WirelessBR

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IMS
IP Multimedia Sub-System

Todo o conteúdo sobre tecnologia desta Seção foi coletado na web via sites de busca ou enviado por colaboradores voluntários, com o único propósito de informar e compartilhar conhecimento. Tecnologia, neste caso, é sinônimo de organizações, empresas, produtos e serviços. Há sempre preocupação em citar as fontes. No entanto, se alguma pessoa , física ou jurídica, sentir-se prejudicada em seus direitos, basta um comunicado e a matéria será reformulada.  (*)

Apresentação

Artigos e sites em português

Artigos e sites estrangeiros

Coleção de notícias

Mensagens
de Grupos
de Discussão

APRESENTAÇÃO


Promon
http://www.promon.com.br/portugues/noticias/noticias.asp?cod=213 
RNT
http://www.rnt.com.br/edicao0409/tecnologia.asp

Entenda as siglas

O que é IMS?
O IP Multimedia Subsystem é uma plataforma para controle se serviços multimídia, que combina recursos de real-time, como voz e vídeo-telefonia, com serviços non-real time, independentemente da tecnologia de rádio empregada.

A solução é padronizada internacionalmente pelo 3GPP, órgão responsável pela padronização das redes de Terceira Geração.

Ao contrário de uma nova estrutura verticalizada, onde a cada inserção de uma nova aplicação uma estrutura especial para suportar tal serviço é requisitada na rede o IMS é centrado no core da malha, com uma infra-estrutura comum ao controle de todas as aplicações.

O que é PoC?
A tecnologia Push-to-Talk over Cellular é um serviço de comunicação half-duplex – um usuário fala enquanto o outro escuta – que permite ao usuário acessar instantaneamente outro assinante e grupos por meio de uma simples discagem. É a volta do velho conceito do “walkie-talkie”

Revolução à vista
RNT Tecnologia-Setembro de 2004 - 21/10/2004

Por Jacílio Saraiva

Conheça a arquitetura IMS, o novo padrão que está sacudindo o mercado e traz as facilidades do mundo IP para as redes sem fio

Os fabricantes de soluções e as operadoras móveis desbravam um novo caminho. É a arquitetura IP Multimedia Subsystem, que atende pela sigla IMS que pretende revolucionar o modo como as aplicações multimídia vão invadir as telinhas dos celulares. Desenvolvedores como Siemens, NEC, Lucent e Motorola já têm novidades engatilhadas, à espera do sinal verde das empresas de telefonia. As aplicações baseadas em IMS incluem serviços convergentes de voz por meio de redes wireless, corporativas e Wi-Fi, além de recursos de valor agregado como PoC (Push-To-Talk over Cellular), mensagens multimídia, recados instantâneos, chat, videoconferências e chamadas em grupo.

Para as operadoras, a sigla IMS significa um novo filão de ouro: mais serviços ofertados, aumento da renda média por usuário e a oportunidade de se diferenciar da concorrência. Para os fabricantes, a plataforma reacende a chama de vender para um setor que parecia saciado de produtos.

Embora alguns recursos multimídia já estejam disponíveis nos telefones móveis, a arquiterua IMS permite que uma única aplicação funcione em todas as redes de acesso sem fio capacitadas para IP. Tudo porque esse conceito dribla a necessidade de customizar cada aplicativo com uma tecnologia de acesso diferente. As aplicações construídas sobre IMS também são portáteis e podem viajar com os assinantes para qualquer região. Como garante ainda a oferta de soluções convergentes de voz, dados e vídeo, diversos fornecedores de conteúdo podem produzir opções variadas que se integrem às redes das operadoras.

“O IMS chegou para facilitar o desenvolvimento e disponibilização de serviços multimídia mais sofisticados”, explica Jorge Leonel, gerente de consultoria da Promon Tecnologia.
Segundo o especialista, a arquitetura é padronizada no Fórum 3GPP (Third Generation Partnership Project), um pool de organizações que promove a uniformização de soluções, de olho na nova geração de telefonia móvel.
Para Leonel, o IMS carrega vantagens como velocidade na criação de serviços multimídia que envolvem, principalmente, áudio e vídeo. “No futuro, as operadoras móveis poderão adotar o IMS como um ‘hub’ e possibilitar que criadores de conteúdo e aplicativos se conectem à plataforma para acelerar o time-to-market de novos recursos sem fio”, diz.

Segundo o consultor, a adoção do IMS deve acontecer em curto ou médio prazo porque deverá fazer parte da arquitetura predominante na terceira geração de redes móveis “all-IP”. “Já existem implementações iniciais em algumas operadoras 3G na Ásia, como a Chunghwa Telecom, de Taiwan”, assinala.

Do forno dos fabricantes
No Brasil, cinco operadoras procuradas por RNT – Vivo, Tim, Claro, Brasil Telecom e Oi – preferiram não falar sobre seus planos com o IMS.
Mas, do outro lado do balcão, os fornecedores de tecnologia já têm novidades para mostrar.
A Siemens, por exemplo, está desenvolvendo aplicações baseadas no protocolo SIP (Session Iniciation Protocol), que utiliza o IMS como plataforma de serviços multimídia.

