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TV DIGITAL - INTERATIVIDADE - GINGA |
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Coleção de Notícias Fonte: convergência Digital [25/02/09] TV Digital: Já ouviu falar no Ginga CDN? Fonte: Convergência Digital [10/02/09] Conversores com Ginga já estarão à venda no segundo semestre por Cristina De Luca Fonte: Convergência Digital [10/02/09] No Carnaval, anúncios explicarão diferença entre TV Digital e TV paga por Cristina De Luca Fonte: Convergência Digital [09/02/09] Camex prorroga prazo de ex-tarifários para equipamentos de TV Digital Fonte: Convergência Digital [05/02/09] TV Digital: Governo prepara novos incentivos para produção de conversores Fonte: Convergência Digital [05/02/09] Indústria de celulares incorpora GINGA-NCL em janeiro de 2010 por Luiz Queiroz Fonte: Cosmo [16/02/09] Interatividade na TV digital: uma realidade distante por Silvana Guaiume Fonte: Convergência Digital [10/02/09] Intel quer entrar no Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital por Cristina De Luca Fonte: Convergência Digital [05/02/09] TV Digital: Governo prepara novos incentivos para produção de conversores
Fonte: IDG Now!
[05/02/09]
TV Digital: esclarecendo questões sobre o potencial da interatividade por Lygia
de Luca [06/02/09]
TV Digital: Tecnologia de alta definição já está disponível nas lojasFonte: Gazeta Online Fonte: Gazeta Online Fonte: Gazeta Online [06/02/09] TV Digital: Como fica a situação na TV a cabo? Fonte: Gazeta Online [06/02/09]
TV Digital: Esqueça a palha de aço na antena
Fonte: Gazeta Online
[06/02/09] TV Digital: Ginga é com o brasileiro
Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]
TV Digital: Programação em alta definição
Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]
TV Digital: Tire suas dúvidas
[16/12/08] Linear critica demora nos incentivos para transmissores de TV Digital por Luiz Queiroz TRANSCRIÇÕES Fonte: convergência Digital ----------------- Fonte: Convergência Digital
[16/02/09]
Interatividade na TV digital: uma realidade distante por Silvana
Guaiume
Em Campinas, as TVs já distribuem o sinal digital, mas a interatividade
ainda está longe do consumidor.
Daniel Pataca aposta que a interatividade da TV digital será mais amplamente utilizada em celulares
Quando o projeto da TV Digital brasileira foi lançado, em 2003, a
possibilidade de interatividade teve papel de destaque no discurso do então
ministro das Comunicações Miro Teixeira, que tratou a questão como inclusão
digital para a população carente, que usaria a televisão como um computador.
A adesão ao novo sistema vem ganhando investimentos e emissoras em
diferentes partes do País. Em Campinas, as TVs já distribuem o sinal
digital. Mas a interatividade ainda está longe do consumidor.
O middleware Ginga, programa que permitirá ao telespectador interagir usando
o controle remoto, deveria estar concluído e disponível no mercado há algum
tempo, mas passou por um revés de propriedade intelectual que obrigou os
desenvolvedores a refazer parte do projeto. Refeito, aguarda a homologação
do Fórum da TV Digital e a chancela da Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT) para ser distribuído.
A expectativa é de que isso ocorra até o final do semestre, segundo o
pesquisador de Telecomunicações do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em
Telecomunicações de Campinas (CPqD) e especialista em TV Digital, Daniel
Pataca. Mas daí a ganhar a casa do consumidor, há outro longo percurso,
conforme ele.
O Ginga é composto de duas partes, explica o pesquisador. A declarativa foi
desenvolvida na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ)
e usa o NCL, como um HTML. Essa parte está pronta e especificada. A outra
parte, procedural, foi desenvolvida na Unversidade Federal da Paraíba
(UFPB), em Java, inicialmente baseada no padrão europeu GEN. Mas ocorreram
problemas de propriedade intelectual e ela teve de ser refeita. Foi
concluída e batizada de Java DTV, desenvolvida para o Brasil, e aguarda
homologação.
Pataca explica que o middleware é de código livre, pode ser baixado por
qualquer pessoa interessada. “Mas baixar um programa na TV não é tão simples
como baixar no computador. A maioria das pessoas não vai saber como lidar
com o Ginga”, acrescenta. De acordo com ele, a tendência é a de que
fabricantes desenvolvam recursos a partir do middleware para atrair
clientes. Mas nada disso terá validade se as emissoras não desenvolverem
conteúdos interativos.
“Hoje há uma discussão dentro das emissoras sobre como fazer isso. Elas não
têm interesse que o telespectador abandone a programação. Estão analisando
como usar a interatividade sem atrapalhar a audiência”, diz o pesquisador.
Ele acredita que as empresas de televisão irão adotar a interatitividade
para reforçar os programas, como permitir votações ao vivo ou vender
produtos de personagens de novelas.
Embora seja possível navegar pela internet na televisão, Pataca defende que
essa não deve ser a principal finalidade da TV digital interativa. “A TV é
um meio diferente do computador. Poderá ser usada para acessar a internet,
mas não acredito que vá ser o meio preferencial, mesmo que com o tempo sejam
desenvolvidas interfaces mais amigáveis para facilitar a navegação”,
argumenta. Programas interativos educacionais e mesmo a questão da inclusão
digital, de qualquer forma, devem ficar restritos a emissoras públicas.
Pataca aposta que a interatividade da TV Digital será mais amplamente
utilizada em aparelhos de telefone celular. “Hoje já há modelos no mercado
aptos para receber o sinal digital”, comenta. Assistir aos programas de
televisão não custa nada para o usuário de telefone. Mas as operadoras
poderão cobrar quando o consumidor passar a usar a interatividade. No
entanto, tudo depende de como se comportará o mercado e as emissoras.
“A interatividade na TV digital ainda é um aprendizado. Mesmo no Exterior,
ela não tem um impacto grande, por enquanto. É preciso achar esse novo
modelo. A TV digital interativa não vai ser nem uma televisão comum nem um
computador. Vai ser alguma coisa completamente diferente”, analisa Pataca.
