TV DIGITAL - INTERATIVIDADE - GINGA

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TV Digital - Interatividade - Ginga

Coleção de Notícias
 



Fonte: convergência Digital

[25/02/09]   TV Digital: Já ouviu falar no Ginga CDN?
Fonte: Convergência Digital
[10/02/09]   Conversores com Ginga já estarão à venda no segundo semestre por Cristina De Luca
Fonte: Convergência Digital
[10/02/09]   No Carnaval, anúncios explicarão diferença entre TV Digital e TV paga por Cristina De Luca
Fonte: Convergência Digital
[09/02/09]   Camex prorroga prazo de ex-tarifários para equipamentos de TV Digital
Fonte: Convergência Digital
[05/02/09]   TV Digital: Governo prepara novos incentivos para produção de conversores
Fonte: Convergência Digital
[05/02/09]   Indústria de celulares incorpora GINGA-NCL em janeiro de 2010 por Luiz Queiroz
Fonte: Cosmo
[16/02/09]   Interatividade na TV digital: uma realidade distante por Silvana Guaiume
Fonte: Convergência Digital
[10/02/09]   Intel quer entrar no Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital por Cristina De Luca
Fonte: Convergência Digital
[05/02/09]   TV Digital: Governo prepara novos incentivos para produção de conversores
Fonte: IDG Now!
[05/02/09]   TV Digital: esclarecendo questões sobre o potencial da interatividade por Lygia de Luca
Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]   TV Digital: Tecnologia de alta definição já está disponível nas lojas
Fonte: Gazeta Online Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]   TV Digital: Como fica a situação na TV a cabo?
Fonte: Gazeta Online Fonte: Gazeta Online Fonte: Gazeta Online Fonte: Gazeta Online Fonte: Convergência Digital
[16/12/08]   Linear critica demora nos incentivos para transmissores de TV Digital por Luiz Queiroz
 

TRANSCRIÇÕES

Fonte: convergência Digital
[25/02/09]   TV Digital: Já ouviu falar no Ginga CDN?

Não. Ginga CDN não é mais uma implementação do Ginga, como a AstroTV, da TQTVD, ou a OpenGinga, projeto encabeçado pela Universidade Federal da Paraíba. Ginga CDN é o acrônimo de Ginga Code Development Network, projeto submetido ao CTIC (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Digitais para Informação e Comunicação), gerido pela RNP, aprovado e com contrato assinado desde 20 de fevereiro. A expectativa é de que os recursos comecem a ser liberados agora, no início de março. O que faz do Ginga CDN o primeiro projeto financiado pelo CTIC.

Criado pelo governo federal com o objetivo de desenvolver a competência nacional para inovação em comunicações digitais, o CTIC prevê a instalação de redes temáticas nos moldes do que vem acontecendo em outras áreas de Pesquisa e Desenvolvimento. Entenda-se por redes temáticas a articulação de diversos grupos e laboratórios interessados em investigar e propor soluções para desafios tecnológicos. No caso da TV Digital, nas áreas de codificação, transmissão, recepção, acesso, interatividade, middleware, aplicações e serviços.

O projeto Ginga CDN propõe a criação, gerenciamento e operação de uma rede de desenvolvedores de código para o middleware Ginga composta pelas seguintes instituições: UFPB, PUC-Rio,UFRN-DIMap ,UFRN – DCA, UERN, PUC-Caldas, UNIFACS, UFPel, UFG, UFSCar, UFC, Mackenzie, USP-LSI, UFRGS e CEFET-CE.

As primeiras tarefas de pesquisadores dessas 13 instituições serão:

1. Estabelecer um arquitetura base de referência para implementação de componentes para o middleware Ginga e um ambiente de desenvolvimento de baixo custo (baseado em computador pessoal) para execução e testes de componentes e aplicações para TV Digital;
2. Estabelecer um rede de desenvolvimento distribuído para esses componentes através, inicialmente, dos parceiros contratos para o projeto (as 13 instituições) e, no futuro, agregar colaboradores de outros paises que utilizem o middleware Ginga ou padrões com ele compatíveis, além de empresas brasileiras ou estrangeiras interessadas em atuar no mercado de desenvolvimento de middleware e aplicações para TV Digital;
3. Divulgar e evoluir a tecnologia Ginga, a curto prazo, para implantação do SBTVD.

Espera-se que boa parte do trabalho desses pesquisadores se transforme em produtos e/ou serviços e torne acessíveis tecnologias relacionadas ao desenvolvimento do middleware Ginga, beneficiando empresas que atuam na área, aumentando sua competitividade no mercado de desenvolvimento de software para TV Digital.

Nas próxima semanas, Raoni Kulesza, da UFPB e um dos coordenadores do projeto, deve colocar no ar o site institucional do Ginga CDN em http://gingacdn.lavid.ufpb.br.

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O Ginga CDN e o OpenGinga

Não à toa, a arquitetura base e o ambiente de baixo custo para desenvolvimento de componentes e aplicações para o middleware Ginga terá como ponto de partida o código atual do OpenGinga, impulsionando assim a velocidade e a qualidade do seu desenvolvimento.

Para quem não sabe, o OpenGinga pretende virar um projeto de código aberto com licença GPL GNU GeneralPublic License Version 2 (GPLv2) desenvolvido na Universidade da Paraíba, no LAVID.
Sua versão final ainda não foi liberada, por conta do atraso na especificação final do Ginga-J, atraso na definição da especificação Ginga-J, diante da necessidade de substituição do GEM, padrão internacional que contém APIs de programação Java sujeita à cobrança de royalties, pelas APIs do Java-DTV, livres de royalties, recém liberadas pela SUN para o Fórum SBTVD.

Enquanto isso não acontece, o LAVID/UFPB está trabalhando na liberação de uma versão educacional do OpenGinga, ainda com as APIs do GEM, para treinamento de desenvolvedores de aplicações interativas para TV Digital.

O que vinha intrigando a comunidade é porque, até agora, o desenvolvimento do OpenGinga não vinha seguindo o modelo de desenvolvimento OpenSource, disponibilizando os fontes do que já foi feito para análise, testes e contribuições, mesmo que parcialmente (dado que o processo é mesmo incremental). E porque não está disponível no Portal do Software Público, na comunidade Ginga, ou em alguma plataforma similar ao Sourceforge, ao Java.net, ao Google Code, etc?

Até aqui, embora licenciado sob licença GPLv2, quem tentou licenciar o OpenGinga esbarrou em barreiras impostas pela Universidade da Paraíba.

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SBTVD: É chegada a hora do desenvolvimento de aplicações interativas

Recentemente, pesquisadores do laboratório Telemidia, da PUC-Rio, disponibilizaram na comunidade Ginga do Portal do Software Público ferramentas livres para desenvolvimento e testes no ambiente Ginga-NCL. Entre elas o Ginga Live CD, lançado durante o Free Software Rio 2008. O objetivo do Ginga Live CD é oferecer um ambiente de testes de aplicações NCL e NCLua com opções para busca de conteúdo a partir de diversas fontes. É bom lembrar que o Ginga-NCL é o padrão para o desenvolvimento de aplicações intarativas em dispositivos móveis de acesso á TV Digital.

O Live CD contém a implementação de referência do Ginga-NCL e uma interface gráfica avançada e amigável para testes e apresentação de aplicações NCL e NCLua. As aplicações podem ser buscadas do próprio CD, que contém alguns exemplos do Clube NCL, e/ou de dispositivos de armazenamento USB (pendrives, HDs externos, etc.).

O pessoal da TQTVD também prepara um kit de ambiente de desenvolvimento para integrantes da rede de parceiros AstroDevNet, criada no fim do ano passado para fomentar o desenvolvimento produtos específicos para t-commerce, t-banking, aplicativos de uso pessoal, mensageiros eletrônicas, jogos, entre outras aplicações inrativas para TV Digital. O kit da TQTVD terá desde o emulador para PC do middleware AstroTV, até conversores digitais para desenvolvimento, testes e prototipagem de aplicativos.

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CTIC: Atrasos no cronograma

O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Digitais para Informação e Comunicação (CTIC) deveria ter divulgado o resultado de sua primeira iniciativa de financiamento de projetos até o dia 14 de novembro de 2008. A divulgação das propostas aprovadas seria feita primeiro por e-mail e tornada pública, em dezembro, na página do CTIC na Internet. Mas não está lá.

