Internet Banking, as novas tecnologias de Mobile Banking e Mobile Payment irão além, pois vão ampliar o pagamento eletrônico, tornando a ida ao banco ou ao ATM cada dia menos provável". De acordo com as projeções do IDC para esse ano, os investimentos da área de finanças devem atingir US$ 3,4 bilhões, um crescimento acima de 12% em relação aos últimos períodos. O instituto Forrester do Brasil prevê que a mobilidade será o foco dos investimentos das instituições para 2007. Um estudo da instituição Time Has Come to Change Brazilian Bank Plataform confirma que o Mobile Banking é a única unanimidade. "Quando se discute o futuro, os maiores executivos de bancos no Brasil encontram um só tipo de motivação: mobilidade. E a mobilidade traz poucos requerimentos novos para a plataforma existente", afirma Edson Fregni, diretor da Forrester.
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Mobile Banking / Mobile Payment (2) |
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14 de June de 2007 |
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Está acontecendo em S. Paulo, de 13 a 15 deste junho, o CIAB 2007, maior evento do setor financeiro da América Latina. O tema é "Mobilidade – seu banco sempre com você".
O Thesis, parceiro informal da ComUnidade também está cobrindo o evento: Seção Negócios e Finanças - CIAB 2007. 1. Referências: Fonte: Thesis [14/06/07] Mobilidade é estratégia por Jana de Paula Por mais que os investidores do setor financeiro pareçam cautelosos, é firme sua intenção de investir em mobilidade dos serviços bancários. Conhecidos early-adopters de tecnologia da informação e soluções em telecom, os representantes do setor podem ter nesta anunciada cautela uma estratégia frente à concorrência. A verdade é que todas as grandes instituições financeiras estão em adiantado processo de implantação de soluções móveis, a maioria baseada em GSM, já disponível, e algumas, mais inovadoras, em WiMAX, embora o licenciamento das freqüências no país ainda seja um problema. E é grande o interesse das operadoras e outros provedores de soluções móveis num setor que tem recursos mais do que suficientes para investir em tecnologia. Na área de exposições do Ciab 2007, entre as 80 maiores fornecedoras de tecnologia do mundo, haverá um grande número de lançamentos de produtos e serviços para mobilidade. Entre estes, novidades de grandes fornecedores de soluções, como Microsoft, Cisco, Crivo, Bull, InfoServer, Stefanini, Eversystems, Recognition e GetNet Tecnologia. As operadoras OI e TIM, também marcam presença para anunciar parcerias adaptáveis à realidade financeira do país, como a parceria da Oi com a M-Pay. Ler mais: Mobilidade é estratégia 3. Na mensagem anterior referenciamos estas matérias: 4. Este assunto é recorrente em nossos fóruns e em setembro de 2006 fizemos este "post" nos BLOCO:
O que é "Mobile Banking"? - O termo "banking" nem precisaria de tradução mas já parecem as primeiras referências na mídia ao neologismo "bancalização" e "bancarização". As transações feitas pelos usuários dos bancos via websites seguros é conhecida como "online banking" ou "internet banking". Estas transações realizadas por dispositivos móveis como celulares, palms, smartphones, etc, recebe a denominação de "mobile banking". Uma ótima ambientação sobre o tema está na Revista Teletime: Mobile banking, a nova onda de Massayuki Fujimoto.
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"M-Banking" + M-Payment" : Jana de Paula conversa com Massayuki Fujimoto do Santander Banespa. |
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17 de March de 2007 |
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O evento virtual "Especial WiMAX 2" materializa-se nas Terças e Quintas deste mês de março via Boletins Especiais do Portal Thesis, que conduz todo o processo. Nos demais dias da semana pretendemos manter o tema "aquecido" em nossos fóruns com transcrições na íntegra do que foi apenas referenciados nos boletins do Thesis, indicação e reprodução de textos dos demais órgão da mídia, e veiculação de nossos debates.
