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Coordenador Geral: Helio Rosa (rosahelio@gmail.com)

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Nota de Helio Rosa:
Nesta série de "posts" vamos, gradativamente, divulgar o currículo (se disponível na web) e informações sobre os integrantes da equipe de transição e do governo da presidenta eleita. E na sequência, o que ocorrer... HR



Indicações para o primeiro escalão até 26/12/10  
(Fonte principal: G1)

PT

Casa Civil da Presidência - Antonio Palocci  (ver "post" com perfil e notícias)
Ministério da Saúde - Alexandre Padilha (ver "post" com perfil e notícias)
Ministério da Educação - Fernando Haddad (ver notícia e perfil no G1)
Ministério da Justiça - José Eduardo Cardozo  (ver "post" com perfil e notícias)
Ministério das Comunicações - Paulo Bernardo  (ver "post" com perfil e notícias)
Ministério da Fazenda - Guido Mantega (ver "post" com perfil e notícias
Ministério do Planejamento - Miriam Belchior  (ver "post" com perfil e notícias)
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Fernando Pimentel  (ver "post" com perfil e notícias)
Ministério Ciência e Tecnologia - Aloizio Mercadante (ver notícia e perfil no G1)
Ministério da Pesca - Ideli Salvatti (ver notícia e perfil no G1)
Ministério do Desenvolvimento Social - Tereza Campello (ver notícia e perfil no G1)
Secretaria de Direitos Humanos - Maria do Rosário (ver notícia e perfil no G1)
Secretaria-Geral da Presidência - Gilberto Carvalho (ver "post" com perfil e notícias)
Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial - Luiza Helena de Bairros (ver notícia e perfil no G1)
Secretaria de Relações Institucionais - Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira (ver notícia e perfil no G1)
Desenvolvimento Agrário - Afonso Bandeira Florence (ver notícia e perfil no G1)
Secretaria Especial de Políticas para Mulheres - Iriny Lopes (ver notícia e perfil no G1)

PMDB

Ministério das Minas e Energia - Edison Lobão (ver notícia e perfil no G1)
Ministério da Defesa - Nelson Jobim (ver notícia e perfil no G1)
Ministério da Agricultura - Wagner Rossi (ver notícia e perfil no G1)
Ministério do Turismo - Pedro Novais (ver notícia e perfil no G1)
Ministério da Previdência - Garibaldi Alves (ver notícia e perfil no G1)
Secretaria de Assuntos Estratégicos - Moreira Franco (ver notícia e perfil no G1)

PSB

Ministro da Integração - Fernando Bezerra Coelho (PSB) (ver notícia e perfil no G1)
Secretaria de Portos - Leônidas Cristino (PSB) (ver notícia e perfil no G1)

PDT

Ministério do Trabalho - Carlos Lupi (ver notícia e perfil no G1)

PR

Ministério dos Transportes - Alfredo Nascimento (ver notícia e perfil no G1)

PP

Ministério das Cidades - Mário Negromonte (ver notícia e perfil no G1)

PC do B

Ministério dos Esportes - Orlando Silva Jr. (ver notícia e perfil no G1)

Sem partido

Presidência do Banco Central - Alexandre Tombini (ver "post" com perfil e notícias)
Meio Ambiente - Izabella Teixeira (ver notícia e perfil no G1)
Ministério da Cultura - Ana de Hollanda (ver notícia e perfil no G1)
Secretaria de Comunicação Social - Helena Chagas (ver "post" com perfil e notícias)
Relações Exteriores - Antonio Patriota (ver "post" com perfil e notícias)
Advocacia Geral da União - Luís Inácio de Lucena Adams (ver notícia e perfil no G1)
Gabinete de Segurança Institucional - General José Elito Carvalho (ver notícia e perfil no G1)
Controladoria-Geral da União (CGU) - Jorge Hage (ver notícia e perfil no G1)


18/12/11
A Turma da Presidenta (33) - A nova ministra do Supremo - Editorial Estadão

(...) Na sabatina, Rosa Maria Weber mostrou desconhecer o teor desses debates. Quando perguntada sobre questões complexas, que exigem conhecimento de direito positivo e teoria jurídica, afirmou que não poderia respondê-las, por estar impedida de comentar assuntos sub judice. Às perguntas politicamente mais embaraçosas, deu respostas vagas. "A corrupção é inerente à natureza humana, assim como a bondade e a moralidade", disse Rosa Weber, ao ser questionada sobre casos de corrupção no Judiciário.

Após a sabatina, que durou mais de seis horas, alguns ministros mais antigos do STF não esconderam a insatisfação com o desempenho da futura colega. Mais explícitos, os parlamentares da oposição afirmaram que as respostas evasivas de Rosa Weber mostraram que ela não atende a um dos requisitos básicos para integrar a mais alta Corte do País - o notório saber jurídico.