“O PoC é a nossa principal aposta na área”, revela Renata Gomes, gerente de engenharia de produtos da Siemens mobile do Brasil.
Com o PoC, usuários de telefonia móvel poderão se comunicar de forma instantânea, em grupo, como nos velhos tempos do “walkie-talkie”.
O PoC é uma aplicação de voz sobre IP na comunicação wireless, onde a voz é transformada em dados e transmitida em redes velozes (GPRS, no caso das redes GSM, ou CDMA 1x, na Vivo).

A utilização do PoC pelo universo corporativo é uma das grandes expectativas do mercado de telecom. “Uma companhia pode interligar seus funcionários pelo celular e estender a facilidade das ligações simultâneas paras chamas de longa distância ou internacionais”, acrescenta a gerente.
Além da criação de ligações em grupos, pode-se contar com a cobertura da tecnologia GSM e custos mais baixos, com o uso do GPRS.
A flexibilidade da cobrança também ganha pontos: é feita por tempo, volume ou sessão. “O usuário paga somente pelo volume das informações transmitidas ou por sessões de chamadas, não pelo tempo de conexão”, explica.

Teses no Brasil – A Siemens comercializa o PoC no Brasil há mais de dois meses e possui 11 projetos mundiais de IMS.
A companhia desenvolve a solução seguindo as determinações do Open Mobile Alliance (OMA). Assim, fornece não apenas os aparelhos destinados à comunicação instantânea, mas toda a solução, com a rede de softwares que compõem a tecnologia.
Segundo a executiva da Siemens, as operadoras brasileiras já anunciam testes dos sistema nesse segundo semestre.
No Brasil, a multinacional pretende desenvolver um centro de pesquisa e desenvolvimento de serviços voltados para a tecnologia, como chat e videoconferência.

A Motorola também guarda uma solução IMS baseada em softswisch, componente-chave da visão de redes da companhia. “Estamos desenvolvendo várias soluções para a plataforma IMS, internamente e com provedores de aplicativos terceirizados”, conta André Galvão, gerente de operações de negócios do setor de infra-estrutura da Motorola.
Em fevereiro, a fabricante lançou o Programa de Interoperabilidade IMS.
A meta é propiciar às operadoras aplicativos multimídia compatíveis com esse conceito.
Os testes iniciais de interoperabilidade da plataforma com empresas participantes – Followap, IP Unity e Sonus Networks – já foram iniciados.

Entre as soluções criadas com o IMS, com o selo Motorola, estão a PoC e a PTX-Push to Media. A primeira grande conectividade ”push-to” por meio de GPRS, CDMA20001X e Wi-Fi. “Ela tambem expande áreas de roaming PoC para operadoras sem fio com redes que utilizam tecnologias diferentes”, explica Galvão.
A PTX, demonstrada este ano, é uma combinação de vários tipos de mídia que podem ser oferecidos a um assinante ou a grupo, em tempo real. A lista de ofertas com IMS inclui ainda a Presence, anunciada em fevereiro, que utiliza os padrões de presença OMA-IMPS e PAG, e já é adotada por operadoras internacionais.

Segundo Galvão, a interoperabilidade do IMS permite a entrada de desenvolvedores terceirizados para a criação de serviços. “Ao combinar o poder de voz e dados simultâneos com milhares de provedores de aplicativos e conteúdo, você terá nas mãos os ingredientes para produtos nunca antes imaginados”, comemora.

Mais rápido e barato
O usuário também sairá ganhando se o IMS deslanchar. Será possível escolher o meio ou a combinação de meios mais conveniente para a comunicação, com vídeo, voz, teto, imagens ou mensagens instantâneas – tudo em tempo real. “O IMS da Motorola estende a rede IP até o equipamento do assinante, enquanto os aplicativos multimídia construídos sobre essa arquitetura estarão disponíveis em qualquer região”, garante.

Para a fabricante, o rápido acesso a recursos da rede se traduz em custos de desenvolvimento mais baixos, ciclos de atualização menores, despesas operacionais e de entrega reduzidas, além de uma maior flexibilidade de preços.

“O IMS pode suportar os aplicativos atuais que utilizam ambiente de comutação por circuito, bem como facilitar a migração para uma plataforma IP mais econômica, onde é possível acrescentar serviços como PoC, navegação na internet, SMS/MMS, mensagens instantâneas e download de conteúdos”, detalha.
Para o executivo, a plataforma IMS começa a acontecer no mercado verde-amarelo de telecomunicações, mas será bem mais importante nos próximos anos.
E o catalisador desse processo é a sofisticação e a proliferação do VoIP.

“Os testes estão em estágio avançado em diversas operadoras como a solução para a próxima geração de serviços multimídia”, assegura Herberto Yamamura, diretor da unidade de negócios para o mercado corporativo da NEC, que criou o NEC IMS.
Segundo o diretor, o elemento-chave da sua plataforma é o SIP gate-way, que permite que usuários não-compatíveis com SIP possam usar seviços IMS. “As operadoras poderão lançar recursos IMS de forma flexível, combinando assinates SIP e não-SIP”, afirma.
Dessa forma, ainda é possível garantir uma migração gradativa para o IMS, integrando o dono do celular aos serviços existentes – sem falar da criação de fontes de receita com a proliferação de novas soluções.

