TV DIGITAL - INFORMAÇÕES BÁSICAS

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Atualização: 24/02/09

 

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TV Digital -
Informações Básicas



24/02/09

• TV Digital - "Resumo"

Esta página contém informações básicas sobre a implantação da TV Digital e sobre o acompanhamento do processo feito pela ComUnidade.

Outras duas páginas são orientadas para:
- TV Digital - "TV no Celular - Tecnologia "One Seg"
- TV Digital - "Interatividade"

01.
Para os recém-chegados e para os que estão se interessando agora pelo tema, temos em andamento duas "Séries" de mensagens/"posts" sobre TV:  

1. "TV Digital", com ênfase nos problemas técnicos como "padrão", espectro, "middleware", "set top box", início das transmissões, "One Seg", etc).

2. "TV Pública" ou "TV Brasil" ou "TV Lula" ou "TV do PT", significando a nova rede "Empresa Brasil de Comunicação" com nome de fantasia "TV Brasil", resultante da fusão de duas empresas já existentes - Radiobrás e Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp) que o governo criou por Medida Provisória

E lembramos também que há um "tema genérico sobre TV pública" na mídia, que abrange o universo das emissoras públicas, educativas, culturais, universitárias, legislativas e comunitárias.

02.
Tem mais TV na mídia!  :-)
Na era digital tudo "converge" mas a TV Digital também tem seus "sabores divergentes" no noticiário:   :-)

1. "TV Digital propriamente dita", com "sinal digital aberto" (padrão japonês) que vai chegar diretamente aos novos receptores digitais ou via "set top box" aos aparelhos analógicos atuais.

2. IPTV ou "TV via Internet" ou "TV via Banda Larga" que chega ao computador pelo "cabo", pelo "fio de telefone" ou via rádio ("wireless").

3. "TV no Celular" :
  a. via Estação Rádio Base (ERB) com "conteúdo sob demanda" fornecido pelas operadoras.
  b. com o sinal da TV Digital aberta chegando ao celular de modo independente das operadoras; neste caso o celular passa a conter um mini-receptor de TV.

03.

É uma longa "tradição" na ComUnidade acompanhar programas governamentais sem fazer política partidária, com espírito crítico, para "ajudar a dar certo".
De um modo geral, independente do governo de plantão, os programas são bons mas não vingam por incompetência e má administração, falta de acompanhamento e auditoria e, não raro, muita malandragem e corrupção.
 
Estamos acompanhando a implantação da TV Digital.
Sem maiores considerações, vemos que a imposição de um padrão sem levar em conta os estudos anteriores patrocinados pelo próprio governo e a precipitada implantação parecem obedecer à fatores outros que não os diretamente ligados ao interesse da população.

O início prematuro das transmissões, a ausência de estudos sobre os canais de retorno no "mundo real" e a venda de conversores capengas é simplesmente um escândalo.
Mas está aí e veio para ficar.
Agora tem que dar certo, com transparência, sem enganação ou prejuízo para o consumidor.
No momento, nossa ajuda é procurar entender, para depois fiscalizar.

Agradeço a todos que, nos bastidores, enviaram críticas, correções e sugestões! Continuem, por favor!

04.
O excelente site TELECO possui uma seção completa sobre TV Digital.
Aqui estão suas páginas:
TV Digital no Brasil
Cronograma
TV Digital no mundo
Tecnologias
TVs e Receptores
Tire suas Dúvidas

No final desta página há outro conjunto de artigos que pode ser considerado um "tira dúvidas", publicado pela Gazeta Online.

05.
Ainda no TELECO encontramos estes Tutoriais, entre outros:

Conversor de TV Digital Terrestre: Set-top box  
Padrões de Middleware para TV Digital   
Televisão Digital e a Interatividade  
TV Digital  
TV Digital no Brasil  
TV Digital: As Normas do Padrão Brasileiro  
TV Digital: Como serão as Antenas Transmissoras no novo Sistema?  
TV Digital: Recepção no Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD-T)  
TV Digital: Uma Visão Geral da Escolha de um Padrão

06.
Quando divulgamos o artigo que se segue, dissemos que era de "leitura obrigatória, imperdível".
Está publicado no site TELECO, em duas partes.
A primeira parte está transcrita mais abaixo. Repetindo: Leitura obrigatória!

Fonte: Teleco [Prefira ler no original onde está o link para a Parte 2]
[29/10/07]  
Televisão Digital no Brasil: Os mitos por trás de uma escolha por José Roberto Gimenez, Gerente Geral de Redes da UNESP
 
Sobre o autor:
Graduado em engenharia eletrônica pela UNICAMP em 1985. Recebeu os títulos de mestre e doutor em Comunicação de Dados também pela UNICAMP em 1988 e 1995. Ingressou na UNESP em 1990, onde trabalhou na implantação da UnespNET. Também é responsável pelos projetos de Videoconferência e de Telefonia IP. Atualmente coordena a área de TI do projeto GridUNESP. De 1997 a 2004 atuou como coordenador do curso de Mestrado em Ciência da Computação na UNG, onde também exerceu atividades de docência e pesquisa. 
 
Parte 1
 
Introdução
 
Muito se tem falado sobre HDTV, o Sistema de Televisão em Alta Definição, cujo padrão foi recentemente definido para o Brasil. Porém, nas diversas vezes que eu procurei alguma informação sobre este assunto, constatei um profundo desconhecimento.
 
Manifestações politizadas e acusações sem fundamento técnico permearam as discussões. Acabei por concluir que meu conhecimento estava muito acima daquele disponível pelas pessoas que normalmente ocupam espaço na mídia, e resolvi apresentar alguns pontos de vista que, acredito, sejam inéditos nessa discussão.
 
Primeiramente é necessário distinguir o que é HDTV e o que é Televisão Digital. Estes dois conceitos estão envolvidos nesta discussão, porém eles significam coisas totalmente diferentes. HDTV é um novo sistema de televisão, cuja principal característica é a qualidade da imagem, representada tecnicamente pela resolução, ou número de linhas que compõe a imagem. No padrão tradicional a imagem é composta por 480 linhas visíveis na tela, enquanto que nos padrões de HDTV este número de linhas chega a 1080. 
 
Este refinamento apresenta imagens mais nítidas, com mais definição de detalhes, porém exige mais recursos para seu armazenamento, transmissão e reprodução. Por outro lado, Televisão Digital significa um sistema de televisão em que a transmissão dos sinais e o tratamento das imagens ocorrem no formato digital, e não mais no formato analógico tradicionalmente utilizado.
 
Os sistemas digitais geralmente possuem superioridade tecnológica sobre os sistemas analógicos. Isto quer dizer que eles oferecem uma qualidade superior por menor preço. No nosso mundo, sempre que algo assim acontece determina o desaparecimento do sistema de qualidade inferior, pois ninguém quer pagar mais por algo que oferece menos. Os sistemas digitais somente se tornaram viáveis a partir do desenvolvimento da indústria de circuitos integrados, ocorrida nos últimos 20 anos.
 
Com isso, observa-se uma tendência quase que generalizada de migrar os sistemas existentes, criados com tecnologia analógica, para a tecnologia digital. Assim como ocorre com a Telefonia, também no caso da Televisão, o que dificulta esta transição é a existência de todo um parque criado com equipamentos projetados para funcionar dentro de padrões estabelecidos há várias décadas atrás, quando nem mesmo o transistor era conhecido.
 