O mais surpreendente é que a ministra concordou com as críticas. Admitiu que conhece pouco de direito civil, penal e processual por estar há 35 anos julgando processos trabalhistas. E também afirmou que aprenderá, no dia a dia do STF, as matérias que não domina. "Penso que hoje em dia, dada a tamanha complexidade e o número de matérias, dificilmente alguém consiga abarcar todos os temas. O que me anima a enfrentar esses desafios é que podemos estudar. Somos eternos aprendizes", disse ela.(...) Ler mais

30/05/11
A turma da Presidenta (32) - Palocci e o "Tráfico de Influência" (3) - Artigo de Carlos Alberto Sardenberg: "A lista de Palocci" + Blog do Vicente: "Lista das empresas que contrataram a empresa de Palocci"


(...) Há dois problemas: primeiro, parece que há ganhos bem superiores àqueles R$ 14 milhões em quatro anos, que a nossa hipótese sugere. Segundo, ganhos tão elevados levantam a suspeita de que Palocci possa ter ido além das palestras e consultorias, caindo no pantanoso terreno de uma certa "advocacia empresarial" especializada em, digamos, quebrar galhos com o governo.
Difícil provar uma coisa e outra. Normalmente, empresas e consultores/palestrantes assinam contratos formais. No caso de palestras, é fácil comprovar: elas se realizam em dia e local certos, com público e, geralmente, com publicidade. Ou seja, há documentos e testemunhas.
No caso de consultoria é mais complicado. Pode ser, por exemplo, uma coisa bem formal - um documento escrito, contendo a análise de uma empresa, um setor, um mercado. Mas pode ser também na base da conversa. O consultor vai lá almoçar com a diretoria e submeter-se a uma saraivada de perguntas.
Aqui nascem as suspeitas. A reunião com a diretoria pode ser documentada, mas não o teor da conversa, muitas vezes sigilosa. E a pergunta ao consultor pode ser técnica - o senhor acha que a inflação vai sair de controle? - ou de negócios - como uma empreiteira como a nossa pode entrar nessa obra (...)

(...) Eis, portanto, a variável-chave para o desenrolar dessa história: a lista de clientes e preços de Palocci. Pode ser uma resposta ou a pá de cal. Certo, de qualquer modo, é que a batalha em torno da lista será fonte duradoura de desgaste.
O governo pode até conseguir barrá-la nos órgãos oficiais. Mas sempre pode vazar alguma coisa, não é mesmo?
E se Palocci cair, muda a política econômica? Em qual direção? Eis o debate que já está por aí. Tema próximo.(...)  Ler mais

23/05/11
A turma da Presidenta (31) - Palocci e o "Tráfico de Influência" (2) - "O que o ministro oferecia" (Editorial Estadão) + "Tudo" sobre Palocci (Coleção atualizada de notícias)

(...) Qual será o valor de mercado de quem tem a oferecer, além da "experiência única", a credencial de ter permanecido como protagonista de primeira grandeza na esfera das decisões do governo? Palocci sabia não apenas como funciona o poder, mas que rumos o poder tencionava tomar em matérias de interesse direto do empresariado e do sistema financeiro. O escândalo da quebra do sigilo bancário do caseiro que testemunhou as visitas do então titular da Fazenda a uma mal-afamada casa de Brasília custou-lhe o posto, mas não o prestígio.
Enquanto dava lá as suas disputadas consultorias - a carteira de clientes da Projeto incluía pelo menos 20 formidáveis corporações -, ele continuava a ser interlocutor privilegiado do presidente Lula e da elite lulista, no Executivo, na administração indireta e no Congresso. Quando chegou a hora, tornou-se fiador da candidata Dilma Rousseff junto ao grande capital. Dizer, como o aide-mémoire que vazou para todos os lados, que 237 parlamentares exercem atividade econômica é querer jogar areia nos fatos. O deputado Palocci esteve longe de ser mais um.
Relator do projeto social do pré-sal e da proposta de prorrogação da CPMF, presidente da comissão da reforma tributária e membro da comissão do Orçamento, lembra a colunista Maria Cristina Fernandes, do jornal Valor, além de diretamente envolvido na regulamentação da previdência complementar, ele estava em posição de antecipar tendências aos seus consulentes, um certo número dos quais há de ter contribuído para a sua campanha, e de levar em conta os seus interesses. Não está claro em que medida isso estava no cerne de suas consultorias - se é que estava. Mas os ganhos da Projeto são compatíveis com oportunidades dessa magnitude.(...)
(...) A lógica dos fatos indica que o ilícito que se poderia atribuir a Palocci, levando às alturas o seu patrimônio, chama-se tráfico de influência.
(...) Ler mais

22/05/11
A turma da Presidenta (30) - Palocci e o "Tráfico de Influência" (1) - "Sociedade tem direito de cobrar ministro, dizem especialistas" + "Quem comprou Palocci?" + Coleção de matérias

(...)  O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, "precisa, sim, vir a público e dar explicações sobre o espantoso aumento de seu patrimônio". A frase, da cientista política Celina Vargas do Amaral Peixoto, da FGV-Rio, resume a impressão dominante entre historiadores e cientistas políticos - ainda que, como ponderam alguns deles, o ministro não tenha nenhuma obrigação legal de revelar sua vida financeira. (...)