No futuro, segundo Yamamuro, os serviços não estarão mais amarrados no modelo de voz tradicional um-para-um, mas por meio de grupos, baseados em interesses comuns na comunicação e na troca de informações. “O usuário terá mais opções de escolha para falar e ainda vai ganhar maior possibilidade de personalizar essa comunicação”, completa.

Na Lucent, o IMS bate ponto na empresa desde 1998. “Antes, era apenas um controlador para serviços de voz, e hoje é usado para funções multimídia”, lembra Esteban Diazgranados, diretor de tecnologia e marketing de produtos da Lucent, que participa da padronização mundial do conceito. Para não perder nenhum centímetro desse mercado, a empresa também adquiriu a Telica, especializada em redes de nova geração e media gateways.

Apesar de o IMS ter nascido para o usufruto de redes móveis, Diazgranados revela que as operadoras fixas também devem abraçar a idéia. “Os organismos de padronização estão unidos para fazer do IMS o modelo definitivo das redes de nova geração, a partir de 2006”, afirma.

A Lucent não revela seus clientes potenciais no Brasil, mas sabe-se que a companhia comemora, lá fora, progressos na área de VoIP. O boom dos negócios focados em redes móveis com tecnologia 3G foi estimulado recentemente por um acordo de US$ 5 bilhões, com a Verizon Wireless.

 

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ARTIGOS E SITES EM PORTUGUÊS


Teleco
http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialims/default.asp

Evolução das Redes de Telecomunicação: Arquitetura IMS
Autor: Samuel R. Lauretti

Introdução

Ocorrem há algum tempo discussões sobre a evolução das redes de comunicação atualmente existentes (baseadas em operação modo circuito), para uma nova geração de redes com base em operação modo pacote. Estas novas redes são freqüentemente chamadas de “All IP”, “NGN” (New Generation Network) ou referidas como suporte à aplicação VoIP (Voice over IP). Entretanto, antes de discutirmos esta nova rede, é importante entender seus principais requisitos:

- Suporte a sofisticados serviços multimídia;
- Conexões orientadas à sessão;
- Rede orientada a pacote com convergência de voz e dados;
- Mobilidade sem restrições, permitindo inclusive controle de serviços a partir da rede de origem ( Home Control );
- Convergência Fixo/Móvel de serviços e operação da rede;
- Serviços agnósticos ao tipo de acesso (fixo e móvel);
- Interfaces abertas para todos os elementos;
- Possibilidade de evitar a proliferação de protocolos ( standards );
- Base de Dados centralizada para simplificação de operação;
- Suporte aos assinantes e serviços legados.

A resposta da indústria a estes requerimentos é a arquitetura chamada de IMS ( IP Multimedia Sub-System ).
Esta arquitetura de rede é patrocinada pelo 3GPP/3GPP2, com apoio dos mais importantes órgãos de padronização (ITU / ANSI / ETSI /OMA / IETF).
Inicialmente desenvolvido para aplicação em redes móveis 3G, a arquitetura de rede definida no 3GPP R5 (3 rd Generation Partnership Project) e 3GPP2 está gerando interesse também em operadoras de rede fixa.
Esta arquitetura é vista como o caminho adequado para implementação de redes de nova geração (NGN – New Generation Network ).
Dois elementos merecem especial destaque nesta nova arquitetura:
- Soft Switch (SS), com importante função de controle;
- Protocolo SIP, como agente de comunicação entre os principais elementos desta nova rede.
O objetivo deste artigo é apresentar uma visão geral desta arquitetura, assim como demonstrar os benefícios proporcionados por esta nova geração de redes de comunicação.
[Leia mais]
 


http://www.telecomweb.com.br/hotsites/siemens/artigo.asp?id=82385

02/12/2004
Novos serviços móveis versus otimização dos investimentos

A resposta certa para operadoras que não querem perder a oportunidade de oferecer serviços de valor agregado aos seus clientes, e, ao mesmo tempo, uma sensível redução dos custos envolvidos, pode ser a adoção de uma solução horizontal
Valter Wolf

