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Coordenador Geral: Helio Rosa (rosahelio@gmail.com)

DILMA NA LUTA ARMADA


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Nota de Helio Rosa.

A cidadã Dilma Vana Rousseff Linhares, por sua atuação na luta armada durante o regime militar, foi presa e condenada em primeira instância a seis anos de prisão. Já havia cumprido três quando o Superior Tribunal Militar reduziu sua condenação a dois anos e um mês. Teve também seus direitos políticos cassados por dezoito anos. Posteriormente foi beneficiada pela Lei da Anistia.

Como cidadã, independente do período de exceção, quitou sua dívida com a sociedade e não deve nenhuma explicação à ninguém.

No entanto, o povo brasileiro a elegeu, democraticamente, para presidir o Brasil nos próximos 4 anos.
Apesar do empenho do seu padrinho, Presidente Lula, que mobilizou, nos limites da legalidade, toda a máquina governamental neste processo eleitoral, as "motivações" e o "pensamento" de Dilma não foram totalmente expostos na campanha.

Dilma está na Casa Civil desde 2005 e, neste período, sabe-se que teve, em suas mãos, as rédeas de boa parte da administração do país. Foi uma funcionária do alto escalão, com enorme poder, mas não era a titular da presidência e, nesta situação, sua exposição pública foi muito limitada.

Assim, para todos os efeitos, o povo brasileiro deu um "cheque em branco" à uma desconhecida para conduzir os destinos do país.

Ao contrário da cidadã, a presidente eleita, deve e muito, explicações sobre a evolução dos seus pensamentos e sentimentos e de suas convicções democráticas. Esta preocupação é extremamente pertinente pois atuou em grupos armados de extrema esquerda que tinham como objetivo a instalação de um regime totalitário de inspiração soviética no Brasil.

Precisamos também saber, sem sombra de dúvidas, se sua lealdade é para com seu padrinho e seu partido ou para com o povo que a elegeu.
Espera-se que ela mesmo tome a iniciativa de expor claramente suas convicções.

Enquanto isso, tudo que a sociedade fizer no sentido de conhecer melhor a nova Presidente, é extremamente válido, e esta é a motivação desta série de "posts".
HR

 

Abril 2011

16/04/11
Dilma na luta armada (10) - Correio Braziliense: "Acervo com documentos secretos mostra plano para matar Médici"
(...) O ex-presidente Emílio Garrastazú Médici, que governou o Brasil entre 1969 e 1974, poderia ter sido vítima de um atentado no Rio de Janeiro, durante a visita de seu colega argentino, Alejandro Lanusse. Um documento secreto produzido pelos militares brasileiros mostra que o plano estava sendo orquestrado por um grupo esquerdista chileno, auxiliado por brasileiros no exílio. O informe, que também foi repassado para a Polícia Federal da Argentina, está entre os mais de 35 mil papéis que o Centro de Informação e Segurança da Aeronáutica (Cisa) doou ao Arquivo Nacional, em Brasília.
(...) O suposto atentado seria executado por uma pessoa que estava asilada ou refugiada no Chile, segundo documentos secretos do Cisa. Ele só retornaria ao Brasil para praticar a “missão terrorista seletiva”, como classificaram os agentes da área de informação do governo. O grupo estrangeiro que daria apoio seria o Movimento de Izquierda Revolucionário (MIR), do Chile. Não há entre os papéis referências ao desfecho do caso ou se algum dos envolvidos chegou a ser preso. Os nomes constam no informe secreto, mas estão tarjados, ilegíveis, uma prática adotada pelo Arquivo Nacional..(...) Ler mais