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Fonte: Convergência Digital
[10/02/09] Intel quer entrar no Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital por Cristina De Luca
Na próxima reunião, o Conselho Deliberativo do Fórum SBTVD deve aprovar o
pedido de ingresso da Intel no seu quadro de associados. Já estão lá duas
fortes concorrentes nos mercados de dispositivos portáteis: a Qualcomm e a
Stmicroeletronics.
A informação é do próprio presidente do Fórum SBTVD, Frederico Nogueira, que
vê na evolução da entidade, com a participação crescente de grandes de
empresas, de diferentes segmentos, uma prova incontestável do amadurecimento
do mercado.
Não à toa, Frederico lembrou da entrada da Intel no Fórum ao falar sobre
mobilidade, embora a gigante dos semicondutores já tenha anunciado seu
ingresso no mercado de set-top-boxes, em parceria com a Tecsys. Os MIDs,
com os novos processadores Moorestown, podem disputar uma importante fatia
do mercado 1-seg.
O canal de retorno quem vai escolher é o telespectador
Internet, WiFi, WiMax, celular e até uma linha 0800. A especificação para o
canal de retorno da TV Digital já está pronta. Não admite mais discussão. E
afirma que os receptores têm que estar preparados para uso de qualquer
dessas tecnologias, a escolha do freguês.
Escolha essa que poderá obedecer diversos critérios. Da escassez de meios,
até os diferentes modelos de negócio criados pelas prestadoras de serviços
de telecomunicações, com ou sem parceria com emissoras e provedores de
conteúdo.
"Se uma emissora da TV resolver que quer ter um 0800 para que todo mundo dê
retorno para ela e, assim, ter uma averiguação do Ibope por meio do
receptor, problema dessa emissora. É ele que vai ter arcar com os
investimentos e custos para fazer isso", explica Frederico .
Até hoje, nenhuma operadora de telefonia integra do Fórum SBTVD. "Aos
poucos, o pessoal de telecom começa a vir por aí", afirma Frederico.
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Fonte: Convergência Digital [05/02/09] TV Digital: Governo prepara novos incentivos para produção de conversores
O Ministério das Comunicações, juntamente com o Ministério do
Desenvolvimento Indústria e Comércio, está trabalhando em uma alteração no
PPB (Processo Produtivo Básico) para as empresas produtoras de TVs e
conversores para TV Digital, revelou o secretário de telecomunicações do
Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins, ao participar nesta
quinta-feira, 05/02, do Seminário de Políticas de Telecomunicações, da
Converge Telecomunicações, em Brasília.
Martins, embora não tenha adiantado maiores detalhes, segundo reportagem do
Teletime News, explicou que a idéia é que as empresas venham a cumprir metas
de produção de TVs com conversores integrados e que esse percentual em
relação à produção total cresça conforme a expansão da TV Digital ocorra no
país. O secretário estima que em cerca de 90 ou 120 dias a proposta esteja
finalizada.
Um dos objetivos do governo com a iniciativa é tornar o preço dos
conversores mais competitivos. Também há o interesse de explorar a
realização da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul, um forte incentivador
para a migração do parque de televisões no Brasil por causa da paixão do
brasileiro pelo futebol.
No final do ano passado, ao participar do programa oficial "Bom dia,
Ministro", da Radiobrás, o ministro das Comunicações, Hélio Costa - que não
tem participado de eventos do setor, apesar de estar em Brasília - não
poupou críticas ao setor por causa da TV Digital. "O país não produz
conversores de TV Digital em número suficente para atender a população por
falta de engajamento da própria indústria em popularizar a nova tecnologia",
destilou.
O ataque de Costa à indústria não parou por aí. "Infelizmente, até agora,
não vi uma disposição da indústria de realmente produzir dentro da
expectativa e da necessidade da TV digital. Temos, em média, 200 mil
conversores nos mercados por mês. Se tivéssemos um milhão, todos seriam
vendidos", concluiu o ministro.
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Fonte: IDG Now!
[05/02/09]
TV Digital: esclarecendo questões sobre o potencial da interatividade por Lygia
de Luca
Interatividade já existe no mundo?
Programação interativa existirá para celulares? Conversor de hoje suportará? O IDG Now! responde.
A TV Digital brasileira, que fez aniversário de 1 ano em dezembro de 2008 e
está presente em nove cidades brasileiras, ainda não mostrou o potencial de
interação rica prometido pelo middleware Ginga.
Especialistas afirmaram, em evento da Comissão de Ciência e Tecnologia,
Comunicação e Informática, que a interatividade chegaria em junho de 2009. O
Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD) confirma que é
possível o acesso a programas interativos no 1º semestre deste ano.
A questão ainda é incógnita, contudo. O Fórum revela que a norma para a
interatividade móvel foi aprovada em 2007 e só depende dos fabricantes
criarem dispositivos que dêem suporte e torná-la realidade. Este ano, foram
impostas portarias que obrigam fabricantes brasileiros a criarem celulares
que recebam o sinal digital a partir de 2010.
A interatividade móvel pode ainda gerar um entrave quando se participa de um
concurso por SMS enquanto se assiste a TV Digital pelo celular. Afinal, o
canal de retorno da informação será o celular - surge então um desafio
técnico, pois se milhões de mensagens são enviadas, a carga é extremamente
exigente para a operadora.
Além disso, os conversores populares a 200 reais ainda não chegaram ao
mercado - há apenas um modelo da Proview que custa 299 reais. Estes modelos
não estão prontos para a interatividade, pois não têm o middleware Ginga.
Mas só 650 mil brasileiros têm TV Digital - não interativa -, e ainda não
precisam de um novo modelo.
Hoje é possível comprar programação por Pay Per View e escolher por qual
câmera se vai assistir a uma partida de futebol - esta interatividade básica
existe na TV Paga. O Ginga promete levar os telespectadores muito além. Nos
EUA, já é possível comprar pizza pela TV, com o serviço da TiVo.
E no Brasil? Quando a TV será interativa? O que é preciso para usufruir?
Quando chega?
De um ponto de vista otimista, no 1º semestre deste ano. Mas um especialista também calcula em 2012. Segundo o Fórum SBTVD, a interatividade já poderia existir em celulares e outros dispositivos móveis desde 2007.
