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Blog-Book Comunitário
CELULARES NOS PRESÍDIOS

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  Página mantida pelo Coordenador do WirelessBR - Atualizada em 29/01/07   Sobre "Direitos" ("Rights")

Artigos / Notícias / Mensagens

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Artigos


Fonte: WirelessBR
[29/01/07]   Avaliação de alternativas para do bloqueio de comunicação em áreas restritas - Estudo independente de Fábio Moreira
O trabalho completo, em formato .pdf, pode ser obtido aqui: [Download arquivo .pdf]

Fonte: AliceRamos.com
[22/05/06]   Operadoras sob forte pressão de Alice Ramos

Fonte: Teleco
[22/05/06]   Quem deve ser responsável pelo bloqueio dos celulares nos presídios?  de Eduardo Tude

Fonte: IDG Now!
[18/05/06]   Celulares nas prisões de André Caramuru

"Áudios" de Daniela Braun, editora do IDG Now!

[18/05/06]   Operadoras se preparam para bloquear celulares em presídios

[15/05/06]  Celulares em presídios


Notícias


Fonte: Jornal da Mídia
[21/01/07]  Operação retira quase 700 celulares de presídio no Sul
Fonte:
IDG Now!
[05/07/06]   Justiça dá 120 dias para Anatel instalar bloqueadores em presídiosPor Redação do IDG Now!
Fonte:
Caderno Link do Estadão
[22/05/06]   Afinal, dá para bloquear celulares?
Fonte: Terra
[20/05/06]   Após bloqueio, celulares ainda funcionam em prisões
Fonte: Computerworld
[19/05/06]   Anatel enfatiza necessidade de lei para bloqueio de celulares em presídios
Fonte: Estadão
[19/05/06]   Celulares serão bloqueados nesta sexta nas áreas de prisões
Fonte: Folha Online
[19/05/06]   Prefeito de Presidente Venceslau recorrerá do bloqueio de celulares
[19/05/06]   Operadoras começam a cortar sinal de celular perto de presídios em SP
Fonte: Estadão
[18/05/06]   Telefônicas desligarão antenas de celular a partir desta sexta
Fonte: AdNEWS
[18/05/06]   Bloqueio de celulares só funcionará com desligamento de antenas.
Fonte: IDG Now!
[18/05/06]   Anatel e operadoras iniciam bloqueio de celulares nos presídios
[17/05/06]   Entenda como funcionam os bloqueadores de celulares
[17/05/06]   Operadoras devem bloquear celulares, diz Costa
Fonte: Estadão
[16/05/06]   Celular na cela não é falta grave
Fonte: IDG Now!
[16/05/06]   Bloqueio de celular em não é caro, diz professor
[16/05/06]   Bloqueio é obrigação do governo estadual, diz Costa
[16/05/06]   CPI do Tráfico de Armas ouve operadoras
[15/05/06]   Tecnologia de bloqueio é obsoleta, diz Depen
[15/05/06]   SP estuda desativar celulares em regiões perto de presídios
Fonte: Plantão INFO
[17/05/06]   Operadoras devem bloquear celulares, diz MP

Fonte: Interesse Público
[17/o5/06]   Celular em Presídio: Proibição


Mensagens
Grupos de Discussão  WirelessBR e Celld-group

OBS: As mensagens estão registradas em ordem cronológica para facilitar a ambientação dos novos leitores: as mais recentes estão no final da página.


----- Original Message -----
From: Helio Rosa
To: Celld-group@yahoogrupos.com.br ; wirelessbr@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 16, 2006 2:06 PM
Subject: [wireless.br] Celulares nos presídios (2)

Olá,  ComUnidade WirelessBRASIL
!  
Helio Rosa escrevendo.
Nesta ComUnidade (Portal em  www.wirelessbrasil.org)  interagimos e compartilhamos conhecimentos com muita cordialidade, cortesia, tolerância e paz - sempre fazendo novos amigos!  
 
Pra nivelar as informações comunitárias, esta é a primeira mensagem para o WirelessBR e a segunda para o Celld-group, com novos dados e novas mensagens transcritas lá no final.
 
Está "rolando" no Celld-group um debate sobre "Celulares nos presídios".
Está em bom nível técnico e estaremos atentos para que continue assim, sem maiores críticas emocionais às operadoras e aos governos - eventualmente válidas e pertinentes mas "off topic" em nossos fóruns.
 
Desde já, agradeço à todos os participantes com parabéns pela cordialidade e pelas preciosas opiniões individuais!!!!  :-)
 
É uma ótima oportunidade para, quem sabe, "quase 3500" cabeças técnicas pensantes resolverem o problema.
Why not?  :-)
Ao mesmo tempo pode ser um intervalo na enxurrada de "novas tecnologias" e uma volta ao mundo concreto e estabelecido das "tecnologias celulares".  :-))
 
Temos um ponto de partida que poderemos considerar como fato que não precisa ser discutido aqui:
- Existem celulares nos presídios e as autoridade não conseguem impedir. É uma vergonha, um verdadeiro escândalo de proporções galácticas mas é um fato.
 
Isto posto, creio que os profissionais e as operadoras poderão contribuir com soluções técnicas enquanto durar a "situação calamitosa".
 
Vou reproduzir abaixo as mensagens já postadas, primeiro as mais antigas, para facilitar o acompanhamento.
 