Nota de Helio Rosa (Fonte: Wikipédia)
O Movimento de Esquerda Revolucionária (em castelhano Movimiento de Izquierda Revolucionaria, MIR) foi fundado em 15 de agosto de 1965, reunindo militantes da Juventude Socialista, da Juventude Comunista e dois pequenos agrupamentos que atuavam na Universidade de Concepción, a Vanguarda Revolucionária Marxista e o Grupo Granma. A tese central do MIR era apoiar o caráter socialista da Revolução Chilena e a necessidade de fazer frente às ações terroristas praticadas pela Patria y Libertad - entidade neofascista, criada em 1970 pela extremadireita chilena e apoiada pela CIA - formulando uma estratégia dotada de instrumentos político-militares, capaz de recorrer a todas as formas de luta, inclusive o terrorismo, para evitar a derrubada do governo Allende.
Influenciados pela Revolução Cubana, desde 1967 praticaram guerrilha urbana e campesina. Reconhecido como partido durante o governo de Salvador Allende, voltou à clandestinidade e às ações armadas após o golpe militar de Augusto Pinochet (1973). Em abril de 1986 surgiu o MIR-político e o MIR-militar.
Em 1989 o grupo sequestrou o empresário brasileiro Abílio Diniz (Fonte: ISTOÉ - Saindo das trevas ). O grupo participa do Foro de São Paulo.


16/04/11
Dilma na luta armada (9) - Estadão: "Exército teve ''célula'' de guerrilheiros em 1970, diz documento"
(...) O grupo guerrilheiro VAR-Palmares, que tinha na sua coluna a atual presidente Dilma Rousseff, conseguiu nos anos do regime militar (1964-1985) se infiltrar numa unidade do Exército em Brasília. Uma "célula" da organização composta por seis militares desviou armas e ainda planejou levar o arsenal da Granja do Riacho Fundo, uma das residências oficiais da Presidência da República à época.
Documento da Aeronáutica, que integra um acervo revelado pelo Estado e entregue em 2010 ao Arquivo Nacional, revela que, no dia 13 de janeiro de 1970, uma equipe de inteligência do Exército prendeu dois cabos e quatro soldados que integravam uma "célula" da VAR-Palmares no 8.º Grupo de Artilharia Antiaérea, atual 32.º Grupo de Artilharia de Campanha, instalado no Setor Militar Urbano.(...) Ler mais


14/04/11
Dilma na luta armada (8) - Estadão: "Documentos do grupo guerrilheiro, no qual militou a presidente Dilma, indicam planos para ‘justiçamento’ de oficiais do Exército"

Nota de Helio Rosa.
A cidadã Dilma Vana Rousseff Linhares, por sua atuação na luta armada durante o regime militar, foi presa e condenada em primeira instância a seis anos de prisão. Já havia cumprido três quando o Superior Tribunal Militar reduziu sua condenação a dois anos e um mês. Teve também seus direitos políticos cassados por dezoito anos. Posteriormente foi beneficiada pela Lei da Anistia.
Como cidadã, independente do período de exceção, quitou sua dívida com a sociedade e não deve nenhuma explicação à ninguém.
No entanto, o povo brasileiro a elegeu, democraticamente, para presidir o Brasil nos próximos 4 anos.
Apesar do empenho do seu padrinho, Presidente Lula, que mobilizou, nos limites da legalidade, toda a máquina governamental neste processo eleitoral, as "motivações" e o "pensamento" de Dilma não foram totalmente expostos na campanha.
Dilma está no governo desde 2002. Participou da equipe de transição FHC/Lula, foi ministra das Minas e Energia a partir de 2003 e assumiu a Casa Civil em 2005; nesse longo período, sabe-se que teve, em suas mãos, as rédeas de boa parte da administração do país. Foi uma funcionária do alto escalão, com enorme poder, mas não era a titular da presidência e, nesta situação, sua exposição pública foi muito limitada.
Assim, para todos os efeitos, o povo brasileiro deu um "cheque em branco" à uma desconhecida para conduzir os destinos do país.
Ao contrário da cidadã, a presidente eleita, deve e muito, explicações sobre a evolução dos seus pensamentos e sentimentos e de suas convicções democráticas. Esta preocupação é extremamente pertinente pois atuou em grupos armados de extrema esquerda que tinham como objetivo a instalação de um regime totalitário de inspiração soviética no Brasil.
Precisamos também saber, sem sombra de dúvidas, se sua lealdade é para com seu padrinho e seu partido ou para com o povo que a elegeu.
Espera-se que ela mesmo tome a iniciativa de expor claramente suas convicções.
Enquanto isso, tudo que a sociedade fizer no sentido de conhecer melhor a nova Presidente, é extremamente válido, e esta é a motivação desta série de "posts". HR

