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BPL - Broadband over Power
Line
Link de origem : http://informatica.terra.com.br/interna/0,,OI265019-EI553,00.html Visite!
Sexta, 6 de fevereiro de 2004, 11h59
Canadá testa banda larga via rede elétrica
Sault Ste. Marie, conhecida como a "Cidade do Aço" na província de Ontário, vai ser a primeira cidade canadense a testar o acesso à Internet via rede elétrica, graças a um programa piloto desenvolvido pela companhia elétrica local, a PUC Inc.
A empresa vai implementar a tecnologia de banda larga via rede elétrica (BPL - Broadband over Power Line) de uma forma um pouco diferente da usual. Em vez de levar o link de dados até cada tomada na casa do assinante, ele só vai até os transformadores. Lá são instalados "hot-spots" wireless, que fornecem acesso em alta velocidade e sem fios, aos usuários de qualquer desktop ou notebook das redondezas, equipado com uma interface de rede no padrão 802.11b (também conhecido como Wi-Fi)
Segundo a PUC Inc. (não confunda com a universidade), o preço do serviço será "competitivo", com velocidade de acesso igual ou superior à oferecida por uma conexão DSL. A empresa também estuda a possibilidade de oferecer serviços de telefonia via Internet (VoIP - Voice over IP) usando como infra-estrutura a rede elétrica já existente.
A tecnologia para o novo sistema de acesso está sendo fornecida pela norte-americana Amperion Inc, empresa na qual a Cisco Systems é investidora.
Link de origem: http://www.plca.net/whatisplc.asp
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What is PLC
An illustration on how PLC works
The new generation of Power Line Communications utilizes the latest in modem and chipset technology to deliver high speed data transmission and broadband communications across an electric utility's medium and low voltage distribution systems. The services that PLC will support fall into two categories.
Internet Access/Home & Business Networking
Broadband Power Line Communications or PLC is simply data transfer via a combination of the power network within the home or office, the metropolitan power distribution grid. Of key importance here is that no new wires need to be installed in the "last mile," and PLC takes advantage of the largest network on earth by far, the global power grid.
Utility Related Services
Although the The PLC Network is based on the power distribution network, it will be able to provide and will enable services to utility the power network operators to improve the safety and efficiency of the power network. These services include: Network Switching, Network Monitoring Fault Diagnosis, Demand side management of power distribution network, Remote load control, Tariff Switching, Meter reading telemetry.
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Redes PLC
http://networkdesigners.com.br/news/index.php?option=news&task=viewarticle&sid=21
30 Sep 2003
Milton Lima
INTRODUÇÃO
Com o desenvolvimento da tecnologia Power Line Communication (PLC), que permite transmissões de sinais por onda portadora em redes de distribuição de energia, surge mais uma opção de conectividade em banda larga, além dos sistemas wireless, de satélite e cabos coaxiais das operadoras de TV por assinatura.
Com o passar do tempo os meios de comunicação vão se integrando e a exigência de novos meios de velocidade na transmissão de dados, além da busca pelo último usuário faz com que a PLC seja a alternativa mais barata e viável, a velocidade de transmissão numa rede PLC pode chegar até 14 Mbps dependendo da quantidade de usuários conectados.
[Leia
mais]
Link
de origem: http://www.endeavor.org.br/br/empreendedores/brasil/taho/news_02.htm
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A internet através da rede elétrica
O sonho de usar a rede elétrica como meio de comunicação dá mais um passo para virar realidade comercial no Brasil. O país entrou para o seleto grupo que desde o ano passado domina a chamada tecnologia Power Line Communication (PLC) in-Home (ou dentro de casa), que, na prática, torna a rede elétrica do prédio um hub capaz de trabalhar com vários protocolos. Os usos mais comuns vêm sendo a substituição do cabeamento interno para redes locais e para distribuição de pontos de acesso internet a partir de um único dispositivo de comunicação (uma antena no alto do prédio no caso das comunicações online, ou a central telefônica).
Semana passada, um dos prédios mais antigos de Petrópolis começou a usar os dispositivos PLC criados na Fazenda Marambaia pela equipe do professor Carlos São Paulo, da Taho. São três modelos. Um típico, daqueles em que basta plugar o powerline na tomada elétrica e conectá-lo ao micro através de um cabo de rede; outro semelhante, no qual o cabo de rede dá lugar a um cabo USB; e um terceiro onde a conexão com o micro se dá através de antenas wireless padrão IEEE 802.11. Para este último a Taho trabalha num modelo que poderá ser atachado no bocal da lâmpada, no teto, ampliando a área de cobertura. Onde houver luz, haverá sinal! E vários micros equipados com antenas poderão acessar a web no mesmo ambiente, sem degradação de sinal.