“Nesta data, a norma para implementação móvel ficou pronta. Era só questão
de os fabricantes resolverem colocar nos dispositivos”, afirma Luiz Fernando
Gomes Soares, membro do Fórum e professor titular da Pontifícia Universidade
Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).
Falando sobre interatividade por conversores tradicionais para TVs, Soares
revela que há um empecilho. “Ainda está pendente uma questão de propriedade
intelectual da parte Java do Ginga”, diz. “Temos duas versões do Java, uma
antiga com base na especificação Gem, e a nova se baseia no pacote da Sun.”
Este impedimento será resolvido “até o final março pelo Fórum SBTVD”, revela
Soares. Ou seja, se depender desta decisão, “poderemos ter um produto
interativo ainda este semestre”.
O presidente da AgênciaClick, Abel Reis, é cético. “Sinceramente, eu já fui
mais entusiasta quanto a prazos. Mas hoje não acredito em interatividade
rica antes de 2012”, diz. A agência, inclusive, descontinuou um laboratório
de pesquisas sobre anúncios interativos.
A conclusão faz sentido quando se retoma a revelação de que a norma para
interatividade em celulares está pronta e não foi usada. “Assim como não
tinha problema para o portátil, não vai ter para o fixo. Mas até agora não
foi criado um portátil interativo”, pondera Soares.
Conversor
Os aparelhos disponíveis para compra hoje no mercado não são compatíveis com a interatividade.
Por enquanto, apenas 650 mil telespectadores têm TV Digital, mas existe um
potencial público de 40 milhões de brasileiros prontos para adquirir um
conversor, diz o Fórum SBTVD.
Soares explica que “alguns conversores vendidos sem o middleware Ginga têm
possibilidade de upgrade, mas os fabricantes não têm obrigação de fazer a
atualização”.
Teoricamente, quem já comprou seu set top box deverá trocar de modelo caso
queira usufruir da interatividade. Afinal, é o middleware que dará suporte à
interação pelo conversor.
“O canal de interatividade, que é uma rede como outra qualquer, tem suporte
no Ginga”, diz Soares. O funcionamento pode ser comparado ao processamento
da internet pelo PC.
O sistema de TV brasileiro dá suporte a qualquer canal de interatividade,
segundo o especialista do Fórum. Isso quer dizer que “o conversor pode ser
conectado em outra rede” - como provedores de canais pagos ligados à banda
larga ou serviços wireless - para usufruir da interatividade.
Aplicativos
Um mercado será aberto aos desenvolvedores para a criação de aplicativos que permitam a interação. “Hoje, quem tem mais coisas atraentes são provedores de conteúdo. Eles naturalmente desenvolverão seus próprios aplicativos e, claro, contratarão desenvolvedores”, diz Reis. “Eles serão ‘fornecedores’ de quem detém os direitos de conteúdo da TV”.
Aparentemente, a interatividade permitirá uma ampla gama de possibilidades.
“Tudo que se consegue fazer em meios digitais seria viável tecnicamente em
um padrão de TV Digital, com as devidas parcerias e arranjos”, resume Reis.
Isto mostra que a solução da Tivo para pedir pizzas pela TV, pode ser
realidade no Brasil. Exibir informações adicionais sobre um filme é só o
começo. “Certamente haverá limites, mas o que é produzido hoje ainda está
muito aquém de uma barreira”, opina Soares.
Questão em aberto
A questão de interesses financeiros pode gerar polêmicas, em alguns momentos, na implementação da interatividade, na opinião de Reis, que usa um exemplo da TV Digital pelo celular.
“Se você tem um programa por onde responde perguntas por SMS enquanto ele
acontece, em um formato interativo, você vai ter toda a comunicação chegando
pela rede de telefonia, e isso gera uma carga extremamente exigente para a
operadora”, mostra.
Reis exemplifica dizendo que, apesar de hoje ser possível interação, quando
se está recebendo o sinal pelo celular, ele se tornar canal de retorno é
muito mais natural. "Imagine o programa perguntando: você quer que eu
escolha o calouro A ou B?". Se o programa funciona e muda em função do
público e a participação é grande, "será levantada uma discussão sobre
modelos comerciais que acomodem interesses de quem oferece o conteúdo e quem
dá a infraestrutura para isso acontecer", diz o especialista.
Soares concorda que, no geral, “isso é um problema de modelo de negócios que
as emissoras terão que definir”, e seja isso com anunciantes ou operadoras.
“Afinal, quando você compra um produto que tem na propaganda na TV, a loja
não paga nada, pois já pagou a publicidade no canal”, diz.
Outra questão em aberto lembrada por Reis menciona a linguagem televisiva.
"Como vai ser a dinâmica da televisão para o telespectador participar de
forma rica e intensiva?", questiona.
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Fonte: Gazeta Online
Televisores preparados para a TV Digital variam de R$ 1.999 a R$ 4.999,
conforme o tamanho
Variedade. Semp Toshiba, Samsung, Sony, Hbuster, Proview, LG e Philips são
algumas das marcas mais fáceis de encontrar nas lojas
Não tem jeito: quem quiser desfrutar das maravilhas prometidas pelo sinal
digital terá que adequar a tecnologia que tem em casa. Se o orçamento
estiver mais folgado, pode ser a hora de trocar de TV. Se falta recursos, a
opção é um conversor.
Lojas físicas e virtuais têm aparelhos de boas marcas e com preços
acessíveis. Até agora, Semp Toshiba, Samsung, Sony, Hbuster, Proview, LG e
Philips são algumas das marcas mais fáceis de encontrar nas lojas do Estado.
Só para você ter uma ideia, os novos aparelhos televisores preparados para
receber a TV Digital variam de R$ R$ 1.999,00 a R$ 4,999, de acordo com o
tamanho. Já os conversores podem ser encontrados com valores que vão de R$
349,00 a R$ 899,00.
Nas prateleiras
"Tenho o conversor Toshiba, que é compatível com qualquer TV, por um preço bem acessível, R$ 499,00. Na loja temos ainda TVs das marcas Samsung, Sony e Hbuster, que variam de R$ 899,00 numa 19 polegadas, até R$ 8 mil para uma televisão de 52 polegadas", detalha o gerente da Eletrocity do Shopping Vitória, Wallace Messias Júnior.