(...) Resta apenas apontar o dedo para quem "comprou" Palocci, o que a leitora Cléa M. Corrêa fez à perfeição no "Painel do Leitor" de ontem: "O importante não é saber quanto Palocci enriqueceu com sua empresa de consultoria, mas saber quanto as empresas, seus clientes, enriqueceram com negócios ligados ao governo".
Bingo. Repito o que escrevi quinta-feira: trata-se evidentemente de um caso clássico de tráfico de influência.
Palocci pode até não tê-lo praticado, mas que as empresas queriam usar os contatos dele no governo para obter facilidades e/ou negócios, só o mais tolo dos tolos pode duvidar.
Então, se é justo cobrar de Palocci que explique a quem se vendeu (ou vendeu seus serviços), é igualmente justo cobrar dos compradores que venham a público dizer a razão pela qual o compraram. (...) Ler mais

23/12/10
A turma da Presidenta (29) - Merval Pereira: "Ministério amorfo" - Maria Helena: "Parece que foram escolhidos em algum reformatório" - Carmo Rodrigues: “quadros que a moralidade mínima repudia."
Nota de Helio Rosa:
"Chulé" significa "de má qualidade, barato, ordinário", em uso informal, segundo o dicionário Houaiss; mas prefiro optar pela elegância e chamar o "novo" ministério de "pífio". Merval Pereira, elegantíssimo, chama de "amorfo".  :-)

Merval: (...) O ministério ficou com mais cara de Lula, de uma continuidade sem grandes inovações, o que pode indicar justamente isso, um governo amorfo, ou também apenas uma estratégica submissão enquanto Lula não abre mão de ser o manda-chuva além do próprio mandato. Ler mais

A turma da Presidenta (28) - Fernando Haddad continua no Ministério da Educação
(...) Fernando Haddad é bacharel em direito, mestre em economia (com a dissertação "O caráter sócio-econômico do sistema soviético") desde 1990, e doutor em filosofia (com a tese "De Marx a Habermas - O Materialismo Histórico e seu paradigma adequado", sob a orientação de Paulo Arantes) desde 1996. Obteve esses três graus pela Universidade de São Paulo (USP)(...)
(...) Dedicou boa parte de sua carreira à administração pública: foi consultor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), chefe de gabinete da Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico do município de São Paulo, assessor especial do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e secretário-executivo do Ministério da Educação.
É professor do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Assumiu o Ministério da Educação do governo Lula em 29 de julho de 2005, quando o ex-ministro Tarso Genro deixou o cargo para assumir a presidência do Partido dos Trabalhadores.(...) Ler mais

22/12/10
A turma da Presidenta (27) - Alexandre Padilha assume Ministério da Saúde no futuro governo
(...) O atual responsável pela pasta das Relações Institucionais, Alexandre Rocha Santos Padilha, é o mais jovem ministro do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Com 39 anos, o médico infectologista graduado pela Universidade de Campinas (Unicamp) foi escolhido por Dilma Rousseff para permanecer no governo, à frente do Ministério da Saúde.(...)
Dilma confirma Padilha na Saúde e mais seis ministros Dilma deve escalar Alexandre Padilha para a Saúde Padilha defende reforma fiscal Padilha diz que compromisso do governo é com responsabilidade fiscal.
Pós-graduado em doenças infecciosas e parasitárias pela Universidade de São Paulo (USP), Padilha foi membro da executiva estadual do PT de São Paulo e membro da coordenação das campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2002 e 2005.(...)
(...) Um documento que leva a assinatura do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, foi usado para aprovar convênios de R$ 3,1 milhões em favor de uma entidade fantasma no Ministério do Turismo....Em nota ao jornal O Estado de S. Paulo, o ministro afirmou que não assinou o documento e que pediu ao Ministério da Justiça para que a Polícia Federal investigue o que, segundo ele, é uma "fraude".(...) Ler mais