E já formulo uma pergunta ingênua (estou aposentado, fora do mercado e da universidade, leio tudo mas não entendo nada: já morri e como ainda não me enterraram continuo agitando...):  :-)
 
Por favor, isto pretende ser a continuação do "brain storming" já iniciado ("brain storming" é um tipo de "reunião de criação" em que se buscam soluções viáveis a partir de idéias loucas e desvairadas...).  :-)
 
Que tal instalar no presídio ou proximidades uma mini-ERB de curto "alcance" (?) que "capture" as comunicações da "mini-célula" em que está o presídio?
Com o banco de dados já citado quem sabe se poderia cadastrar os "moradores fixos" da região e processar mas não encaminhar as emissões penitenciárias?  :-)
Quem estiver em roaming/hand off nas proximidades seria "capturado" normalmente pela ERB normal mais próxima...
Pode?   :-)
 
Então - desvairanças à parte -  transcrevo abaixo as mensagens começando por uma Nota à Imprensa da Anatel enviada pelo nosso participante Benoni.  Obrigado!
Após a Nota transcrevo também uma notícia recebida hoje via newsletter:
Anatel isenta operadoras de responsabilidade sobre o bloqueio de celulares em presídios
 
Em tempo:
Temos um ótimo trabalho acadêmico sobre "Telefonia Celular" do nosso participante Márcio Rodrigues em:
http://www.wirelessbrasil.org/wirelessbr/colaboradores/marcio_rodrigues/tel_01.html.
Entre algumas fórmulas há muito texto didático "bom pra iniciados e iniciantes".  :-)
 
Boa leitura!  Boa debate!
Em tempo: alguém duvida que este debate vai "virar" blog comunitário?  :-)
 
Um abraço cordial
Helio Rosa
heliorosa@wirelessbrasil.org
Da equipe de moderadores dos Grupos Celld-group WirelessBr
Coordenador da
ComUnidade WirelessBRASIL e do Giga Site WirelessBR
"Owner" do Celld-group: Leonardo Pedrini

ANATEL
Nota à Imprensa
 
Bloqueadores de sinais de radiocomunicações
 
Brasília, 15 de maio de 2006 – A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informa que, entre setembro de 2001 e junho de 2002, realizou testes com bloqueadores em instituições prisionais do País, em São Paulo (7), Rio de Janeiro (2) e Minas Gerais (3).
 Esses testes fundamentaram a elaboração de normas para certificação e uso de bloqueadores de sinais de radiocomunicações.
 
Em 6 de agosto de 2002, a Agência publicou a Resolução n.º 306, que aprova a Norma para Certificação e Homologação de Bloqueador de Sinais de Radiocomunicações (BSR).
 
A Norma contém os requisitos técnicos que os equipamentos devem atender para obtenção da homologação da Anatel.
Por demanda do poder público, a Agência também pode acompanhar a implementação de sistemas bloqueadores.
 
Complementarmente, a Norma de Uso de Bloqueador de Sinais de Radiocomunicações, publicada por meio da Resolução nº 308, de 17 de setembro de 2002, estabelece as condições de uso dos bloqueadores destinados a restringir o emprego de radiofreqüências ou faixas de radiofreqüências específicas para radiocomunicações, em estabelecimento penitenciário, considerado o interesse público.
Segundo essa Norma, a Anatel, as entidades responsáveis pela operação dos bloqueadores nos estabelecimentos penitenciários e as prestadoras de serviços de telefonia móvel devem manter sigilo sobre a instalação, localização e características do bloqueador.
A aquisição e instalação de sistemas bloqueadores não são de competência da Agência, nem das prestadoras de serviço móvel.
Às entidades responsáveis pela operação dos bloqueadores compete manter o sistema em perfeitas condições de operação e assegurar que a instalação do bloqueador e de seus equipamentos periféricos esteja protegida e fora do alcance da população carcerária.
A total eficácia dos bloqueadores exige forte monitoramento das ações relativas à sua operação, que pode interferir na qualidade do serviço móvel fora dos limites das instalações penitenciárias.
 
Assessoria de Imprensa – Anatel

 
Anatel isenta operadoras de responsabilidade sobre o bloqueio de celulares em presídios
 
Segundo a agência, seu papel é apenas manter o sistema em perfeitas condições de operação e assegurar que o bloqueio esteja longe da população carcerária.
Por COMPUTERWORLD
15 de maio de 2006 - 21h13
 
A Anatel isentou a si e operadoras de telecomunicações das responsabilidades sobre o bloqueio de celulares nos presídios. Em nota oficial, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que, entre setembro de 2001 e junho de 2002, realizou testes com bloqueadores em instituições prisionais do País, em São Paulo (7), Rio de Janeiro (2) e Minas Gerais (3).
“Esses testes fundamentaram a elaboração de normas para certificação e uso de bloqueadores de sinais de radiocomunicações”, informou.
Segundo a Anatel, a Norma de Uso de Bloqueador de Sinais de Radiocomunicações, publicada em setembro de 2002, estabelece as condições de uso dos bloqueadores destinados a restringir o acesso em estabelecimento penitenciário.
No entanto, a Anatel ressalta que “a aquisição e instalação de sistemas bloqueadores não são de competência da Agência, nem das prestadoras de serviço móvel”.
Segundo a entidade, o seu papel, ao lado das operadoras, com relação à operação dos bloqueadores é “manter o sistema em perfeitas condições de operação e assegurar que a instalação do bloqueador e de seus equipamentos periféricos esteja protegida e fora do alcance da população carcerária.”
 