No Ponto Frio do Shopping Praia da Costa, o gerente Luiz André Ribeiro
Falcão, destaca os conversores. "O conversor para TV Digital da marca
Proview está com um preço ótimo, R$ 349,00. Temos ainda conversores da Sony
por R$ 499,00".
O gerente da Ricardo Eletro do Shopping Vitória, Ellery Nascimento, ressalta
que a loja possui boas opções de televisores com conversor já integrado. "Os
televisores LG e Samsung com conversor integrado variam de R$ 4.999,00 a R$
5,999,00". Para quem quiser conversores, a loja disponibiliza as marcas
Philips e Proview, por R$ 899.00 e R$ 359.00, respectivamente.
Na Sipolatti, os televisores HDMI e Full HD da Sony estão com preços
promocionais em 10 vezes sem juros até o dia 20 deste mês, com descontos que
variam de R$ 100,00 a R$ 1.500,00.
"Nossa equipe está bem sintonizada para responder às dúvidas dos clientes e
teremos consultores da Sony no Shopping Vitória para dar mais detalhes sobre
os produtos", acrescenta o gerente de compras da Sipolatti, Sérgio Dias.
Um conversor pode ser usado em todas as TVs
Um conversor é suficiente para "abastecer" uma casa ou cada aparelho de TV terá que ter um conversor? Será possível conectar um conversor a mais de um aparelho (puxar um fio e fazer a distribuição do vídeo), mas o canal digital sintonizado será o mesmo em todas as telas. Para que cada aparelho sintonize um canal diferente, é preciso ter um conversor para cada TV. (Consultor explica como comprar TV digital. Assista ao vídeo)
TV grátis no celular
R$ 899,00 - Este é o CELTV STI, o celular com TV Digital aberta e grátis da Semp Toshiba. Veja seu programa favorito onde você estiver, sem pagar nada mais por isso. O telefone tem ainda tecnologia touch screen, filmadora, câmera fotográfica de 2MP e MP3 player. Site: www.semptoshiba.com.br
3G e TV Digital
R$ 1.299,00 - O celular Samsung V820 GSM vem com TV Digital móvel, tecnologia de 3ª geração e videochamada. Além disso, o aparelho tem Bluetooth 2.0 para troca de arquivos, e MP3-player. À venda no site das Americanas. Site: www.americanas.com
Gravador de TV no cartão
R$ 899,00 - Já o modelo Samsung Next TV SGH-I 6210 tem TV Digital, câmera 2.0MP, filmadora, MP3-player e Bluetooth, entre outras funcionalidades. O sinal da TV é o padrão nacional ISDB-TB, e o aparelho tem ainda gravador de TV direto no cartão de memória. À venda no site Submarino. Site: www.submarino.com.br. Tel.: 4003-2000
TV Digital no computador
R$ 199,00 - A Tectoy apresenta o MobTV, um receptor móvel de TV digital que pode ser conectado a computadores de mesa e notebooks. Esse é o primeiro de uma linha de aparelhos da empresa compatível com o padrão de TV Digital no Brasil. O valor acima é apenas sugerido pela TecToy. Site: www.tectoy.com.br
Gravação de programas
R$ 299,00 - A Semp Toshiba acaba de colocar no mercado o Plug TV, dispositivo que, conectado a um computador, recebe as transmissões e permite que o usuário assista a programas dos canais de TV aberta digital. Ele possui busca de canais, guia eletrônico de programação e gravação de programas de TV, entre outras funções. Site: www.semptoshiba.com.br
Conversor embutido
R$ 2.399,00 - O aparelho de TV 32 de polegadas LCD HD Ready da Toshiba vem com conversor digital e recursos como bloqueio de canais, programação de canais favoritos, e guia de programação eletrônica, se a transmissão feita pela emissora oferecer. À venda no Shoptime. Site: www.shoptime.com.br
Conversão para sinal digital
R$ 499,00 - Este conversor de sinal digital da STI tem saída HDMI e entrada USB. O modelo DC-2008H converte canais para transmissões digitais de alta definição compatível com MPEG-4 e MPEG-2. A função On-Screen-Display orienta o usuário na configuração de seu conversor. À venda no Shoptime. Site: www.shoptime.com.br
Sistema híbrido
R$ 2.389,00 - A TV 42" de plasma com conversor digital integrado da LG tem as características da TV HD. O aparelho tem sintonizador Digital integrado (ISDB-T) e sintoniza os novos canais de TV Digital sem precisar de set-top-box, além de um sistema híbrido que sintoniza sinal digital, analógico, cabo e satélite. À venda no site das Americanas. Site: www.americanas.com. Tel.: 4003-1000
Decodificador de sinais via UHF
R$ 399,00 - O DigiTV Positivo é um conversor de sinal indicado para televisores de tubo ( ou LCD/plasma sem entrada HDMI, que correspondem à maior parte dos aparelhos em uso no país. O aparelho usa a tecnologia full seg, recebe e decodifica sinais via UHF em alta definição. Requer uma antena de sinal digital UHF para a recepção. Site: www.positivoinformatica.com.br
MiniTV digital com tela LCD
R$ 599,00 - A Mini TV Digital da AOC possui tela LCD de 3,5 polegadas, diagonal visual aproximada de 8,7 cm, design Ultra Slim, com menos de 1 cm de espessura e bateria recarregável de lítio, com até 3,5 horas de duração. O modelo permite escolher o formato de tela, o tipo de áudio e a legenda, quando disponíveis na transmissão. É capaz de receber todos os canais abertos da TV Digital. Site: www.agis.com.br
Para notebooks e desktops
R$ 159,00 - Este é o Connectv AOC, que pode ser utilizado tanto em notebooks quanto em desktops com entrada USB. O receptor possui resolução de imagem de até 330x180 dpi e sintonia automática de canais, além de uma mini antena retrátil para melhor recepção do sinal. Não há necessidade de conexão com a internet, nem TV por assinatura. Site: www.agis.com.br
Ver e gravar TV Digital
R$ 3.699,00 - O modelo de TV de 42 de polegadas Full HD com HDMI, da marca Philips, tem Eetrada PC e conversor Integrado. O sintonizador integrado DTV permite que você assista ou grave a TV Digital. Isso significa que não é preciso ter um decodificador ou cabos adicionais. Site: www.submarino.com.br. Tel.: 4003-2000
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Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]
TV Digital: Sua TV está pronta para o sinal digital?