14/12/10
A turma da Presidenta (26) -  Razões outras - por Dora Kramer (sobre o ministério de Dilma)
(...) O baile segue nessa toada onde sobram homens e mulheres, mas faltam ideias e todo mundo faz de conta que é assim mesmo. A exceção foi o senador eleito Eduardo Braga que deu uma entrevista ao Estado dizendo ter recusado a Previdência por falta de projeto para a área.
Pena que não era verdade. Não foi ministro porque Renan Calheiros vetou: precisava do cargo para acomodar Garibaldi Alves, pois era necessário afastá-lo da disputa pela presidência do Senado.
Da mesma forma, a disputa pela presidência da Câmara pautará a escolha de outro ministro do PT, partido campeão na ocupação de espaços na Esplanada a partir do critério da divisão de cargos entre as tendências internas do aparelho.
É bonito tudo isso? Feio de doer, mas é assim que a banda toca no retrógrado e viciado modo brasileiro de fazer política e governar o País. (...)

13/12/10
A turma da Presidenta (25) - Tiririca errou: Pior fica! - Comentário de Noblat: "Como se fazem ministros"
(...) Novais entende tanto de Turismo quanto Garibaldi de Previdência – nada. E daí? Convencionou-se que político está dispensado de ter familiaridade com assuntos técnicos.(...)
(...) No meio da semana passada, ele procurou uma ex-funcionária do Ministério do Turismo e pediu com jeito humilde:
- Me conta como é essa história de Ministério do Turismo. (...)

12/12/10
A turma da Presidenta (24) - Sobre o ministério de Dilma: "Deserto de ideias" - por Miriam Leitão
(...) Para uma pessoa que durante toda a campanha disse que escolheria técnicos com vinculação política, mas sobretudo com capacidade comprovada, a presidente eleita deixa muito a desejar até agora.
Pior, ela ficou prisioneira do mesmo jogo político-partidário menor de toma lá dá cá, de cota do PMDB, cota de Sarney, cota do PT, cota do Lula. Existe até uma cota Dilma, como se ela não fosse passar a ser a partir do dia primeiro a presidente de todos os brasileiros.
O PIB do Brasil crescerá no ano que vem, menos do que no ano anterior, mas mais do que no primeiro ano do governo Lula, como disse aqui ontem. Mas com esses primeiros movimentos o que Dilma conseguiu na formação dos ministérios é a consolidação de práticas, escolhas, critérios e nomes do que há de mais antigo na política brasileira. Nunca antes um governo nasceu tão velho.(...)

Nota de Helio Rosa:
Os funcionários dos Ministérios, autarquias, estatais e tais, percorrem um plano de carreira, cujo posto máximo deveria ser a titularidade do órgão.
Em que lugar está escrito ou que que momento da história da República ocorreu o fenômeno de que os titulares destes órgão "devem" ser "políticos"?
Claro, o motivo deste "procedimento" o "prof." Jarbas Vasconcelos nos ensinou (vale sempre reler!): "... Para fazer negócios, ganhar comissões. Alguns ainda buscam o prestígio político..."
Dilma "pode" e "tem obrigação", depois de tantas promessas de eficiência e austeridade, de mudar esta prática ao longo do seu mandado. Mas será que ela realmente tem esta "vontade política" dentro de si? Ficam as perguntas, que não querem calar, feitas por toda a nação brasileira: Quem é messsmo Dilma Rousseff? Vai governar para o povo? Ou para Lula e o PT/"aliados"?

11/12/10
A turma da Presidenta (23) - "O QI do Ministério de Dilma" - Editorial Estadão
(...) Com exceção do apartidário Tombini, que por sinal trabalhou no primeiro governo Fernando Henrique, os demais fazem parte dos núcleos de elite do PT. Quaisquer que sejam as suas limitações, parecem todos luminares perto de alguns dos futuros colegas recém-anunciados, cuja principal credencial, ou única, é terem um QI - quem indica - adequado à partilha do poder com o principal aliado do governo. Não é propriamente do PMDB em geral que se está falando, mas do presidente do Senado, José Sarney, com quem Lula tem uma dívida que não acaba nunca, tanto que foi herdada e começou a ser honrada por Dilma. Data da primeira eleição de Lula e cresceu exponencialmente com o apoio do oligarca ao presidente acossado pelo mensalão.
É o pior dos mundos: já não bastasse o loteamento de parte do Ministério, que prefigura o que se passará com o preenchimento dos cargos chamados de confiança nos escalões inferiores da administração federal, o que certos indicados ignoram sobre as Pastas com que foram premiados lotaria uma estante. (...)