A solução Power Line foi a maneira mais viável de levar o acesso web a todos os apartamentos deste prédio em Petrópolis, que tem seus dutos de passagem para cabos completamente tomados pela rede elétrica e telefônica. As outras opções seriam a instalação de antenas em cada janela ou a realização de obras para passar o cabo de rede. Nos dois casos, a lista de problemas superava em muito a dos benefícios.. Em ambientes assim o canal de rádio é seriamente afetado por distorções. O que tornaria a solução com antenas muito instável.
No fim, o desafio particular acabou abrindo um mercado para a empresa, que, agora, negocia a terceirização da fabricação do seu Power Line em larga escala no país. A Taho pretende vendê-lo para concorrentes do segmento wireless e empresas especializadas em projetos de automação predial e redes locais. Já este ano.
A Taho não é a primeira empresa no Brasil a se dedicar à tecnologia PLC. Em 2001 a Copel (Companhia Paranaense de Eletricidade), em parceria com a alemã RWE, realizou testes em Curitiba, levando conexão internet de alta velo cidade a 50 residências. A tecnologia era a PLC outdoor. O sistema funcionou bem em conexões de curta distância (máximo de 300 metros). Mais tarde, Cemig e Eletropaulo, junto com a AES, também iniciaram projetos pilotos de redes fora de casa.
A rede de distribuição elétrica é um meio extremamente hostil como canal de comunicação. Experiências bem-sucedidas neste sentido começaram a acontecer recentemente, graças a outra tecnologia da qual iremos ouvir falar muito, daqui para a frente: OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplexing). Mesma tecnologia usada para transmissão internet pelos celulares 3G, pela TV digital (principalmente no padrão japonês) e pelo rádio digital (FM). Se você é estudante de engenharia elétrica ou de telecomunicações, recomendo estudar profundamente o padrão OFDM.
Já os interessados pela tecnologia Power Line encontram um bom material em português. A começar pela tese de mestrado do Alexandre de Moura Vidal, disponível em
(?). E, em inglês, em (?), site da PLCForum Assotiation, que, no ano passado, publicou recomendações para coexistência de redes elétricas e digitais.
O INTERESSANTE do PLC dentro de casa é que a rede está onde você está. No quarto, na varanda, na sala... basta ter uma tomada por perto .. É você que muda o ponto de rede a seu bel-prazer.
POR FALAR EM MOBILIDADE, o assunto warchalking mereceu a capa da revista "Galileu" de março. De quebra, um mapinha com pontos wireless abertos no Rio.
Link
de origem: http://www.revista.unicamp.br/infotec/artigos/marcal4.html
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INTERNET VIA REDE ELÉTRICA
Será possível esta maravilha ? Pelo mesmo fio que alimenta meu computador, vou ligar algum dispositivo e por ai também virão os bits da Internet, ou de uma Intranet de uma empresa, escola ? EXATAMENTE.
A tecnologia
Esta inovação já está em testes em alguns países, principalmente na Inglaterra (North West) na empresa NORWEB Communications (uma união da Northern Telecom -NORTEL- e United Utilities Company). Digital PowerLine é uma solução fim-a-fim completa, coloca um serviço Internet/Intranet de uma sub-estação de eletricidade até a casa do usuário ou seu escritório. Na prática ela transforma as baixas voltagens da infra-estrutura de um segmento de eletricidade existente em uma intranet, e assim o cliente é atendido por uma LAN em sua casa ou escritório. O melhor da tecnologia: Ela prove uma conexão permanente com o usuário, ou seja 24 Horas (como a energia elétrica), a uma velocidade de 1 Mbps.
Esta tecnologia foi anunciada a aproximadamente um ano, e desde esta data conta com mais de 70 usuários conectados fazendo testes. A NORWEB anunciou que está pronta para ligar mais 1500 pontos e, para isso conta com seis subestações elétricas já prontas, powerline ready.