A iniciativa começou em meados do ano passado, com o envio de uma carta-convite a cerca de 30 grupos de universidades e centros de pesquisa brasileiros. Em pouco tempo, 35 propostas de projetos recebidas foram avaliadas por uma comissão de especialistas, que selecionou 20 e as distribuiu em oito linhas de atuação. Os grupos tiveram 15 dias para reformular seus projetos conforme as sugestões da banca. As novas propostas foram apresentadas em workshop no final de outubro para a comissão e os demais grupos.

A contratação é decidida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, com base no impacto estratégico de cada linha de atuação. Daí a prioridade para o middleware Ginga, alma do SBTVD.

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Fonte: Convergência Digital
[10/02/09]   Conversores com Ginga já estarão à venda no segundo semestre por Cristina De Luca

"Em abril a gente fecha o assunto interatividade, seja para o bem ou seja para o mal, por unanimidade, ou não", afirmou nesta terça-feira, 10/02, ao Convergência Digital, o presidente do fórum SBTVD e vice-presidente do Grupo Bandeirantes, Frederico Nogueira. "Não tenho dúvida ao afirmar que teremos conversores com Ginga à venda no mercado já no segundo semestre deste ano", garantiu.

Oferecer interatividade ao telespectador brasileiro em 2009 é uma das prioridades do Fórum SBTVD. O módulo técnico que, hoje, trabalha nas especificações da API 'royalties free' do Java-DTV, tem prazo para encerrar o trabalho.

Os integrantes desse módulo têm até o dia 23 de março para entregar ao conselho deliberativo do Fórum SBTVD, todas as alternativas possíveis para interatividade (Ginga com GEM, com Java DTV, só com NCL e Lua, etc), para tomada de decisão no decorrer de abril. "Não vou enrolar com esse assunto. Vou botar para votar", afirmou Nogueira.

Indagado se manteria essa posição ciente que ela poderia vir a representar uma divisão no Fórum, até aqui famoso por ter tomado todas as suas decisões por consenso, o executivo não titubeou.

"Mesmo que esse assunto venha do módulo rachado, a gente já sabe como virar e sabe o que tem que enfrentar", disse Nogueira, lembrando que lá atrás, no início dos trabalhos do Fórum, a votação pela obrigatoriedade do DRM na saída não foi consensual.

"O governo foi lá e derrubou. A gente pode decidir rachado e o governo tomar uma decisão no sentido contrário. O que é ruim para todos. Mas vamos decidir", completou. Frederico Nogueira assegura, no entanto, que o conselho não vai tomar uma decisão levando em conta apenas os aspectos técnicos, abandonando o custo a ponto de torná-lo inviável. Também não decidirá só pelo custo, comprometendo a qualidade do produto.

"A decisão será um mix das duas coisas. No Fórum, temos um equilíbrio de forças. Não conheço nenhum outro setor tão reunido para deliberar o caminho a seguir. Tomada a decisão, todo mundo vai naquele caminho. É democrático, é correto", assinalou.

Outras prioridades
Entre as outras prioridades do Fórum SBTV para 2009 estão a consolidação da implantação da transmissão no país o aumento da produção HD por parte das emissoras.

"Fechamos o ano de 2008 com 11 cidades com transmissão digital: 10 capitais e uma no interior. A meta é fechar 2009 com as 26 capitais com sinal digital e boa parte das cidades de maior porte, com mais de 1 milhão de habitantes, também. Vamos trabalhar nesse sentido", disse.

Quanto ao aumento da produção HD (High Definition), já em abril, com o lançamento da programação 2009, Frederico assegura que duas grandes redes terão 100% das sua programação em HD e as outras três redes, no mínimo 50%. Hoje, apenas uma emissora tem 100% da sua produção HD. As outras oscilam entre entre 50% e 25%.

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Fonte: Convergência Digital
[10/02/09]  No Carnaval, anúncios explicarão diferença entre TV Digital e TV paga por Cristina De Luca

Uma nova campanha de divulgação dos benefícios da TV Digital estará no ar, em pleno Carnaval, em todo o país. Com o título "Democracia Digital", a iniciativa quer, principalmente, explicar ao telespectador que qualidade digital não é exclusividade dos assinantes da TV por Assinatura,

"As pessoas estavam entendendo que para ter TV digital precisava ter assinatura de TV paga. A campanha vai mostrar para a população que ela pode ter a TV com qualidade, sem pagar nada mais, além da compra do conversor", explica Frederico Nogueira, presidente do Fórum SBTVD e vice-presidente do Grupo Bandeirantes.

A campanha vai lembrar que ao defender que a TV digital fosse livre, aberta e gratuita, as emissoras de TV criaram, na verdade, um forte diferencial para o sistema brasileiro: A gratuidade. Também vai enfatizar que "Democracia digital" é também mobilidade, alta definição e interatividade.

"Costumo dizer que a TV digital brasileira tem um tripé que a sustenta: Mobiidade e/ou portabilidade; alta definição; e interatividade. Sem qualquer um deles, o SBTVD não consegue se equilibrar. Vamos vender mais conversores, na medida que tivermos a interatividade. Vai vender mais televisores quando conseguirmos mostrar para as pessoas o que é assistir TV em alta definição", observa Frederico Nogueira.

"E vender mais terminais portáteis quando a população entender que é melhor levar o celular com TV para o estádio, em vez do radinho de pilha, porquê nele é possível ver o replay do lance", afirma Frederico. "Tudo é uma questão cultural. Algo que a gente não faz da noite para o dia", completa.

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Fonte: Convergência Digital
[09/02/09]   Camex prorroga prazo de ex-tarifários para equipamentos de TV Digital

Por meio da Resolução nº. 81 da CAMEX (Câmara de Comércio Exterior), número 81, de 18 de dezembro de 2008, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, anunciou a prorrogação até 30 de junho de 2009 da alíquota zero para importação dos equipamentos descritos na Resolução CAMEX nº 67 de 11 de dezembro de 2007. Neste mesmo ato, foi prorrogada até o dia 31 de dezembro de 2009, da alíquota zero para os itens constantes da Resolução CAMEX de 23 de janeiro de 2008.

O Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (Fórum SBTVD) apresentou em dezembro de 2008 um pleito ao Governo Federal para prorrogação dos itens constantes das Resoluções CAMEX mencionadas. O objetivo era de possibilitar que as empresas de radiodifusão possam atualizar e adequar seus equipamentos para atender o cronograma de implantação da TV Digital estabelecido pelo Governo Federal.

Com a prorrogação do prazo para importação, com redução para 0% da alíquota de importação de equipamentos sem similar nacional, as empresas de comunicação podem seguir com seu programa de atualização de equipamentos fundamentais para a produção de conteúdo e transmissão de sinal de TV no padrão digital.

Entre os produtos sem similar nacional e que possuem redução de alíquota de importação estão, por exemplo, equipamentos de sinalização, controle e splicer do fluxo de dados MPEG, monitores de vídeo profissional com entradas SDI e HD-SDI, geradores de sinais de testes nos padrões SDI e HD-SDI, mesas de comutação de sinais de áudio e vídeo nos mesmos padrões, amplificadores seriais digitais, conversores de sinal analógico para digital e aparelhos de monitoração de forma de onda, sistemas irradiantes configuráveis para transmissão de sinais digitais, codificadores para serviço digital de áudio, vídeo ou dados em MPEG-4, e equipamentos para monitoração de sinais de vídeo, áudio e dados digitais, compressão MPEG-2 e/ou MPEG-4 e análise de transmissão de televisão digital.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Fórum do SBTVD.

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Fonte: Convergência Digital
[05/02/09]  TV Digital: Governo prepara novos incentivos para produção de conversores

O Ministério das Comunicações, juntamente com o Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio, está trabalhando em uma alteração no PPB (Processo Produtivo Básico) para as empresas produtoras de TVs e conversores para TV Digital, revelou o secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins, ao participar nesta quinta-feira, 05/02, do Seminário de Políticas de Telecomunicações, da Converge Telecomunicações, em Brasília.

Martins, embora não tenha adiantado maiores detalhes, segundo reportagem do Teletime News, explicou que a idéia é que as empresas venham a cumprir metas de produção de TVs com conversores integrados e que esse percentual em relação à produção total cresça conforme a expansão da TV Digital ocorra no país. O secretário estima que em cerca de 90 ou 120 dias a proposta esteja finalizada.

Um dos objetivos do governo com a iniciativa é tornar o preço dos conversores mais competitivos. Também há o interesse de explorar a realização da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul, um forte incentivador para a migração do parque de televisões no Brasil por causa da paixão do brasileiro pelo futebol.