Ambientação para entender a notícia  VAR-Palmares planejou execução de militares transcrita neste "post" (Fonte: Wikipédia):

Comando de Libertação Nacional
O Comando de Libertação Nacional (COLINA), também denominado Comandos, foi uma organização brasileira de extrema esquerda que tinha como objetivo a instalação de um regime totalitário de inspiração soviética no Brasil. Originado em 1967, em Minas Gerais, a partir da fusão de outra organização chamada POLOP, com alguns militares esquerdistas, abraçou as idéias defendidas pela OLAS, executando, desde 1968, ações armadas para levantamento de recursos para guerrilha no campo. (...)

Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares)
A Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares) foi uma guerrilha política brasileira de extrema esquerda, que combateu o regime militar de 1964, visando a instauração de um regime de inspiração soviética neste país. Surgiu em julho de 1969, como resultado da fusão do Comando de Libertação Nacional (Colina) com a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) de Carlos Lamarca.
Em declaração ao jornalista Elio Gaspari, Daniel Aarão Reis Filho, ex-militante do MR-8, professor de história contemporânea da Universidade Federal Fluminense e autor de Ditadura Militar, Esquerda e Sociedade, disse:
Ao longo do processo de radicalização iniciado em 1961, o projeto das organizações de esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário, ofensivo e ditatorial. Pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária. Não existe um só documento dessas organizações em que elas se apresentassem como instrumento da resistência democrática.(...)

A Política Operária (POLOP)
Foi uma organização brasileira de esquerda, contrária à linha do Partido Comunista Brasileiro e que deu origem a várias outras organizações:
- Comando de Libertação Nacional (Colina)
- Vanguarda Popular Revolucionária (VPR)
- Partido Operário Comunista (POC)
- Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares)
- Organização de Combate Marxista-Leninista - Política Operária (OCML-PO), também conhecida como "nova Polop"
- Movimento Comunista Revolucionário (MCR)
- Movimento de Emancipação do Proletariado (MEP)
- Coletivo Marxista.

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Aqui estão os "posts" anteriores desta "série", também estão colecionados aqui: Dilma na luta armada

09/01/11
Dilma na luta armada (7) - O Globo: "Governo Dilma quer aprovação da Comissão da Verdade para identificar torturadores"
24/11/10
Dilma na luta armada (6) - Revista Piauí: A educação política e sentimental de Dilma Rousseff
23/11/10
Dilma na luta armada (5) - Revista Piauí: A trajetória de Dilma Rousseff da prisão ao poder
Dilma na luta armada (4) - "O passado de Dilma" - por Leandro Loyola, Eumano Silva e Leonel Rocha
Dilma na luta armada (3) - O Processo do STM (3) - "Conteúdo deve ser lido sem esquecer seu contexto" - por Marcelo Godoy
Dilma na luta armada (2) - O Processo do STM (2) - "Dilma errou ao omitir processo, diz professor" - por Tatiana Fávaro
20/11/10
Dilma na luta armada (1) - O Processo do STM (1) - Documentos liberados

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Sobre o tema "Revolução de 1964 e "Luta armada" consulte também estas duas páginas especiais:
- "Orvil": A "Comissão da Verdade" do Exército que assombra a esquerda brasileira 
- Revolução de 1964 - Os 31 dias de Março
- A Comichão da Meia-Verdade  HR


Janeiro 2011

09/01/11
Dilma na luta armada (7) - O Globo: "Governo Dilma quer aprovação da Comissão da Verdade para identificar torturadores"

Neste "post" estão transcritas estas matérias:
Fonte: O Globo
[08/01/11]  Governo Dilma quer aprovação da Comissão da Verdade para identificar torturadores - por Evandro Éboli e Maria Lima
Fonte: O Globo
[08/01/11]  Comissão da Verdade: coronel da reserva não crê em 'caça às bruxas'
Fonte: O Globo
[07/01/11]  Jobim diz reconhecer resistência 'minoritária' contra apuração de crimes cometidos na ditadura     Ler mais