Hoje, as operadoras de telefonia celular enfrentam dois grandes desafios: oferecer novos e atraentes serviços para atender a demanda de segmentos interessantes e, ao mesmo tempo, reduzir a despesa operacional a fim de evitar custos desnecessários e otimizar seus investimentos. À primeira vista, estes parecem ser objetivos difíceis de conciliar. Mas um planejamento estratégico cuidadoso e com uma visão de médio e de longo prazo podem harmonizar estes desafios.
A corrida para disponibilizar serviços de dados fez com que muitos dos sistemas existentes passassem a oferecer apenas uma solução vertical, com componentes específicos para a função que suportam, e completamente independentes dos demais serviços da rede. Esta é uma solução somente aceitável em algumas poucas aplicações-chave. Entretanto, à medida que os serviços de dados se proliferam e a cadeia de valor se expande, esse modelo torna-se excessivamente dispendioso.
A resposta certa para operadoras que não querem perder a grande oportunidade de oferecer serviços de valor agregado aos seus clientes, e, ao mesmo tempo, uma sensível redução dos custos envolvidos, pode ser a adoção de uma solução horizontal. As ferramentas de escalabilidade horizontal têm a propriedade de proteger o investimento realizado e oferecer a flexibilidade necessária para adaptar serviços de acordo com a demanda dos mais variados segmentos. Uma plataforma comum com componentes reutilizáveis, além de prover um rápido e fácil desenvolvimento de serviços, também permite otimizar os custos.
O IP Multimedia subsystem (IMS) foi definido pelo 3GPP (3rd Generation Partnership Project) como um subsistema para redes móveis – uma nova infra-estrutura que permitirá oferecer serviços inovadores, por meio de uma solução integrada. Cada novo serviço poderá ser facilmente adicionado, aproveitando os elementos comuns desse subsistema e permitindo assim ganhos de sinergia. Além, disso, a utilização de um padrão estabelecido pode garantir a escala e a evolução do sistema.

Otimizando os custos

Enquanto as soluções verticais stand-alone exigem que 100% dos investimentos sejam (re)feito a cada nova aplicação, a solução IMS prevê os mesmos de forma otimizada. Os serviços podem ser adicionados à infra-estrutura sem a duplicação de componentes. Em torno de 60% dos gastos necessários ocorrerão na infra-estrutura básica comum. Dessa forma, cada novo serviço implicará em apenas 40% do valor adicional. Eventualmente, o crescimento da demanda por determinado serviço, exigirá custos em torno de 10% para upgrade da infra-estrutura básica.
Quando comparamos com as soluções verticais, percebemos que em torno de 50% do investimento será preservado a partir da segunda aplicação adicionada à infra-estrutura básica. Esse modelo possibilitará custos decrescentes e grande flexibilidade para o lançamento de novos serviços. Além disso, o retorno sobre cada investimento incremental ocorrerá num tempo muito mais curto. Não podemos esquecer também que a despesa operacional sofrerá uma sensível redução devido à utilização de uma plataforma comum a todos os serviços.
A infra-estrutura IMS permitirá não só otimizar os custos como também melhorar radicalmente a experiência dos usuários e aumentar a sua propensão à utilização dos novos serviços. Devido a isso, torna-se fundamental fazer o mapeamento das necessidades dos usuários e oferecer serviços adequados para se obter o sucesso em qualquer solução.

Oferta de novos serviços

O Customer Marketing da matriz da Siemens desenvolveu uma pesquisa com usuários de telefonia celular do mundo todo, durante um dia inteiro. A finalidade era identificar as suas principais necessidades, as quais foram agrupadas em três áreas: Comunicação = "eu + as outras pessoas"; Informação = "eu + o mundo ao meu redor"; e Entretenimento = "eu". Percebe-se facilmente que essas diferentes necessidades apenas são plenamente satisfeitas por diferentes categorias de serviços, tais como "voice", "messaging", "dowloading", entre outras. Mesmo assim, é possível identificar um ponto comum entre elas: a Multimídia em tempo real.

Nesse ponto é que reside a grande vantagem do IP Multimedia Subsystem. Somente uma solução capaz de proporcionar de uma forma integrada multimídia, para multiusuários e em multisseções será capaz de oferecer toda a gama de serviços para atender a esses diferentes perfis de uso.

Cenários de serviços

A indústria está em fase de transição dos serviços centrados em voz e short messages para um novo mundo de serviços e aplicações multimídia. Vários estudos sobre as futuras comunicações multimídia pessoa-a-pessoa, estão sendo conduzidos pelo grupo business consulting community e, dentre eles o que mais se destaca é o serviço Push-to-Talk over Celular (PoC). As possibilidades não terminam por aí e todas já estão ao alcance da mão.

Recentemente, um artigo de Cesar Souza, autor do livro "Você é do tamanho dos seus sonhos", desafiava o leitor a responder a seguinte questão: "De que lado do balcão você vai estar em 2010, dentro de um aquário ou no oceano?". Essa é a pergunta que devemos responder ao analisar sobre a futura oferta de serviços de comunicações móvel, e evitar que as decisões de prazo muito curto nos levem a ficar presos numa armadilha - ou num aquário. E O futuro nos reserva um oceano de oportunidades.


Portal da "Convergência Fixo-Móvel" (FMC)

 Tópico:        AS TECNOLOGIAS ENVOLVIDAS  
 

2.1.

IMS

 

A indústria de celular está engrenando uma batalha real entre os vendors de equipamentos de rede em função do software de sinalização de wireless data da tecnologia 3G.

 

Muitas Operadoras de Telecom estão adotando o padrão SIP (Session Initiation Protocol) para seus serviços de próxima geração e vêem os subsistemas como o IMS (IP Multimedia Subsystem) como sendo um componente importante na criação e controle de aplicações IP de tempo real e de alto valor adicionado, tais como conferência em multimídia, “mensagemria”, jogos multiplayers, e VoIP, como também a flexibilidade de ofertar serviços compostos tais como: abrir um circuito de chamada de voz no meio de uma sessão de IM (Instant Messaging) e também a habilidade de iniciar uma aplicação de compartilhamento de vídeo no meio de uma chamada de voz.