Atualmente, em São Paulo apenas oito dos mais de 170 presídios do Estado possuem equipamentos para bloqueio dos sinais de celular. Ainda assim, os produtos hoje em uso estão desatualizados e vulneráveis a celulares com sistemas e redes mais modernas.
O governador de São Paulo, Cláudio Lembo, chegou a sugerir a iniciativa de que escutas telefônicas sejam instaladas para gravação de conversas entre presos e seus advogados. No entanto, a idéia foi completamente descartada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

----- Original Message -----
From: H Magnotti (yahoo)
To: Cell Group
Sent: Saturday, May 13, 2006 8:18 PM
Subject: [Celld-group] Operadoras sem responsabilidade

POLÍCIA
Participe
da enquete
 http://vejinha.abril.com.br/enquete/maisbelo/pergunta.html

Criminosos escolhem números de telefones ao acaso e fazem ligações anônimas em que tentam extorquir as vítimas simulando seqüestros de parentes. Você já sofreu ou conhece alguém que tenha sofrido esse golpe? MAIS

Está na hora das Operadoras Celulares tomarem providencias e restringirem as ligações telefônicas de centros criminais e presídios.

Não agüentamos mais ser extorquidos por bandidos em presídios, com telefones clonados, e o crime organizado utilizarem esse meio para acionar ações criminais direto dos presídios...

As operadoras estão se tornando CONIVENTES com essa situação.
CHEGA DE HIPOCRISIA E FALTA DE RESPONSABILIDADE
Helio Magnotti
São Paulo



----- Original Message -----
From: FlaTelecom
To: Celld
Sent: Monday, May 15, 2006 1:31 PM
Subject: [Celld-group] Operadoras sem responsabilidade (!!?)
 
"Está na hora das Operadoras Celulares tomarem providencias..."
 
Sinceramente, considero equivocada a opinião do amigo Magnotti, e não poderia deixar de manifestar minha opinião.
Se os presídios não tem capacidade de bloquear a entrada de aparelhos celulares, sem falar de armas e drogas, é responsabilidade de uma empresa privada resolver o problema??
Acho que não.
 
Essa história de "bloqueador de celular em presídio" é o maior atestado de incompetência da justiça brasileira, que como sempre prefere jogar a culpa para outros, e nunca resolve nada.
 
Agora vai ser lei: todo presídio tem que ter bloqueador.!!!!???
Gente, "bloqueador de celular" nada mais é do que um "gerador de interferência". E quanto às pessoas que moram nas vizinhanças?
 
Sim, porque o RF não é fácil de ser controlado. Não dá simplesmente para chegar e falar: aqui vai ter sinal, daqui a 10 metros não.
Acreditar nisso é ignorância. E aí, é mais fácil reclamar das operadoras (que não resolvem o problema), já que quase todo mundo já tem uma pendenguinha pra resolver.
 
Tudo bem, SAC de operadora é uma @!#$%^&.
 
Mas a responsabilidade de bloquear o sinal nos presídios é da justiça incompetente do país.
Vamos reclamar das operadoras sim, mas quando for o caso!
 
"FlaTelecom"
 

----- Original Message -----
From: Alexandre Vilarinho
To: Celld-group@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, May 15, 2006 4:06 PM
Subject: Re: [Celld-group] Operadoras sem responsabilidade (!!?)
 
FlaTelecom,
 
Eu concordo com vc sim, mas a operadora também tem condições de saber com mais precisão de onde as chamadas estão sendo realizadas, e isto é feito através de uma triangulação do sinal, esta tecnologia existe, agora se ela não está disponibilizada aqui no Brasil já é outra história. Existem também outras maneiras de impedir que um telefone inicie ou termine uma ligação, como por exemplo, criar um banco de dados os números IMEI, se não me engano, de todos os telefones que fossem roubados, este banco de dados sim é de responsabilidade total das operadoras.
 
Na minha opinião a luta contra os bandidos deve ser feito principalmente e preferencial pelo sistema judiciário, mas a população de um maneira pode ajudar. Por exemplo, se vc sabe que está acontecendo um roubo ou assalto em determinado lugar é seu dever como cidadão avisar a polícia e não ir lá e tender resolver o problema sozinho. Na minha opinião eu acho que as operadoras poderiam sim implantar um sistema que tentasse impedir que ligações dos presídios fossem iniciadas e terminadas, pois digamos que o valor agregado com isto seria muito bom, começando com a diminuição dos assaltos por causa de celulares.
 
Cordialmente
 
Alexandre Vilarinho

----- Original Message -----
From: César Henrique Sanfelice
To: Celld-group@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, May 15, 2006 8:55 PM
Subject: RES: [Celld-group] Operadoras sem responsabilidade (!!?)

Alexandre, 

A tecnologia GSM utilizada nas operadoras do Brasil é a mesma utilizada nos outros países, sem considerar o 3G que ainda não está disponível aqui... 

Não é possível triangular uma chamada, pois quando o telefone está em modo dedicado, em conversação, ele tem canal de voz alocado apenas com um site. Um dado possível de ser coletado é a distância que esse telefone se encontra do site, mas isso vai gerar um raio ao redor do site e não um ponto exato. Portanto não é tão fácil assim identificar o local da realização da chamada.  

Outro ponto comentado com você é em relação ao banco de dados com os IMEI de telefones roubados. Esse banco de dados já existe porém o que acontece é que os presos não fazem necessariamente uso de telefones roubados, mas sim de telefones pré pagos ou mesmo de telefones regularizados. O que torna difícil o bloqueio pelo IMEI. 

Atenciosamente,
César H. Sanfelice - RF Eng.
MCG - Mobile Comm. Group - RNE
Curitiba - PR - Brazil
Tel: 48 84017525 | 41 39012176
cesar.sanfelice@alcatel.com.br


----- Original Message -----
From: Alexandre Vilarinho
To: Celld-group@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 16, 2006 9:56 AM
Subject: Re: RES: [Celld-group] Operadoras sem responsabilidade (!!?)
 
César,
 
Não entendi a explicação do IMEI, pelo o que sei a OI já possui este sistema, me parece que ele está interligado com o que existe na Europa. Este número não é o endereço físico do equipamento? Ele não é enviado junto com número de telefone, quando o equipamento se registra na BSC? Caso ele for se houvesse um banco de dados com os números roubados então seria uma maneira de bloquear as ligações não só dos presídios mas de qualquer telefone roubado, mas para este sistema funcionar todas as operadas teriam que ter uma sistema integrado.
 