A tecnologia é muito nova e ainda se tem uma projeção de ficar em testes e trials com usuários por mais algum tempo, isto na área de operação da NORWEB na Inglaterra, mas em outras áreas não se sabe exatamente os planos de cada companhia de eletricidade. Sendo assim, a implementação desse recurso depende muito das empresas e de seus planos de implementação para cada região. Os diretores da NORWEB já arriscam dizer que a tecnologia está pronta para o grande mercado que vai ser tão comum como é hoje uma linha telefônica para se ligar na Internet. Sendo uma conexão de 1 Mbps, inicialmente será uma grande alternativa para usuários domésticos ou pequenos negócios. Os grandes negócios atualmente estão com necessidades de maior velocidade, optando por alternativas como fibra-óptica, satélite, rádio, enfim, opções que são mais adequadas.
Os custos deste tipo de conexão ainda estão indefinidos, mas certamente no mercado altamente competitivo, não poderá ser mais caro que alternativas de mesma velocidade e eficiência (CATV, Rádio, Satélite).
O tipo de equipamento necessário, além do PC, MAC ou outro, em casa/escritório é uma caixa pequena ligada junto a corrente elétrica e outra maior próxima a seu computador. As caixas são ligadas através de um cabo coxial. O computador é ligado à caixa maior através de uma interface ethernet. A velocidade nominal da tecnologia é de 1 Mbps, porém em momentos de pico de carga, pode ser inferior a isso, mas nunca foi observada uma performance menor que ISDN, por exemplo. Esta questão de velocidade atualmente na Internet é muito relativa. Muito da performance dela está ligada a outros fatores, que não a última milha, ou seja o tráfego em diversos backbones é que dita a performance da rede. Em relação a Cable Modems, a velocidade é inferior, pois estes estão na ordem de 10 a 50 Mbps (downstream).
Regulamentação/Padrões
A tecnologia como já dissemos proverá velocidades da ordem de 1 Mbps, portanto um espectro de 0 a 1MHz são necessários (assumindo 1 Hz para 1bit). Se vamos utilizar este espectro, e uma infra-estrutura de fio metálico existente, então necessitamos de um espectro de rádio, mas para a segurança temos que gerenciar também a harmonia necessária entre todas novas tecnologias em cabos (DPL, ADSL, HDSL, VDSL, XDSL).
Nas divisões existentes, temos a faixa de 3 a 148.5 KHz, que não dá pra acomodar serviços de alta velocidade. A faixa de 150 KHz até 2.2 MHz é utilizada para serviços de estações de rádio de ondas longas e médias. Resta então as frequências mais altas, acima de 2.2 MHz até 10 MHz.
Para a harmonia do espectro a ser usado por DPL é necessário considerar os serviços de banda de rádio de 2.2 a 10 MHz, transmissões de rádio em ondas curtas, rádio amador, serviços governamentais, marítimos, aeronáuticos e militares de comunicação (uso civil em áreas urbanas). DPL foi desenhado para utilizar o mínimo de energia destas freqüências. O nível de entrada de energia é de 05. MilliWatts em 10 KHz. Em termos de freqüência atualmente a NORWEB usa 2 MHz desta banda entre 2.2 e 10 MHz. A alocação de freqüências de rádio são regulamentadas pela ITU (International Telecommunications Union), como DPL foi desenvolvida na Inglaterra a RA (Radiocommunications Agency) orgão que regulamenta o uso civil naquele país, trabalha junto com a NORWEB para harmonizar serviços DPL com outras licenças.
Veja mais sobre o assunto em
http://www.nor.webdpl.com/index.htm
http://www.norwebcomms.com/index3.htm
Marçal dos Santos
Graduado em Ciência da Computação, Unicamp, 81
Gerente de Desenvolvimento Tecnológico, Centro de Computação, Unicamp
santosmd@lucent.com
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ARTIGOS
E SITES ESTRANGEIROS |
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http://www.dailywireless.org/modules.php?name=News&file=article&sid=911
http://www.dailywireless.org/modules.php?name=News&file=article&sid=770
http://www.nor.webdpl.com/index.htm
http://www.norwebcomms.com/index3.htm
How
Power-Line Networking Works
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COLEÇÃO
DE NOTÍCIAS |
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Origem: Estadão
: http://txt.estado.com.br/suplementos/info/2003/12/01/info023.html
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Internet pela tomada pode estrear em 2004
(01/12/2003)
Eletropaulo dá últimos retoques em sistema que cria a banda larga de acesso universal
ROBINSON DOS SANTOS
A Eletropaulo está com pressa. Quer pôr em funcionamento já em 2004 sua rede de banda larga via tomada elétrica. "Ainda não se definiu nosso papel, se será de alugar o uso dos fios para uma operadora ou atuar junto ao usuário final", explica o diretor de marketing da empresa, Luiz Hernandes.