No final do ano passado, ao participar do programa oficial "Bom dia, Ministro", da Radiobrás, o ministro das Comunicações, Hélio Costa - que não tem participado de eventos do setor, apesar de estar em Brasília - não poupou críticas ao setor por causa da TV Digital. "O país não produz conversores de TV Digital em número suficente para atender a população por falta de engajamento da própria indústria em popularizar a nova tecnologia", destilou.

O ataque de Costa à indústria não parou por aí. "Infelizmente, até agora, não vi uma disposição da indústria de realmente produzir dentro da expectativa e da necessidade da TV digital. Temos, em média, 200 mil conversores nos mercados por mês. Se tivéssemos um milhão, todos seriam vendidos", concluiu o ministro.

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Fonte: Convergência Digital
[05/02/09] Indústria de celulares incorpora GINGA-NCL em janeiro de 2010 por Luiz Queiroz

Portaria Interministerial 237, publicada nesta terça-feira (30/12), no Diário Oficial da União, altera as normas dos Processos Produtivos Básicos (PPBs) definidos para fabricação de celulares no Brasil. E no Artigo 4° o governo exige dos fabricantes, que a partir de 1° de janeiro de 2010, pelo menos 5% da produção nacional dos equipamentos, que recebem incentivos fiscais da Lei de Informática ou do Pólo Industrial de Manaus deverão conter o middleware GINGA-NCL.

Além desta novidade, a portaria, assinada em conjunto pelos Ministérios da Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio Exterior também define os percentuais de produção de conversores de corrente contínua (CA-CC), ou carregadores de baterias, quando acompanharem o telefone celular que opera em tecnologia digital combinada ou não com outras tecnologias.

Nos últimos anos, o governo sempre estabeleceu em 15% a diferença residual de não cumprimento das etapas de produção dos equipamentos para celulares, o que significava que essa meta podia ficar para ser fabricada no ano seguinte, acumulando com os percentuais de produção daquele ano.

Excepcionalmente em 2008, o governo decidiu que "a diferença residual poderá ser de até 20%; desde que a empresa cumpra a diferença residual em relação ao percentual mínimo estabelecido, em unidades produzidas, até 31 de dezembro de 2009, sem prejuízo das obrigações correntes, nos anos-calendário respectivos".

Aparentemente tal decisão pode significar que o governo já prevê a possibilidade de um atraso na produção dos aparelhos celulares, com a entrada da tecnologia de recepção de TV Digital, por conta de eventuais conflitos que possam ocorrer na instalação do middleware brasileiro GINGA-NCL.

A portaria completa você encontra no Blog Capital Digital.

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Fonte: Cosmo
[16/02/09]   Interatividade na TV digital: uma realidade distante por Silvana Guaiume
 
Em Campinas, as TVs já distribuem o sinal digital, mas a interatividade ainda está longe do consumidor.
Daniel Pataca aposta que a interatividade da TV digital será mais amplamente utilizada em celulares
 
Quando o projeto da TV Digital brasileira foi lançado, em 2003, a possibilidade de interatividade teve papel de destaque no discurso do então ministro das Comunicações Miro Teixeira, que tratou a questão como inclusão digital para a população carente, que usaria a televisão como um computador. A adesão ao novo sistema vem ganhando investimentos e emissoras em diferentes partes do País. Em Campinas, as TVs já distribuem o sinal digital. Mas a interatividade ainda está longe do consumidor.
 
O middleware Ginga, programa que permitirá ao telespectador interagir usando o controle remoto, deveria estar concluído e disponível no mercado há algum tempo, mas passou por um revés de propriedade intelectual que obrigou os desenvolvedores a refazer parte do projeto. Refeito, aguarda a homologação do Fórum da TV Digital e a chancela da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para ser distribuído.
 
A expectativa é de que isso ocorra até o final do semestre, segundo o pesquisador de Telecomunicações do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações de Campinas (CPqD) e especialista em TV Digital, Daniel Pataca. Mas daí a ganhar a casa do consumidor, há outro longo percurso, conforme ele.
 
O Ginga é composto de duas partes, explica o pesquisador. A declarativa foi desenvolvida na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e usa o NCL, como um HTML. Essa parte está pronta e especificada. A outra parte, procedural, foi desenvolvida na Unversidade Federal da Paraíba (UFPB), em Java, inicialmente baseada no padrão europeu GEN. Mas ocorreram problemas de propriedade intelectual e ela teve de ser refeita. Foi concluída e batizada de Java DTV, desenvolvida para o Brasil, e aguarda homologação.
 
Pataca explica que o middleware é de código livre, pode ser baixado por qualquer pessoa interessada. “Mas baixar um programa na TV não é tão simples como baixar no computador. A maioria das pessoas não vai saber como lidar com o Ginga”, acrescenta. De acordo com ele, a tendência é a de que fabricantes desenvolvam recursos a partir do middleware para atrair clientes. Mas nada disso terá validade se as emissoras não desenvolverem conteúdos interativos.
 
“Hoje há uma discussão dentro das emissoras sobre como fazer isso. Elas não têm interesse que o telespectador abandone a programação. Estão analisando como usar a interatividade sem atrapalhar a audiência”, diz o pesquisador. Ele acredita que as empresas de televisão irão adotar a interatitividade para reforçar os programas, como permitir votações ao vivo ou vender produtos de personagens de novelas.
 
Embora seja possível navegar pela internet na televisão, Pataca defende que essa não deve ser a principal finalidade da TV digital interativa. “A TV é um meio diferente do computador. Poderá ser usada para acessar a internet, mas não acredito que vá ser o meio preferencial, mesmo que com o tempo sejam desenvolvidas interfaces mais amigáveis para facilitar a navegação”, argumenta. Programas interativos educacionais e mesmo a questão da inclusão digital, de qualquer forma, devem ficar restritos a emissoras públicas.
 
Pataca aposta que a interatividade da TV Digital será mais amplamente utilizada em aparelhos de telefone celular. “Hoje já há modelos no mercado aptos para receber o sinal digital”, comenta. Assistir aos programas de televisão não custa nada para o usuário de telefone. Mas as operadoras poderão cobrar quando o consumidor passar a usar a interatividade. No entanto, tudo depende de como se comportará o mercado e as emissoras.
 
“A interatividade na TV digital ainda é um aprendizado. Mesmo no Exterior, ela não tem um impacto grande, por enquanto. É preciso achar esse novo modelo. A TV digital interativa não vai ser nem uma televisão comum nem um computador. Vai ser alguma coisa completamente diferente”, analisa Pataca.
 
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Fonte: Convergência Digital
[10/02/09]   Intel quer entrar no Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital por Cristina De Luca
 
Na próxima reunião, o Conselho Deliberativo do Fórum SBTVD deve aprovar o pedido de ingresso da Intel no seu quadro de associados. Já estão lá duas fortes concorrentes nos mercados de dispositivos portáteis: a Qualcomm e a Stmicroeletronics.
 
A informação é do próprio presidente do Fórum SBTVD, Frederico Nogueira, que vê na evolução da entidade, com a participação crescente de grandes de empresas, de diferentes segmentos, uma prova incontestável do amadurecimento do mercado.
 
Não à toa, Frederico lembrou da entrada da Intel no Fórum ao falar sobre mobilidade, embora a gigante dos semicondutores já tenha anunciado seu ingresso no mercado de set-top-boxes, em parceria com a  Tecsys. Os MIDs, com os novos processadores Moorestown, podem disputar uma importante fatia do mercado 1-seg.
 
O canal de retorno quem vai escolher é o telespectador
 
Internet, WiFi, WiMax, celular e até uma linha 0800.  A especificação para o canal de retorno da TV Digital já está pronta. Não admite mais discussão. E afirma que os receptores têm que estar preparados para uso de qualquer dessas tecnologias, a escolha do freguês.
 
Escolha essa que poderá obedecer diversos critérios. Da escassez de meios, até os diferentes modelos de negócio criados pelas prestadoras de serviços de telecomunicações, com ou sem parceria com emissoras e provedores de conteúdo.
 
"Se uma emissora da TV resolver que quer ter um 0800 para que todo mundo dê retorno para ela e, assim,  ter uma averiguação do Ibope por meio do receptor, problema dessa emissora. É ele que vai ter arcar com os investimentos e custos para fazer isso", explica Frederico .
 
Até hoje, nenhuma operadora de telefonia integra do Fórum SBTVD.  "Aos poucos, o pessoal de telecom começa a vir por aí", afirma Frederico.
 