A triangulação não é possível ser feita por causa da forma como o GSM é implantado aqui no Brasil e nos outros países, mas esta tecnologia permite que as ligações sejam rastreadas? E quando ao CDMA?
 
No projeto SIVAM o pessoal do exército faz a triangulação de conversas utilizando RF, ou pelo menos tem um projeto para fazer isto, agora eu não sei qual é o tipo de tecnoliga, se é conversação de avião, se é rádio amador, se celular, sei que eles tem uma boa experiência com isto.
 
Cordialmente
Alexandre

 
----- Original Message -----
From: clovis1
To: Celld-group
Cc: Celld-group
Sent: Tuesday, May 16, 2006 10:55 AM
Subject: [Celld-group] Celulares nos Presídios

Gostaria de participar dessa discussão, lançando algumas idéias para discussão:

1) Os colegas de grupo falam sobre a impossibilidade técnica de controlar a abrangência do sinal das ERBs, bem como dos Bloqueadores de Celular. Contudo, é possível instalar ERBs dedicadas nos Presídios, com potência de sinal que "force" os celulares a se registrarem através delas na rede.

2) As Operadoras, por sua vez, podem oferecer ao Poder Público todos os detalhes das chamadas originadas / recebidas à partir dessas ERBs, inclusive a escuta autorizada pela Justiça.

3) Já que os "celulares são a maior arma dos bandidos", porque o Poder Público, em conjunto com as Operadoras não começa a usar essa arma a seu favor??
Atenciosamente,
Clóvis


----- Original Message -----
Sent: Tuesday, May 16, 2006 10:28 AM
Subject: Re: [Celld-group] Celulares nos presídios

Fala Helião e demais amigos do Fórum.

Desde a época que eu fazia faculdade este tema já era bastante discutido nas rodas técnicas
do Inatel. Tivemos na faculdade excelentes trabalhos técnico/científicos nesse assunto.
Acredito que o Inatel (e toda comunidade Inatelina) poderia ajudar em muito com a parte técnica.

Bom, naquela época eu fiz particularmente um estudo sobre Emissores de Ruído Branco. Trata-se
de transmissores cuja potência abrange certo perímetro e sua função é "enganar" os transceptores
em uma dada faixa de freqüências sobrepondo as verdadeiras antenas de um sistema de transmissão.
É uma teconologia bastante usada em guerra eletrônica para evitar a comunicação do inimigo.

Fala-se muito em Bloqueador de Celulares mas devemos lembrar que os celulares são utilizados por
comodidade. É mais fácil pro presidiário ter um celular que outro dispositivo de comunicação. Eu tenho
absoluta consciência que bloqueadores de celulares funcionam, mas se eles estiverem instalados, a
tecnologia oferece uma outra gama enorme de dispositivos de comunicação RF. Por isso acredito que
os emissores de ruído branco com uma faixa adequada a outros tipos de comunicação seja mais eficiente.
Com certeza estes emissores também são mais agressivos aos demais sistemas nas vizinhanças dos
presídios. Coitadinho do radinho AM/FM do tiozinho que mora do lado do presídio ! risos

Desculpe o OFF, mas na minha opinião não é com tecnologia que se vai combater este tipo de problema.
Mas de toda forma fica aí um tópico de discussão: Emissores de Ruído Branco.

Grande abraço,
Marco.

----- Original Message -----
From: mnobre
Sent: Tuesday, May 16, 2006 11:29 AM
Subject: En:[Celld-group] Celulares nos presídios

Pessoal,
 
Em relação à proposta do bloqueio dos celulares de acordo com o IMEI (ou qualquer outro parâmetro semelhante, nos diferentes protocolos de RF), creio que, se isso fosse tão fácil assim, não só os celulares nos presídios, mas todo o problema do roubo de aparelhos já teria sido resolvido... pelo que sei, essas listas já existem, mas os parâmetros dos celulares roubados são adulterados, e eles escapam dos bloqueios!
 
Marcelo
----- Original Message -----
From: mnobre
Sent: Tuesday, May 16, 2006 11:09 AM
Subject: En:[Celld-group] Celulares nos presídios
 
Pessoal,
 
Não sou especialista em RF, e nunca trabalhei com bloqueadores de celular. Mas acho que tem alguns pontos, tanto técnicos quanto da legislação atual, que merecem ser colocados:
 
- Acredito que a implementação mais simples de um bloqueador seja simplesmente "sujar" as faixas de freqüência utilizadas pelos celulares. Se for mesmo assim que os atuais bloqueadores funcionam, então a única modificação do cenário, de 2001 (época dos testes da Anatel) para cá, seria a entrada em operação das bandas C, D e E do SMP. Houve realmente a introdução de novas faixas de freqüência, mas nada que não possa ser bloqueado;
 
- Mesmo que o funcionamento dos bloqueadores seja mais complexo, entrando em detalhes do protocolo, os protocolos utilizados no País (ou mesmo no mundo) não são tantos assim, e sua evolução também não acontece em poucos meses - de novo, nada que não seja possível acompanhar, com um mínimo de interesse - e recursos - por parte dos responsáveis.
 
- Por outro lado, desde 2002 existe uma regulamentação que indica de quem é a responsabilidade pela instalação dos bloqueadores.
 