 

Originalmente definido pelas especificações para redes 3G - 3rd Generation Partnership Project (3GPP) Release 5, a plataforma IMS proporciona uma camada de controle com interfaces abertas para interagir com as camadas (superiores) de transporte e de serviços.
Ela proporciona que as Operadoras de Telecom tenham o controle sobre os serviços numa base por sessão (per-session basis) e espera-se que ela também proporcione uma flexibilidade sem precedentes na forma em que os dados móveis são enviados para o assinante e muito mais!

 

O IMS é uma Tecnologia de Rede Núcleo (Core Network) muito importante para a FMC. 

Para conhecer mais desta importante plataforma veja a matéria
- IMS: Um Importante Componente na Convergência Fixo-Móvel  do Weblog  Novas Tecnologias - Novos Negócios  e 
- IMS - IP Multimedia Sub-System do Comunidade WirelessBRASIL.
 


Novas Tecnologias - Novos Negócios  -  Blog-book de Eduardo Prado.  Visite!

18/04/2005 - Segunda-feira

CONHEÇA MUITO MAIS SOBRE IMS 

Por quê esta plataforma será tão importante para a Convergência Fixo-Móvel (FMC)? 

Conheça abaixo! 

LR Explains IMS
Unstrung

March 24, 2005  

Feeling confused and left in the dark by all this talk of IMS? Fear not, Light Reading has the answers. 

IMS (IP Multimedia Subsystem) developments, and the whole fixed-mobile convergence concept of managing and delivering services across a single core network, have gained major momentum in past months, with standards bodies making progress and vendors and operators announcing IMS-based strategies (see IMS Tops 3GSM Agenda, IP Multimedia Subsystems: Easy Does It, and Vendors Prep for IMS Fight).

IMS is set to enable next-generation applications like multimedia conferencing, multiplayer gaming, and transferring a voice-over-WLAN call to a cellular network. It will have a major impact on the telecom industry because it will lead to new business models and opportunities and (it is to be hoped) lower costs through standards-based procurement. 

In short, it’s important. Very important. But it’s also very complex.

Which is why Light Reading has put together an IMS Guide, to help you understand this technological minefield. 

Author Tim Hills lays out the basics in a report that makes IMS easy to follow: 

What Is IMS?
A unified service architecture for all networks

Why Is It Important?
It's life after the bit-pipe

What Is the State of Standards?
Work in progress, but solid results

How Does IMS Work?
Very abstractly

Are There Issues With the Technology?
It's still early days

What Does IMS Mean for Legacy Circuit-Switched Networks?
Higher revenues if telcos are smart

What Can IMS Be Used For?
Everything from tailored applications to the next big thing

Who Would Deploy IMS?
Just about everyone could be interested, one way or another

Acronyms
There are a lot
 

Enjoy!

— The Staff, Light Reading


14/03/2005 - Segunda-feira

A DOMINÂNCIA DA PLATAFORMA IMS NO CONGRESSO MUNDIAL DE GSM NA FRANÇA 

No 3GSM World Congress (February 14 – 17, 2005) em Cannes na França só deu IMS - IP Multimedia Subsystem. 

Você tem dúvida?. Venha ver aqui conosco:  

IMS Tops 3GSM Agenda
Untsrung
02.15.05

CANNES, France -- Vendors and operators have turned their attention to fixed-mobile convergence (FMC) issues at this year's 3GSM World Congress in Cannes, which kicked off Monday.

At the heart of vendor developments and operator strategies is the IP multimedia subsystem (IMS) -- standards-based technology that will enable service providers to offer SIP-based services, such as VOIP and video messaging, to their customers across multiple mobile and fixed access networks. In essence, IMS technology provides a SIP-based control layer with open interfaces to the transport layer and the services layer above

"IMS is definitely one of the main themes here in Cannes -- there's a lot of it about," says Graham Finnie, senior analyst at Heavy Reading, who is soaking up the sun and some cheap vin blanc on the French Riviera this week. Finnie recently produced a report, "Fixed-Mobile Convergence Reality Check," on the subject.

"It has suddenly become a real hot topic. Everyone sees it as the way to go with the core network, but it's going to be a slow process. Some vendors are predicting it will be a 10-year cycle," says Finnie.

IMS developments, and the whole FMC concept of managing and delivering services to fixed and mobile users across a single core network, have gained major momentum in the past few months, with standards bodies making progress and vendors and operators announcing IMS-based strategies.

And it's not just the vendors that are talking up the convergence technologies. Finnie noted that at least two mobile operators had highlighted the importance of IMS during the 3GSM event's opening day plenary presentations.

Dave Williams, CTO at mobile operator mmO2 plc, told the conference that IMS and HSDPA are the two key technologies for mmO2 for the future. Then Rogers Wireless Communications Inc. CTO Bob Berner identified IMS as the key technology that will help service providers build applications and bridge different types of access networks, such as 3G, WiMax, and DSL.

But Finnie says there is also a sense of caution about the implementation of IMS systems: "There's a lot of enthusiasm for IMS, but there's also a lot of uncertainty about when it's going to happen, and in what order it will happen in the network."