08/12/10
A turma da Presidenta (22) - 16 nomes confirmados
Veja relação e os "posts" já publicados com perfis e notícias

A turma da Presidenta (21) - Alexandre Tombini, indicado para o Banco Central, foi submetido à sabatina regulamentar pelo Senado: "A sabatina de Tombini" - Editorial Estadão
(...) Ele está certo em sua avaliação, mas poderia ter acrescentado um detalhe político e técnico de grande relevância: o governo facilitará a ação do BC se controlar seus gastos e contiver a expansão da dívida pública. No dia anterior, o ministro Guido Mantega havia anunciado a intenção de promover um sério ajuste nas contas federais a partir de 2011. Nesse caso, será possível fixar metas de inflação mais baixas e continuar reduzindo a taxa real de juros. Se, ao contrário, a gastança continuar, a autoridade monetária terá de endurecer sua política para não perder o controle da inflação. (...)

07/12/10
A turma da Presidenta (20) - Conheça o médico Gonzalo Vecina Neto, cotado para o Min. Saúde: Notícia atual e Entrevista de 2008
(...) Cotado para assumir o Ministério da Saúde, o médico Gonzalo Vecina Neto se encaixa no perfil de gestor que incorpora requisitos do setor privado à saúde pública. Uma de suas vantagens é a boa interlocução tanto com o setor privado quanto entre os sindicalistas da saúde pública. Vecina é superintendente corporativo do hospital Sírio-Libanês, especialista em gestão hospitalar e foi professor de saúde pública da USP. (...)
(...) Sua indicação teria partido de Roberto Kalil Filho, médico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da presidente eleita, Dilma Rousseff, e do vice-presidente José Alencar. Vecina chegou ao Sírio pelas mãos de Raul Cutait, da equipe médica que também trata do vice-presidente.(...)

A turma da Presidenta (19) - Dilma escolhe Patriota para Relações Exteriores - Perfil e várias matérias sobre Antônio Patriota
(...) Patriota não é, porém, apenas um executor. Na embaixada de Washington, posto que ocupava antes de ser nomeado secretário-geral do Itamaraty, participou ativamente dos esforços para aproximar os governos Lula e George Bush. Sua maior experiência e principal interesse são os assuntos relacionados às Nações Unidas. As reflexões de Patriota sobre o papel do Conselho de Segurança, um de seus temas favoritos, foram assunto da tese apresentada por ele no Centro de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, "O Conselho de Segurança após a Guerra do Golfo: a articulação de um novo paradigma de segurança coletiva".(...)

06/12/10
A turma da Presidenta (18) - Helena Chagas vai para vaga de Franklin no governo Dilma + Entrevista de 2006

(...) A jornalista Helena Chagas, chefe da equipe de imprensa do governo de transição, será a responsável pela Secretaria de Comunicação Social do governo Dilma.
Ela foi convidada pela presidente eleita para substituir Franklin Martins, que deixa o governo ao final do mandato do presidente Lula.(...)

01/12/10
A turma da Presidenta (17) - A 'reforma ministerial' - Editorial Estadão
(...) Já se escreveu que jamais um presidente brasileiro interferiu tanto na composição da equipe do sucessor. Mas a verdade é que a presente conjuntura é única na história da democracia brasileira. Antes de 1964, só um presidente (Vargas) viu eleger-se quem apoiava (Dutra). Depois da ditadura, Sarney herdou o governo que Tancredo montara, Itamar completou o mandato de Collor, com a glória do lançamento do Real, Fernando Henrique e Lula foram os seus próprios sucessores. Para completar o ineditismo, elege-se presidente uma figura que nunca disputou um mandato, carente de base política própria, escolhida, construída e conduzida à vitória por seu mentor.
Mesmo que Lula fosse honesto ao falar em "rei morto, rei posto", seria apenas natural que Dilma Rousseff fosse bater à sua porta na hora de escalar o seu time. O Brasil terá quatro anos para saber até onde irá essa dependência. (...)

30/11/10
A turma da Presidenta (16) - Dilma deve escolher José Eduardo Martins Cardozo para o Ministério da Justiça

(...) O deputado José Eduardo Martins Cardozo deverá mesmo ser o ministro da Justiça da presidente eleita, Dilma Rousseff. Entre outros motivos, como a aproximação antes e durante a campanha, pesam a favor dele o fato de não ter feito campanha para se reeleger – ou seja, não se envolveu em disputas políticas -, o fato de não enfrentar problemas com prestação de contas eleitorais, doações e caixas de outras naturezas, além de ter sido um petista diferente na CPI dos Correios (...)
(...) Mas o paulista ainda enfrenta o fogo do grupo petista ligado à senadora eleita Marta Suplicy (PT-SP). O racha vem do tempo em que ele presidiu a Câmara de Vereadores de São Paulo na gestão de Marta na prefeitura de São Paulo.(...)
(...) "Teremos uma campanha dura daqui em diante". A frase foi pronunciada nesta quarta-feira, 18, na capital argentina pelo deputado federal José Eduardo Cardozo, coordenador da campanha da candidata presidencial Dilma Rousseff (PT). Cardozo, que passou menos de 24 horas em Buenos Aires para participar da edição portenha do Foro de São Paulo - que reuniu representantes dos partidos de esquerda, centro-esquerda e progressistas da América Latina e Caribe (...)
(...) Veja – O senhor já teve sérias divergências com o ex-ministro José Dirceu. Hoje, mesmo depois de ter sido cassado e denunciado, ele ainda é um dos mais influentes membros do PT. Essa influência não é nefasta para o partido?
José Eduardo – Posso falar isso com bastante tranqüilidade porque sempre tive muitas divergências com o José Dirceu. Mas é inegável o papel que ele teve na construção do PT, no combate à ditadura, na chegada de Lula à Presidência. Essa história não se apaga. É natural que tenha uma influência grande no PT.(...)