TVs de plasma, LCD e de tubo precisam de conversor, mas há aparelhos que já têm recurso embutido
Antes de investir em um novo aparelho de TV para poder assistir às
transmissões da TV Digital, o telespectador deve ter um conversor
(set-top-box). É através desse aparelho que os canais são convertidos para o
formato digital.
Ou seja, se você tiver adquirido aquela TV de última geração, que exibe
imagens em Full HD, não vai adiantar muita coisa se o sinal que continuar a
chegar através do aparelho ainda é o analógico.
Outra opção é já adquirir um televisor com o aparelho embutido. Um pouco
mais caros que os convencionais, já poupa o consumidor do trabalho de ter
que adquirir também um conversor.
Por outro lado, é importante lembrar que uma das opções mais inovadoras do
novo sistema, a interação, ainda não está em pleno funcionamento e, quando
isso ocorrer, pode ser o momento de trocar novamente de conversor.
Isso porque os receptores atuais ainda não estão preparados para rodar o
Ginga, software desenvolvido no Brasil, que vai possibilitar que os
telespectadores interajam com os programas da TV.
Ainda não há previsão de quando os primeiros aparelhos equipados com o Ginga
comecem a ser produzidos, e a interatividade ainda encontra-se em fase de
testes na maioria das emissoras.
Portanto, quem quiser experimentar desde agora o que vai ser a TV do futuro,
já pode começar a desfrutar da imagem e som apurados que a TV Digital vem
trazendo no primeiro momento.
Para isso, quem tiver uma TV de plasma, LCD (full HD ou não) ou mesmo um
televisor de tubo, basta adquirir um set top box nas lojas especializadas ou
optar por um aparelho que já tenha o conversor embutido.
Digital X analógico
Sistema digital
Transmite sinais que transformam a imagem e o som em linguagem de computador (dígitos binários). Como o sinal é transmitido em forma de dados, não há perda, o que proporciona som e imagem de alta qualidade, sem fantasmas ou ruídos. O aparelho de TV, nesse caso, funciona como um computador e pode, inclusive, ser conectado à internet, transmitir programas interativos e um número elevado de canais
Sistema analógico
Está em uso desde o lançamento da TV, na década de 1940. Diferente do digital, o som e a imagem são convertidos em ondas, que são transmitidas pelo ar. Durante o trajeto, pode acontecer perda de sinal, o que causa as interferências. A previsão é que este sistema seja desativado até 2016, mas é necessário que 99,4% da população já tenha aderido ao sistema digital. Com o encerramento das suas transmissões para sinal de TV, a frequência analógica pode ser usada para outros fins, como telefonia celular Tecnologias
Full HD
TVs de até 36 polegadas não precisam necessariamente ser Full HD, que tem a maior definição possível de imagem (1.080 linhas na tela). A maioria das TVs LCD HD Ready (com resolução de 720 linhas, que será o padrão da TV Digital brasileira) atendem bem e são aproximadamente 40% mais baratas
Blu-Ray
Quem quiser assistir a filmes com a resolução máxima, tem como opção, atualmente, um DVD Blu-ray, que é a tecnologia que aproveita a capacidade máxima das TVs de LCD e plasma. Um DVD convencional terá o mesmo aspecto que em uma TV convencional
Som Surround
Quem tem um televisor de tubo também pode reproduzir o som surround 5.1 da TV Digital. Basta ter um conversor com conexão para esse tipo de som, além do sistema 5.1. ----------------------------------------- Fonte: Gazeta Online
No caso dos assinantes da NET, não será preciso comprar um novo conversor
Quem tem TV paga também vai poder conferir parte da programação em alta
definição. Os assinantes da NET, por exemplo, que quiserem assistir à
programação digital da operadora, não vão precisar adquirir um set-top box.
"Para isso, basta aderir ao plano digital. Será instalado um decodificador
pronto para receber o sinal digital. E o assinante vai poder assistir à
programação da NET em alta definição, que corresponde ao canal Globosat HD",
conta o gerente comercial da ESC 90 Telecomunicações, André Luiz Machado.
Também estão sendo feitos testes para novos canais que vão transmitir em
alta definição, como o National Geografic e o HBO. Já os outros canais vão
continuar transmitindo com imagem standard, mas com sinal digital para quem
optar pelos novos pacote.
A interação, em seu estágio inicial também poderá ser acessada do
decodificador digital que virá com o plano. "Além da programação da TV, com
sinopses e fichas técnicas de programas e filmes, o assinante tem acesso a
jogos e também emissoras de rádio, com informações sobre música, cantor e
álbum", complementa o gerente técnico da ESC 90 Telecomunicações, Hugo
Amaral Ramos.
Sob demanda
Para o futuro, está em fase de testes outras opções de interatividade, como o "video on demand", que é a possibilidade do assinante comprar uma determinada programação. Outra novidade que será implementada é poder programar para gravar determinada atração, apenas escolhendo pela grade de programação.
"Todas as gravações terão uma chave de criptografia, o que impede que o
conteúdo seja transferido para outra mídia. Já o 'video on demand' vai
permitir ao assinante poder ver determinada programação do seu celular, no
momento que quiser", complementa Amaral.
Novo receptor para receber sinal digital Como a Sky já transmite o sinal digital standard, quem quiser receber o sinal digital em alta definição dos programas da TV aberta, terá que adquirir o receptor para TV digital aberta e a antena, e ter uma televisão preparada para transmitir HD. Mas a previsão é que, ainda no primeiro trimestre deste ano, a operadora faça o lançamento do seu decodificador de alta definição, o que vai dispensar a utilização de um segundo receptor. A empresa terá um pacote de programação específico em alta definição. A Sky também tem realizado experiências junto a operadoras de celulares, como a TIM, para a exibição de uma programação específica em dispositivos móveis. Fique ligado O canal das emissoras vai mudar? Para sintonizar o canal digital, o usuário digita o mesmo número do canal analógico atual no controle remoto do conversor digital ou da TV integrado
A TV digital vai funcionar para quem tem parabólica?Não, pois a forma de
transmissão é diferente. Quem usa antena parabólica não terá acesso à nova
forma de transmissão de alta definição, a não ser que o serviço contratado
receba o sinal e repasse para o telespectador.