Entretanto, o que se pode notar é que, tirando os bloqueadores "experimentais" instalados pela própria Anatel, muito pouco foi feito - nem a atualização tecnológica (ou mesmo troca) dos primeiros bloqueadores para acompanhar a evolução dos celulares (o que, conforme exposto acima, não acredito que fosse tão complicado assim), nem no que se refere à adoção dos bloqueadores como equipamento padrão dos presídios (pelo menos dos principais) - aliás, a impressão que me dá é que os novos bloqueadores instalados após os testes da Anatel poderiam ser contados nos dedos...
 
Agora, depois de pelo menos quatro anos sem tomar nenhuma atitude a respeito (e falhar clamorosamente no controle da entrada de terminais nos presídios), realmente o mais fácil é jogar a responsabilidade para os outros!
 
Marcelo

----- Original Message -----
Sent: Tuesday, May 16, 2006 3:08 PM
Subject: Re: [Celld-group] Celulares nos Presídios

Clóvis,
 
Eu acho meio difícil de fazer este estudo porque quando um determinado setor da BSC, ou ERB, fica lotado ele automaticamente encaminha a chamada para outro setor da mesma BSC, ou para outra.
 
Para mim a maneira mais eficiente seria fazer uma triangulação da chamada ou da terminação, tudo falando em RF, porque todos sabem quais são os planos de F do sistema celular, fazer um mapeamento com coordenadas da país, mapeamento este que já existe, inclusive é disponibilizado gratuitamente na internet, exemplo Google Eearth, há a necessidade de fazer uma matriz entre os dois sistemas, se a chamada estiver dentro do mapeamento do presídio o próprio sistema cancela a chamada, cria um log e o envia para um central que enviará uma equipe para fazer a verificação do local que foi registrado a chamada. O número IMEI também ficaria armazenado num banco de dados. Como as coordenadas não são precisas, há uma possibilidade de erro. E o banco de dados seria necessário para corrigir este erro.
 
Alexandre Vilarinho
 

----- Original Message -----
Sent: Tuesday, May 16, 2006 2:52 PM
Subject: [Celld-group] Celulares nos presídios
 
Marcelo,
 
O IMEI é o endereço físico do aparelho e, pelo meu entendimento, só deve haver um registro dele no mundo. É o equivalente o endereço MAC da placa de rede, que também só há um no mundo.
 
No Brasil, pelo que sei a OI já tem, ou está implantando um sistema que possibilita fazer o cadastro destes IMEI, informando inclusive, de quais são de celulares bons, que saíram de fábrica com defeito, ou que foram roubados. Sei que na Europa, ou na Comunidade Européia, existe um que é comum a vários países, pois não faz sentido ter vários sistemas deste isolados no mundo.
 
O problema da implantação deste banco de dados é financeiro e não operacional, como aqui no Brasil que possui este banco de dados é OI, me parece que ele cobraria das outras operadoras a sua utilização, porque me parece também que ela comprou de algum órgão regulatório, ou coisa parecida, europeu. Não sei se existe algo deste tipo na América do Norte e nem se é interligado com o europeu, caso existir.
 
Alguém da OI poderia nos esclarecer um pouco mais sobre isto.
 
Cordialmente
 
Alexandre
 

----- Original Message -----
Sent: Tuesday, May 16, 2006 5:07 PM
Subject: [Celld-group] Controle do IMEI

Troquei o assunto da mensagem, pois o controle do IMEI é um assunto independente do controle de celulares nos presídios, apesar de concordar que o banco de dados do IMEI pode ajudar no roubo de celulares, e eventualmente fazer parte da solução do uso de celulares nos presídios.

Se as operadoras brasileiras se organizassem para controlar melhor o IMEI dos aparelhos que comercializam ou que são roubados de seus clientes, já seria um grande passo, independente da integração com bancos de dados internacionais.
Nenhuma operadora tem interesse em ativar o aparelho celular roubado da concorrente (ou tem ??). Os clientes por sua vez deveriam ter acesso (por CPF, talvez) ao Banco de Dados, para consulta dos IMEI registrados em seu nome, e deveriam informar toda vez que um aparelho for desativado, roubado ou destruído. Este controle por sí só inibiria muito o roubo de celulares, pois o aparelho se tornaria inútil após o roubo.

Eu comprei recentemente uma linha de celular nos USA, e para minha surpresa o IMEI vem escrito na caixa externa do aparelho (é claro que está escrito internamente no aparelho também), e é INDISPENSÁVEL para a ativação da linha. Ou seja, por lá já há uma preocupação com o controle do IMEI.
Abraços,
Ronald
 


 
----- Original Message -----
From: Jose C
Sent: Tuesday, May 16, 2006 6:11 PM
Subject: Re: [Celld-group] Celulares nos Presídios
Olá

E possível sim fazer o rastreamento geográfico do assinante, com uma plataforma LBS (location based services)
Mais info: http://www.gsmworld.com/technology/applications/location.shtml
Abs
Jose Luis
 

----- Original Message -----
Sent: Tuesday, May 16, 2006 6:37 PM
Subject: RES: [Celld-group] Celulares nos Presídios

Mas é exatamente o que havia comentado antes, é possível saber a localização do usuário através desses dados. Porém o Timming Advance vai gerar um raio, e não um ponto, portanto a precisão dessa localização pode ser de quilômetros.... O que não adiantaria muito para saber o ponto exato da realização de uma chamada. 
Abs,
César


----- Original Message -----
Sent: Tuesday, May 16, 2006 8:15 PM
Subject: Re: RES: [Celld-group] Celulares nos Presídios

César,
A arquitetura atual do GSM não permite que uma ligação seja triangulada usando apenas BSC? Independente se estas são de uma única operadora ou não.
 
Ou é por causa da forma como o GSM é implantado.
 
É fato que nos cabeçalhos de muitos protocolos existem campos que foram determinados para certos fins que não são usados ou não são usados na forma que foram projetados, como é o caso do campo TOS do cabeçalho IP. Existe algum campo que não é usado no cabeçalho do GSM ou do CDMA.
 
