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Blog dos Coordenadores ou Blog Comunitário
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ComUnidade WirelessBrasil

Novembro 2007               Índice Geral do BLOCO

O conteúdo do BLOCO tem forte vinculação com os debates nos Grupos de Discussão  Celld-group e WirelessBR. Participe!


 
09/11/07

Android (1)

 
Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
 
01.
O "Android" tá na "boca da mídia" e não é mais um filme do "Governator" da Califórnia.   :-))
 
Android é da Google.
Android não é um telefone celular, o esperado GPhohe.
Android é uma nova plataforma de softwares para celulares, que estará disponível gratuitamente para operadoras e fabricantes de aparelhos, que terão liberdade e flexibilidade significativa para desenhar produtos.
Em uma semana, o Google promete liberar um Studio Developer Kit, um ambiente de desenvolvimento para aplicativos rodarem no Android.
O "Projeto Android" é materializado na criação da Open Handset Alliance.
 
Anteontem fizemos uma mensagem sobre o Xohm: Xohm (pronúncia 'zoam') é WiMAX
 
A nossa Jana de Paula fez a "convergência"    :-)   dos dois temas, Xohm e Android em  Sprint, boatos e Android:

(...) De fato, aumentar a capacidade de experiência do usuário tanto com a rede atual quanto com a futura Xohm se apresenta como a principal meta da Sprint. Neste sentido, a operadora anunciou hoje parceria com mais de 30 empresas de todo o mundo na Android - Open Handset Alliance, para suporte a plataformas abertas de aplicações móveis. A iniciativa, que começa a operar na próxima semana, visa ampliar a liderança da Sprint na oferta de conteúdo e aplicações móveis para usuários finais, onde e como queiram.  
 Participam também da Android, as operadoras China Mobile, KDDI, T-Mobile, Telecom Itália e Telefônica,; os fabricantes de aparelhos HTC, LG, Motorola e Samsung; as empresas de software Ascender, e-bay, Esmertec, Google, Livingimage, NMS Communications, Nuance, PacketVideo, SkyPop e SoniVox; de semicondutores como Audience, Broadcom, Intel, Marvell, NVidia, Qualcomm, SiRF, Synaptics e Texas Instruments; e as revendedoras Aplix, Noser, Tat e Wind River, entre outras. (...)
Ler mais abaixo.
 
Pelo andar da carruagem em breve você terá uma aparelho celular com sistema operacional Android...   :-)

Assim, ambientar-se e ler "tudo", de várias fontes, é preciso.   :-)
 
02.
Aqui está nossa coleção inicial de matérias sobre o Android, devidamente transcrita mais abaixo, mas com a recomendação de preferir a leitura na fonte!   :-)
 
Fonte: Globo Online
[06/11/07]   Google anuncia plataforma aberta para telefones móveis

Fonte: Thesis
[08/11/07]   Sprint, boatos e Android por Jana de Paula

Fonte: Plantão INFO
[06/11/07]   Symbiam desdenha de Android, do Google

Fonte: Plantão INFO
[06/11/07]   Android é maior que Gphone, diz Google

Fonte; Veja Isso
[06/11/07]   gPhone acabou - Google Android e o que o Google ganha com isso? por Felipe Veiga

Fonte: BlogMacMagazine
[06/11/07]   Google se junta a mais de 30 companhias e lança Android, plataforma aberta para dispositivos móveis  por Rafael Fischmann

Fonte: Vida Universitária
[06/11/07]   Publicidade deve bancar Web gratuita no celular idealizada pelo Google 

Fonte: WebInsider
[06/11/07]   Android é o PC 2.0, a versão mobile do IBM PC  Raphael Lullis

Fonte: InfoDesktop.com
[22/08/05]   Google anuncia aquisição da Android

03.
Lembrando:
O "Serviço ComUnitário"  precisa da participação de todos!
Somos quase 4000 "comunitários"!
Imaginem o potencial de compartilhamento que possuímos, não só em registrar o que a mídia produz mas também em explicar tecnicamente as novas tecnologias.
Se alguém pensa que nossas escolas e universidades estão dando conta deste recado, está muito iludido.
Pensem seriamente em fazer Séries de mensagens didáticas, sem compromisso de calendário, tamanho, e freqüência, e nos contar o que andam estudando, fazendo...aprontando!  :-)

Em frente, ComUnidade!!!!!

Boa leitura!
Um abraço cordial
Helio Rosa
Thienne Johnson
 
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 Fonte: Globo Online
 
[06/11/07]
Google anuncia plataforma aberta para telefones móveis
 
 O Google apresentou ontem sua estratégia na área de telefonia móvel, com a aposta no aumento no uso da internet em celulares. O plano inclui uma nova plataforma de software para celulares, batizada de Android.
 
 Além do Google, empresas como T-Mobile, Qualcomm, HTC e Motorola se uniram e colaboraram para o desenvolvimento do Android por meio de uma aliança multinacional de representantes da indústria de tecnologia e telecomunicações móveis.
 
 O sucesso do Google em atrair vários participantes do segmento de telefonia sem fio contrasta com a Microsoft, que durante anos tenta ganhar apoio para uma versão móvel de seu sistema operacional Windows.
 