Antenas internas também são compatíveis? Caso a antena esteja em boas
condições técnicas para receber os sinais em VHF (canais 2 a 13) e UHF
(canais 14 ao 69), não precisará ser trocada. É possível que as antenas
existentes tenham desempenho adequado apenas para recepções em VHF. Nesses
casos, será necessário incorporar a antena de UHF para receber os sinais
digitais
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Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]
TV Digital: Esqueça a palha de aço na antena
Sinal digital, o mesmo dos computadores, não sofre interferência
Esqueça a palha de aço pendurada na antena para conseguir uma boa imagem vão
ser definitivamente coisa do passado. Como o tipo de transmissão do sinal é
o mesmo dos computadores, o sinal digital não sofre interferências.
Mas a vantagem do novo sistema não vai ficar apenas na qualidade da imagem.
A definição também vai ficar melhor, possibilitando ao telespectador poder
visualizar detalhes com mais nitidez.
Outra melhoria que a TV Digital traz é a qualidade do som, que será
transmitido em 5.1 canais, ou seja, uma qualidade equivalente à de um filme
em DVD.
Além disso, a TV Digital traz mobilidade e interatividade, que vão fazer com
que a sua TV pareça ter saído de um filme de ficção científica.
Isso porque a mobilidade, que já será possível testar logo de início, vai
permitir com que o telespectador assista aos seus programas favoritos onde
estiver. Inclusive do celular, desde que o aparelho receba sinais de TV
Digital.
Já a interatividade, ainda em fase de testes, vai permitir uma série de
possibilidades. O telespectador vai poder interagir com um programa através
de votações, expressar sua opinião e até mesmo comprar um produto que esteja
sendo exposto em uma novela ou programa, por exemplo.
Você vai poder escolher ângulo para ver o gol
Quando as emissoras de TV começarem a exibir programas com interatividade, o telespectador terá ao seu dispor mais uma ferramenta do novo sistema. Será possível ver diferentes ângulos de câmera em um mesmo canal e a transmissão de informações e dados simultaneamente à programação. Isso quer dizer que durante um jogo de futebol, por exemplo, você vai poder ver, na tela da TV, informações sobre os times em campo ou a última rodada do campeonato, ou visualizar outro ângulo de uma partida. Da mesma forma, será possível, durante a exibição de uma novela ou filme, ver a sua sinopse. E para um futuro próximo, será possível adquirir a entrada para um jogo, os brincos que estão sendo usados por uma atriz ou apresentadora, sem precisar sair de casa.
Ficha técnica
Diferenças entre TV alta definição e TV convencional:
Resolução. Pode ser percebida na nitidez das imagens e textura. Tecnicamente falando, a alta definição corresponde a um número maior de linhas da tela do seu televisor.
Imagem. Cada fração da imagem da TV convencional ou analógica é formada por
480 linhas, que ocupam a tela em altíssima velocidade. Já na tela de TV de
alta definição, a mesma imagem é formada por 1.080 linhas, na mesma fração
de tempo.
Alcance. A TV de alta definição procura imitar o potencial do olhar humano,
ampliando a visão para as laterais. A proporção da tela analógica é 4:3, já
a digital é ampliada para 16:9, que é o mesmo formato das telas de cinema.
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Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]
TV Digital: Ginga é com o brasileiro
Software vai permitir interatividade com a programação, como compra de produtos e home banking
Imagine poder acessar a sua conta do banco pela TV apenas com o controle
remoto? E que tal comprar os brincos daquela atriz da novela das 20h? Ou
quem sabe mudar o ângulo de visão do jogo e assistir da perspectiva do gol
do seu time? Filme de ficção científica? Não. Apenas a interatividade da TV
Digital, que responde pelo nome de Ginga. "É o software constituído por um
conjunto de tecnologias e inovações brasileiras, é a especificação de
middleware mais avançada e a melhor solução para os requisitos do país",
acrescenta o professor Rogério Coelho, que integrou a equipe de
desenvolvimento do software.
À frente da criação do Ginga estão os laboratórios Telemídia da PUC-Rio e
LAViD da Universidade Federal da Paraíba. Com o Ginga acoplado nos set-top
box (conversores), as pessoas vão ter maior acesso à interatividade nos
conteúdos gerados com essa tecnologia. "Os atuais set-top boxes ainda não
permitem a interatividade. A previsão é que o Ginga entre em consulta
pública até o final deste mês, para se tornar um padrão da ABNT", explica o
coordenador da equipe de desenvolvimento do Ginga, Luiz Fernando Gomes
Soares, da PUC-Rio.
Com isso, o programa já estará pronto para ser usado por TVs e criadores de
conteúdo. "Devemos ter o Ginga funcionando nas TVs ainda este ano. Há
algumas redes de TV já fazendo testes com o middleware", conta Soares.
Internet
Em pleno funcionamento, o Ginga vai proporcionar ao telespectador interagir de várias formas com a TV, inclusive, em um futuro próximo, uma das previsões é que TV e internet façam uma convergência.
Dessa forma, assim como muitas pessoas têm um canal no YouTube, elas vão
poder ter o seu próprio canal de TV, que poderá ser assistido por todo
mundo. "As emissoras terão nas mãos um grande desafio, que é migrar o seu
modelo de negócios", comenta Soares.
Recursos multimídia No campo da computação, middleware é um tipo de programa que age como intermediador para outros programas. No caso do Ginga, que é um middleware, ele vai permitir com que outros programas sejam desenvolvidos para a plataforma digital, já preparada para a interatividade. Em outras palavras, para você poder acessar a página do seu banco na TV Digital, esse programa vai precisar do Ginga para poder funcionar. Subdivididos em dois sistemas, cada um servirá para um tipo de aplicação diferente: o Ginga-J, que vai usar aplicativos baseados na plataforma Java, como boa parte das aplicações e efeitos encontrados hoje na internet; e o Ginga-NCL, ambiente de apresentação multimídia, que será bastante usado para transmissões via celular.