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Fonte: Convergência Digital
[05/02/09]   TV Digital: Governo prepara novos incentivos para produção de conversores
 
O Ministério das Comunicações, juntamente com o Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio, está trabalhando em uma alteração no PPB (Processo Produtivo Básico) para as empresas produtoras de TVs e conversores para TV Digital, revelou o secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins, ao participar nesta quinta-feira, 05/02, do Seminário de Políticas de Telecomunicações, da Converge Telecomunicações, em Brasília.
 
Martins, embora não tenha adiantado maiores detalhes, segundo reportagem do Teletime News, explicou que a idéia é que as empresas venham a cumprir metas de produção de TVs com conversores integrados e que esse percentual em relação à produção total cresça conforme a expansão da TV Digital ocorra no país. O secretário estima que em cerca de 90 ou 120 dias a proposta esteja finalizada.
 
Um dos objetivos do governo com a iniciativa é tornar o preço dos conversores mais competitivos. Também há o interesse de explorar a realização da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul, um forte incentivador para a migração do parque de televisões no Brasil por causa da paixão do brasileiro pelo futebol.
 
No final do ano passado, ao participar do programa oficial "Bom dia, Ministro", da Radiobrás, o ministro das Comunicações, Hélio Costa - que não tem participado de eventos do setor, apesar de estar em Brasília - não poupou críticas ao setor por causa da TV Digital. "O país não produz conversores de TV Digital em número suficente para atender a população por falta de engajamento da própria indústria em popularizar a nova tecnologia", destilou.
 
O ataque de Costa à indústria não parou por aí. "Infelizmente, até agora, não vi uma disposição da indústria de realmente produzir dentro da expectativa e da necessidade da TV digital. Temos, em média, 200 mil conversores nos mercados por mês. Se tivéssemos um milhão, todos seriam vendidos", concluiu o ministro.
 
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Fonte: IDG Now!
 
Interatividade já existe no mundo?
Programação interativa existirá para celulares?
Conversor de hoje suportará?
O IDG Now! responde.
 
A TV Digital brasileira, que fez aniversário de 1 ano em dezembro de 2008 e está presente em nove cidades brasileiras, ainda não mostrou o potencial de interação rica prometido pelo middleware Ginga.
 
Especialistas afirmaram, em evento da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, que a interatividade chegaria em junho de 2009. O Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD) confirma que é possível o acesso a programas interativos no 1º semestre deste ano.
 
A questão ainda é incógnita, contudo. O Fórum revela que a norma para a interatividade móvel foi aprovada  em 2007 e só depende dos fabricantes criarem dispositivos que dêem suporte e torná-la realidade. Este ano, foram impostas portarias que obrigam fabricantes brasileiros a criarem celulares que recebam o sinal digital a partir de 2010.
 
A interatividade móvel pode ainda gerar um entrave quando se participa de um concurso por SMS enquanto se assiste a TV Digital pelo celular. Afinal, o canal de retorno da informação será o celular - surge então um desafio técnico, pois se milhões de mensagens são enviadas, a carga é extremamente exigente para a operadora.
 
Além disso, os conversores populares a 200 reais ainda não chegaram ao mercado - há apenas um modelo da Proview que custa 299 reais. Estes modelos não estão prontos para a interatividade, pois não têm o middleware Ginga. Mas só 650 mil brasileiros têm TV Digital - não interativa -, e ainda não precisam de um novo modelo.
 
Hoje é possível comprar programação por Pay Per View e escolher por qual câmera se vai assistir a uma partida de futebol - esta interatividade básica existe na TV Paga. O Ginga promete levar os telespectadores muito além. Nos EUA, já é possível comprar pizza pela TV, com o serviço da TiVo.
 
E no Brasil? Quando a TV será interativa? O que é preciso para usufruir? Quando chega?

De um ponto de vista otimista, no 1º semestre deste ano. Mas um especialista também calcula em 2012. Segundo o Fórum SBTVD, a interatividade já poderia existir em celulares e outros dispositivos móveis desde 2007.
 
“Nesta data, a norma para implementação móvel ficou pronta. Era só questão de os fabricantes resolverem colocar nos dispositivos”, afirma Luiz Fernando Gomes Soares, membro do Fórum e professor titular da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).
 
Falando sobre interatividade por conversores tradicionais para TVs, Soares revela que há um empecilho. “Ainda está pendente uma questão de propriedade intelectual da parte Java do Ginga”, diz. “Temos duas versões do Java, uma antiga com base na especificação Gem, e a nova se baseia no pacote da Sun.”
 
Este impedimento será resolvido “até o final março pelo Fórum SBTVD”, revela Soares. Ou seja, se depender desta decisão, “poderemos ter um produto interativo ainda este semestre”.
 
O presidente da AgênciaClick, Abel Reis, é cético. “Sinceramente, eu já fui mais entusiasta quanto a prazos. Mas hoje não acredito em interatividade rica antes de 2012”, diz. A agência, inclusive, descontinuou um laboratório de pesquisas sobre anúncios interativos.
 
A conclusão faz sentido quando se retoma a revelação de que a norma para interatividade em celulares está pronta e não foi usada. “Assim como não tinha problema para o portátil, não vai ter para o fixo. Mas até agora não foi criado um portátil interativo”, pondera Soares.
 
Conversor
Os aparelhos disponíveis para compra hoje no mercado não são compatíveis com a interatividade.
 
Por enquanto, apenas 650 mil telespectadores têm TV Digital, mas existe um potencial público de 40 milhões de brasileiros prontos para adquirir um conversor, diz o Fórum SBTVD.
 
Soares explica que “alguns conversores vendidos sem o middleware Ginga têm possibilidade de upgrade, mas os fabricantes não têm obrigação de fazer a atualização”.
 
Teoricamente, quem já comprou seu set top box deverá trocar de modelo caso queira usufruir da interatividade. Afinal, é o middleware que dará suporte à interação pelo conversor.
 
“O canal de interatividade, que é uma rede como outra qualquer, tem suporte no Ginga”, diz Soares. O funcionamento pode ser comparado ao processamento da internet pelo PC.
 
O sistema de TV brasileiro dá suporte a qualquer canal de interatividade, segundo o especialista do Fórum. Isso quer dizer que “o conversor pode ser conectado em outra rede” - como provedores de canais pagos ligados à banda larga ou serviços wireless - para usufruir da interatividade.
 
Aplicativos
Um mercado será aberto aos desenvolvedores para a criação de aplicativos que permitam a interação. “Hoje, quem tem mais coisas atraentes são provedores de conteúdo. Eles naturalmente desenvolverão seus próprios aplicativos e, claro, contratarão desenvolvedores”, diz Reis. “Eles serão ‘fornecedores’ de quem detém os direitos de conteúdo da TV”.
 
Aparentemente, a interatividade permitirá uma ampla gama de possibilidades. “Tudo que se consegue fazer em meios digitais seria viável tecnicamente em um padrão de TV Digital, com as devidas parcerias e arranjos”, resume Reis.
 
Isto mostra que a solução da Tivo para pedir pizzas pela TV, pode ser realidade no Brasil. Exibir informações adicionais sobre um filme é só o começo. “Certamente haverá limites, mas o que é produzido hoje ainda está muito aquém de uma barreira”, opina Soares.
 
Questão em aberto
A questão de interesses financeiros pode gerar polêmicas, em alguns momentos, na implementação da interatividade, na opinião de Reis, que usa um exemplo da TV Digital pelo celular.
 
“Se você tem um programa por onde responde perguntas por SMS enquanto ele acontece, em um formato interativo, você vai ter toda a comunicação chegando pela rede de telefonia, e isso gera uma carga extremamente exigente para a operadora”, mostra.
 
Reis exemplifica dizendo que, apesar de hoje ser possível interação, quando se está recebendo o sinal pelo celular, ele se tornar canal de retorno é muito mais natural. "Imagine o programa perguntando: você quer que eu escolha o calouro A ou B?". Se o programa funciona e muda em função do público e a participação é grande, "será levantada uma discussão sobre modelos comerciais que acomodem interesses de quem oferece o conteúdo e quem dá a infraestrutura para isso acontecer", diz o especialista.
 
Soares concorda que, no geral, “isso é um problema de modelo de negócios que as emissoras terão que definir”, e seja isso com anunciantes ou operadoras. “Afinal, quando você compra um produto que tem na propaganda na TV, a loja não paga nada, pois já pagou a publicidade no canal”, diz.
 
Outra questão em aberto lembrada por Reis menciona a linguagem televisiva. "Como vai ser a dinâmica da televisão para o telespectador participar de forma rica e intensiva?", questiona.
 