Novembro 2010

24/11/10
Dilma na luta armada (6) - Revista Piauí: A educação política e sentimental de Dilma Rousseff
(...) “A Dilma tinha uma grande capacidade de liderança”, continuou. “Ela sabia se impor numa reunião e integrava com naturalidade aquele coletivo de homens mandões.” Maria José de Carvalho, a Zezé, então casada com Jorge Nahas, também se lembrou da ministra: “Ela era bonita e tinha muita desenvoltura.” Segundo Zezé, Dilma não participava dos assaltos porque “ela era conhecida pela sua atuação pública”. As tarefas dela no Colina estavam ligadas à feitura do jornalzinho O Piquete, à preparação de aulas sobre marxismo e a contatos com sindicatos. Teve também aulas sobre armamentos, tiro ao alvo, explosivos e enfrentamentos com a polícia.(...)


23/11/10
Dilma na luta armada (5) - Revista Piauí: A trajetória de Dilma Rousseff da prisão ao poder
(...) Já estava na Casa Civil, desde os tempos de José Dirceu, Miriam Belchior, do pt de São Paulo, uma funcionária organizada, eficaz e mandona. As duas tiveram vários atritos. "Vocês têm que se dar bem", Lula disse a ambas mais de uma vez. Se não morrem de amores uma pela outra, agora trabalham em harmonia." Miriam Belchior é uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras do pac, o Programa de Aceleração do Crescimento que é a menina dos olhos de Lula e serve de alavanca para Dilma forjar uma imagem pública de "fazedora" e boa gerente.
Na Casa Civil, Dilma passou a se reunir com o presidente praticamente todos os dias de trabalho, e até em feriados e, excepcionalmente, nos finais de semana, quando é convidada a jogar mexe-mexe, um jogo de cartas, com dona Marisa e o marido. Tirante o círculo de assessores diretos - Gilberto Carvalho, Franklin Martins e Clara Ant -, Dilma é quem mais vê Lula. Chama-o de presidente, ou de senhor presidente, e o presidente a chama de dona Dilma, ou de Dilminha.
Um levantamento feito pelo gabinete pessoal do presidente mostra que, desde que assumiu a Casa Civil, em junho de 2005, até o dia 17 do mês passado - somando-se os despachos entre ela e o presidente, reuniões com outros ministros, audiências com gente de fora, cerimônias, viagens, cafés da manhã, almoços e jantares -, a ministra e o presidente estiveram juntos 1 093 vezes. Em 49 meses, é uma média de mais que um encontro por dia útil. As reuniões entre o presidente e a ministra, sozinhos, foram 144 - três por mês.(...)


23/11/10
Dilma na luta armada (4) - "O passado de Dilma" - por Leandro Loyola, Eumano Silva e Leonel Rocha
(...) Durante os cinco anos em que essa máquina funcionou com maior intensidade, de 1967 a 1972, a militante Dilma Vana Rousseff (ou Estela, ou Wanda, ou Luiza, ou Marina, ou Maria Lúcia) viveu mais experiências do que a maioria das pessoas terá em toda a vida. Ela se casou duas vezes, militou em duas organizações clandestinas que defendiam e praticavam a luta armada, mudou de casa frequentemente para fugir da perseguição da polícia e do Exército, esteve em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, adotou cinco nomes falsos, usou documentos falsos, manteve encontros secretos dignos de filmes de espionagem, transportou armas e dinheiro obtido em assaltos, aprendeu a atirar, deu aulas de marxismo, participou de discussões ideológicas trancada por dias a fio em aparelhos, foi presa, torturada, processada e encarou 28 meses de cadeia.(...)