Alguém que estuda CDMA ou é da Vivo poderia nos dar mais informações sobre a triangulação das chamadas.
 
OBS.: Não estamos solicitando que sejam fornecidas nenhuma informação confidencial das empresas somente informações públicas sobre cada tecnologia.
 
Cordialmente
 
Alexandre Vilarinho
 
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, May 16, 2006 6:49 PM
Subject: Re: [Celld-group] Celulares nos Presídios
 
Olá! 
Acredito que a  instalação de uma ERB dentro do presídio, dimensionada para atendimento na área do mesmo, com seus respectivos canais de serviço ativos, porém com canais de voz indisponíveis diminuiria drasticamente a possibilidade de se efetuar chamadas dentro desta instituição. 
Sds,
Ângelo.
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, May 16, 2006 9:12 PM
Subject: RES: RES: [Celld-group] Celulares nos Presídios

Alexandre,
Por mais que existisse uma forma de triangular o sinal no sistema GSM, ele também não seria eficiente, pois para que possa ser feita a triangulação é necessário que você esteja captando o sinal de no mínimo três setores diferentes de sites diferentes. E em muitos casos e lugares existe cobertura de apenas um setor, principalmente em cidades pequenas.

Uma outra solução para bloquear o sinal de qualquer onda eletromagnética dentro das prisões seria construir uma gaiola de Faraday... que não precisa ser envolvendo a cadeia inteira, mas acredito que nas próprias paredes.... O que vocês acham??
Abs,
César


----- Original Message -----
Sent: Tuesday, May 16, 2006 9:39 PM
Subject: Re: RES: RES: [Celld-group] Celulares nos Presídios

 
César,
 
Numa pequena cidade vc tem razão que é mais complicado fazer isto. Mas em um grande centro onde existem vários presídios não seria tão complicado, no meu ponto de visto.
 
Como a Anatel e nenhum outro órgão regulador impôs que não é necessário compartilhar a BSC, e pela minha experiência de campo, é fácil encontrar cidades pequenas que tem duas ou três BSC de operadoras de celulares, então no meu ponto de vista não seria tão complicado, mas é necessário fazer um estudo nas localidades onde estão presentes os presídios, bem como analisar se há como fazer tal triangulação, caso não houver cogitar ainda a possibilidade de implantar torres novas para este fim.
 
Uma gaiola de Faraday seria bastante interessante, mas também é necessário saber de onde as chamadas nos presídios são realizadas com uma maior freqüência, dentro das celas é mais fácil implementar esta solução, porém tem um custo elevado, já nos pátios dos presídios eu acho que não seria muito eficiente, o que vc acha?
 
Abraços
Alexandre
 

----- Original Message -----
Sent: Tuesday, May 16, 2006 10:00 PM
Subject: Re: [Celld-group] Celulares nos Presídios
 
Ângelo,
Me parece ser uma boa solução, mas neste caso não poderia ser permitido também o envio de mensagens MMS ou SMS, ou de outro tipo que poderiam ser inventadas.
 
O único problema para este solução é caso a quantidade de celulares nos presídios aumentasse, aumento assim a solicitação de conexão e fazendo com que alguns buscassem outras erb para realizarem a chamada.
Sds
Alexandre
 

----- Original Message -----
From: Jose C
Sent: Wednesday, May 17, 2006 12:02 AM
Subject: Re: RES: RES: [Celld-group] Celulares nos Presídios

Olá
Usando a tecnologia mais simples (apenas o Timing Advance), já e possível saber a posição com uma
precisão de aprox. 500m
Já participei de  testes de LBS com precisão de 50-100m
Jose Luis


----- Original Message -----
Sent: Wednesday, May 17, 2006 6:02 AM
Subject: [Celld-group] Celulares nos Presídios - Coleção de mensagens (2) + Apostila sobre GSM

 
Olá,  ComUnidade WirelessBRASIL !  
Helio Rosa escrevendo.
Nesta ComUnidade (Portal em  www.wirelessbrasil.org)  interagimos e compartilhamos conhecimentos com muita cordialidade, cortesia, tolerância e paz - sempre fazendo novos amigos!  

Olá, Grupo WirelessBR!
Estamos aguardando as contribuições técnicas para o debate que está "rolando" no Celld-group!  :-)

Novas mensagens (abaixo) foram inseridas no novo blog comunitário: Celulares nos Presídios  Vale conferir e participar!

Lembro: estamos debatendo para encontrar uma solução técnica "simples e criativa" para o problema do "bloqueio das emissões eletromagnéticas".
Neste processo estamos também recordando os conceitos do "sistema celular".

Quanto ao "bloqueio da entrada dos celulares nos presídios" estamos deixando por conta das nossas autoridades competentes (!) ...  :-)
Já indicamos o trabalho "Telefonia Celular" do "nosso" Márcio Rodrigues!
Temos ainda a ótima apostila GSM - CONCEITOS BÁSICOS - Cortesia especial da Agilent Technologies Brasil
 
Bem adaptado ao espírito do brain storming alguém sugeriu envolver o presídio numa enorme "Gaiola de Faraday".
 
Gaiola de Faraday?
Quequé issssô?  :-)
 
Vamos recordar a física do "ginásio" (ops! - é a idade...)?  :-)

From Google:
O que é a Gaiola de Faraday?  
 
juliana_mazotti enviou:
 
Num corpo neutro, as cargas elétricas positivas e negativas distribuem-se pelo corpo.
Se eletrizarmos o corpo, as cargas em excesso repelem-se mutuamente e concentram-se na periferia do corpo, na sua superfície exterior.
 