No caso do sistema de televisão, a transição da tecnologia para o formato digital representa uma evolução natural que, de certa forma, já vem ocorrendo há algum tempo. Note-se, por exemplo, o desaparecimento dos vídeos cassetes, que gravam os sinais no formato analógico, para dar lugar aos aparelhos de DVD, que oferecem um resultado bastante superior a um custo cada vez menor.
 
Neste particular, fica bastante evidente a vantagem da tecnologia digital, especialmente quando ocorre uma popularização dos produtos, pois o custo de produção cai extremamente. Por outro lado, nas geradoras e retransmissoras de TV, os sinais são processados e retransmitidos na forma digital. Apenas as transmissões para os aparelhos receptores domésticos é que ainda utilizam o formato analógico, devido à ubiqüidade destes equipamentos.
 
Um outro aspecto que incentiva a transição dos sinais analógicos de vídeo para o formato digital é sua maior conformidade com os sistemas de computação e integração com a Internet. Além disso, existe um recurso bastante valioso para a difusão, que é o espectro de freqüências.
 
Um canal de televisão convencional utiliza 6 MHz de faixa espectral, e esta faixa pode ser reduzida para apenas um quarto através da transmissão digital, mantendo-se a mesma definição da imagem. Esta característica representa um grande apelo na competição pelo uso do espectro, pois seria possível multiplicar por quatro o número de canais no espaço hoje reservado para o sistema aberto de televisão, mantendo-se a atual definição.
 
Concluindo esta questão inicial, é preciso notar que existe uma necessidade premente de abandonar o padrão atual analógico de Televisão, seja para manter o sistema na mesma qualidade de imagem, seja para evoluir para um padrão de Alta Definição. Ou seja, a grande discussão que houve para a escolha de um novo sistema de TV foi para a definição de um padrão de Televisão Digital.
 
Este novo padrão de televisão digital abre a possibilidade de se fazer transmissões HDTV, as quais possuem uma qualidade superior de imagem. É claro que a Alta Definição é o grande apelo desta transição e também é fácil imaginar que em breve futuro este sistema deverá prevalecer a ponto de extinguir o existente atualmente.
 
Embora o padrão escolhido realmente disponha de meios para a transmissão de TV na definição convencional, acredito que isto não represente um grande estímulo para a fabricação de televisores digitais com a resolução tradicional.
 
Em linhas gerais, o sistema de televisão atualmente em uso no Brasil utiliza imagens que se enquadram em uma matriz de 480 linhas por 640 colunas, o que resulta em 307 Kilopixel em cada quadro da imagem. O sistema de HDTV utiliza uma tela com um aspecto mais retangular, com a proporção de 9 X 16 ao invés do tradicional 3X4.
 
O número de pixeis na tela é dado por uma matriz de 1080 linhas por 1920 colunas, o que resulta em aproximadamente 2 Megapixel por quadro. Em ambos os sistemas ocorre a exibição de 30 quadros por segundo. É fácil concluir que esse aumento na definição da imagem implica em um aumento de quase sete vezes na quantidade de informação, o que significa canais com taxas de transferência ampliadas nesta mesma proporção.
 
Além disso, os conteúdos com vídeo em alta definição também exigem muito mais espaço de memória para serem armazenados. Já existe uma nova geração de DVD, capaz de fazer frente às novas exigências da HDTV e que amplia em várias vezes a capacidade do atual formato de DVD. Também neste caso temos ao menos dois padrões concorrentes disputando este promissor mercado de mídia digital: O HD DVD e o Blu-ray.
 
Como conseqüência de uma maior taxa de transferência de informação, os canais de HDTV também exigem uma maior faixa do espectro de freqüências. Um canal de HDTV normalmente ocupa 6 MHz, que é a mesma faixa até então utilizada no sistema analógico. Dessa forma, a faixa espectral que comporta um canal de HDTV pode comportar até quatro canais digitais de TV com a definição tradicional.
 
O padrão brasileiro de Televisão Digital
 
É possível que o Brasil tenha feito uma escolha acertada no padrão de Televisão Digital. Entretanto, a componente benéfica desta dúvida reside mais no acaso e nas incertezas do futuro do que nos esforços envolvidos na escolha, pois as diretrizes não foram razoáveis e menos razoáveis ainda foram os motivos que pretenderam justificar a escolha com base nestas diretrizes.
 
Não se escolhe um padrão que deverá estabelecer por muitas décadas a forma de fabricação dos equipamentos utilizados por milhões de pessoas em um país sob uma ótica tão imediatista. Este sistema de Televisão Digital será utilizado por nossos filhos, netos e bisnetos. Os maiores usuários deste sistema serão constituídos de gente que ainda nem nasceu.
 
É lamentável ver representantes do governo virem a público mencionar que "existe uma empresa que se comprometeu a fabricar os set-top-boxes por R$ 20,00 a menos caso o sistema X seja escolhido". É claro que existem coisas ainda mais lamentáveis: que o setor público delegue para pessoas sem qualquer conhecimento técnico poderes para decidir sobre assuntos que absolutamente desconhecem.
 
A tecnologia evolui muito rapidamente, permitindo que produtos inicialmente fabricados a um custo elevado se tornem brevemente muito acessíveis. Os fatores que determinam os custos dos produtos devem ser levados em conta com bastante ênfase, porém não os custos atuais, que nada representam em um cenário de médio prazo. Questões de monopólio, reservas de mercado e facilidades de importação são fatores mais preponderantes sobre a determinação do custo dos equipamentos do que o preço de produção atual, que está a apenas um palmo do nariz.
 
Outra idéia estranha que foi bastante disseminada e ridiculamente repetida, é que o padrão a ser escolhido deveria promover a "inclusão digital", significando este requisito que a escolha deveria privilegiar o sistema mais acessível ao público de baixa renda. Eu não deixo de louvar a beleza de coração contida nesta preocupação, mas acredito que essa faixa da população tenha outras prioridades, não relacionadas com a definição de imagem de seus programas de vídeo.
 
A qualidade técnica do padrão a ser escolhido é um item que deve merecer bastante atenção. E neste aspecto o Brasil conta com o benefício de estar atrasado em relação aos países do primeiro mundo, podendo escolher uma tecnologia melhor desenvolvida. Entretanto, deve-se tomar cuidado para que a escolha não seja dominada por um preciosismo tecnicista, pois sabemos que os padrões em uso atualmente atendem às necessidades de seus usuários, sendo cosméticas as diferenças de desempenho entre estes padrões.
 
Outra questão de relevância nesta discussão é a nacionalização tecnológica. O Brasil chegou a desenvolver um sistema de Televisão Digital que recebeu o nome SORCER. Este sistema, que apresenta características similares aos demais padrões existentes em qualidade poderia perfeitamente ser adotado, ficando o Brasil com um sistema de Televisão Digital independente e único no mundo. Contudo, é importante lembrar que uma medida como esta representa a imposição de uma reserva de mercado.
 
Se por um lado privilegia a indústria nacional, por outro lado também cria um isolamento que deixa o mercado consumidor nas mãos de um oligopólio. Além disso, uma decisão deste tipo exigiria o empenho do governo no desenvolvimento do parque industrial brasileiro e no controle de abusos por parte dos fornecedores, visando a proteção dos consumidores. Infelizmente, o Brasil não tem um bom histórico de gerir políticas que favoreçam seu próprio interesse ou o de sua população.
 
E por último, a questão que mais me chama a atenção, que é a exigência de contrapartidas para a adoção deste ou daquele padrão. Eu não entendo por que alguém ou algum organismo externo ao nosso país estaria disposto a pagar para que fizéssemos a melhor escolha. Além disso, se existe um padrão que seja superior, é nosso dever prestigiá-lo, sem que cobremos nada por este ato de reconhecimento. A forma como o Brasil negociou o padrão de Televisão Digital me lembra mais um processo de prostituição do que de escolha de um padrão.
 