There have been few signs of caution in the equipment vendors' IMS-related announcements of the past few days, however. Here are some of the key FMC news bites from 3GSM:

Ericsson AB spelled out its technology vision and announced that it is to provide IMS technology, integration, and support services to Telecom Italia Mobile SpA.

Mobile operators with IP core networks will be the IMS pioneers, according to the vendor's strategic marketing manager for IMS, Oscar Gestblom. "It will help them cut operational costs and prepare for fixed-mobile convergence, but most importantly it will help them deploy new, revenue-generating services such as push-to-talk," he says. He adds that about 25 carriers have deployed Ericsson's IMS technology for trials and tests to date.

Telecom Italia Mobile is widely regarded as one of Europe's most progressive mobile operators and will certainly be in the throes of preparing for FMC as it becomes fully reintegrated with parent Telecom Italia SpA.

And it has done what most large carriers do when implementing cutting-edge technology -- it hedges its bets. Because, although it will deploy Ericsson's IMS system, it already has IMS technology installed and working from the Swedish vendor's chief rival Nokia Corp. TIM plans to launch a video sharing service in the second quarter of this year.

Nokia also announced cooperation with its local incumbent carrier
TeliaSonera AB to develop IMS-based services and network solutions.

France Telecom SA is another operator making FMC tracks. It is using IMS stuff from R&D partner Siemens Communications Group and has tested the technology at its British subsidiaries Orange UK and Wanadoo UK. Now the carrier plans to test out IMS-based services with about 200 trial customers.

Alcatel announced that T-Mobile USA will deploy more of its Spatial softswitches as the operator continues its core network upgrade. Alcatel acquired Spatial Wireless last year to bolster its wireless portfolio and IMS capabilities.

Lucent Technologies Inc. has integrated a slew of different technologies to bolster its IMS proposition, including a 3G video gateway from Radvision Ltd.

Lucent is also working on IMS-based service developments with Japanese ISP eAccess Ltd.

Nortel Networks Ltd. outlined its partner-based IMS offering. It has teamed up with Motorola Inc., IBM Corp., MetaSolv Software Inc., Sonim Technologies Inc., and Ubiquity Software Corp. to deliver a complete IMS hardware and software product set.

Other IMS-related news from 3GSM includes:

MS Pushes Deeper Into Carriers

Motorola Demos IMS

Ubiquity, Terraplay Team on IMS

NEC Showcases FMC

IPWireless Selects Trillium

Ulticom Offers IMS Signaling

NetCentrex Demos Video Products

Og Vodafone Picks Cirpack

Outsmart & AudioCodes Partner on FMC

Ubiquity, Terraplay Team on IMS


- Ray Le Maistre, International News Editor, Light Reading

Veja
mais ….

Motorola Demos IMS
Unstrung
February 14, 2005

Nortel Unveils IMS Strategy
Unstrung
February 15, 2005

TIM, Nokia Make IMS Progress
Unstrung
February 15, 2005

Siemens, FT Test IMS Systems
Unstrung
February 15, 2005

Ubiquity Works With Moto's IMS
Unstrung
February 15, 2005

Lucent Integrates Bell Labs IMS
Unstrung
February 15, 2005

TeliaSonera Trials Ericsson's IMS
Unstrung
February 15, 2005

GSMA Trials Prove IMS Interoperability
Unstrung
February 15, 2005

Siemens to Talk IMS

Unstrung
February 17, 2005
 

Quer conhecer mais sobre IMS e Convergência?

 

Venha aqui no Portal de Convergência FMC do Comunidade WirelessBRASIL e divirta-se!!!

BOM DIA!


07/03/2005 - Segunda-feira

A CISCO PRECISA DO IMS PARA MANTER A LIDERANÇA NA CONVERGÊNCIA

Para você vê que nem só de tamanho uma Corporação sobrevive...

A Plataforma IMS vai ser um mercado importante nos próximos anos pois a Cellcos precisam desta plataforma para trilhar no caminho da Convergência.

Uma pergunta que não quer calar: E você Operadora de Telefonia Celular brasileira – que fala muito em Convergência – quando vai pensar em adquirir a sua Plataforma IMS? ...

Cisco needs an IMS acquisition to take the lead in convergence

Rethink Research
Published: Thursday 3 February, 2005

Whichever specific technology becomes dominant in the fourth generation network, it is certain to be IP-based, and be able to integrate wired and wireless systems transparently to deliver advanced multimedia services to the home, enterprise and mobile device. Until very recently, this has all been so much theory, but now the more advanced operators are starting to make real world plans for converged all-IP, and the vendors are starting to jostle for position. Two factors will be critical in deciding the winners in the IP wireless world - the success or otherwise of WiMAX, and the controllers of the core of the network, the IP Multimedia Subsystem (IMS).