Passado um curto tempo inicial após a eletrização, o corpo fica em equilíbrio eletrostático, não havendo movimentos de cargas elétricas a nível macroscópico.
 
Estes fatos comprovou experimentalmente Michael Faraday ao encerrar-se no interior de uma gaiola condutora, onde verificou não haver manifestação de fenómenos elétricos no seu interior.
 
Uma gaiola de Faraday, para além de ser condutora, não necessita ser contínua, podendo ser constituída por uma rede metálica. Desta configuração lhe veio o nome de gaiola. A verificação do seu comportamento elétrico pode ser feita colocando pêndulos elétricos nas suas paredes interiores e exteriores e eletroscópios no seu interior. Não havendo cargas elétricas no seu interior, verifica-se que, ao eletrizar a gaiola por contato com um gerador eletrostático, os pêndulos exteriores se desviam das paredes, acusando a sua eletrização, enquanto os interiores permanecem imóveis, assim como as folhas dos eletroscópios, comprovando a não existência de cargas elétricas no interior da gaiola.
 
Duas leis de Faraday sintetizam as observações experimentais.
 
1ª lei de Faraday
 
Nos condutores em equilíbrio a eletricidade é distribuída apenas na superfície externa ; no seu interior não há traço de eletricidade.
 
2ª lei de Faraday
 
No equilíbrio elétrico a força elétrica no interior dos condutores completamente fechados e desprovidos de corpos eletrizados é nula.
 
A gaiola de Faraday foi adoptada para proteger instrumentos e aparelhos de grande sensibilidade colocados no seu interior. Também serve para garantir a segurança de instalações perigosas como paióis e locais de preparação de explosivos. A protecção de edifícios contra descargas atmosféricas é outra aplicação da gaiola. Devido a esta função de protecção, a gaiola também é conhecida como écran eletrostático.
 
Bom debate!
Boa leitura e acompanhamento do blog comunitário Celulares nos Presídios!
 
Um abraço cordial
Helio Rosa

heliorosa@wirelessbrasil.org
Da equipe de moderadores dos Grupos Celld-group WirelessBr
Coordenador da
ComUnidade WirelessBRASIL e do Giga Site WirelessBR
"Owner" do Celld-group:
Leonardo Pedrini

----- Original Message -----
Sent: Wednesday, May 17, 2006 9:23 AM
Subject: RES: [Celld-group] Celulares nos Presídios

Ângelo, 
Não adianta, todos nós sabemos que é possível “amarrar” canais de outras estações no handset, bastando um software carregado no mesmo.  
Ats.
Paulo Novais


----- Original Message -----
Sent: Wednesday, May 17, 2006 10:23 AM
Subject: [Celld-group] Celulares nos Presídios - Notícia:" Bloqueio não é caro"

 
Olá,  ComUnidade WirelessBRASIL !  
Helio Rosa escrevendo.
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Transcrição de matéria recebida via newsletter do IDG Now!:
 
 
Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!

Publicada em 16 de maio de 2006 às 13h14
Atualizada em 16 de maio de 2006 às 17h17
 
São Paulo – João Zuffo, da Poli, diz que sistemas são simples e acessíveis e reforça coro dos que discordam que dever é das operadoras.
A instalação de sistemas de bloqueio de sinal de celular nas penitenciárias, que poderia ter evitado a comunicação dos detentos que organizaram os ataques em São Paulo, nos últimos quatro dias, é simples e acessível do ponto vista financeiro. O que falta é vontade política, segundo João Zuffo, professor titular de Eletrônica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.
Das 110 penitenciárias paulistas, apenas oito possuem sistemas do bloqueio de celular. E o próprio Departamento Penitenciário Nacional (Depen) admite que os poucos sistemas em uso em presídios e casas de detenção do País estão obsoletos, e não conseguem, por exemplo bloquear a freqüência usada por celulares GSM, que são a maioria no Brasil.
Segundo o professor Zuffo, um sistema “congestionador” de sinal – como são conhecidos esses aparelhos que impedem a realização e a recepção de chamadas em um determinado perímetro – custam em média de 100 dólares a 4 mil dólares. “Existem centenas de equipamentos à disposição e a instalação é muito simples. O que falta é vontade política, porque nem o custo é tão elevado”, defende o professor.
 
De acordo com Zuffo, os equipamentos disponíveis no mercado já são capazes de bloquear as freqüências em que operam todos os aparelhos em uso no Brasil, portanto os sistemas em uso nas penitenciárias já poderiam ter sido atualizados.
Para o professor, transferir a responsabilidade do bloqueio do sinal às operadoras não faz sentido, já que a instalação dos congestionadores é muito mais simples e barata. “Emergencialmente até se poderia desligar as antenas, mas a área afetada seria de um raio de até 7 quilômetros, o prejudicaria muita gente”, observa.
O Ministério da Justiça defende a criação de um projeto de lei que obrigue as operadoras de celular a responder pelo bloqueio do sinal nas penitências, mas a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) divulgou na segunda-feira (15/05) um comunicado em que afirma que nem a agência nem as operadoras têm a responsabilidade pelo sistema de bloqueio.
Nesta manhã, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, também afirmou que a aquisição e instalação de sistemas bloqueadores de celulares não são de competência da Anatel ou de qualquer outro órgão do governo federal, nem das prestadoras de serviço móvel. A responsabilidade, segundo ele, é dos governos estaduais.
 
Um abraço cordial
Helio Rosa
heliorosa@wirelessbrasil.org
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----- Original Message -----
Sent: Wednesday, May 17, 2006 10:23 AM
Subject: [wireless.br] Celulares nos Presídios - O que é IMEI - Fórum do Clube do Hardware

 
Olá,  ComUnidade WirelessBRASIL !  
Helio Rosa escrevendo.
Nesta ComUnidade (Portal em 
www.wirelessbrasil.org)  interagimos e compartilhamos conhecimentos com muita cordialidade, cortesia, tolerância e paz - sempre fazendo novos amigos!  
 