É certo que a digitalização do sistema de TV envolverá investimentos da ordem de muitos bilhões de reais, o que é expressivo para a economia nacional. E exatamente por este motivo, esta escolha deveria contabilizar exclusivamente o interesse da sociedade brasileira, e não o de fabricantes e investidores internacionais. A abertura para oferta de contrapartidas acabou reduzindo a definição do padrão de Televisão Digital brasileiro a um leilão em que prevaleceram os interesses econômicos das grandes corporações.
 
O aspecto de maior importância, e que ficou praticamente esquecido em toda a discussão, reside basicamente na essência da palavra "padronização", que deveria significar a busca por um sistema que fosse único no mundo. Qualquer brasileiro que viaja para a Europa levando seu telefone celular entende como foi sábia a implantação do sistema GSM de telefonia celular no Brasil.
 
A adoção de um mesmo padrão por diferentes países representa capacidade de entendimento entre os povos, permite que equipamentos de origens diferentes, produzidos em países diferentes, possam integrar um mesmo sistema. Desnecessário mencionar os benefícios que uma padronização inteligente oferece ao comércio entre países e à integração mundial.
 
Nesse contexto, a padronização de um sistema exclusivo para o Brasil não faz o menor sentido. A padronização deveria se limitar a escolher um dos sistemas atualmente em uso e adotá-lo integralmente. Eventuais modificações no sentido de adaptá-lo à nossa realidade poderiam ser implementadas, desde que não o tornasse incompatível com o sistema original.
 
Existem apenas quatro sistemas de TV digital aberta em uso no planeta: ATSC (adotado nos Estados Unidos, Canadá, México, Guatemala, Honduras e Coréia do Sul), DVB-T (utilizado em cerca de 60 países, incluindo União Européia, Rússia, Índia, Filipinas, Malásia, Arábia Saudita, Turquia, Vietnã, Nova Zelândia, Austrália e Irã), BMD (china) e ISDB (Japão).
 
Qualquer um destes sistemas poderia perfeitamente ser adaptado para o Brasil. Entretanto, é preciso notar que os sistemas BMD e ISDB são utilizados em um único país e não constituem aquilo que deveríamos entender como um padrão de aceitação internacional.
 
A atitude que se devia esperar do Brasil era a de convocar os demais países da América do Sul, talvez utilizando o Mercosul, para eleger um padrão de Televisão Digital a ser implantado em todos os países do continente, talvez corrigindo um erro histórico que foi a adoção do sistema de TV em cores no Brasil. Uma escolha deste tipo iria beneficiar o comércio e muitos outros aspectos das relações entre estes países.
 

07.
Relação de "posts" anteriores no BLOCO:

01/12/08
TV Digital (35) - "Tudo" sobre TV Digital - " Balanço" do primeiro ano: Caderno Link do Estadão + TELECO + BLOCO
30/11/08
"TV Digital" + "TV Pública" ou "TV Brasil" ou "TV Lula" ou "TV do PT" + "Infra-estrutura para TVs públicas"
24/11/08
"O fracasso da TV digital" por Jorge Serrão (Msg de Luiz Lacerda) + " Fórum SBTVD muda de cara" por Cristina de Luca
08/10/08
TV Digital (33) - Interatividade e Ginga - Interação com a empresa "Intacto"
07/10/08
TV Digital (32) - Interatividade e Ginga - "Resumo" corrigido e ampliado + Coleção de notícias
05/10/08
TV Digital (31) - Interatividade e Ginga - Dois artigos sobre TV Digital
01/10/08
TV Digital (30) - Interatividade e Ginga: Resumo + Coleção de notícias
29/09/08

TV Digital (29) - Ainda "One Seg" + Gabriel Marques comenta + Alta Definição ou Definição Standard?
28/09/08
TV Digital (28) - Ainda "One Seg" + Trabalho sobre TV no Celular - Leitura obrigatória - Autor: Cláudio Nazareno
27/09/08
TV Digital (27) - TV Digital via "One Seg": Resumo + Coleção de artigos
26/09/08
TV Digital (26) - Ainda o Fórum SBTVD + "Ginga" + "Interatividade"
25/09/08
TV Digital (25) - O que é o Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD)
21/07/08
TV Digital (24) - "Cristina de Luca" + Caderno Link + "Ethevaldo"
02/07/08
TV Digital (23) - "Ajuda" + "Resumo" + "Histórico" + Artigo do Observatório da Imprensa
03/06/08
Finlândia + TV Digital + Rádio Digital + Unbundling + Ministro Competente
28/02/08
TV Digital (22) - "Royalties ameaçam lançamento oficial do Ginga"
TV Digital (21) - Coleção de Mensagens sobre "Set Top Box"
02/12/07
TV Digital (20) - Dois podcasts de Renato Cruz + "One Seg"
29/11/07
• TV Digital (19) - Conversores: "IDEC aconselha aguardar"
28/11/07
TV Digital (18) - Começa domingo! - Testes de alguns conversores
27/11/07
TV Digital (17) - IDG Now!: "Tudo sobre TV Digital"
22/11/07
TV Digital (16) - Rogério Gonçalves, da ABUSAR, comenta o artigo transcrito na mensagem/post TV Digital (15)
20/11/07
TV Digital (15) - Excelente artigo: "É possível legislar sobre TV Digital por decreto?" - Revista Consultor Jurídico
TV Digital (14) - Leitura obrigatória: Íntegra do artigo no Teleco - "Os mitos por trás de uma escolha"
28/10/07
TV Digital (13) - Leitura obrigatória: Novo artigo no Teleco - "Os mitos por trás de uma escolha"
11/10/07
TV Digital (12) - Set-top Box (coleção de mensagens)
TV Digital (11) - "Na TV, no computador e no celular"
04/10/07
TV Digital (10) - TV Digital sem interatividade e sem Ginga
03/10/07
TV Digital (9) -"Espectro" + "Set-top box" + "Faltam profissionais" +" Cursos sobre"
TV Digital (8) - O "middleware" Ginga e a interatividade
01/10/07
"TV Pública" ou "TV Brasil" ou "TV Lula" ou "TV do PT" (2) - O Decreto da TV Digital: conhece?
05/06/07
TV Digital (7) - Problemas com o espectro + DECRETO No 5820/2006 que dispõe sobre a implantação do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre
25/05/07
TV Digital (6)
21/05/07
• TV Digital (5)
17/05/07
TV Digital (4)
11/05/07
TV Digital (3)
09/05/07
TV Digital (2)
08/05/07
• TV Digital (1)

08.
Notícias e Artigos publicados em 2008:

Fonte: Clipping  - Origem: O Estado de S. Paulo

 
O Caderno Link do Estadão (acesso web liberado) traz hoje este conteúdo sobre TV Digital:
 