23/11/10
Dilma na luta armada (3) - O Processo do STM (3) - "Conteúdo deve ser lido sem esquecer seu contexto" - por Marcelo Godoy
(...) É preciso saber ler e interpretar os papéis do processo na Justiça Militar contra Dilma Vana Rousseff Linhares e os demais acusados de participar da Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares (VAR-Palmares). Nem tudo o que lá está é fato. Muitas de suas páginas resultam da tortura imposta aos presos. Promotores e juízes da época não agiam como fiscais das leis. Denúncias de maus-tratos não eram apuradas, e os que ousavam discordar do espírito de chumbo daquele tempo, como o general Peri Bevilacqua, então ministro do Superior Tribunal Militar, acabaram calados pelo AI-5.
Mas é preciso reconhecer que nem tudo o que está ali é invenção, pois a tortura também produzia informação, a tal ponto que os órgãos de segurança não abriam mão de usá-la como arma.  (...)


23/11/10
Dilma na luta armada (2) - O Processo do STM (2) - "Dilma errou ao omitir processo, diz professor" - por Tatiana Fávaro
(...) O diretor do Arquivo Edgard Leuenroth e professor do Departamento de Ciência Política do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, Álvaro Bianchi, afirmou que a presidente eleita Dilma Rousseff errou ao evitar durante a campanha eleitoral discutir o processo que a levou à prisão durante o regime militar. Ele ressaltou que o teor da ação, cujo acesso foi liberado esta semana pelo Superior Tribunal Militar (STM), está disponível na unidade de pesquisa da universidade a qualquer cidadão.(...)


20/11/10
Dilma na luta armada (1) - O Processo do STM (1) - Documentos liberados
Nota de Helio Rosa: O povo brasileiro elegeu, democraticamente, a Sra. Dilma Vana Rousseff para presidir o Brasil nos próximos 4 anos.
Apesar do empenho do seu padrinho, Presidente Lula, que mobilizou, nos limites da legalidade, toda a máquina governamental neste processo eleitoral, as "motivações"  e o "pensamento" de Dilma não foram totalmente expostos na campanha. O povo brasileiro deu um "cheque em branco" à uma desconhecida para conduzir os destinos do país.
Tudo que a sociedade fizer no sentido de conhecer melhor a nova Presidente, é extremamente válido, e esta é a motivação desta série de "posts".

Wikipedia é a famosa enciclopédia virtual construída por internautas e seu conteúdo ganha, a cada dia, mais confiabilidade pela fiscalização efetuada pelos seus criadores e organizadores.
Em outubro passado, visitei o "verbete" Dilma Roussef e fiz um "post" sobre a biografia de Dilma:
16/10/10
Páginas da Wikipédia sobre Dilma Roussef e os movimentos revolucionários em que atuou

Recorto da Wikipédia os trechos referente  aos movimentos em que Dilma atuou, como ambientação para melhor entender o noticiário sobre o processo do STM que a condenou à prisão em 1970:
Comando de Libertação Nacional

O Comando de Libertação Nacional (COLINA), também denominado Comandos, foi uma organização brasileira de extrema esquerda que tinha como objetivo a instalação de um regime totalitário de inspiração soviética no Brasil. Originado em 1967, em Minas Gerais, a partir da fusão de outra organização chamada POLOP, com alguns militares esquerdistas, abraçou as idéias defendidas pela OLAS, executando, desde 1968, ações armadas para levantamento de recursos para guerrilha no campo. (...)

Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares)
A Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares) foi uma guerrilha política brasileira de extrema esquerda, que combateu o regime militar de 1964, visando a instauração de um regime de inspiração soviética neste país. Surgiu em julho de 1969, como resultado da fusão do Comando de Libertação Nacional (Colina) com a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) de Carlos Lamarca.
Em declaração ao jornalista Elio Gaspari, Daniel Aarão Reis Filho, ex-militante do MR-8, professor de história contemporânea da Universidade Federal Fluminense e autor de Ditadura Militar, Esquerda e Sociedade, disse:
Ao longo do processo de radicalização iniciado em 1961, o projeto das organizações de esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário, ofensivo e ditatorial. Pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária. Não existe um só documento dessas organizações em que elas se apresentassem como instrumento da resistência democrática.(...) HR