IMEI?
Quequé issssô?  :-)
Como funciona?

Perguntei ao Google e ele indicou o ótimo "Clube do Hardware" para responder... :-))

Creio que a matéria é assinada por Daniel de Toledo Barros , Administrador do Fórum Clube do Hardware.
 
(...)
Todo celular GSM possui o International Mobile Equipment Identity conhecido como (IMEI), um número de identificação do aparelho com 15 algarismos, que é programado na fábrica.
(...)

Em tempo:
Nosso novo blog: Celulares nos Presídios
 
Boa leitura!
Um abraço cordial
Helio Rosa
heliorosa@wirelessbrasil.org
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Comunicado: Atenção
 
Todo celular GSM possui o International Mobile Equipment Identity conhecido como (IMEI), um número de identificação do aparelho com 15 algarismos, que é programado na fábrica.
 
Esse número é único e para sua segurança você nunca deve divulgar o número IMEI do seu celular, muito menos coloca-lo na Internet.
 
Saiba como o IMEI funciona:
 
Cada vez em que é ligado, o celular executa um procedimento conhecido como registro.
 
Durante este processo, o IMEI do celular é checado em um banco de dados chamado EIR - Equipment ID Register que fica na operadora. Nesta base de dados o aparelho pode ser caracterizado como verde, cinza ou preto.
 
- Verde representa que o celular encontra-se regularizado.
- Cinza que o celular é suspeito de roubo ou fraude.
- Preto que o celular é roubado e não pode ser utilizado.
 
O EIR é hoje o principal mecanismo de combate ao roubo de celulares. Já começam a surgir no mundo grandes bases de dados que alimentam os bancos de dados das operadoras com o IMEI de aparelhos roubados; algo como um SPC dos celulares roubados.
 
Teoricamente esse sistema funcionaria, não fosse um detalhe quase desapercebido: O IMEI de um aparelho pode ser trocado. Ao trocar o IMEI do celular roubado, o ladrão seria capaz de limpar o celular. Isso acaba alimentando a indústria de roubo de aparelhos de Celular GSM.
 
Além da fraude acima onde IMEIS "LIMPOS" são utilizados para esquentar celulares roubados outra forma de fraude é a clonagem do celular.
 
Um artigo publicado pelo finlandês Jukka Hynninen da Helsinki University of Technology, explica diversas formas diferentes de fraude de celulares e como são feitas.
 
Normalmente pensa-se que só há a clonagem, mas, existem diversas formas diferentes e mais ainda, com utilizações das mais variadas.
 
Nem sempre o objetivo da clonagem é não pagar a conta.
 
Especificamente em celulares GSM, usa-se a mudança de IMEI para evitar o rastreamento do celular, uma vez que se torna mais difícil rastreá-lo, pois é possível se pensar que estão sendo usados diferentes aparelhos.
Esse tipo de fraude é muito usada por quadrilhas que vendem celulares que serão utilizados em presídios, seqüestros, tráfico de drogas, etc.
 
Portanto, a partir de agora fica proibida a divulgação de números IMEI de aparelhos celulares GSM aqui no Fórum. Se você publicou seu número IMEI, edite rapidamente sua mensagem no fórum para evitar que o IMEI do seu celular seja utilizado por bandidos.
 

----- Original Message -----
Sent: Wednesday, May 17, 2006 10:48 AM
Subject: Re: [wireless.br] Celulares nos Presídios - Notícia:" Bloqueio não é caro"

On 5/17/06, Helio Rosa <heliorosa@wirelessbrasil.org> wrote:

Transcrição de matéria recebida via newsletter do IDG Now!:
 

Falando nisso, viram essa?

http://boicotecelular.blogspot.com/

[]'s
Charles -
charles@pilger.com.br
http://www.charles.pilger.com.br
ICQ 306563363 MSN
crpilger@hotmail.com


----- Original Message -----
Sent: Wednesday, May 17, 2006 12:32 PM
Subject: [wireless.br] Re: Celulares nos Presídios - Bloqueador de celular - exemplo

 
Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Esta mensagem foi postada ontem mas devido à uma barbeirada deste moderador, foi apagada.
Segue a transcrição com um pedido de desculpas a todos.
Um abraço cordial
Helio Rosa

From: Oliveira, Adriano Rodrigues Santos
Sent: Tuesday, May 16, 2006 5:17 PM
To: 'Celld-group@yahoogrupos.com.br'
Subject: FW: [Celld-group] Celulares nos presídios

 

 
Complementando o que o nosso colega Marcelo Nobre "falou".
 
Eu também não sou Engenheiro de RF, mas entendo que um "Bloqueador de Celular" é um equipamento que emite portadoras similares às portadoras das operadoras de telefonia e quando essas (as frequências do bloqueador) possuem um nivel de sinal melhor que a das operadoras os celulares "se agarram" nessa frequência. Como o Bloqueador nao tem canais de voz, ninguem consegue fazer e nem receber ligações.
 
Um bloqueador de celular pode ser o abaixo:
 

Descrição:

Bloqueia todos os tipos de sistema celular: AMPS, NAMPS, CDMA, TDMA, GSM e DCS

Bloqueia todos os sinais simultaneamente

Cobertura efetiva de 15m a 40m

Fácil instalação

Corpo em alumínio com ventilador interno

Utilização para o bloqueador RXP3000 DLW:

Teatros, escolas, museus, salas de concerto, cinema, laboratórios, delegacias de policia, prisões.