As we have seen, the broadest agenda of the WiMAX supporters is to ensure that 4G is based on a technology that, like Wi-Fi, largely follows a computer/internet industry model and benefits the stalwarts of that sector, from Intel to IBM to Cisco. Using Wi-Fi and WiMAX, the margins and competitive edge lie with the device and application, with the network being merely a bit pipe, thus taking power from the network operators and putting it in the hands of the equipment makers. Conversely, a 4G based on an IP-based evolution of 3GPP standards would be far more heavily influenced by the cellco model, with the network operator controlling the end user devices, applications and content access and the brand and revenues being associated with the network itself.  [Leia mais]

02/03/2005 - Quarta-feira

AS CELLCOs JÁ COMEÇARAM A PERCEBER A IMPORTÂNCIA DA PLATAFORMA IMS NO SEU FUTURO

E você Operadora de Telefonia Fixa brasileira – que fala muito em Convergência – quando sua “ficha vai cair”?

Veja o caso da Cellco britânica "O2" a seguir:

IMS IS AN IMPORTANT COMPONENT IN THE CONVERGENCE BUSINESS ...
O2 Breaks Cover on IMS

Unstrung
01.31.05

MmO2 plc has become one of the first European mobile operators to unveil plans to implement emerging IP Multimedia Subsystem (IMS) technology.

The operator will deploy Siemens AG´s IMS@vantage platform as part of a two-year program to introduce IP-based multimedia service capability in its core network. The first services will be launched by the end of 2005, says mmO2 chief technical officer Dave Williams (see O2 Picks Siemens IMS).

Services that could be delivered over IMS include presence-enabled group applications, such as push-to-talk and multimedia conferencing. So-called "combinational" and "rich call" services, like push-to-view, see-what-I-see, or push-to-share, while making a regular circuit-switched voice call, are also possible.

And using an IMS core to enable interworking of applications, with appropriate quality of service, across wireline and wireless networks makes it an important component of fixed-to-mobile convergence (see Convergence Ramps Up).

"There so much capability on this platform," says Williams. "IMS will be the new signaling core for wireless networks."

Defined by the 3rd Generation Partnership Project (3GPP) specifications for 3G networks, IMS provides a SIP-based control mechanism between the transport and service layers of a network. It is expected to provide unprecedented flexibility to the way mobile data services are developed and operated (see IP Multimedia Subsystems: Easy Does It).

"We have decided to go early to get experience of developing services on IMS," says Williams. "I want to grow our marketing and product development skill sets. It needs a whole suite of marketing expertise we haven?t got at the moment."

Several other major European, Japanese, and North American operators have recently deployed IMS platforms, or are known to be preparing for it. The initial implementation is often based around a specific use-case, such as push-to-talk or video sharing, with the intention of adding new services to the platform over time (for example, see TIM Intros Video Sharing).

Aside from its service creation capabilities, an attractive feature of IMS is that it doesn?t require a huge upfront capital investment. "Initially it will be [deployed] on off-the-shelf Sun-Sparc server type hardware; long-term it makes its way into the [3GPP] R4 Core," says Williams. "It is not that expensive to deploy."

- Gabriel Brown, Chief Analyst, Unstrung Insider

Quer conhecer mais sobre a plataforma IMS e sua importância na Convergência?
Dê um pulinho aqui no Portal FMC do Comunidade WirelessBRASIL.

BOM DIA!

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ARTIGOS E SITES ESTRANGEIROS

InformationWeek
Network Evolution towards IP Multimedia Subsystem
http://whitepapers.informationweek.com/detail/RES/1074104551_116.html&src=TRM_TOPN

Abstract:
As opposed to "mobile Next Generation Network" approach aiming at just carrying circuit services on top of the Internet Protocol (IP), the IP Multimedia Subsystem (IMS) offers operators the opportunity to build an open IP based service infrastructure that will enable an easy deployment of new rich multimedia communication services mixing telecom and data services. Alcatel IMS solution is based on 3GPP specifications but is also able to provide commonIMS services for mobile and other access networks including fixed ones. Before trying to emulate circuit switched domain, IMS will first provide new services(such as Instant Messaging, Presence, Push to Talk over Cellular (PoC)) that are not too demanding for the underlying radio access network. These services will attract customers and create new telecommunication needs without inducing the technical risks and costs of speech with stringent quality over packet radio.
Date Published: January 5, 2004
Authors: Laurent Thiébaut , Michael Tadault , Sajid Soormally
Level of Technicality: Non-technical
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Motorola
http://www.motorola.com/networkoperators/pdfs/new/IMS-WhitePaper.pdf

Motorola IP Multimedia Subsystem February 2004

The IP Multimedia Subsystem

IP-based systems offer network operators the opportunity to expand their services, integrating voice and multimedia communications and delivering them into new environments with new purposes.
This is what the industry calls convergence, bringing multiple media, multiple points of access, and multiple modes of and purposes for communication together into a single network, and often, even into a single device.
Developing and delivering convergence, though, will make a number of new demands on both the network and the operator.
First, to hold existing subscribers and attract new ones, carriers will need to offer a portfolio of services that is both broad-ranged and competitively differentiated. Inevitably, the increasing appetite for content will lead to a higher dependence on third parties to provide the needed variety of audio, video and multimedia applications.
Next, since this third-party content must be extended through the network to endusers, operators will need mechanisms in place to deal with issues of access, server capacity and device compatibility, among others.
Finally, to maximize the value of new revenue streams, capabilities must be in place to allow every stage of deployment and operations to be accomplished quickly and cost-effectively.
Successful execution, then, requires a network architecture that can support development, deployment and delivery over an IP backbone—the IP Multimedia Subsystem (IMS).
IMS carries signaling and bearer traffic over the IP layer, functioning as an intelligent ‘routing engine’ that matches a user profile with an appropriate call handling server and switches the call control over to the designated handler.
IMS includes the capability to add, modify or delete sessions in an existing multimedia call, and extends the IP network all the way to the user equipment, enabling the core network to remain access agnostic.
Each end-user can have a personalized experience involving simultaneous voice, data, and multimedia sessions.