A jornalista Jana de Paula, nossa participante e diretora de conteúdo do Thesis conversou com Massayuki Fujimoto, Superintendente de Internet do Grupo Santander Banespa. O relato está no artigo (mais abaixo) que trata não só de WIMAX mas também de "Mobile Banking" e "Mobile Payment". Massayuki Osmar Fujimoto é engenheiro eletrônico pela UFRJ, com pós-graduações em finanças e marketing. Atualmente, é Superintendente de Internet do Grupo Santander Banespa. Em seu currículo possui forte experiência em mobilidade, inovação e planejamento estratégico. Participou ativamente do lançamento da primeira operadora celular GSM no Brasil, a Oi, em 2002 e nessa época lançou a primeira solução de Mobile Banking junto com o Banco do Brasili e, além de outras inovações como POS GPRS, rastreamento por celular e Mobile Payment. Atuou também na criação do braço na internet móvel da Promon, no Corporate Finance do Citibank, no Planejamento Estratégico da Shell Brasil, na primeira equipe de Internet do Unibanco. Iniciou sua carreira no programa trainee no Banco Nacional e na multinacional japonesa Hitachi Brasil.
No embalo do tema, transcrevemos no final do artigo, estas notícias: Fonte: Convergência digital Boa leitura! Um abraço cordial Helio Rosa Thienne Johnson
| Especial WiMAX 2 - Exclusivo | | por Jana de Paula | | 14-Mar-2007 | As redes WiMAX estão mais próximas do mobile banking do que se imagina. Bancos como o Itaú e empresas varejistas como as Casas Bahia encontram-se em fase conclusiva de projetos de rede WiMAX para integrar agências e caixas eletrônicos ou lojas numa rede sem fio. Assim, durante o período de compras de Natal, por exemplo, o banco instala um caixa eletrônico móvel na Rua 25 de Março, em São Paulo, em pontos estratégicos. Ou, como projeta a Casas Bahia, interliga-se toda sua cadeia na Grande São Paulo numa rede WiMAX, o que vai lhe custar nada além de seis antenas. Massayuki Fujimoto, superintendente de internet do Grupo Santander Banespa, adianta para o Thesis algumas das novidades que acredita que serão divulgadas pelo setor financeiro este ano. As iniciativas em WiMAX no caso de mobile banking devem ser analisadas caso a caso, aliás como em qualquer processo de adoção de tecnologia de ponta na área financeira. É assim no caso do WAP, no do SMS e no m-payment. Por enquanto, as próximas ações ficam em sigilo, sobretudo no caso do WiMAX, que aguarda a regulamentação do uso das freqüências, sem a qual a área financeira não tem como se mexer. A verdade, porém é que o WiMAX não faz muita falta ao setor bancário. Ao menos no momento e não enquanto não se conhecem suas próximas estratégias. É forte, por exemplo, o interesse pelo SMS (sistema de mensagens curtas) interativo, sobre o qual todos os grandes bancos, a exceção do Itaú, e aí se incluem Banco do Brasil, Real e Bradesco, definem projetos a serem lançados ainda este ano. O SMS interativo é uma das poucas plataformas com forte aplicação no mercado financeiro que possui excelentes características de adoção. Tem mídia própria, está presente em todos os celulares, é muito bem aceito entre o público jovem, tem tarifa barata e independe de operadora (desde 2003, quando foi implantada a interoperabilidade) e, no caso de celulares GSM, qualquer serviço baseado em SMS pode ser utilizado em todo o mundo, em roaming internacional onde tenha rede GSM. SMS seguro "Até agora, no país, os bancos usam bem o SMS para relacionamento, alerta de compras, de saldo etc. Ou seja, basicamente informação, conteúdo e de forma não interativa. Mas isso tende a mudar com a disseminação do SMS interativo, que ganhou mercado a partir de campanhas de programas de TV (Globo, SBT e MTV). Além do mais, seu sucesso em mercados mais maduros, como o europeu e asiático, confirma sua capacidade de disseminação", afirma Fujimoto (foto). Em âmbito mundial, o SMS interativo é uma próspera realidade. Em Portugal, por exemplo, o banco Millennium BCP lançou com tanto sucesso o SMS interativo que foi imediatamente seguido por concorrentes de peso, como Santander Totta e Banco Espírito Santo. Graças a comandos simples, o cliente consulta saldo e faz todo o tipo de transação bancária. A