29/11/10
A turma da Presidenta (15) - "Dilma pode nomear Bernardo para Comunicações" + "Paulo Bernardo, o curinga em situação desconfortável"
(...) Começam a surgir as notícias do novo governo relacionadas ao setor de tecnologia. A presidente eleita Dilma Roussef definiu que o novo ministro das Comunicações será Paulo Bernardo, atualmente no Planejamento. Segundo a imprensa, Bernardo já começou a “estudar” o assunto, confirmando que não é do ramo. Até aí, nenhuma novidade, o que mais se viu nos últimos oito anos foi gente sem preparo assumindo cargos importantes. (...)

 

28/11/10
A turma da Presidenta (14) - Gilberto Carvalho será o novo Secretário-Geral da Presidência + "Gilberto Carvalho e o PT são réus em ação que investiga corrupção" + "(Gilberto Carvalho) O homem do carro preto" + "(Caso Celso Daniel) Um crime dentro de outro"
Nota de Helio Rosa: Nesta série de "posts" estamos, gradativamente, divulgando o currículo (se disponível na web) e matérias novas e antigas com informações adicionais sobre os integrantes da equipe de transição e do futuro governo da presidenta eleita. HR

(...) A presidente eleita, Dilma Rousseff, tinha planos de transformar secretaria em uma pasta mais voltada à articulação política. Mas mudou de ideia, após algumas conversas com Lula. "A secretaria é para os movimentos sociais o que a Casa Civil é para a política", disse o presidente a Dilma, segundo apurou o Estado.(...)
(...) Foi acusado pelos irmãos de Celso Daniel de participar de esquema de arrecadação de propina no ABC Paulista: "Os irmãos do prefeito dizem que Carvalho chegou a confessar que certa vez levou no seu Corsa preto uma mala com 1,2 milhão de reais para o então presidente do PT, José Dirceu.(...)
(...) Segundo a denúncia, o segurança do prefeito entregava o dinheiro extorquido ao empresário, que o repassava a Carvalho. Ele, por sua vez, se incumbia de levá-lo ao PT. "A responsabilidade de Klinger e Gilberto Carvalho decorre de sua participação efetiva na quadrilha e na destinação final dos recursos", especificaram os promotores. "Era voz corrente na cidade", recorda Mara, "que Gilberto Carvalho era o homem do carro preto, o cara da mala, que levava dinheiro da corrupção para José Dirceu.(...)


A turma da Presidenta (13) - Fernando Pimentel ex-prefeito de BH será ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior + Perfil na Wikipédia
(...) Amigo pessoal da presidente eleita, Pimentel saiu derrotado da eleição por uma cadeira ao Senado. Ele conheceu Dilma durante o movimento estudantil e na militância contra a ditadura militar. Ficou preso por três anos e meio. Na campanha presidencial, atuou como colaborador informal.(...) Pimentel será ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O convite foi feito pela presidente eleita Dilma Rousseff na última quinta-feira. .(...)
(...) Político afinado com o deputado Antonio Palocci (PT-SP), o futuro chefe da Casa Civil no governo Dilma, Pimentel não terá a prerrogativa de indicar o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), órgão que está no guarda-chuva da pasta. Luciano Coutinho, atual chefe da instituição de fomento, foi convidado pela presidente a permanecer no cargo.(...)
(...) Ele iniciou sua trajetória política no movimento estudantil. Pimentel e Dilma foram membros do Comando de Libertação Nacional (Colina), grupo armado de esquerda. Ele foi preso em 1970 e libertado em 1973.(...)