Fonte: Instituto Brasil Verdade
O fracasso da TV digital  por Jorge Serrão
Fonte: Coluna Circuito (Convergência Digital
)
[17/11/08]   TV Digital: Fórum SBTVD muda de cara por Cristina de Luca (deluca@convergenciadigital.com.br)
Fonte: Reseller Web
[06/10/08]   Empresa brasileira representa a América Latina no Vale do Silício
Fonte: ResellerWeb
[02/10/08]   À espera da "T-life" por Haline Mayra
Fonte: TTInside
Fonte: Convergência Digital
[12/09/08]    Intel entra no mercado de conversor para TV Digital no Brasil por por Cristina De Luca, especial para o Convergência Digital
Fonte: SertSC
[28/08/08]   Presidente do Fórum SBTVD é favorável à criação de um selo de conformidade Ginga por Cristina De Luca
Fonte: Folha de S.Paulo
[08/12/07]   TV digital decepciona as universidades por Elvira Lobato
Fonte: Ministério da Cultura - Origem: Estadão
[10/08/08]   Conversor para a TV interativa já está à venda por Renato Cruz - O Estado de S. Paulo
Fonte: Folha de S.Paulo
[08/12/07]   TV digital decepciona as universidades
 por Elvira Lobato
Fonte: Tele.Síntese
[04/12/07]   As decepções da TV digital por Lia Ribeiro
Fonte: Estadão
[02/12/07]   Indústria prepara TV digital interativa por Renato Cruz
Fonte: TIInside
[30/11/07]   Saiba como funciona e os desafios da TV digital no Brasil
Fonte: Yahoo Tecnologia
[03/10/07]   Ginga na TV Digital Interativa por Wagner Tamanaha
Fonte: Convergência Digital
[12/09/07]   CEF realiza testes com middleware Ginga para oferecer serviços na TV digital por Ana Paula Lobo - Convergencial Digital
Fonte: HTML Staff
[27/08/07]   Empresa nacional implanta fábricas de software para TV Digital
Fonte: Estadão
[25/06/07]   Software brasileiro para TV digital está pronto, dizem pesquisadores por Renato Cruz
Fonte: IDG Now!
[09/11/06]   TV digital: novo filão para os desenvolvedores de software por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!
Fonte: HojeMídia
Fonte: Gazeta Mercantil
Fonte: Convergência Digital
Fonte: Adnews
[24/09/08]   Em debate, o potencial da TV digital no Brasil por Christiane Aguiar - Redação Adnews
Fonte: IDG Now!
[24/09/08]   Indústria de software pressiona por interatividade na TV digital por Daniela Moreira, editora assistente do IDG Now!
Fonte: Convergência Digital
[24/09/08]   TV Digital: Entidades de Software endossam Ginga 1.0 por Ana Paula Lobo
Fonte: Convergência Digital
[24/09/08]   TV Digital: Operadoras ainda não assustam, mas preocupam por Ana Paula Lobo
Fonte: B2B magazine
[24/09/08]   TV digital interativa: sem data certa para estrear por Thiago Borges   
Fonte: Convergência Digital - Coluna Circuito
[23/09/09]   É hora de o Brasil ficar à reboque na TV Digital? por Cristina De Luca
Fonte: BemParaná
[19/09/08]   TV Digital - Maior interatividade na TV
Fonte: Convergência Digital
[12/09/08]   TV Digital: Um caminho sem volta para a conectividade por Cristina De Luca, especial para o Convergência Digital
Fonte: Convergência Digital
[01/09/08]   Brasil vai à UIT para validar o Ginga como padrão IPTV por Cristina de Luca, especial para o Convergência Digital
Fonte: Reuters
Fonte: Blog de Ranato Cruz - Estadão
[08/03/08]   As patentes e a TV digital interativa por Renato Cruz
Fonte: Teleco
Tutorial: Padrões de Middleware para TV Digital
Fonte: Tele.Síntese
[04/12/07]   As decepções da TV digital por Lia Ribeiro
Fonte: Folha de S.Paulo
[08/12/07]   TV digital decepciona as universidades por Elvira Lobato

 


 

"Tira-Dúvidas"
da Gazeta Online

Fonte: Gazeta Online

Televisores preparados para a TV Digital variam de R$ 1.999 a R$ 4.999, conforme o tamanho
 
Variedade. Semp Toshiba, Samsung, Sony, Hbuster, Proview, LG e Philips são algumas das marcas mais fáceis de encontrar nas lojas
 
Não tem jeito: quem quiser desfrutar das maravilhas prometidas pelo sinal digital terá que adequar a tecnologia que tem em casa. Se o orçamento estiver mais folgado, pode ser a hora de trocar de TV. Se falta recursos, a opção é um conversor.
 
Lojas físicas e virtuais têm aparelhos de boas marcas e com preços acessíveis. Até agora, Semp Toshiba, Samsung, Sony, Hbuster, Proview, LG e Philips são algumas das marcas mais fáceis de encontrar nas lojas do Estado.
 
Só para você ter uma ideia, os novos aparelhos televisores preparados para receber a TV Digital variam de R$ R$ 1.999,00 a R$ 4,999, de acordo com o tamanho. Já os conversores podem ser encontrados com valores que vão de R$ 349,00 a R$ 899,00.
 
Nas prateleiras
"Tenho o conversor Toshiba, que é compatível com qualquer TV, por um preço bem acessível, R$ 499,00. Na loja temos ainda TVs das marcas Samsung, Sony e Hbuster, que variam de R$ 899,00 numa 19 polegadas, até R$ 8 mil para uma televisão de 52 polegadas", detalha o gerente da Eletrocity do Shopping Vitória, Wallace Messias Júnior.
 
No Ponto Frio do Shopping Praia da Costa, o gerente Luiz André Ribeiro Falcão, destaca os conversores. "O conversor para TV Digital da marca Proview está com um preço ótimo, R$ 349,00. Temos ainda conversores da Sony por R$ 499,00".
 
O gerente da Ricardo Eletro do Shopping Vitória, Ellery Nascimento, ressalta que a loja possui boas opções de televisores com conversor já integrado. "Os televisores LG e Samsung com conversor integrado variam de R$ 4.999,00 a R$ 5,999,00". Para quem quiser conversores, a loja disponibiliza as marcas Philips e Proview, por R$ 899.00 e R$ 359.00, respectivamente.
 
Na Sipolatti, os televisores HDMI e Full HD da Sony estão com preços promocionais em 10 vezes sem juros até o dia 20 deste mês, com descontos que variam de R$ 100,00 a R$ 1.500,00.
 
"Nossa equipe está bem sintonizada para responder às dúvidas dos clientes e teremos consultores da Sony no Shopping Vitória para dar mais detalhes sobre os produtos", acrescenta o gerente de compras da Sipolatti, Sérgio Dias.
 
Um conversor pode ser usado em  todas as TVs
Um conversor é suficiente para "abastecer" uma casa ou cada aparelho de TV terá que ter um conversor? Será possível conectar um conversor a mais de um aparelho (puxar um fio e fazer a distribuição do vídeo), mas o canal digital sintonizado será o mesmo em todas as telas. Para que cada aparelho sintonize um canal diferente, é preciso ter um conversor para cada TV. (Consultor explica como comprar TV digital. Assista ao vídeo)
 
TV grátis no celular
R$ 899,00 - Este é o CELTV STI, o celular com TV Digital aberta e grátis da Semp Toshiba. Veja seu programa favorito onde você estiver, sem pagar nada mais por isso. O telefone tem ainda tecnologia touch screen, filmadora, câmera fotográfica de 2MP e MP3 player. Site: www.semptoshiba.com.br
 
3G e TV Digital
R$ 1.299,00 - O celular Samsung V820 GSM vem com TV Digital móvel, tecnologia de 3ª geração e videochamada. Além disso, o aparelho tem Bluetooth 2.0 para troca de arquivos, e MP3-player. À venda no site das Americanas. Site: www.americanas.com
 
Gravador de TV no cartão
R$ 899,00 - Já o modelo Samsung Next TV SGH-I 6210 tem TV Digital, câmera 2.0MP, filmadora, MP3-player e Bluetooth, entre outras funcionalidades. O sinal da TV é o padrão nacional ISDB-TB, e o aparelho tem ainda gravador de TV direto no cartão de memória. À venda no site Submarino. Site: www.submarino.com.br. Tel.: 4003-2000
 