"Mas estamos bastante interessados no desenvolvimento e na aplicação da tecnologia."
A transmissão de dados via rede elétrica é conhecida pelo jargão PLC, de Powerline Communications, e se baseia em tecnologia dos anos 30. "O truque é transmitir sinais de freqüências diferentes pelo mesmo fio", resume o responsável pela tecnologia dentro da Eletropaulo, Paulo Pimentel. A diferença é que, enquanto a eletricidade caminha na freqüência de 60 hertz (ciclos por segundo), os dados voam na faixa de 5 a 30 megahertz (milhões de ciclos por segundo).
Os detalhes técnicos ainda precisam ser normatizados pela Anatel, a agência governamental que regula o setor. Mas, pelos testes feitos na capital pela Eletropaulo, o futuro da tecnologia é garantido. "Nossos testes, feitos em grupos pequenos de 30 usuários em prédios e condomínios, mostraram que seu uso é seguro", explica Pimentel. Segundo o técnico, o maior temor do grupo de estudos da Anatel - a irradiação de sinal e interferências - não foi constatado.
Mistura de redes
A internet pela tomada tem uma topologia interessante. Para que funcione, novos aparelhos seriam instalados junto aos transformadores dos postes. Eles receberiam uma ponta dos cabos de fibra óptica que atravessam a cidade. Os dados então chegariam pela rede elétrica até a casa do usuário, onde um modem especial filtraria o sinal da eletricidade e entregaria o sinal de dados ao PC.
Aplicações para a tecnologia não faltam, segundo Luiz Hernandes. "Prédios antigos e históricos, que não comportariam um cabeamento convencional, poderiam se tornar online de forma instantânea", conta. Ambientes de exposições, como o Parque Anhembi, também seriam beneficiados. Outro importante trunfo é a exploração de uma rede de cabos e postes que já está pronta e atende a praticamente 100% do município.
Os testes efetuados pela Eletropaulo usaram componentes da 1.ª geração do PLC. Com eles, foram obtidos velocidades de dados da ordem de 45 megabits/s.
Pimentel ressalta que a banda é dividida entre os usuários "plugados" a um mesmo transformador, mas isso não será limitante. "Temos em média 70 clientes para cada transformador, o que resulta num desempenho melhor que as opções de banda larga disponíveis hoje."
E o futuro promete, pois novas tecnologias apresentadas no congresso Futurecom, realizado em outubro em Florianópolis (SC), vão permitir largura de banda de até 206 megabits/s em equipamentos até 70% mais baratos. "2004 será o ano do PLC", aposta Pimentel.
(continua abaixo)
Origem:
Estadão http://txt.estado.com.br/suplementos/info/2003/12/01/info017.html
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Solução para rede local já está pronta
Para ligar micros em rede, basta uma tomada. É o que propõe a fabricante de computadores Kelow. A empresa começa a vender o Lanplug Kelow, tecnologia que inclui bridge Ethernet e adaptador USB para interligar micros em rede e à internet usando a rede elétrica existente.
A rede via tomada concorre diretamente com a tecnologia Wi-Fi. "O problema do wireless é que paredes de alvenaria interferem no sinal e muitas vezes exigem repetidores, que encarecem a solução", avalia o gerente de operações Paulo Giraldes.
O Lanplug Kelow é indicado para redes temporárias, como em estandes, ou na expansão de redes existentes. No esquema do Lanplug, o bridge Ethernet faz a ponte entre a rede local via tomada e a rede externa. Já os adaptadores USB ligam o micro à tomada e os integram à rede. A velocidade de dados pode chegar a 14 megabits por segundo.