resposta do público português foi tamanha que hoje o SMS é ferramenta mais forte que o call center ou internet banking. Processo semelhante verifica-se na Espanha, África do Sul, Oriente Médio e Leste Europeu. "O SMS é simples de usar, e voltado para a massa. Enquanto as plataformas baseadas em Java ou Brew exigem aparelhos mais sofisticados que rodam em redes de 2,5 e 3G, o SMS está em todos os tipos de celulares, inclusive nos mais baratos pronto para uso imediato, sem necessidade de instalação de nenhum aplicativo no celular ", salienta Fujimoto. No Brasil, a questão da segurança inibe iniciativas mais arrojadas da parte dos bancos. Por se tratar de um padrão aberto que roda de maneira ‘transparente' na rede da operadora, é encarado como entrave às melhores práticas de sigilo bancário. Mas isto não pode ser caracterizado como falha e, muito menos, permanente. Nos países acima citados, por exemplo, criou-se uma série de procedimentos que resolvem a questão da confiabilidade dos dados trafegados. A plataforma SMS que, em geral, ‘fica' na rede da operadora e é, portanto, acessível aos funcionários que a gerem, teve, em Portugal seu acesso limitado. "Os bancos portugueses definiram um número de canais dedicados exclusivamente para os bancos (digamos 10 mil canais), aos quais ninguém tem acesso a não ser a administração do banco e um único funcionário em cada operadora. Todas as mensagens, após serem lidas e respondidas, são apagadas da plataforma de SMS. Entretanto, a indispensável contraprova da transação bancária fica arquivada num banco de dados seguro, e pode ser acessada pela operadora, usuário e banco quando requisitada", explica Fujimoto. Ou seja, a chamada custódia natural dos registros de SMS, que antes estava com as operadoras, é transferida para os bancos para evitar exposição da informação bancária. Celular ou cartão? Por todas as razões acima, acredita-se que Bradesco, Real e Banco do Brasil preparam-se para lançar este ano suas versões de SMS interativo. Todos são bancos de massa e o sucesso da plataforma de envio de mensagens deve-se, sobretudo, a sua facilidade de uso e ao seu baixo custo. E enquanto o WiMAX não ‘sai', os bancos aproveitam-se das diversas tecnologias disponíveis nos celulares para criar suas plataformas de mobile payment, ou simplesmente m-payment. Além dos três bancos, as operadoras Vivo e Oi também estudam soluções que transformam o celular num cartão de crédito e/ou débito. Já que pelo m-payment não é nem preciso ter conta bancária, pois se pode carregar um crédito pré-pago adquirido em lojas, este parece ser um segmento com atratividade tanto para bancos quanto para operadoras. "Digamos que um cliente pré-pago reserve um real para este tipo de transação. Ele é um cliente Claro e transfere um real para outro, da TIM, e assim sucessivamente. Ora, isso cria uma espécie de moeda de âmbito nacional. Levando-se em conta que 80% dos 100 milhões de celulares do Brasil são pré-pagos, enxerga-se o tamanho deste mercado.", avalia Fujimoto. Neste processo se requer a criação de uma Câmara de Compensação de Créditos Pré-Pago entre todas as operadoras. E tem muita gente se mexendo para isso, em vários segmentos: as próprias operadoras móveis, fundos privados, fundos equity, de investimento e empresas de varejo estão entre os stakeholders que devem anunciar a implantação desta câmara ainda este ano. A capacidade de liquidez do processo é de fato vantajosa. Na hipótese de ele gerar dez reais por cliente/mês, numa base de 80 milhões de celulares pré-pagos, são 800 milhões de reais por mês. Há ainda o fato de 30% dos usuários não utilizarem todo o seu crédito em um mês, o que incrementa ainda mais a atratividade do poder financeiro no mercado para quem vai operar esse caixa. Os lojistas que receberem esses créditos pré-pagos poderão trocá-los por dinheiro com a Câmara, mediante uma taxa de desconto. "Poucos tiveram esta visão ou perceberam a importância disso", pondera Fujimoto. O superintendente do Santander/Banespa sugere o seguinte exercício: Cria-se, por exemplo, uma espécie de Vale Alimentação via celular, com incentivos do Programa de Auxílio ao Trabalhador (PAT) para