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Fonte: Gazeta Online
Televisores preparados para a TV Digital variam de R$ 1.999 a R$ 4.999, conforme o tamanho
 
Variedade. Semp Toshiba, Samsung, Sony, Hbuster, Proview, LG e Philips são algumas das marcas mais fáceis de encontrar nas lojas
 
Não tem jeito: quem quiser desfrutar das maravilhas prometidas pelo sinal digital terá que adequar a tecnologia que tem em casa. Se o orçamento estiver mais folgado, pode ser a hora de trocar de TV. Se falta recursos, a opção é um conversor.
 
Lojas físicas e virtuais têm aparelhos de boas marcas e com preços acessíveis. Até agora, Semp Toshiba, Samsung, Sony, Hbuster, Proview, LG e Philips são algumas das marcas mais fáceis de encontrar nas lojas do Estado.
 
Só para você ter uma ideia, os novos aparelhos televisores preparados para receber a TV Digital variam de R$ R$ 1.999,00 a R$ 4,999, de acordo com o tamanho. Já os conversores podem ser encontrados com valores que vão de R$ 349,00 a R$ 899,00.
 
Nas prateleiras
"Tenho o conversor Toshiba, que é compatível com qualquer TV, por um preço bem acessível, R$ 499,00. Na loja temos ainda TVs das marcas Samsung, Sony e Hbuster, que variam de R$ 899,00 numa 19 polegadas, até R$ 8 mil para uma televisão de 52 polegadas", detalha o gerente da Eletrocity do Shopping Vitória, Wallace Messias Júnior.
 
No Ponto Frio do Shopping Praia da Costa, o gerente Luiz André Ribeiro Falcão, destaca os conversores. "O conversor para TV Digital da marca Proview está com um preço ótimo, R$ 349,00. Temos ainda conversores da Sony por R$ 499,00".
 
O gerente da Ricardo Eletro do Shopping Vitória, Ellery Nascimento, ressalta que a loja possui boas opções de televisores com conversor já integrado. "Os televisores LG e Samsung com conversor integrado variam de R$ 4.999,00 a R$ 5,999,00". Para quem quiser conversores, a loja disponibiliza as marcas Philips e Proview, por R$ 899.00 e R$ 359.00, respectivamente.
 
Na Sipolatti, os televisores HDMI e Full HD da Sony estão com preços promocionais em 10 vezes sem juros até o dia 20 deste mês, com descontos que variam de R$ 100,00 a R$ 1.500,00.
 
"Nossa equipe está bem sintonizada para responder às dúvidas dos clientes e teremos consultores da Sony no Shopping Vitória para dar mais detalhes sobre os produtos", acrescenta o gerente de compras da Sipolatti, Sérgio Dias.
 
Um conversor pode ser usado em  todas as TVs
Um conversor é suficiente para "abastecer" uma casa ou cada aparelho de TV terá que ter um conversor? Será possível conectar um conversor a mais de um aparelho (puxar um fio e fazer a distribuição do vídeo), mas o canal digital sintonizado será o mesmo em todas as telas. Para que cada aparelho sintonize um canal diferente, é preciso ter um conversor para cada TV. (Consultor explica como comprar TV digital. Assista ao vídeo)
 
TV grátis no celular
R$ 899,00 - Este é o CELTV STI, o celular com TV Digital aberta e grátis da Semp Toshiba. Veja seu programa favorito onde você estiver, sem pagar nada mais por isso. O telefone tem ainda tecnologia touch screen, filmadora, câmera fotográfica de 2MP e MP3 player. Site: www.semptoshiba.com.br
 
3G e TV Digital
R$ 1.299,00 - O celular Samsung V820 GSM vem com TV Digital móvel, tecnologia de 3ª geração e videochamada. Além disso, o aparelho tem Bluetooth 2.0 para troca de arquivos, e MP3-player. À venda no site das Americanas. Site: www.americanas.com
 
Gravador de TV no cartão
R$ 899,00 - Já o modelo Samsung Next TV SGH-I 6210 tem TV Digital, câmera 2.0MP, filmadora, MP3-player e Bluetooth, entre outras funcionalidades. O sinal da TV é o padrão nacional ISDB-TB, e o aparelho tem ainda gravador de TV direto no cartão de memória. À venda no site Submarino. Site: www.submarino.com.br. Tel.: 4003-2000
 
TV Digital no computador
R$ 199,00 - A Tectoy apresenta o MobTV, um receptor móvel de TV digital que pode ser conectado a computadores de mesa e notebooks. Esse é o primeiro de uma linha de aparelhos da empresa compatível com o padrão de  TV Digital no Brasil. O valor acima é apenas sugerido pela TecToy. Site: www.tectoy.com.br
 
Gravação de programas
R$ 299,00 - A Semp Toshiba acaba de colocar no mercado o Plug TV, dispositivo que, conectado a um computador, recebe as transmissões e permite que o usuário assista a programas dos canais de TV aberta digital. Ele possui busca de canais, guia eletrônico de programação e gravação de programas de TV, entre outras funções. Site: www.semptoshiba.com.br
 
Conversor embutido
R$ 2.399,00 - O aparelho de TV 32 de polegadas LCD HD Ready da Toshiba vem com conversor digital e recursos como bloqueio de canais, programação de canais favoritos, e guia de programação eletrônica, se a transmissão feita pela emissora oferecer. À venda no Shoptime. Site: www.shoptime.com.br
 
Conversão para sinal digital
R$ 499,00 - Este conversor de sinal digital da STI tem saída HDMI e entrada USB. O modelo DC-2008H converte canais para transmissões digitais de alta definição compatível com MPEG-4 e MPEG-2. A função On-Screen-Display orienta o usuário na configuração de seu conversor. À venda no Shoptime. Site: www.shoptime.com.br
 
Sistema híbrido
R$ 2.389,00 - A TV 42" de plasma com conversor digital integrado da LG tem as características da TV HD. O aparelho tem sintonizador Digital integrado (ISDB-T) e sintoniza os novos canais de TV Digital sem precisar de set-top-box, além de um sistema híbrido que sintoniza sinal digital, analógico, cabo e satélite. À venda no site das Americanas. Site: www.americanas.com. Tel.: 4003-1000
 
Decodificador de sinais via UHF
R$ 399,00 - O DigiTV Positivo é um conversor de sinal indicado para televisores de tubo ( ou LCD/plasma sem entrada HDMI, que correspondem à maior parte dos aparelhos em uso no país. O aparelho usa a tecnologia full seg, recebe e decodifica sinais via UHF em alta definição. Requer uma antena de sinal digital UHF para a recepção. Site: www.positivoinformatica.com.br
 
MiniTV digital com tela LCD
R$ 599,00 - A Mini TV Digital da AOC possui tela LCD de 3,5 polegadas, diagonal visual aproximada de 8,7 cm, design Ultra Slim, com menos de 1 cm de espessura e bateria recarregável de lítio, com até 3,5 horas de duração. O modelo permite escolher o formato de tela, o tipo de áudio e a legenda, quando disponíveis na transmissão. É capaz de receber todos os canais abertos da TV Digital.
Site: www.agis.com.br
 
Para notebooks e desktops
R$ 159,00 - Este é o Connectv AOC, que pode ser utilizado tanto em notebooks quanto em desktops com entrada USB. O receptor possui resolução de imagem de até 330x180 dpi e sintonia automática de canais, além de uma mini antena retrátil para melhor recepção do sinal. Não há necessidade de conexão com a internet, nem TV por assinatura. Site: www.agis.com.br
 
Ver e gravar TV Digital
R$ 3.699,00 - O modelo de TV de 42 de polegadas Full HD com HDMI, da marca Philips, tem Eetrada PC e conversor Integrado. O sintonizador integrado DTV permite que você assista ou grave a TV Digital. Isso significa que não é preciso ter um decodificador ou cabos adicionais. Site: www.submarino.com.br. Tel.: 4003-2000
 
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Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]   TV Digital: Sua TV está pronta para o sinal digital?

TVs de plasma, LCD e de tubo precisam de conversor, mas há aparelhos que já têm recurso embutido
 
Antes de investir em um novo aparelho de TV para poder assistir às transmissões da TV Digital, o telespectador deve ter um conversor (set-top-box). É através desse aparelho que os canais são convertidos para o formato digital.
 
Ou seja, se você tiver adquirido aquela TV de última geração, que exibe imagens em Full HD, não vai adiantar muita coisa se o sinal que continuar a chegar através do aparelho ainda é o analógico.
 
Outra opção é já adquirir um televisor com o aparelho embutido. Um pouco mais caros que os convencionais, já poupa o consumidor do trabalho de ter que adquirir também um conversor.
 