Na instalação é preciso ficar atento a algumas limitações. A distância entre micros da rede não pode superar 300 metros. Além disso, a solução só integra micros que estiverem dentro da mesma rede elétrica (sob o mesmo relógio de luz). Cada peça do Lanplug Kelow (bridge ou adaptador) custa R$ 450. A Kelow acena com a possibilidade de fabricação local das peças em 2004.
http://www.lightplc.com.br/fr/imprensa_5.htm
Light testa uso de rede de distribuição para serviços de Internet
Cristiane Alvim, Internet e Cia
22/04/2003
Serviço, que utiliza tecnologia PLC, começou a ser testado em outubro de 2002. Avaliação leva em conta propagação do sinal na rede e viabilidade comercial
A Light Serviços de Eletricidade está testando o uso de sua rede de distribuição para serviços de Internet, com a tecnologia PLC
(Power Line Communications). Os testes, iniciados em outubro de 2002, buscam avaliar a propagação do sinal PLC na rede elétrica e a viabilidade comercial do produto. O projeto-piloto está sendo feito em bairros do Rio de Janeiro
A empresa não quer falar dos investimentos, em razão do caráter estratégico do projeto. Segundo Paulo Magalhães, gerente de Desenvolvimento de Negócios de
PLC, para adotar este tipo de conexão não é necessário fazer nenhuma adaptação na rede elétrica. Só é preciso, acrescenta, fazer as alterações na configuração dos equipamentos que serão conectados à rede.
A Light pretende expandir os testes para a Baixada Fluminense, entre outras áreas. A estudo de implantação da tecnologia PLC está sendo realizado em parceria com a EDF
(Electricité de France), controladora da empresa, que presta suporte técnico à equipe brasileira.
"Os testes estão sendo bem planejados para que, no futuro, possamos aproveitar a grande cobertura que a rede elétrica
propociona. Com essa tecnologia podemos transmitir dados, voz e imagem em banda larga", explica Magalhães. Atualmente a tecnologia PLC já está sendo utilizada em outros países como a Alemanha, a Suíça, a Áustria e a Espanha.
Bons resultados - O acesso à Internet é feito de maneira simples, utilizando um modem que é ligado diretamente à rede elétrica pela tomada. De acordo com Magalhães, a aceitação do produto tem sido grande. "Os resultados dos testes têm superado as nossas expectativas. Os clientes em teste estão considerando esse tipo de conexão muito melhor do que os sistema tradicionais. Muitos solicitam que não retiremos os modems de suas casas", comenta.
Para definir a viabilidade comercial do serviço, Magalhães explica que ainda é necessário uma avaliação completa da qualidade do produto, levando em consideração a velocidade de transmissão e a frequência de interrupção, por exemplo. A Light ainda não estabeleceu prazo para a conclusão dos testes e nem para a implantação comercial do serviço.
A rede de energia, além de servir para fazer a conexão à Internet, também pode ser utilizada para suprir as necessidades de empresas de telecomunicações que não possuem rede própria, segundo Magalhães.
"Futuramente, poderemos negociar com empresas como a Vésper e a Intelig para que elas usem a rede elétrica como rede de acesso. A rede elétrica pode ser utilizada não só para transmitir dados, voz e imagens como pode servir à telefonia e transmissão de vídeos", comenta Magalhães.
http://www.abusar.org/copel.html
COPEL
PLC - Power Line Communication
novo sistema de transmissão de dados em testes pela Copel Telecomunicações S/A.
Conforme de conhecimento de todos, a Copel Telecomunicações S/A, empresa integrante da holding Copel S/A, está testando um novo sistema que permite a transmissão de dados através da rede de energia elétrica.
Através de um convite feito pelo Deputy CEO da empresa ao Velocidade Justa, tivemos a oportunidade única e exclusiva de conhecer o funcionamento do sistema e da nova visão de mercado que virá com o novo produto.
O grupo Copel S/A estuda estar no mercado com uma tecnologia de transmissão de dados chamada de PLC (Power Line Communication) que utiliza a rede de energia elétrica como meio físico para chegar até as residências e pequenos escritórios.
Aliada a um sistema de fibra ótica colocada nas centrais de coleta dos sinais, a gama de aplicações possíveis é imensa, indo desde a criação de WAN's, VPN's, aplicações de telemetria, controle e automação de residências, telefonia de voz sobre IP e chegando ao acesso à internet em alta velocidade.
O novo sistema tem capacidade de transmissão de dados superior a quase, senão todos, os sistemas existentes hoje no mercado.
Suas velocidades de backbone variam de 6 Mb/s (simétrico 3/3 Mb/s) à 45 Mb/s (assimétrico 23/17 Mb/s) dependendo do equipamento empregado nas linhas.
No piloto do projeto, que se inicia esta semana serão realizados testes para todas as aplicações (de telefonia de voz sobre ip até o acesso à internet) em todas as plataformas de OS e velocidades existentes.