TV Digital no computador
R$ 199,00 - A Tectoy apresenta o MobTV, um receptor móvel de TV digital que pode ser conectado a computadores de mesa e notebooks. Esse é o primeiro de uma linha de aparelhos da empresa compatível com o padrão de  TV Digital no Brasil. O valor acima é apenas sugerido pela TecToy. Site: www.tectoy.com.br
 
Gravação de programas
R$ 299,00 - A Semp Toshiba acaba de colocar no mercado o Plug TV, dispositivo que, conectado a um computador, recebe as transmissões e permite que o usuário assista a programas dos canais de TV aberta digital. Ele possui busca de canais, guia eletrônico de programação e gravação de programas de TV, entre outras funções. Site: www.semptoshiba.com.br
 
Conversor embutido
R$ 2.399,00 - O aparelho de TV 32 de polegadas LCD HD Ready da Toshiba vem com conversor digital e recursos como bloqueio de canais, programação de canais favoritos, e guia de programação eletrônica, se a transmissão feita pela emissora oferecer. À venda no Shoptime. Site: www.shoptime.com.br
 
Conversão para sinal digital
R$ 499,00 - Este conversor de sinal digital da STI tem saída HDMI e entrada USB. O modelo DC-2008H converte canais para transmissões digitais de alta definição compatível com MPEG-4 e MPEG-2. A função On-Screen-Display orienta o usuário na configuração de seu conversor. À venda no Shoptime. Site: www.shoptime.com.br
 
Sistema híbrido
R$ 2.389,00 - A TV 42" de plasma com conversor digital integrado da LG tem as características da TV HD. O aparelho tem sintonizador Digital integrado (ISDB-T) e sintoniza os novos canais de TV Digital sem precisar de set-top-box, além de um sistema híbrido que sintoniza sinal digital, analógico, cabo e satélite. À venda no site das Americanas. Site: www.americanas.com. Tel.: 4003-1000
 
Decodificador de sinais via UHF
R$ 399,00 - O DigiTV Positivo é um conversor de sinal indicado para televisores de tubo ( ou LCD/plasma sem entrada HDMI, que correspondem à maior parte dos aparelhos em uso no país. O aparelho usa a tecnologia full seg, recebe e decodifica sinais via UHF em alta definição. Requer uma antena de sinal digital UHF para a recepção. Site: www.positivoinformatica.com.br
 
MiniTV digital com tela LCD
R$ 599,00 - A Mini TV Digital da AOC possui tela LCD de 3,5 polegadas, diagonal visual aproximada de 8,7 cm, design Ultra Slim, com menos de 1 cm de espessura e bateria recarregável de lítio, com até 3,5 horas de duração. O modelo permite escolher o formato de tela, o tipo de áudio e a legenda, quando disponíveis na transmissão. É capaz de receber todos os canais abertos da TV Digital.
Site: www.agis.com.br
 
Para notebooks e desktops
R$ 159,00 - Este é o Connectv AOC, que pode ser utilizado tanto em notebooks quanto em desktops com entrada USB. O receptor possui resolução de imagem de até 330x180 dpi e sintonia automática de canais, além de uma mini antena retrátil para melhor recepção do sinal. Não há necessidade de conexão com a internet, nem TV por assinatura. Site: www.agis.com.br
 
Ver e gravar TV Digital
R$ 3.699,00 - O modelo de TV de 42 de polegadas Full HD com HDMI, da marca Philips, tem Eetrada PC e conversor Integrado. O sintonizador integrado DTV permite que você assista ou grave a TV Digital. Isso significa que não é preciso ter um decodificador ou cabos adicionais. Site: www.submarino.com.br. Tel.: 4003-2000
 
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Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]   TV Digital: Sua TV está pronta para o sinal digital?

TVs de plasma, LCD e de tubo precisam de conversor, mas há aparelhos que já têm recurso embutido
 
Antes de investir em um novo aparelho de TV para poder assistir às transmissões da TV Digital, o telespectador deve ter um conversor (set-top-box). É através desse aparelho que os canais são convertidos para o formato digital.
 
Ou seja, se você tiver adquirido aquela TV de última geração, que exibe imagens em Full HD, não vai adiantar muita coisa se o sinal que continuar a chegar através do aparelho ainda é o analógico.
 
Outra opção é já adquirir um televisor com o aparelho embutido. Um pouco mais caros que os convencionais, já poupa o consumidor do trabalho de ter que adquirir também um conversor.
 
Por outro lado, é importante lembrar que uma das opções mais inovadoras do novo sistema, a interação, ainda não está em pleno funcionamento e, quando isso ocorrer, pode ser o momento de trocar novamente de conversor.
 
Isso porque os receptores atuais ainda não estão preparados para rodar o Ginga, software desenvolvido no Brasil, que vai possibilitar que os telespectadores interajam com os programas da TV.
 
Ainda não há previsão de quando os primeiros aparelhos equipados com o Ginga comecem a ser produzidos, e a interatividade ainda encontra-se em fase de testes na maioria das emissoras.
 
Portanto, quem quiser experimentar desde agora o que vai ser a TV do futuro, já pode começar a desfrutar da imagem e som apurados que a TV Digital vem trazendo no primeiro momento.
 
Para isso, quem tiver uma TV de plasma, LCD (full HD ou não) ou mesmo um televisor de tubo, basta adquirir um set top box nas lojas especializadas ou optar por um aparelho que já tenha o conversor embutido.
 
Digital X analógico
 
Sistema digital
Transmite sinais que transformam a imagem e o som em linguagem de computador (dígitos binários). Como o sinal é transmitido em forma de dados, não há perda, o que proporciona som e imagem de alta qualidade, sem fantasmas ou ruídos. O aparelho de TV, nesse caso, funciona como um computador e pode, inclusive, ser conectado à internet, transmitir programas interativos e um número elevado de canais
 
Sistema analógico
Está em uso desde o lançamento da TV, na década de 1940. Diferente do digital, o som e a imagem são convertidos em ondas, que são transmitidas pelo ar. Durante o trajeto, pode acontecer perda de sinal, o que causa as interferências. A previsão é que este sistema seja desativado até 2016, mas é necessário que 99,4% da população já tenha aderido ao sistema digital. Com o encerramento das suas transmissões para sinal de TV, a frequência analógica pode ser usada para outros fins, como telefonia celular
 
Tecnologias
 
Full HD
TVs de até 36 polegadas não precisam necessariamente ser Full HD, que tem a maior definição possível de imagem (1.080 linhas na tela). A maioria das TVs LCD HD Ready (com resolução de 720 linhas, que será o padrão da TV Digital brasileira) atendem bem e são aproximadamente 40% mais baratas
 
Blu-Ray
Quem quiser assistir a filmes com a resolução máxima, tem como opção, atualmente, um DVD Blu-ray, que é a tecnologia que aproveita a capacidade máxima das TVs de LCD e plasma. Um DVD convencional terá o mesmo aspecto que em uma TV convencional
 
Som Surround
Quem tem um televisor de tubo também pode reproduzir o som surround 5.1 da TV Digital. Basta ter um conversor com conexão para esse tipo de som, além do sistema 5.1.
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Fonte: Gazeta Online
No caso dos assinantes da NET, não será preciso comprar um novo conversor
 
Quem tem TV paga também vai poder conferir parte da programação em alta definição. Os assinantes da NET, por exemplo, que quiserem assistir à programação digital da operadora, não vão precisar adquirir um set-top box.
 