Tira-dúvidas
Quem vai poder usar o Ginga? Qualquer pessoa que tiver em casa um set-top box, equipamento que se conecta a uma TV e a uma fonte externa de sinal e transforma esse sinal em conteúdo no formato que possa ser apresentado na TV.
Há usuários testando o programa?
A TV digital já está em funcionamento em São Paulo. Porém, a interatividade ainda está limitada, devido às restrições dos set-top box.
Quem vai poder programar o Ginga?
O Ginga é um software livre e nunca será comercial. Qualquer pessoa que tiver interesse em produzir interatividade de conteúdo televisivo precisa apenas estudar o Ginga e comprar um set-top-box que execute o programa. O que podemos esperar quando o Ginga tiver em plena atividade? As pessoas, por exemplo, vão poder ter seu próprio canal de TV? Como vai funcionar? Com o Ginga acoplado nos set-top box, as pessoas vão ter maior acesso a interatividade nos conteúdos gerados com essa tecnologia. Em relação a disponibilização de canal e faixa de frequência a ser usada fica a cargo dos governo liberar ou não canais. Assim como acontece hoje com as rádios.
Fonte: professor Rogério Coelho
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Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]
TV Digital: Programação em alta definição
Quais programas serão oferecidos em formato digital logo de início?
A partir desta segunda-feira(9), a TV Gazeta passa a transmitir dois sinais de televisão. O analógico, vem a ser exatamente o sinal que temos recebido ao longo dos anos, que não mudará em nada e que estará disponível até o dia 29 de junho de 2016. O novo sinal, o digital, será transmitido em padrão SD, o que significa definição padrão em português. A maior parte da programação da TV Digital, neste primeiro momento, será transmitida em SD, ou seja, efetivamente um sinal digital. No entanto, vários programas já serão exibidos em um padrão de imagem e som superior, o HD, ou alta definição em português. Como exemplo desse formato, podemos citar a novela Caminho das Índias; praticamente todos os filmes de Tela Quente, Supercine e Cinema Especial; várias jogos do calendário do futebol brasileiro, inclusive o próximo amistoso da seleção Brasil x Itália; programas da linha de shows, como A Grande Família; e o Carnaval 2009. A minissérie Maysa também foi exibida totalmente em HD. Nossa proposta de trabalho caminha na linha de uma gradativa ampliação da produção de conteúdos em alta definição.
Há possibilidade de interatividade? Como será?
A interatividade é um dos grandes diferenciais da TV Digital brasileira. Diversas possibilidades de relacionamento do telespectador com a sua emissora vão surgir como consequência dessa novidade. Como exemplo, a opção de selecionar um item de cenografia que esteja sendo exibido dentro de determinado programa (o vestido de uma atriz de novela, por exemplo) e realizar a compra pelo aparelho de TV, sem o risco de perder parte do conteúdo que esteja sendo assistido, pois o programa seria gravado durante o processo de compra online. Em outra situação, o telespectador poderá participar de pesquisas de opinião, votando durante um programa. O recurso da interatividade vai se viabilizar por meio de um software desenvolvido no Brasil, denominado Ginga, o qual ainda não está disponível para comercialização. Tão logo o mesmo esteja liberado para o mercado, essas facilidades se tornarão uma realidade.
O que os telespectadores podem aguardar para os próximos anos em relação a
mudanças na programação e interatividade na TV Gazeta, agora digital?
Sem dúvida, muitas novidades nos esperam. As possibilidades são tantas nesse sentido que, até para os especialistas no assunto, é difícil desenhar o cenário num futuro próximo. O certo é que a programação vai passar por um significativo processo de evolução, com conteúdos mais elaborados, onde a qualidade da imagem e o padrão do som serão muito aprimorados em relação ao que o telespectador recebe atualmente. A interatividade, por sua vez, como o próprio nome sugere, promete enriquecer muito a forma com que o telespectador vai se relacionar com a televisão, criando uma via de mão dupla, que levará a experiência de assistir TV a outro patamar de satisfação.
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Fonte: Gazeta Online
[06/02/09]
TV Digital: Tire suas dúvidas
O que muda com a TV Digital?
Além da melhoria de imagem e som, outras vantagens serão a portabilidade, a mobilidade, a interatividade e a multiprogramação. As emissoras poderão transmitir mais de um programa simultaneamente ou diferentes tomadas da mesma cena, para que o telespectador escolha a melhor, entre outros benefícios.
O que é preciso para ver a TV Digital?
A transmissão é gratuita, mas é necessário ter um conversor digital (set-top box) ou uma TV que já esteja adaptada e uma antena antena UHF. Quem quiser obter a melhor qualidade das imagens de alta definição, entretanto, precisará ter uma TV com tecnologia Full HD (1080 linhas e 1920 colunas) que pode ser plasma, LCD ou televisor de tubo.
Todo mundo terá que mudar para o novo sistema? Quando?
O sistema de transmissão analógica deve ser encerrado apenas em 2016, portanto, até lá será possível continuar assistindo à TV como se fez até hoje, pelo sistema analógico. A TV digital vai alterar o formato dos programas? O formato dos programas será alterado, pois os programas gravados e transmitidos em alta definição têm formato 16:9, como no cinema, enquanto o formato da transmissão analógica é de 4:3 (os números se referem à relação entre a largura e a altura da tela da TV). Assim, a TV digital permite que se veja áreas maiores.
Toda TV Digital é de alta definição?
Não. A transmissão poderá ser digital com a definição padrão, ou seja, semelhante à das transmissões analógicas. Mas mesmo neste caso, a imagem é melhor.
O canal das emissoras vai mudar? Como saber qual é cada um na TV Digital?
Para sintonizar o canal digital, o usuário digita o mesmo número do canal analógico atual no controle remoto do conversor digital ou da TV integrado. Existirá ainda o recurso do canal virtual: caso um determinado canal não tenha transmissão digital no ar, o conversor sintonizará as transmissões analógicas da emissora - alguns modelos de TV poderão não dispor deste recurso.