Por outro lado, é importante lembrar que uma das opções mais inovadoras do novo sistema, a interação, ainda não está em pleno funcionamento e, quando isso ocorrer, pode ser o momento de trocar novamente de conversor.
 
Isso porque os receptores atuais ainda não estão preparados para rodar o Ginga, software desenvolvido no Brasil, que vai possibilitar que os telespectadores interajam com os programas da TV.
 
Ainda não há previsão de quando os primeiros aparelhos equipados com o Ginga comecem a ser produzidos, e a interatividade ainda encontra-se em fase de testes na maioria das emissoras.
 
Portanto, quem quiser experimentar desde agora o que vai ser a TV do futuro, já pode começar a desfrutar da imagem e som apurados que a TV Digital vem trazendo no primeiro momento.
 
Para isso, quem tiver uma TV de plasma, LCD (full HD ou não) ou mesmo um televisor de tubo, basta adquirir um set top box nas lojas especializadas ou optar por um aparelho que já tenha o conversor embutido.
 
Digital X analógico
 
Sistema digital
Transmite sinais que transformam a imagem e o som em linguagem de computador (dígitos binários). Como o sinal é transmitido em forma de dados, não há perda, o que proporciona som e imagem de alta qualidade, sem fantasmas ou ruídos. O aparelho de TV, nesse caso, funciona como um computador e pode, inclusive, ser conectado à internet, transmitir programas interativos e um número elevado de canais
 
Sistema analógico
Está em uso desde o lançamento da TV, na década de 1940. Diferente do digital, o som e a imagem são convertidos em ondas, que são transmitidas pelo ar. Durante o trajeto, pode acontecer perda de sinal, o que causa as interferências. A previsão é que este sistema seja desativado até 2016, mas é necessário que 99,4% da população já tenha aderido ao sistema digital. Com o encerramento das suas transmissões para sinal de TV, a frequência analógica pode ser usada para outros fins, como telefonia celular
 
Tecnologias
 
Full HD
TVs de até 36 polegadas não precisam necessariamente ser Full HD, que tem a maior definição possível de imagem (1.080 linhas na tela). A maioria das TVs LCD HD Ready (com resolução de 720 linhas, que será o padrão da TV Digital brasileira) atendem bem e são aproximadamente 40% mais baratas
 
Blu-Ray
Quem quiser assistir a filmes com a resolução máxima, tem como opção, atualmente, um DVD Blu-ray, que é a tecnologia que aproveita a capacidade máxima das TVs de LCD e plasma. Um DVD convencional terá o mesmo aspecto que em uma TV convencional
 
Som Surround
Quem tem um televisor de tubo também pode reproduzir o som surround 5.1 da TV Digital. Basta ter um conversor com conexão para esse tipo de som, além do sistema 5.1.
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Fonte: Gazeta Online
No caso dos assinantes da NET, não será preciso comprar um novo conversor
 
Quem tem TV paga também vai poder conferir parte da programação em alta definição. Os assinantes da NET, por exemplo, que quiserem assistir à programação digital da operadora, não vão precisar adquirir um set-top box.
 
"Para isso, basta aderir ao plano digital. Será instalado um decodificador pronto para receber o sinal digital. E o assinante vai poder assistir à programação da NET em alta definição, que corresponde ao canal Globosat HD", conta o gerente comercial da ESC 90 Telecomunicações, André Luiz Machado.
 
Também estão sendo feitos testes para novos canais que vão transmitir em alta definição, como o National Geografic e o HBO. Já os outros canais vão continuar transmitindo com imagem standard, mas com sinal digital para quem optar pelos novos pacote.
 
A interação, em seu estágio inicial também poderá ser acessada do decodificador digital que virá com o plano. "Além da programação da TV, com sinopses e fichas técnicas de programas e filmes, o assinante tem acesso a jogos e também emissoras de rádio, com informações sobre música, cantor e álbum", complementa o gerente técnico da ESC 90 Telecomunicações, Hugo Amaral Ramos.
 
Sob demanda
Para o futuro, está em fase de testes outras opções de interatividade, como o "video on demand", que é a possibilidade do assinante comprar uma determinada programação. Outra novidade que será implementada é poder programar para gravar determinada atração, apenas escolhendo pela grade de programação.
 
"Todas as gravações terão uma chave de criptografia, o que impede que o conteúdo seja transferido para outra mídia. Já o 'video on demand' vai permitir ao assinante poder ver determinada programação do seu celular, no momento que quiser", complementa Amaral.
 
Novo receptor para receber sinal digital
Como a Sky já transmite o sinal digital standard, quem quiser receber o sinal digital em alta definição dos programas da TV aberta, terá que adquirir o receptor para TV digital aberta e a antena, e ter uma televisão preparada para transmitir HD. Mas a previsão é que, ainda no primeiro trimestre deste ano, a operadora faça o lançamento do seu decodificador de alta definição, o que vai dispensar a utilização de um segundo receptor. A empresa terá um pacote de programação específico em alta definição. A Sky também tem realizado experiências junto a operadoras de celulares, como a TIM, para a exibição de uma programação específica em dispositivos móveis.
 
Fique ligado
O canal das emissoras vai mudar? Para sintonizar o canal digital, o usuário digita o mesmo número do canal analógico atual no controle remoto do conversor digital ou da TV integrado
 
A TV digital vai funcionar para quem tem parabólica?Não, pois a forma de transmissão é diferente. Quem  usa antena parabólica não terá acesso à nova forma de transmissão de alta definição, a não ser que o serviço contratado receba o sinal e repasse para o telespectador.
 
Antenas internas também são compatíveis? Caso a antena esteja em boas condições técnicas para receber os sinais em VHF (canais 2 a 13) e UHF (canais 14 ao 69), não precisará ser trocada. É possível que as antenas existentes tenham desempenho adequado apenas para recepções em VHF. Nesses casos, será necessário incorporar a antena de UHF para receber os sinais digitais
 
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Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]   TV Digital: Esqueça a palha de aço na antena

Sinal digital, o mesmo dos computadores, não sofre interferência
 
Esqueça a palha de aço pendurada na antena para conseguir uma boa imagem vão ser definitivamente coisa do passado. Como o tipo de transmissão do sinal é o mesmo dos computadores, o sinal digital não sofre interferências.
 
Mas a vantagem do novo sistema não vai ficar apenas na qualidade da imagem. A definição também vai ficar melhor, possibilitando ao telespectador poder visualizar detalhes com mais nitidez.
 
Outra melhoria que a TV Digital traz é a qualidade do som, que será transmitido em 5.1 canais, ou seja, uma qualidade equivalente à de um filme em DVD.
 
Além disso, a TV Digital traz mobilidade e interatividade, que vão fazer com que a sua TV pareça ter saído de um filme de ficção científica.
 
Isso porque a mobilidade, que já será possível testar logo de início, vai permitir com que o telespectador assista aos seus programas favoritos onde estiver. Inclusive do celular, desde que o aparelho receba sinais de TV Digital.
 
Já a interatividade, ainda em fase de testes, vai permitir uma série de possibilidades. O telespectador vai poder interagir com um programa através de votações, expressar sua opinião e até mesmo comprar um produto que esteja sendo exposto em uma novela ou programa, por exemplo.
 
Você vai poder escolher ângulo para ver o gol
Quando as emissoras de TV começarem a exibir programas com interatividade, o telespectador terá ao seu dispor mais uma ferramenta do novo sistema. Será possível ver diferentes ângulos de câmera em um mesmo canal e a transmissão de informações e dados simultaneamente à programação. Isso quer dizer que durante um jogo de futebol, por exemplo, você vai poder ver, na tela da TV, informações sobre os times em campo ou a última rodada do campeonato, ou visualizar outro ângulo de uma partida. Da mesma forma, será possível, durante a exibição de uma novela ou filme, ver a sua sinopse. E para um futuro próximo, será possível adquirir a entrada para um jogo, os brincos que estão sendo usados por uma atriz ou apresentadora, sem precisar sair de casa.
 
Ficha técnica
 
Diferenças entre TV  alta definição e TV convencional:
 
Resolução. Pode ser percebida na nitidez das imagens e textura. Tecnicamente falando, a alta definição corresponde a um número maior de linhas da tela do seu televisor.
 
Imagem. Cada fração da imagem da TV convencional ou analógica é formada por 480 linhas, que ocupam a tela em altíssima velocidade. Já na tela de TV de alta definição, a mesma imagem é formada por 1.080 linhas, na mesma fração de tempo.
 