"Para isso, basta aderir ao plano digital. Será instalado um decodificador pronto para receber o sinal digital. E o assinante vai poder assistir à programação da NET em alta definição, que corresponde ao canal Globosat HD", conta o gerente comercial da ESC 90 Telecomunicações, André Luiz Machado.
 
Também estão sendo feitos testes para novos canais que vão transmitir em alta definição, como o National Geografic e o HBO. Já os outros canais vão continuar transmitindo com imagem standard, mas com sinal digital para quem optar pelos novos pacote.
 
A interação, em seu estágio inicial também poderá ser acessada do decodificador digital que virá com o plano. "Além da programação da TV, com sinopses e fichas técnicas de programas e filmes, o assinante tem acesso a jogos e também emissoras de rádio, com informações sobre música, cantor e álbum", complementa o gerente técnico da ESC 90 Telecomunicações, Hugo Amaral Ramos.
 
Sob demanda
Para o futuro, está em fase de testes outras opções de interatividade, como o "video on demand", que é a possibilidade do assinante comprar uma determinada programação. Outra novidade que será implementada é poder programar para gravar determinada atração, apenas escolhendo pela grade de programação.
 
"Todas as gravações terão uma chave de criptografia, o que impede que o conteúdo seja transferido para outra mídia. Já o 'video on demand' vai permitir ao assinante poder ver determinada programação do seu celular, no momento que quiser", complementa Amaral.
 
Novo receptor para receber sinal digital
Como a Sky já transmite o sinal digital standard, quem quiser receber o sinal digital em alta definição dos programas da TV aberta, terá que adquirir o receptor para TV digital aberta e a antena, e ter uma televisão preparada para transmitir HD. Mas a previsão é que, ainda no primeiro trimestre deste ano, a operadora faça o lançamento do seu decodificador de alta definição, o que vai dispensar a utilização de um segundo receptor. A empresa terá um pacote de programação específico em alta definição. A Sky também tem realizado experiências junto a operadoras de celulares, como a TIM, para a exibição de uma programação específica em dispositivos móveis.
 
Fique ligado
O canal das emissoras vai mudar? Para sintonizar o canal digital, o usuário digita o mesmo número do canal analógico atual no controle remoto do conversor digital ou da TV integrado
 
A TV digital vai funcionar para quem tem parabólica?Não, pois a forma de transmissão é diferente. Quem  usa antena parabólica não terá acesso à nova forma de transmissão de alta definição, a não ser que o serviço contratado receba o sinal e repasse para o telespectador.
 
Antenas internas também são compatíveis? Caso a antena esteja em boas condições técnicas para receber os sinais em VHF (canais 2 a 13) e UHF (canais 14 ao 69), não precisará ser trocada. É possível que as antenas existentes tenham desempenho adequado apenas para recepções em VHF. Nesses casos, será necessário incorporar a antena de UHF para receber os sinais digitais
 
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Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]   TV Digital: Esqueça a palha de aço na antena

Sinal digital, o mesmo dos computadores, não sofre interferência
 
Esqueça a palha de aço pendurada na antena para conseguir uma boa imagem vão ser definitivamente coisa do passado. Como o tipo de transmissão do sinal é o mesmo dos computadores, o sinal digital não sofre interferências.
 
Mas a vantagem do novo sistema não vai ficar apenas na qualidade da imagem. A definição também vai ficar melhor, possibilitando ao telespectador poder visualizar detalhes com mais nitidez.
 
Outra melhoria que a TV Digital traz é a qualidade do som, que será transmitido em 5.1 canais, ou seja, uma qualidade equivalente à de um filme em DVD.
 
Além disso, a TV Digital traz mobilidade e interatividade, que vão fazer com que a sua TV pareça ter saído de um filme de ficção científica.
 
Isso porque a mobilidade, que já será possível testar logo de início, vai permitir com que o telespectador assista aos seus programas favoritos onde estiver. Inclusive do celular, desde que o aparelho receba sinais de TV Digital.
 
Já a interatividade, ainda em fase de testes, vai permitir uma série de possibilidades. O telespectador vai poder interagir com um programa através de votações, expressar sua opinião e até mesmo comprar um produto que esteja sendo exposto em uma novela ou programa, por exemplo.
 
Você vai poder escolher ângulo para ver o gol
Quando as emissoras de TV começarem a exibir programas com interatividade, o telespectador terá ao seu dispor mais uma ferramenta do novo sistema. Será possível ver diferentes ângulos de câmera em um mesmo canal e a transmissão de informações e dados simultaneamente à programação. Isso quer dizer que durante um jogo de futebol, por exemplo, você vai poder ver, na tela da TV, informações sobre os times em campo ou a última rodada do campeonato, ou visualizar outro ângulo de uma partida. Da mesma forma, será possível, durante a exibição de uma novela ou filme, ver a sua sinopse. E para um futuro próximo, será possível adquirir a entrada para um jogo, os brincos que estão sendo usados por uma atriz ou apresentadora, sem precisar sair de casa.
 
Ficha técnica
 
Diferenças entre TV  alta definição e TV convencional:
 
Resolução. Pode ser percebida na nitidez das imagens e textura. Tecnicamente falando, a alta definição corresponde a um número maior de linhas da tela do seu televisor.
 
Imagem. Cada fração da imagem da TV convencional ou analógica é formada por 480 linhas, que ocupam a tela em altíssima velocidade. Já na tela de TV de alta definição, a mesma imagem é formada por 1.080 linhas, na mesma fração de tempo.
 
Alcance. A TV de alta definição procura imitar o potencial do olhar humano, ampliando a visão para as laterais. A proporção da tela analógica é 4:3, já a digital é ampliada para 16:9, que é o mesmo formato das telas de cinema.
 
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Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]    TV Digital: Ginga é com o brasileiro
Software vai permitir interatividade com a programação, como compra de produtos e home banking
 
Imagine poder acessar a sua conta do banco pela TV apenas com o controle remoto? E que tal comprar os brincos daquela atriz da novela das 20h? Ou quem sabe mudar o ângulo de visão do jogo e assistir da perspectiva do gol do seu time? Filme de ficção científica? Não. Apenas a interatividade da TV Digital, que responde pelo nome de Ginga. "É o software constituído por um conjunto de tecnologias e inovações brasileiras, é a especificação de middleware mais avançada e a melhor solução para os requisitos do país", acrescenta o professor Rogério Coelho, que integrou a equipe de desenvolvimento do software.
 
À frente da criação do Ginga estão os laboratórios Telemídia da PUC-Rio e LAViD da Universidade Federal da Paraíba. Com o Ginga acoplado nos set-top box (coversores), as pessoas vão ter maior acesso à interatividade nos conteúdos gerados com essa tecnologia. "Os atuais set-top boxes ainda não permitem a interatividade. A previsão é que o Ginga entre em consulta pública até o final deste mês, para se tornar um padrão da ABNT", explica o coordenador da equipe de desenvolvimento do Ginga, Luiz Fernando Gomes Soares, da PUC-Rio.
 
Com isso, o programa já estará pronto para ser usado por TVs e criadores de conteúdo. "Devemos ter o Ginga funcionando nas TVs ainda este ano. Há algumas redes de TV já fazendo testes com o middleware", conta Soares.
 
Internet
Em pleno funcionamento, o Ginga vai proporcionar ao telespectador interagir de várias formas com a TV, inclusive, em um futuro próximo, uma das previsões é que TV e internet façam uma convergência.
 