Será possível gravar a programação?
Terão que ser levadas em consideração as leis de direitos autorais e as regras dos donos dos programas, mas será possível gravá-los.
A TV digital vai funcionar para quem tem parabólica?
Não, pois a forma de transmissão é diferente. Quem usa antena parabólica não terá acesso à nova forma de transmissão de alta definição, a não ser que o serviço contratado receba o sinal e repasse para o telespectador.
O que é multiprogramação?
É a possibilidade de as emissoras transmitirem mais de um programa simultaneamente - ou até mesmo ângulos de câmera diferentes em um jogo de futebol. Isso dá às emissoras flexibilidade para explorar desde alta definição até vários programas dentro de um mesmo canal.
Posso comprar no exterior um equipamento para assistir à TV digital no
Brasil?
Não. O sistema de TV digital adotado será exclusivo do Brasil. A não ser que sejam fabricados no exterior de acordo com as especificações brasileiras. Isso vale para televisores portáteis, telefones celulares, conversores digitais e aparelhos de TV com conversor integrado.
Vou precisar de um aparelho novo para ver a TV digital?
Provavelmente, não. Quase todos os aparelhos fabricados nos últimos anos têm entradas para áudio e vídeo, que são necessárias para o funcionamento do set-top box (conversor). No entanto, a qualidade das imagens varia. Se quiser tirar o melhor proveito da alta definição oferecida pela TV digital, é necessário ter uma televisão com tecnologia Full HD.
O som dos programas vai mudar com a TV digital?
Sim, porque os arquivos digitais de música não perdem qualidade durante a transmissão. Além disso, os telespectadores que tiverem home theaters em suas casas poderão usar sistema de som com áudio em 5.1 para assistir a programas de TV produzidos em alta definição, assim como já acontece com os DVDs.
Teremos celulares compatíveis para receber o sinal?
A indústria está trabalhando para isso e começa a ser disponibilizado no mercado os primeiros modelos de aparelhos celulares compatíveis para receber o sinal digital das emissoras de televisão aberta. Nesses novos celulares o sinal das emissoras estará disponível gratuitamente da mesma forma que hoje na sua TV.
A instalação é simples ou necessita de um "antenista"? A ligação com a TV é
pela antena?
A instalação dentro de casa é simples e será explicada detalhadamente nas instruções que vêm com o produto. A antena será ligada ao conversor e este será ligado à TV. Os sistemas de antena coletiva dos condomínios possivelmente precisarão passar por uma vistoria para verificar a capacidade de receber os canais digitais em UHF.
Hoje, recebo o sinal da TV via parabólica. Com o início das transmissões
digitais, eu passo a receber o sinal automaticamente?
A TV Digital é a nova geração de televisão aberta terrestre, em UHF , e não está relacionada com outros tipos de distribuição, tal como a televisão distribuída via satélite, que é captada pelas parabólicas. As transmissões de TV digital se estenderão por todas as áreas urbanas do país, oferecendo uma qualidade de imagens e sons muito melhor que a da TV analógica dentro das cidades. Assim, se você mora dentro de uma cidade, é possível que, com a TV digital, não seja mais preciso recorrer à parabólica para desfrutar da televisão com boa qualidade. Mas, se você mora em uma área rural, continuará recebendo normalmente o sinal da parabólica.
Antenas internas também são compatíveis?
Caso a antena esteja em boas condições técnicas para receber os sinais em VHF (canais 2 a 13) e UHF (canais 14 ao 69), não precisará ser trocada. É possível que as antenas existentes tenham desempenho adequado apenas para recepções em VHF. Nestes casos, será necessário incorporar a antena de UHF para receber os sinais digitais. Existem apenas internas para VHF e UHF.
Sou síndico de um prédio que tem uma antena coletiva, mas não tem assinatura
de nenhuma TV a cabo. Preciso trocar a antena do prédio para receber o sinal
digital? Os condôminos precisam comprar algum equipamento adicional?
Caso a antena esteja em boas condições técnicas para receber os sinais em VHF (canais 2 ao 13) e UHF (canais 14 ao 69), não precisará ser trocada. Porém, cada morador precisará comprar o conversor digital, também conhecido como caixinha conversora, para poder usufruir de quase todas as vantagens da TV Digital em seu aparelho atual (imagem perfeita e som sem ruídos). No entanto, para ter o sinal de alta definição, será necessário que o morador tenha adicionalmente um televisor HDTV. Vale ressaltar que as transmissões digitais na cidade do Rio de Janeiro ocuparão inicialmente a faixa de UHF (bandas III,IV e V). É possível que, em alguns casos, as antenas existentes tenham desempenho adequado apenas para recepções em VHF. Nestes casos, será necessário incorporar a antena de UHF para receber os sinais digitais.
O receptor da TV digital é compatível com computadores antigos?
Depende da configuração do computador; ele precisa ter entrada USB e memória suficiente para reproduzir vídeo.
E as TVs portáteis? O uso será apenas restrito a meios de transporte, como
carros, trens, barcas etc?
Não exclusivamente. As TVs portáteis poderão ser utilizadas em qualquer lugar, até mesmo em casa.
Na época do lançamento, quais serão as opções de interatividade?
No início das transmissões digitais terrestres, teremos aplicações interativas simples. Dependerá de cada fabricante e de cada emissora o que estará disponível em um primeiro momento. As aplicações terão sua complexidade aumentada ao longo do tempo.
Aqueles que já possuem uma TV de alta definição precisam apenas ligá-la em
uma antena UHF?
Se você quiser aproveitar as vantagens da sua TV de alta definição, você tem duas opções. Adquirir o conversor digital, também conhecido como Set-Top-Box, e ligá-lo a uma antena e ao seu televisor, ou, se o seu televisor possuir conversor digital integrado, basta ligá-lo a uma antena.
Os conversores são compatíveis com qualquer aparelho de TV? Eles serão
vendidos em que tipo de loja?
Sim, são compatíveis com qualquer aparelho de TV, mas as interfaces de cada tipo de conversor são de livre escolha da indústria. Após a implantação, em médio prazo, os conversores serão vendidos em todas as lojas onde há venda de televisores. ---------------------------- |