Serão testados diferentes equipamentos PLC, em parceria com diversos ISP's para a certificação de equipamentos e também do modelo de negócio com os ISP's para acesso em alta velocidade.
Segundo Orlando César de Oliveira , Deputy CEO da Copel Telecomunicações S/A e Coordenador Geral do projeto PLC, a Copel vem com uma nova visão de mercado, em suas palavras, "o objetivo é ligar qualquer um a qualquer um".
Este pensamento resume a nova visão de mercado a ser implementada, "o cliente terá a opção de escolher o prestador de serviço que mais lhe agrade, a opção de escolher o produto que mais se enquadre à suas necessidades"
É o fim da visão de mercado onde o cliente para ter acesso a um serviço de internet de alta velocidade é obrigado a assinar um plano caríssimo para ter acesso a conteúdo, e-mail e outros serviços que não serão utilizados.
"Nosso objetivo é a universalização da internet e faremos isto baseado em energia, você só paga o que usa" .
Isto mostra a intenção de tornar a internet algo acessível e sem obrigar o cliente a optar e pagar por serviços que não deseja.
Muito embora os preços ainda não estejam definidos, "a intenção não é apenas ser mais uma opção ao ADSL ou ao Cable, e sim uma excelente opção, com alta velocidade, liberdade de escolha e serviço sob demanda , portanto com valores justos".
O uso de filtros e bloqueio de conexões entrantes que tornam a navegação um serviço incompleto estão fora de cogitação.
"Não implementaremos quaisquer restrições e limitações que vão contra o livre acesso e uso da internet", afirmou Orlando.
Pela própria abrangência da rede da Copel o acesso a tecnologia será facilitada e não dependerá da assinatura de uma linha de telefone ou de uma tv a cabo.
O equipamento instalado na casa do cliente poderá ser interno ou externo, este último com conexão via USB ou cabo RJ 45 e seu preço deverá ser mais barato que os equipamentos atuais.
"A intenção é que o modem seja vendido até em supermercados, como um eletrodoméstico comum".
Orlando ainda parabenizou a iniciativa do Velocidade Justa de auxiliar os usuários e afirmou que manterá um canal de comunicação aberto para apresentar as novidades sobre o sistema.
O movimento Velocidade Justa por sua vez agradece a oportunidade e a exclusividade, aguardando ansiosamente pelo lançamento do sistema.
Diego Augusto Grunberg Garcia
Velocidade Justa
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u13517.shtml
29/07/2003
-
17h24
Eletropaulo testa acesso à internet por rede elétrica
FERNANDA K. ÂNGELO
da Folha Online
Já imaginou ligar o computador na tomada e automaticamente tê-lo
conectado à internet? É essa a proposta da nova tecnologia PLC
(Power Line Communication) que a AES Eletropaulo está testando
durante a Brasiltec 2003, evento que acontece esta semana no
Expo Center Norte, em São Paulo.
Uma rede baseada na PLC está em demonstração no Prédio
Inteligente. O prédio de 3.500 m2 foi construído
especificamente para a Brasiltec 2003.
A nova tecnologia de comunicação por rede elétrica foi
desenvolvida em parceria com a EBA (Enterprise Buenos Aires) e
ainda está em fase de estudo, segundo Victor Kodja, diretor de
clientes coorporativos da Eletropaulo.
Kodja explicou que atualmente, a PLC pode ser usada apenas em
redes internas, e depende de estruturas externas de terceiros.
Embora ainda não haja nenhum modelo de negócios definido, o
serviço deve ser oferecido em parceria com as operadoras de
telecomunicações e provedores de internet. "A Eletropaulo
não tem nenhum interesse em se transforma em um provedor de
internet", assegurou Kodja.
A Eletropaulo cuidará da replicação de sinal, que se dará
por modems instalados em postes de energia elétrica.
Segundo o Kodja, atualmente a rede em teste tem capacidade de
transferência de dados e voz de 45 mbps (megabits por segundo).
Em um ano, essa capacidade chegará a 200 mbps e, dentro de dois
a três anos, a PLC estará disponível comercialmente.
Kodja explica que a PLC tem diversas outras aplicações,
incluindo, evidentemente, a distribuição de energia, com
recursos de medição e comandos remotos.
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Sent: Thursday,
December 18, 2003 2:48 PM
Subject: [Celld-group]
PLC - Power Line Communication
Não
querendo entristecer as pesquisas acerca do PLC. Mas são
argumentos bem embasados não ??