27/11/10
A turma da Presidenta (12) - Ainda sobre Marco Aurélio Garcia: "Política externa do Brasil ou do PT?" + Artigo de Valter Pomar, secretário de Relações Internacionais petista
(...) O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, ficará no cargo no futuro governo de Dilma Rousseff. Isso significa que será mantido um dos símbolos da “militância internacionalista do PT”, conforme as palavras de Valter Pomar, secretário de Relações Internacionais petista. Podemos esperar, portanto, que a política externa brasileira seguirá sendo ditada em larga medida por interesses partidários e ideológicos, sobretudo em sua militância antiamericana.
Em artigo publicado há um ano (transcrito na íntegra neste "post"), que continua perfeitamente válido, Pomar explica que a presença de Garcia no governo, ao lado de Celso Amorim, fazia parte de um “movimento progressista realizado pelo conjunto do governo Lula, estando desde o início sob hegemonia de concepções fortemente críticas ao neoliberalismo e à hegemonia dos Estados Unidos”.
Ele encerra o artigo dizendo que, “objetivamente, a política externa do governo Lula faz o Brasil competir com os Estados Unidos” – e acrescenta, triunfante: “A competição com o Brasil possui imensa importância geopolítica e tem potencial para, no médio prazo, constituir-se em uma ameaça para os Estados Unidos”. (...)

A turma da Presidenta (11) - Convencida por Lula, Dilma deverá manter Jobim no Ministério da Defesa + Saiba mais sobre Nelson Azevedo Jobim
(...) Depois das recomendações do presidente Lula, a presidente eleita, Dilma Rousseff, já diminuiu as resistências para manter no cargo o ministro da Defesa, Nelson Jobim.
Terá uma conversa definitiva com ele depois do dia 4 de dezembro, quando ele estará de volta ao Brasil de uma viagem a Itália, Sérvia, Polônia e Espanha. Oficialmente, a conversa será para tratar da compra dos caças para a Força Aérea Brasileira.
Lula tem dito a Dilma que Jobim é fundamental para evitar crise numa área delicada.
Na sua avaliação, o presidente vai além: hoje haveria poucos quadros preparados como Nelson Jobim para ter autoridade e conhecimento para comandar as Forças Armadas.
Todos os antecessores de Jobim enfrentaram crise e foram desestabilizados.
Dilma analisou outros nomes para a Defesa. Até o do deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), que irá para a Justiça, chegou a ser avaliado.
Mas cresce o consenso de que qualquer nome enfrentaria dificuldades. Para diminuir as resistências de Dilma, uma saída seria manter Jobim por um período determinado, até acabar a reestruturação do Ministério da Defesa.
Mas Lula tem dito que o melhor seria mantê-lo por todo o mandato. (...)

26/11/10
A turma da Presidenta (10) - "MAG" continua no governo - Saiba mais sobre Marco Aurélio Garcia, que ganhou notoriedade pelos gestos obscenos ("top top") no episódio do acidente da TAM
(...) A manutenção da Garcia na cozinha do Planalto é um forte sinal da continuidade de política de boa vizinhança do Brasil com os países vizinhos, como a Venezuela, que rendeu muitas críticas à política externa do presidente Lula. A própria Dilma, embora não tenha explicitado como pretende conduzir a política externa brasileira, já manifestou apoio ao Mercosul e foi celebrada pelo venezuelano Hugo Chávez.(...)
(...) Entre 1970 e 1979 esteve exilado no Chile e na França. Após a anistia, voltou para o Brasil e foi um dos que colaboraram na fundação do Partido dos Trabalhadores e, em 1990, na condição de Secretário de Relações Internacionais do PT, um dos organizadores e fundadores do Foro de São Paulo, para reunir todos os grupos de esquerda da América Latina e do Caribe. Foi Secretário de Cultura nos municípios de Campinas e São Paulo.(...)


25/11/10
A turma da Presidenta (9) - "Antônio Palocci será o novo ministro da Casa Civil" + Perfil de Palocci na Wikipédia
(...) O deputado Antonio Palocci Filho (PT-SP) será o novo ministro da Casa Civil. Ele foi convidado nesta quarta-feira, 24, pela presidente eleita, Dilma Rousseff, que comandou a pasta de junho de 2005 a março deste ano. Ex-ministro da Fazenda, Palocci preferia assumir um ministério de menor visibilidade, como a Secretaria Geral da Presidência, mas foi convencido por Dilma e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a aceitar a missão.
Embora a Casa Civil vá perder funções executivas, como a gerência do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a gerência dos programas sociais para o Planejamento, a pasta é emblemática por ter protagonizado uma sucessão de crises, desde o escândalo do mensalão, em 2005. (...)