criar uma rede com larga capilaridade - o que reduz o custo de distribuição destes créditos, além da vantagem de o usuário não portar dinheiro no bolso. Caso uma entidade governamental encampe esta idéia, o pagamento eletrônico via celular adquire liquidez imediata. É aí que entra o trabalho da Câmara de Compensação em conjunto com órgãos reguladores para evitar que esta moeda eletrônica aumente a oferta de dinheiro e impacte a inflação. Pode-se adotar uma série de procedimentos de controle monetário como, por exemplo, a exigência de recolhimento compulsório ao Banco Central de todos os reais transformados em créditos pré-pagos voltados para pagamentos. Por isso, é necessário a participação de um grande banco neste sistema de mobile payment, em conjunto com as operadoras celulares e órgãos do governo. A questão é que a abrangência da Anatel não atinge este cenário e não é generalizada a preocupação com a regulamentação do pagamento móvel. Caso bastante diverso do WiMAX, onde a pressão da regulamentação é tão forte que inibe o mercado. Nenhuma das duas alternativas é ideal para o processo de disseminação da mobilidade no tráfego seguro de dados. |
Fonte: Fonte: TIInside Da Redação
A partir de abril, o Banco do Brasil disponibiliza aos clientes das cinco maiores capitais do país a opção de pagamento pelo telefone celular. Mais conhecida como mobile payment, a solução desenvolvida pelo banco permitirá que o cliente efetue pagamentos via celular, inclusive para compras realizadas a distância. O processo de pagamento é muito simples. Ao efetuar uma compra ou solicitar um produto via telefone, o cliente informa ao estabelecimento comercial apenas o seu número de celular. Por meio de uma opção disponí¬vel no terminal eletrônico de ponto-de-venda (POS ) da rede Visanet, a compra é registrada pelo lojista e fica pendente de pagamento no sistema do BB. A liquidação do pagamento é feita pelo cliente, que confirma a transação utilizando o próprio celular ou acessando o internet banking do banco. O pagamento pode ser feito na modalidade débito em conta-corrente ou cartão de crédito. Para a diretora de tecnologia do BB, Glória Guimarães, a opção de pagamento pelo celular deverá impulsionar o número de usuários do canal mobile banking, que já conta com 400 mil clientes cadastrados. “Com a implementação desse modelo de mobile payment em todo o país, agregamos mais um diferencial”, conclui a executiva. O Banco do Brasil vai apresentar seu projeto de mobile payment no O Ciab Febraban 2007, que será realizado em São Paulo, nos dias 13, 14 e 15 de junho.
Fonte: Convergência digital
O Banco do Brasil anuncia para abril o início da fase operacional do seu projeto de mobile paymant, ou m-payment como são chamados os pagamentos feitos pelo celular. Segundo Raul Francisco Moreira, gerente executivo de canais eletrônicos do Banco, o piloto do projeto irá ao ar nas cinco maiores capitais do país simultaneamente. A instituição selou acordo com a bandeira Visa (dona de uma base de 1 milhão de estabelecimentos conveniados) para viabilizar o sistema. A infra-estrutura da Visanet suportará a transição tecnológica e o treinamento dos pontos de venda, estimados em mais de mil na primeira fase. Já o BB, pretende estimular que os seus quase 400 mil correntistas, que já utilizam a função de mobile banking, para transações bancárias, também adotem o serviço. Moreira é um dos visionários dentro do banco. Segundo ele, as iniciativas de pagamentos pelo celular até hoje pressupõem a presença do usuário, além da substituição dos cartões de tarja para cartões com chip e dos POS (terminais de venda), que precisam ter o recurso para a leitura de cartões sem contato (contactless). “O modelo não presencial que estamos adotando é mais importante hoje, porque permite que o cliente realize compras remotamente. Da sua casa, ele liga para uma pizzaria, por exemplo, faz o seu pedido e avisa que vai pagar com o celular. O ponto de venda precisa apenas do número da linha para emitir o débito e o cliente ainda tem a possibilidade de confirmar a compra pelo próprio aparelho ou acessando o internet banking do Banco do Brasil”, explica o executivo.