Dessa forma, assim como muitas pessoas têm um canal no YouTube, elas vão poder ter o seu próprio canal de TV, que poderá ser assistido por todo mundo. "As emissoras terão nas mãos um grande desafio, que é migrar o seu modelo de negócios", comenta Soares.
 
Recursos multimídia
No campo da computação, middleware é um tipo de programa que age como intermediador para outros programas. No caso do Ginga, que é um middleware, ele vai permitir com que outros programas sejam desenvolvidos para a plataforma digital, já preparada para a interatividade. Em outras palavras, para você poder acessar a página do seu banco na TV Digital, esse programa vai precisar do Ginga para poder funcionar. Subdivididos em dois sistemas, cada um servirá para um tipo de aplicação diferente: o Ginga-J, que vai usar aplicativos baseados na plataforma Java, como boa parte das aplicações e efeitos encontrados hoje na internet; e o Ginga-NCL, ambiente de apresentação multimídia, que será bastante usado para transmissões via celular.
 
Tira-dúvidas
 
Quem vai poder usar o Ginga?
Qualquer pessoa que tiver em casa um set-top box, equipamento que se conecta a uma TV e a uma fonte externa de sinal e transforma esse sinal em conteúdo no formato que possa ser apresentado na TV.
 
Há usuários testando o programa?
A TV digital já está em funcionamento em São Paulo. Porém, a interatividade ainda está limitada, devido às restrições dos set-top box.
 
Quem vai poder programar o Ginga?
O Ginga é um software livre e nunca será comercial. Qualquer pessoa que tiver interesse em produzir interatividade de conteúdo televisivo precisa apenas estudar o Ginga e comprar um set-top-box que execute o programa.
 
O que podemos esperar quando o Ginga tiver em plena atividade? As pessoas, por exemplo, vão poder ter seu próprio canal de TV? Como vai funcionar?
Com o Ginga acoplado nos set-top box, as pessoas vão ter maior acesso a interatividade nos conteúdos gerados com essa tecnologia. Em relação a disponibilização de canal e faixa de frequência a ser usada fica a cargo dos governo liberar ou não canais. Assim como acontece hoje com as rádios.
 
Fonte: professor Rogério Coelho
 
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Fonte: Gazeta Online
 
Quais programas serão oferecidos em formato digital logo de início?
A partir desta segunda-feira(9), a TV Gazeta passa a transmitir dois sinais de televisão. O analógico, vem a ser exatamente o sinal que temos recebido ao longo dos anos, que não mudará em nada e que estará disponível até o dia 29 de junho de 2016. O novo sinal, o digital, será transmitido em padrão SD, o que significa definição padrão em português. A maior parte da programação da TV Digital, neste primeiro momento, será transmitida em SD, ou seja, efetivamente um sinal digital. No entanto, vários programas já serão exibidos em um padrão de imagem e som superior, o HD, ou alta definição em português. Como exemplo desse formato, podemos citar a novela Caminho das Índias; praticamente todos os filmes de Tela Quente, Supercine e Cinema Especial; várias jogos do calendário do futebol brasileiro, inclusive o próximo amistoso da seleção Brasil x Itália; programas da linha de shows, como A Grande Família; e o Carnaval 2009. A minissérie Maysa também foi exibida totalmente em HD. Nossa proposta de trabalho caminha na linha de uma gradativa ampliação da produção de conteúdos em alta definição.
 
Há possibilidade de interatividade? Como será?
A interatividade é um dos grandes diferenciais da TV Digital brasileira. Diversas possibilidades de relacionamento do telespectador com a sua emissora vão surgir como consequência dessa novidade. Como exemplo, a opção de selecionar um item de cenografia que esteja sendo exibido dentro de determinado programa (o vestido de uma atriz de novela, por exemplo) e realizar a compra pelo aparelho de TV, sem o risco de perder parte do conteúdo que esteja sendo assistido, pois o programa seria gravado durante o processo de compra online. Em outra situação, o telespectador poderá participar de pesquisas de opinião, votando durante um programa. O recurso da interatividade vai se viabilizar por meio de um software desenvolvido no Brasil, denominado Ginga, o qual ainda não está disponível para comercialização. Tão logo o mesmo esteja liberado para o mercado, essas facilidades se tornarão uma realidade.
 
O que os telespectadores podem aguardar para os próximos anos em relação a mudanças na programação e interatividade na TV Gazeta, agora digital?
Sem dúvida, muitas novidades nos esperam. As possibilidades são tantas nesse sentido que, até para os especialistas no assunto, é difícil desenhar o cenário num futuro próximo. O certo é que a programação vai passar por um significativo processo de evolução, com conteúdos mais elaborados, onde a qualidade da imagem e o padrão do som serão muito aprimorados em relação ao que o telespectador recebe atualmente. A interatividade, por sua vez, como o próprio nome sugere, promete enriquecer muito a forma com que o telespectador vai se relacionar com a televisão, criando uma via de mão dupla, que levará a experiência de assistir TV a outro patamar de satisfação.
 
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Fonte: Gazeta Online
 
O que muda com a TV Digital?
Além da melhoria de imagem e som, outras vantagens serão a portabilidade, a mobilidade, a interatividade e a multiprogramação. As emissoras poderão transmitir mais de um programa simultaneamente ou diferentes tomadas da mesma cena, para que o telespectador escolha a melhor, entre outros benefícios.
 
O que é preciso para ver a TV Digital?
A transmissão é gratuita, mas é necessário ter um conversor digital (set-top box) ou uma TV que já esteja adaptada e uma antena antena UHF. Quem quiser obter a melhor qualidade das imagens de alta definição, entretanto, precisará ter uma TV com tecnologia Full HD (1080 linhas e 1920 colunas) que pode ser plasma, LCD ou televisor de tubo.
 
Todo mundo terá que mudar para o novo sistema? Quando?
O sistema de transmissão analógica deve ser encerrado apenas em 2016, portanto, até lá será possível continuar assistindo à TV como se fez até hoje, pelo sistema analógico.
 
A TV digital vai alterar o formato dos programas?
O formato dos programas será alterado, pois os programas gravados e transmitidos em alta definição têm formato 16:9, como no cinema, enquanto o formato da transmissão analógica é de 4:3 (os números se referem à relação entre a largura e a altura da tela da TV). Assim, a TV digital permite que se veja áreas maiores.
 
Toda TV Digital é de alta definição?
Não. A transmissão poderá ser digital com a definição padrão, ou seja, semelhante à das transmissões analógicas. Mas mesmo neste caso, a imagem é melhor.
 
O canal das emissoras vai mudar? Como saber qual é cada um na TV Digital?
Para sintonizar o canal digital, o usuário digita o mesmo número do canal analógico atual no controle remoto do conversor digital ou da TV integrado. Existirá ainda o recurso do canal virtual: caso um determinado canal não tenha transmissão digital no ar, o conversor sintonizará as transmissões analógicas da emissora - alguns modelos de TV poderão não dispor deste recurso.
 
Será possível gravar a programação?
Terão que ser levadas em consideração as leis de direitos autorais e as regras dos donos dos programas, mas será possível gravá-los.
 
A TV digital vai funcionar para quem tem parabólica?
Não, pois a forma de transmissão é diferente. Quem  usa antena parabólica não terá acesso à nova forma de transmissão de alta definição, a não ser que o serviço contratado receba o sinal e repasse para o telespectador.
 
O que é multiprogramação?
É a possibilidade de as emissoras transmitirem mais de um programa simultaneamente - ou até mesmo ângulos de câmera diferentes em um jogo de futebol. Isso dá às emissoras flexibilidade para explorar desde alta definição até vários programas dentro de um mesmo canal.
 