Alcance. A TV de alta definição procura imitar o potencial do olhar humano, ampliando a visão para as laterais. A proporção da tela analógica é 4:3, já a digital é ampliada para 16:9, que é o mesmo formato das telas de cinema.
 
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Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]    TV Digital: Ginga é com o brasileiro
Software vai permitir interatividade com a programação, como compra de produtos e home banking
 
Imagine poder acessar a sua conta do banco pela TV apenas com o controle remoto? E que tal comprar os brincos daquela atriz da novela das 20h? Ou quem sabe mudar o ângulo de visão do jogo e assistir da perspectiva do gol do seu time? Filme de ficção científica? Não. Apenas a interatividade da TV Digital, que responde pelo nome de Ginga. "É o software constituído por um conjunto de tecnologias e inovações brasileiras, é a especificação de middleware mais avançada e a melhor solução para os requisitos do país", acrescenta o professor Rogério Coelho, que integrou a equipe de desenvolvimento do software.
 
À frente da criação do Ginga estão os laboratórios Telemídia da PUC-Rio e LAViD da Universidade Federal da Paraíba. Com o Ginga acoplado nos set-top box (conversores), as pessoas vão ter maior acesso à interatividade nos conteúdos gerados com essa tecnologia. "Os atuais set-top boxes ainda não permitem a interatividade. A previsão é que o Ginga entre em consulta pública até o final deste mês, para se tornar um padrão da ABNT", explica o coordenador da equipe de desenvolvimento do Ginga, Luiz Fernando Gomes Soares, da PUC-Rio.
 
Com isso, o programa já estará pronto para ser usado por TVs e criadores de conteúdo. "Devemos ter o Ginga funcionando nas TVs ainda este ano. Há algumas redes de TV já fazendo testes com o middleware", conta Soares.
 
Internet
Em pleno funcionamento, o Ginga vai proporcionar ao telespectador interagir de várias formas com a TV, inclusive, em um futuro próximo, uma das previsões é que TV e internet façam uma convergência.
 
Dessa forma, assim como muitas pessoas têm um canal no YouTube, elas vão poder ter o seu próprio canal de TV, que poderá ser assistido por todo mundo. "As emissoras terão nas mãos um grande desafio, que é migrar o seu modelo de negócios", comenta Soares.
 
Recursos multimídia
No campo da computação, middleware é um tipo de programa que age como intermediador para outros programas. No caso do Ginga, que é um middleware, ele vai permitir com que outros programas sejam desenvolvidos para a plataforma digital, já preparada para a interatividade. Em outras palavras, para você poder acessar a página do seu banco na TV Digital, esse programa vai precisar do Ginga para poder funcionar. Subdivididos em dois sistemas, cada um servirá para um tipo de aplicação diferente: o Ginga-J, que vai usar aplicativos baseados na plataforma Java, como boa parte das aplicações e efeitos encontrados hoje na internet; e o Ginga-NCL, ambiente de apresentação multimídia, que será bastante usado para transmissões via celular.
 
Tira-dúvidas
 
Quem vai poder usar o Ginga?
Qualquer pessoa que tiver em casa um set-top box, equipamento que se conecta a uma TV e a uma fonte externa de sinal e transforma esse sinal em conteúdo no formato que possa ser apresentado na TV.
 
Há usuários testando o programa?
A TV digital já está em funcionamento em São Paulo. Porém, a interatividade ainda está limitada, devido às restrições dos set-top box.
 
Quem vai poder programar o Ginga?
O Ginga é um software livre e nunca será comercial. Qualquer pessoa que tiver interesse em produzir interatividade de conteúdo televisivo precisa apenas estudar o Ginga e comprar um set-top-box que execute o programa.
 
O que podemos esperar quando o Ginga tiver em plena atividade? As pessoas, por exemplo, vão poder ter seu próprio canal de TV? Como vai funcionar?
Com o Ginga acoplado nos set-top box, as pessoas vão ter maior acesso a interatividade nos conteúdos gerados com essa tecnologia. Em relação a disponibilização de canal e faixa de frequência a ser usada fica a cargo dos governo liberar ou não canais. Assim como acontece hoje com as rádios.
 
Fonte: professor Rogério Coelho
 
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Fonte: Gazeta Online
 
Quais programas serão oferecidos em formato digital logo de início?
A partir desta segunda-feira(9), a TV Gazeta passa a transmitir dois sinais de televisão. O analógico, vem a ser exatamente o sinal que temos recebido ao longo dos anos, que não mudará em nada e que estará disponível até o dia 29 de junho de 2016. O novo sinal, o digital, será transmitido em padrão SD, o que significa definição padrão em português. A maior parte da programação da TV Digital, neste primeiro momento, será transmitida em SD, ou seja, efetivamente um sinal digital. No entanto, vários programas já serão exibidos em um padrão de imagem e som superior, o HD, ou alta definição em português. Como exemplo desse formato, podemos citar a novela Caminho das Índias; praticamente todos os filmes de Tela Quente, Supercine e Cinema Especial; várias jogos do calendário do futebol brasileiro, inclusive o próximo amistoso da seleção Brasil x Itália; programas da linha de shows, como A Grande Família; e o Carnaval 2009. A minissérie Maysa também foi exibida totalmente em HD. Nossa proposta de trabalho caminha na linha de uma gradativa ampliação da produção de conteúdos em alta definição.
 
Há possibilidade de interatividade? Como será?
A interatividade é um dos grandes diferenciais da TV Digital brasileira. Diversas possibilidades de relacionamento do telespectador com a sua emissora vão surgir como consequência dessa novidade. Como exemplo, a opção de selecionar um item de cenografia que esteja sendo exibido dentro de determinado programa (o vestido de uma atriz de novela, por exemplo) e realizar a compra pelo aparelho de TV, sem o risco de perder parte do conteúdo que esteja sendo assistido, pois o programa seria gravado durante o processo de compra online. Em outra situação, o telespectador poderá participar de pesquisas de opinião, votando durante um programa. O recurso da interatividade vai se viabilizar por meio de um software desenvolvido no Brasil, denominado Ginga, o qual ainda não está disponível para comercialização. Tão logo o mesmo esteja liberado para o mercado, essas facilidades se tornarão uma realidade.
 
O que os telespectadores podem aguardar para os próximos anos em relação a mudanças na programação e interatividade na TV Gazeta, agora digital?
Sem dúvida, muitas novidades nos esperam. As possibilidades são tantas nesse sentido que, até para os especialistas no assunto, é difícil desenhar o cenário num futuro próximo. O certo é que a programação vai passar por um significativo processo de evolução, com conteúdos mais elaborados, onde a qualidade da imagem e o padrão do som serão muito aprimorados em relação ao que o telespectador recebe atualmente. A interatividade, por sua vez, como o próprio nome sugere, promete enriquecer muito a forma com que o telespectador vai se relacionar com a televisão, criando uma via de mão dupla, que levará a experiência de assistir TV a outro patamar de satisfação.
 
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Fonte: Gazeta Online
 
O que muda com a TV Digital?
Além da melhoria de imagem e som, outras vantagens serão a portabilidade, a mobilidade, a interatividade e a multiprogramação. As emissoras poderão transmitir mais de um programa simultaneamente ou diferentes tomadas da mesma cena, para que o telespectador escolha a melhor, entre outros benefícios.
 
O que é preciso para ver a TV Digital?
A transmissão é gratuita, mas é necessário ter um conversor digital (set-top box) ou uma TV que já esteja adaptada e uma antena antena UHF. Quem quiser obter a melhor qualidade das imagens de alta definição, entretanto, precisará ter uma TV com tecnologia Full HD (1080 linhas e 1920 colunas) que pode ser plasma, LCD ou televisor de tubo.
 
Todo mundo terá que mudar para o novo sistema? Quando?
O sistema de transmissão analógica deve ser encerrado apenas em 2016, portanto, até lá será possível continuar assistindo à TV como se fez até hoje, pelo sistema analógico.
 
A TV digital vai alterar o formato dos programas?
O formato dos programas será alterado, pois os programas gravados e transmitidos em alta definição têm formato 16:9, como no cinema, enquanto o formato da transmissão analógica é de 4:3 (os números se referem à relação entre a largura e a altura da tela da TV). Assim, a TV digital permite que se veja áreas maiores.
 
Toda TV Digital é de alta definição?
Não. A transmissão poderá ser digital com a definição padrão, ou seja, semelhante à das transmissões analógicas. Mas mesmo neste caso, a imagem é melhor.
 