Capabilities and Benefits
The IP Multimedia Subsystem provides a flexible IP media management and session control platform that operators can layer over their current network infrastructure. As an overlay, the IMS allows operators to leverage long-term value of existing network equipment, reducing the capital investment associated with new service development and deployment. Through the IMS, access to network services can be secured through a web-friendly interface, enabling third-party developers, service providers and even subscribers to self-manage their service experience while the network operator retains control over network resources.
Simplified, secure access for all parties means fewer network staff resources are needed to manage new services, which in turn reduces delivery and operations costs and offers higher pricing flexibility.
With the IP Multimedia Subsystem on the network, subscribers can control when and how they
communicate. They can choose the most appropriate medium or combination of media—video, voice, text, images, or instant messages—all available simultaneously and in real time.
Over the IP backbone, operators can quickly bring new services to market, targeting new segments to attract new revenue streams. Third-party resources for application development and hosting can be managed more effectively and securely, providing a range of sophisticated services designed to attract highvolume users and help increase both Average Revenue Per User (ARPU) and MOU.
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COLEÇÃO DE NOTÍCIAS

Teleco
http://www.teleco.com.br/expocelular_release04.asp
Congresso Expo Celular 2004
OPERADORAS COMPETIRÃO ATRAVÉS DE SERVIÇOS DIFERENCIADOS SOB A MESMA REDE
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Saber Eletrônica

http://www.sabereletronica.com.br/news/index.asp?noticia=20041123a&inicio=1

IMS - IP Multimedia Subsystem

A plataforma IMS da Motorola representa busca soluções convergentes all-IP, fornecendo aos usuários serviços de voz, dados e multimídia sincronizados e em tempo real, utilizando comunicação por pacotes. Ela complementa as soluções SoftSwitch (MSS) e PoC (Push-To-Talk over Cellular) da empresa, constituindo-se em parte central da estratégia da Motorola de se basear em padrões rumo à evolução das redes móveis.

O padrão IMS cria uma plataforma com alta capacidade de expansão e crescimento, possibilitando às operadoras oferecer a seus clientes serviços de valor agregado. As aplicações possíveis incluem serviços convergentes de voz por meio de redes sem fio, corporativas e Wi-Fi, bem como serviços de valor agregado como PoC, mensagens multimídia, mensagens instantâneas e chat, videoconferência e chamadas em grupo multimídia. Embora alguns aplicativos multimídia já estejam disponíveis nas redes atuais, a arquitetura IMS permite que uma única aplicação funcione em todas as redes de acesso sem fio capacitadas para IP, sem a necessidade de customizar cada aplicativo para a tecnologia de acesso de rádio subjacente, limitando assim sua utilização. Os aplicativos multimídia construídos sobre esta arquitetura também são portáteis, viajando com dispositivos capazes de suportar esta tecnologia conforme os assinantes se locomovem pelo país ou pelo mundo.


TelecomWEB
http://www.telecomweb.com.br/noticias/artigo.asp?id=49975

Yankee Group aponta sucesso de padrão IMS
-- 18/06/2004 --

Companhias apostam num ambiente padrão para aumentar a oferta da próxima geração de serviços

As operadoras de telefonia móvel tendem a investir cada vez mais em tecnologias que possibilitam a convergência entre redes fixas e móveis, visando a oferta de serviços avançados para os consumidores. De acordo com análise do The Yankee Group, para atingir esse objetivo, entretanto, elas necessitam de um padrão de arquitetura comum. Nesse cenário, o IMS (IP Multimedia Subsystem) - utilizado especialmente em soluções de push-to-talk para celular - está despontando como a solução mais promissora.

Segundo o instituto, os principais fornecedores mundiais de equipamentos já estão adotando o IMS como padrão, graças a suas características que permitem um ambiente homogêneo de serviços.
O uso comercial do IMS, no entanto, ainda está incompleto. A previsão é que, nos próximos 12 meses, as prestadoras de serviços de telecomunicação completem o desenvolvimento de outras capacidades para esse padrão, por exemplo, com IPv6, o protocolo internet de próxima geração.

Nos Estados Unidos, Sprint e Verizon já estão utilizando elementos da plataforma IMS para serviços push-to-talk no celular. A tendência, aponta o instituto, é que a plataforma se torne um ambiente padrão de serviços para operadoras celulares e para serviços convergentes fixo-móvel.
 


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MENSAGENS DE GRUPOS DE DISCUSSÃO


EM CONSTRUÇÃO

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Seção atualizada em 06/12/2004