Fonte: Convergência digital Por Ana Paula Lobo
Com o intuito de fomentar o uso do celular como um meio de pagamento em substituição aos cartões de crédito e débito nas operações consideradas "não presenciais", o BB e a Visanet iniciam a partir de março um piloto nas principais capitais brasileiras. Em entrevista ao Convergência Digital, Raul Moreira, gerente executivo do Banco Eletrônico da instituição financeira, revela que o piloto terá como base os quase meio milhão de usuários do mobile banking (número estimado para março). A operação oficial está planejada para sera ativada em Junho. A expectativa do Banco do Brasil, conta Moreira, é fomentar a cultura do uso do mobile banking entre os correntistas da instituição. "Hoje, todo o trabalho é cultural. Não há mais problema de segurança, de tecnologia ou de integração com as operadoras. Essas etapas foram superadas. Existe a necessidade de fazer um trabalho junto ao correntista e provar o valor da aplicação", explica o gerente da instituição.
Atualmente, o BB possui 340 mil usuários regulares de mobile banking, com uma média de dois milhões de transações/mês. A intenção é chegar ao primeiro milhão de usuários regulares ainda este ano. "Não tenho a menor dúvida que 2007 será o ano da mobilidade. É claro que o ritmo de crescimento será igual a da Internet, que hoje, já representa 30% do atendimento do banco, mas levou quase seis anos para alcançar essa marca", diz o gerente do BB. "Acreditamos, sinceramente, que a mobilidade irá gerar uma adesão e um movimento muito maior. É só uma questão de tempo e adaptação do usuário". Numa primeira etapa, a parceria do Banco do Brasil com a Visanet ficará centrada apenas nas operações comerciais consideradas "não presenciais!, ou seja, àquelas em que a compra é feita à distância (telefone ou Internet). "Já será um grande passo termos a aprovação da compra através do número do celular. O correntista não terá mais que expor o cartão de débito e crédito. O número do celular será o bastante", explica Moreira. Para as compras "presenciais", ou seja, àquelas que dependem dos POS (dispositivos móveis onde os cartões de crédito são passados no comércio), será preciso esperar um pouco mais, avalia o gerente do BB. Isso porque é necessário uma adaptação de vários elos à nova tecnologia, que prevê o celular com um chip com RFID (com freqüencia de identificação) e a leitura desse chip pelo POS das bandeiras de crédito. "Esse modelo é interessante mas envolve uma grande integração às redes das bandeiras e também a atualização dos dispositivos de POS das bandeiras. A evolução virá, mas acredito que ela tome forma mais comercial apenas em 2008", detalha Moreira. A plataforma de pagamento móvel "não presencial" que será implementada em parceria com a Visanet a partir de março poderá ser utilizada por qualquer tipo de terminal celular. "Basta lembrar que hoje, 23% das operações do mobile banking do BB acontecem através dos aparelhos considerados low-end. Temos que levar essa marca em conta e é do nosso interesse desenvolver aplicações viáveis em todo tipo de terminal ", sinaliza Moreira. Mas, é claro, observa o gerente de Banco Eletrônico do BB que os terminais com mais funcionalidades oferecem maior facilidade de uso, assim como, uma interface mais amigável para o correntista. O piloto, que começa em março nas principais capitais brasileiras, terá a participação de todas as operadoras móveis do país. Ainda de acordo com Moreira, não há um custo elevado de investimentos na adoção da nova plataforma, uma vez que o desenvolvimento das aplicações faz parte da estratégia de mobilidade desenhada pela instituição em 2003. Além disso, há a parceria com a Visanet e também o apoio das operadoras, maiores interessadas em ampliar o consumo de aplicações nas suas redes móveis.
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Mobile Banking - Notícias setembro/2006 |
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Autoria de Admin Adjunto
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03 de September de 2006 |
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