O canal das emissoras vai mudar? Como saber qual é cada um na TV Digital?
Para sintonizar o canal digital, o usuário digita o mesmo número do canal analógico atual no controle remoto do conversor digital ou da TV integrado. Existirá ainda o recurso do canal virtual: caso um determinado canal não tenha transmissão digital no ar, o conversor sintonizará as transmissões analógicas da emissora - alguns modelos de TV poderão não dispor deste recurso.
 
Será possível gravar a programação?
Terão que ser levadas em consideração as leis de direitos autorais e as regras dos donos dos programas, mas será possível gravá-los.
 
A TV digital vai funcionar para quem tem parabólica?
Não, pois a forma de transmissão é diferente. Quem  usa antena parabólica não terá acesso à nova forma de transmissão de alta definição, a não ser que o serviço contratado receba o sinal e repasse para o telespectador.
 
O que é multiprogramação?
É a possibilidade de as emissoras transmitirem mais de um programa simultaneamente - ou até mesmo ângulos de câmera diferentes em um jogo de futebol. Isso dá às emissoras flexibilidade para explorar desde alta definição até vários programas dentro de um mesmo canal.
 
Posso comprar no exterior um equipamento para assistir à TV digital no Brasil?
Não. O sistema de TV digital adotado será exclusivo do Brasil. A não ser que sejam fabricados no exterior de acordo com as especificações brasileiras. Isso vale para televisores portáteis, telefones celulares, conversores digitais e aparelhos de TV com conversor integrado.
 
Vou precisar de um aparelho novo para ver a TV digital?
Provavelmente, não. Quase todos os aparelhos fabricados nos últimos anos têm entradas para áudio e vídeo, que são necessárias para o funcionamento do set-top box (conversor). No entanto, a qualidade das imagens varia. Se quiser tirar o melhor proveito da alta definição oferecida pela TV digital, é necessário ter uma televisão com tecnologia Full HD.
 
O som dos programas vai mudar com a TV digital?
Sim, porque os arquivos digitais de música não perdem qualidade durante a transmissão. Além disso, os telespectadores que tiverem home theaters em suas casas poderão usar sistema de som com áudio em 5.1 para assistir a programas de TV produzidos em alta definição, assim como já acontece com os DVDs.
 
Teremos celulares compatíveis para receber o sinal?
A indústria está trabalhando para isso e começa a ser disponibilizado no mercado os primeiros modelos de aparelhos celulares compatíveis para receber o sinal digital das emissoras de televisão aberta. Nesses novos celulares o sinal das emissoras estará disponível gratuitamente da mesma forma que hoje na sua TV.
 
A instalação é simples ou necessita de um "antenista"? A ligação com a TV é pela antena?
A instalação dentro de casa é simples e será explicada detalhadamente nas instruções que vêm com o produto. A antena será ligada ao conversor e este será ligado à TV. Os sistemas de antena coletiva dos condomínios possivelmente precisarão passar por uma vistoria para verificar a capacidade de receber os canais digitais em UHF.
 
Hoje, recebo o sinal da TV via parabólica. Com o início das transmissões digitais, eu passo a receber o sinal automaticamente?
A TV Digital é a nova geração de televisão aberta terrestre, em UHF , e não está relacionada com outros tipos de distribuição, tal como a televisão distribuída via satélite, que é captada pelas parabólicas. As transmissões de TV digital se estenderão por todas as áreas urbanas do país, oferecendo uma qualidade de imagens e sons muito melhor que a da TV analógica dentro das cidades. Assim, se você mora dentro de uma cidade, é possível que, com a TV digital, não seja mais preciso recorrer à parabólica para desfrutar da televisão com boa qualidade. Mas, se você mora em uma área rural, continuará recebendo normalmente o sinal da parabólica.
 
Antenas internas também são compatíveis?
Caso a antena esteja em boas condições técnicas para receber os sinais em VHF (canais 2 a 13) e UHF (canais 14 ao 69), não precisará ser trocada. É possível que as antenas existentes tenham desempenho adequado apenas para recepções em VHF. Nestes casos, será necessário incorporar a antena de UHF para receber os sinais digitais. Existem apenas internas para VHF e UHF.
 
Sou síndico de um prédio que tem uma antena coletiva, mas não tem assinatura de nenhuma TV a cabo. Preciso trocar a antena do prédio para receber o sinal digital? Os condôminos precisam comprar algum equipamento adicional?
Caso a antena esteja em boas condições técnicas para receber os sinais em VHF (canais 2 ao 13) e UHF (canais 14 ao 69), não precisará ser trocada. Porém, cada morador precisará comprar o conversor digital, também conhecido como caixinha conversora, para poder usufruir de quase todas as vantagens da TV Digital em seu aparelho atual (imagem perfeita e som sem ruídos). No entanto, para ter o sinal de alta definição, será necessário que o morador tenha adicionalmente um televisor HDTV. Vale ressaltar que as transmissões digitais na cidade do Rio de Janeiro ocuparão inicialmente a faixa de UHF (bandas III,IV e V). É possível que, em alguns casos, as antenas existentes tenham desempenho adequado apenas para recepções em VHF. Nestes casos, será necessário incorporar a antena de UHF para receber os sinais digitais.
 
O receptor da TV digital é compatível com computadores antigos?
Depende da configuração do computador; ele precisa ter entrada USB e memória suficiente para reproduzir vídeo.
 
E as TVs portáteis? O uso será apenas restrito a meios de transporte, como carros, trens, barcas etc?
Não exclusivamente. As TVs portáteis poderão ser utilizadas em qualquer lugar, até mesmo em casa.
 
Na época do lançamento, quais serão as opções de interatividade?
No início das transmissões digitais terrestres, teremos aplicações interativas simples. Dependerá de cada fabricante e de cada emissora o que estará disponível em um primeiro momento. As aplicações terão sua complexidade aumentada ao longo do tempo.
 
Aqueles que já possuem uma TV de alta definição precisam apenas ligá-la em uma antena UHF?
Se você quiser aproveitar as vantagens da sua TV de alta definição, você tem duas opções. Adquirir o conversor digital, também conhecido como Set-Top-Box, e ligá-lo a uma antena e ao seu televisor, ou, se o seu televisor possuir conversor digital integrado, basta ligá-lo a uma antena.
 
Os conversores são compatíveis com qualquer aparelho de TV? Eles serão vendidos em que tipo de loja?
Sim, são compatíveis com qualquer aparelho de TV, mas as interfaces de cada tipo de conversor são de livre escolha da indústria. Após a implantação, em médio prazo, os conversores serão vendidos em todas as lojas onde há venda de televisores.

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Fonte: Convergência Digital
[16/12/08]   Linear critica demora nos incentivos para transmissores de TV Digital por Luiz Queiroz

Ao representar o presidente da Abinee, Humberto Barbato, no seminário" TV Digital no Brasil - Os desafios para a consolidação da audiência em 2009 ", promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, da Câmara dos Deputados, o Diretor da Linear Equipamentos Eletrônicos S/A, Carlos Alberto Fructuoso, fez duras críticas ao governo. Segundo ele, os fabricantes brasileiros de transmissores ainda não receberam os incentivos fiscais já definidos para o Sistema Brasileiro de TV Digital.

Segundo ele, quando se tratou das importações iniciais de transmissores, bastou uma Resolução da Camex para que os efeitos positivos da medida fossem contabilizados no dia seguinte.

Já a indústria nacional, reclamou Fructuoso, permanece à espera dos incentivos previstos no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Equipamentos para a TV Digital (PATVD).

Até o momento, segundo o executivo, as portarias interministeriais que deveriam conceder à indústria brasileira de transmissores, incentivos fiscais como, por exemplo, a isenção do PIS/Pasep, Cofins e Imposto de Produtos Industrializados na aquisição de bens de capital e de insumos, não foram publicadas pelo governo

Fructuoso fez a queixa diante do Secretário de Política de Informática, Augusto Gadelha, que estava na platéia assistindo a palestra e tinha na mesa dos trabalhos, como moderador, o Secretário de Tecnologia Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Francelino Grando:

Ao final do evento, o Secretário de Política de Informática, Augusto Gadelha, disse entender a reclamação da indústria de transmissores, mas que há uma série de procedimentos para serem analisados tanto pelos Ministérios da Ciência e Tecnologia como pelo do Desenvolvimento, assim como, pela Receita Federal e pelo Ministério da Fazenda.

Gadelha, no entanto, acredita que até final deste ano, algumas portarias interministeriais poderão ser publicadas pelo governo, já com a concessão dos incentivos reclamados pela indústria local.