Transcrevo
abaixo o texto do site do Gabriel Torres, o qual tem muito
prestígio.
Atenciosamente
Rubens L.
Scardigli
Eng°
Eletricista/Teleco
Que
Fim Levou a Internet via Rede Elétrica?
[03-dez-03]
Vira e mexe alguma empresa ao
redor do mundo divulga que está testando a transmissão de
dados via rede elétrica, o que permitiria a todo mundo ter
acesso à Internet a um baixíssimo custo.
Aqui no Brasil em 2001 a
Copel (Companhia Paraense de Eletricidade) divulgou estar
fazendo testes desta tecnologia e, pouco tempo depois, a Cemig
e a Eletropaulo divulgaram a mesma coisa. Afinal, que fim
levou esta tecnologia?
Apesar de ser uma idéia
maravilhosa, há vários motivos técnicos que simplesmente
impedem que esta tecnologia funcione na prática, mesmo que
testes em laboratórios mostrem que ela é viável. Explicamos
abaixo os principais motivos.
- Fios de eletricidade
usam encapamento plástico que absorve sinais de alta freqüência.
Isto impede que os cabos da rede elétrica sejam usados para
transmissões de dados de alta velocidade por uma distância
muito longa.
- Os fios da rede elétrica
funcionam como uma antena, fazendo com que os dados
transmitidos gerem ruído no espectro eletromagnético, isto
é, a transmissão de dados via rede elétrica gera interferência
em rádios, televisões e similares. Da mesma forma, os fios
elétricos captam sinais de rádios, televisões e similares,
corrompendo os dados transmitidos via rede elétrica.
- Interferências de
eletrodomésticos como aspiradores de pó, liquidificadores e
máquinas de lavar atrapalham a transmissão de dados.
- Junções de cabos,
transformadores, relógios medidores e o liga/desliga inerente
aos eletrodomésticos fazem com que a carga da rede elétrica
varie muito, criando inúmeros pontos de reflexão de sinal na
rede, fazendo com que exista muito "eco" do sinal
transmitido, o que acaba por corromper os dados transmitidos.
- Os atuais
transformadores e relógios medidores usados na rede elétrica
simplesmente bloqueiam sinais de alta freqüência, impedindo
a transmissão de dados.
Enfim, esta tecnologia pode
até dar certo em laboratório, mas na prática ela é
simplesmente inviável pelos motivos técnicos expostos. Com a
tecnologia de Internet sem fio (wireless) se popularizando e
com o custo desta tecnologia caindo cada vez mais, é muito
mais sensato pensarmos que a tecnologia wireless cumprirá o
mesmo papel proposto pela idéia de Internet via rede elétrica,
bastando a instalação de uma antena por bairro ou região
para que todos os PCs daquela área passem a ter acesso à
Internet, sem fio. Incrivelmente a tecnologia wireless terá
um custo muito menor do que a Internet via rede elétrica, já
que os custos de se fazer modificações no sistema elétrico
para corrigir os problemas citados torna o uso comercial desta
idéia completamente inviável.
É bom lembrar que na Europa
mais de 20 companhias elétricas fizeram testes com a
tecnologia de Internet via rede elétrica, e todas estão
chegando aos mesmos resultados: é inviável.
Adicionado em 12 de
dezembro de 2003:
Depois de termos publicado
esta coluna, recebemos alguns e-mails criticando nossa posição
de acharmos que a Internet via rede elétrica não dará
certo. Muitos lembraram que em várias cidades brasileiras os
testes com esta tecnologia continuam. Em nossa opinião, uma
coisa é fazer um teste com algumas pessoas, outra coisa bem
diferente é colocar esta tecnologia disponível em uma cidade
inteira. Devemos lembrar que, até onde sabemos, nenhuma
concessionária de energia elétrica está oferecendo este
serviço comercialmente no Brasil. Em nossa opinião, esta
tecnologia está destinada ao fracasso, por conta dos motivos
técnicos acima expostos. Nossa
opinião foi diretamente influenciada por um artigo de Peter
Cochrane, e em seu artigo Cochrane explica ainda mais
sobre o porque ele (e nós) achamos que esta tecnologia não
é comercialmente viável.
De qualquer forma, esta é
apenas uma opinião, e podemos estar errados. Só daqui a
alguns anos é que poderemos dizer quem tinha razão, nós ou
os leitores que nos mandam e-mails criticando nossa opinião.
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atualizada em 19/12/2003 |
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