Posso comprar no exterior um equipamento para assistir à TV digital no Brasil?
Não. O sistema de TV digital adotado será exclusivo do Brasil. A não ser que sejam fabricados no exterior de acordo com as especificações brasileiras. Isso vale para televisores portáteis, telefones celulares, conversores digitais e aparelhos de TV com conversor integrado.
 
Vou precisar de um aparelho novo para ver a TV digital?
Provavelmente, não. Quase todos os aparelhos fabricados nos últimos anos têm entradas para áudio e vídeo, que são necessárias para o funcionamento do set-top box (conversor). No entanto, a qualidade das imagens varia. Se quiser tirar o melhor proveito da alta definição oferecida pela TV digital, é necessário ter uma televisão com tecnologia Full HD.
 
O som dos programas vai mudar com a TV digital?
Sim, porque os arquivos digitais de música não perdem qualidade durante a transmissão. Além disso, os telespectadores que tiverem home theaters em suas casas poderão usar sistema de som com áudio em 5.1 para assistir a programas de TV produzidos em alta definição, assim como já acontece com os DVDs.
 
Teremos celulares compatíveis para receber o sinal?
A indústria está trabalhando para isso e começa a ser disponibilizado no mercado os primeiros modelos de aparelhos celulares compatíveis para receber o sinal digital das emissoras de televisão aberta. Nesses novos celulares o sinal das emissoras estará disponível gratuitamente da mesma forma que hoje na sua TV.
 
A instalação é simples ou necessita de um "antenista"? A ligação com a TV é pela antena?
A instalação dentro de casa é simples e será explicada detalhadamente nas instruções que vêm com o produto. A antena será ligada ao conversor e este será ligado à TV. Os sistemas de antena coletiva dos condomínios possivelmente precisarão passar por uma vistoria para verificar a capacidade de receber os canais digitais em UHF.
 
Hoje, recebo o sinal da TV via parabólica. Com o início das transmissões digitais, eu passo a receber o sinal automaticamente?
A TV Digital é a nova geração de televisão aberta terrestre, em UHF , e não está relacionada com outros tipos de distribuição, tal como a televisão distribuída via satélite, que é captada pelas parabólicas. As transmissões de TV digital se estenderão por todas as áreas urbanas do país, oferecendo uma qualidade de imagens e sons muito melhor que a da TV analógica dentro das cidades. Assim, se você mora dentro de uma cidade, é possível que, com a TV digital, não seja mais preciso recorrer à parabólica para desfrutar da televisão com boa qualidade. Mas, se você mora em uma área rural, continuará recebendo normalmente o sinal da parabólica.
 
Antenas internas também são compatíveis?
Caso a antena esteja em boas condições técnicas para receber os sinais em VHF (canais 2 a 13) e UHF (canais 14 ao 69), não precisará ser trocada. É possível que as antenas existentes tenham desempenho adequado apenas para recepções em VHF. Nestes casos, será necessário incorporar a antena de UHF para receber os sinais digitais. Existem apenas internas para VHF e UHF.
 
Sou síndico de um prédio que tem uma antena coletiva, mas não tem assinatura de nenhuma TV a cabo. Preciso trocar a antena do prédio para receber o sinal digital? Os condôminos precisam comprar algum equipamento adicional?
Caso a antena esteja em boas condições técnicas para receber os sinais em VHF (canais 2 ao 13) e UHF (canais 14 ao 69), não precisará ser trocada. Porém, cada morador precisará comprar o conversor digital, também conhecido como caixinha conversora, para poder usufruir de quase todas as vantagens da TV Digital em seu aparelho atual (imagem perfeita e som sem ruídos). No entanto, para ter o sinal de alta definição, será necessário que o morador tenha adicionalmente um televisor HDTV. Vale ressaltar que as transmissões digitais na cidade do Rio de Janeiro ocuparão inicialmente a faixa de UHF (bandas III,IV e V). É possível que, em alguns casos, as antenas existentes tenham desempenho adequado apenas para recepções em VHF. Nestes casos, será necessário incorporar a antena de UHF para receber os sinais digitais.
 
O receptor da TV digital é compatível com computadores antigos?
Depende da configuração do computador; ele precisa ter entrada USB e memória suficiente para reproduzir vídeo.
 
E as TVs portáteis? O uso será apenas restrito a meios de transporte, como carros, trens, barcas etc?
Não exclusivamente. As TVs portáteis poderão ser utilizadas em qualquer lugar, até mesmo em casa.
 
Na época do lançamento, quais serão as opções de interatividade?
No início das transmissões digitais terrestres, teremos aplicações interativas simples. Dependerá de cada fabricante e de cada emissora o que estará disponível em um primeiro momento. As aplicações terão sua complexidade aumentada ao longo do tempo.
 
Aqueles que já possuem uma TV de alta definição precisam apenas ligá-la em uma antena UHF?
Se você quiser aproveitar as vantagens da sua TV de alta definição, você tem duas opções. Adquirir o conversor digital, também conhecido como Set-Top-Box, e ligá-lo a uma antena e ao seu televisor, ou, se o seu televisor possuir conversor digital integrado, basta ligá-lo a uma antena.
 
Os conversores são compatíveis com qualquer aparelho de TV? Eles serão vendidos em que tipo de loja?
Sim, são compatíveis com qualquer aparelho de TV, mas as interfaces de cada tipo de conversor são de livre escolha da indústria. Após a implantação, em médio prazo, os conversores serão vendidos em todas as lojas onde há venda de televisores.

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Fonte: Convergência Digital
[16/12/08]   Linear critica demora nos incentivos para transmissores de TV Digital por Luiz Queiroz

Ao representar o presidente da Abinee, Humberto Barbato, no seminário" TV Digital no Brasil - Os desafios para a consolidação da audiência em 2009 ", promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, da Câmara dos Deputados, o Diretor da Linear Equipamentos Eletrônicos S/A, Carlos Alberto Fructuoso, fez duras críticas ao governo. Segundo ele, os fabricantes brasileiros de transmissores ainda não receberam os incentivos fiscais já definidos para o Sistema Brasileiro de TV Digital.

Segundo ele, quando se tratou das importações iniciais de transmissores, bastou uma Resolução da Camex para que os efeitos positivos da medida fossem contabilizados no dia seguinte.

Já a indústria nacional, reclamou Fructuoso, permanece à espera dos incentivos previstos no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Equipamentos para a TV Digital (PATVD).

Até o momento, segundo o executivo, as portarias interministeriais que deveriam conceder à indústria brasileira de transmissores, incentivos fiscais como, por exemplo, a isenção do PIS/Pasep, Cofins e Imposto de Produtos Industrializados na aquisição de bens de capital e de insumos, não foram publicadas pelo governo

Fructuoso fez a queixa diante do Secretário de Política de Informática, Augusto Gadelha, que estava na platéia assistindo a palestra e tinha na mesa dos trabalhos, como moderador, o Secretário de Tecnologia Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Francelino Grando:

Ao final do evento, o Secretário de Política de Informática, Augusto Gadelha, disse entender a reclamação da indústria de transmissores, mas que há uma série de procedimentos para serem analisados tanto pelos Ministérios da Ciência e Tecnologia como pelo do Desenvolvimento, assim como, pela Receita Federal e pelo Ministério da Fazenda.

Gadelha, no entanto, acredita que até final deste ano, algumas portarias interministeriais poderão ser publicadas pelo governo, já com a concessão dos incentivos reclamados pela indústria local.