A turma da Presidenta (8) - Guido Mantega e o "Desenvolvimentismo"   - Atualização em 28/11/10
(...) A permanência no cargo do atual ministro da Fazenda representa, na visão dos economistas, a garantia de uma gestão sem grandes sustos. Afinal, ele mostrou-se capaz de assegurar a continuidade de princípios básicos da estabilidade macroeconômica, como as metas de inflação e o câmbio flutuante.
Isso não significa, entretanto, que sua nova gestão será isenta de críticas – ainda porque nunca foi. Deverá continuar no foco das preocupações do mercado a deterioração do quadro fiscal. A condução das contas públicas por Mantega permitiu, nos últimos anos, um aumento dos gastos correntes em ritmo superior ao da arrecadação, representando uma guinada ao estilo de seu antecessor Antônio Palocci. Essa perda de qualidade no trato desta questão deu-se ainda às custas da perda de transparência, pois foi realizada em consonância com malabarismos contábeis que visam permitir ao governo cumprir as metas de superávit primário sem uma economia real de recursos públicos. (...)

A turma da Presidenta (7) - Alexandre Tombini, futuro presidente do Banco Central
(...) Quando interlocutores de Dilma começaram a sondar pessoas próximas sobre o funcionário de carreira do BC, a primeira pergunta era sempre a mesma: ele é desenvolvimentista ou monetarista? Era uma referência às duas correntes que rivalizaram durante o governo Lula na condução da política econômica e foram representadas pelo ministro Mantega e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, respectivamente.
A resposta: — Tombini não tem corrente — diziam amigos próximos. (...)
(...) Sua gestão, acreditam técnicos ligados a ele, será mais participativa. Ao contrário de Meirelles, que delega atribuições, cobra resultados e não se envolve tanto diretamente, deverá acompanhar mais os detalhes das decisões, e o BC poderá retomar espaço perdido no debate econômico na gestão Meirelles.(...)

21/11/10
A turma da Presidenta (6) - "Dilma Rousseff afirma que próximo ministro da Saúde terá perfil técnico". Será o cardiologista Roberto Kalil Filho?
(...) O médico coordenou a equipe que tratou Dilma Rousseff de um câncer linfático, no ano passado, e é cotado para assumir o Ministério da Saúde. A presidente eleita foi ao almoço acompanhada pelo deputado federal Antônio Palocci (PT-SP), outro nome cogitado para a pasta.(...)

A turma da Presidenta (5) - "Desconvite a Amorim é uma ameaça a Antonio Patriota?" [Itamaraty]
(...) o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, foi desconvidado pelo Palácio do Planalto a paricipar da reunião. Para Rossi, o desconvite pode significar uma pedra no caminho de Antonio Patriota para se tornar o próximo chanceler brasileiro - já que o embaixador, vice de Amorim e filho de potiguares, é muito ligado ao atual ministro.(...)

20/11/10
A turma da Presidenta (4) - Embaixadora do Brasil na ONU, Maria Luiza Viotti, cotada para o Itamaraty?
Nota: Nesta série de "posts" vamos, gradativamente, divulgar o currículo (se disponível na web) e informações sobre os integrantes da equipe de transição e do futuro governo da presidenta eleita. HR
(...) O secretário-geral do Ministério de Relações Exteriores, Antonio Patriota, e a embaixadora do Brasil na ONU, Maria Luiza Viotti, são os nomes que a presidente eleita, Dilma Rousseff, tem para escalar para o Itamaraty. Os amigos da presidente dizem que ela admira o trabalho de ambos. O favorito é Patriota, preparado para ser o sucessor de Celso Amorim. Mas Viotti tem muitas chances, se o Ministério tiver poucas mulheres.(...)

19/11/10
A turma da Presidenta (3) - "Miriam Belchior, está com um pé no Ministério do Planejamento"
Nota: Nesta série de "posts" vamos, gradativamente, divulgar o currículo (se disponível na web) e informações sobre os integrantes da equipe de transição e do futuro governo da presidenta eleita. HR
(...) Miriam Belchior (9 de abril de 1966) é uma acadêmica brasileira.
É engenheira de formação, com mestrado na área de administração pública. É, atualmente, professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP) e tem assento no conselho de administração da Eletrobras[1]. Era ex-mulher do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel.  (...)

14/11/10
A turma da Presidenta (2) - Petrobras tem 43 contratos com marido de ministeriável Maria das Graças Foster - por Fernanda Odilla
(...) A empresa do marido de Maria das Graças Foster, nome forte para o primeiro escalão do governo Dilma Rousseff, multiplicou os contratos com a Petrobras a partir de 2007, ano em que a engenheira ganhou cargo de direção na estatal.(...)

A turma da Presidenta (1) - Christiane Araújo Oliveira pediu exoneração do governo de transição
Nota de Helio Rosa: Nesta série de "posts" vamos, gradativamente, divulgar o currículo (se disponível na web) e informações sobre os integrantes da equipe de transição e do futuro governo da presidenta eleita. HR
(...) Acusada de envolvimento com a máfia dos sanguessugas, a advogada Christiane Araújo Oliveira pediu exoneração do governo de transição.(...)