 Segundo o comunicado do Google, a plataforma Android estará disponível gratuitamente para operadoras e fabricantes de aparelhos, que terão liberdade e flexibilidade significativa para desenhar produtos.
 
 De concreto, trata-se de um pacote de software para celulares, envolvendo um sistema operacional, um middleware (software que conecta outros programas entre si), uma interface de usuários e vários aplicativos.
 (Valor Online, com agências internacionais)
 
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 Fonte: Thesis
 [08/11/07]  
Sprint, boatos e Android por Jana de Paula
 
 A Sprint pode realizar grandes mudanças em sua estratégia de WiMAX, que incluem uma fusão com a Clearwire. Segundo o Walll Street Journal, a terceira operadora dos Estados Unidos pesa suas opções e estratégias desde a saída de Gary Forsee da direção e da verdadeira hemorragia de clientes, alguns trimestres após a fusão com a Nextel. Só no terceiro trimestre de 2007, a empresa declarou ter perdido 337 mil assinantes de seus serviços mensais pós-pagos. Mas, a despeito destes problemas, a Sprint mantém o cronograma de lançamento da Xohm, rede de quarta geração de mobilidade baseada na tecnologia o WiMAX e anuncia a Android, aliança de suporte a plataformas abertas, que já conta com membros de peso, como Intel, Google, T-Mobile, Motorola e mais de 30 outras.
 
 Segundo Paul Saleh, que no momento acumula os cargos de CEO e diretor-financeiro, disse ao The Journal, a empresa se confronta hoje com "certas questões estratégicas, aí incluído o lançamento de seu projeto de WiMAX". Numerosos analistas do mercado acionário norte-americano acreditam que os planos em relação ao WiMAX distraíram a companhia da necessidade de resolver problemas de base e os investidores estariam pressionando a empresa a mudar rapidamente seu planejamento, inclusive do projeto da rede de quarta geração.
 
 Toda esta pressão pode resultar numa fusão com a Clearwire e num eventual spin-off da unidade de negócios que possa conduzir esta unidade à uma oferta pública inicial no mercado de ações. Neste meio tempo, há ainda o acordo entre Sprint e Google sobre o uso de seu próximo sistema operacional em alguns telefones e dispositivos da operadora. Mas analistas afirmam que o objetivo imediato de Saleh - além de concluir a escolha do novo CEO da Sprint - é aumentar os serviços aos usuários como forma de compensar as perdas recentes.
 
 Android
 
 De fato, aumentar a capacidade de experiência do usuário tanto com a rede atual quanto com a futura Xohm se apresenta como a principal meta da Sprint. Neste sentido, a operadora anunciou hoje parceria com mais de 30 empresas de todo o mundo na Android - Open Handset Alliance, para suporte a plataformas abertas de aplicações móveis. A iniciativa, que começa a operar na próxima semana, visa ampliar a liderança da Sprint na oferta de conteúdo e aplicações móveis para usuários finais, onde e como queiram.
 
 Participam também da Android, as operadoras China Mobile, KDDI, T-Mobile, Telecom Itália e Telefônica,; os fabricantes de aparelhos HTC, LG, Motorola e Samsung; as empresas de software Ascender, e-bay, Esmertec, Google, Livingimage, NMS Communications, Nuance, PacketVideo, SkyPop e SoniVox; de semicondutores como Audience, Broadcom, Intel, Marvell, NVidia, Qualcomm, SiRF, Synaptics e Texas Instruments; e as revendedoras Aplix, Noser, Tat e Wind River, entre outras
 
 John Garcia, VP sênior de desenvolvimento de produtos da Sprint, disse que "a companhia sabe do potencial de crescimento do mercado de mobilidade e para explorá-lo deve ser capaz de atingir usuários em ambientes amplos e restritos". Para o executivo, o melhor caminho para isto é a criação de um ambiente que encoraje o desenvolvimento de produtos e serviços inovadores, sem os quais o usuário não possa viver. "Android pretende ser este ambiente", acrescentou.
 
 Para a Sprint, a Andoid se alinha, ainda, aos planos de sua próxima geração de dados móveis, a Xohm, de WiMAX. E, apesar de todos os boatos, Garcia garantiu, que permanecem os planos de lançamento da rede de WiMAX em vários mercados chaves dos Estados Unidos, entre o final deste ano e o começo do próximo.
 
 "Seja na nossa atual rede em banda larga ou nos futuros serviços Xohm, a Sprint tem por objetivo dar uma verdadeira experiência de internet móvel", acrescentou Garcia. "Assim, precisamos nos unir a terceiros para nos capacitarmos a aspectos como push-to-talk, serviços LBS, um novo portfólio de dispositivos e uma interface compreensível pelo usuário", concluiu. 
 
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 Fonte: Plantão INFO
 [06/11/07]  
Symbiam desdenha de Android, do Google
 
 FRANKFURT - Para Symbiam, Google chegou atrasado no mercado de telefones móveis.
 Os rivais do Google vêem o líder das buscas na web como um concorrente que chegou atrasado ao mercado de telefonia móvel e dizem que o plano da empresa para ter software voltado a celulares pode promover mais uso da internet nos aparelhos, mas não ameaçará concorrentes já estabelecidos.
 Os analistas, no entanto, dizem que os Google talvez seja capaz de perturbar o status quo no setor de telefonia móvel, dominado por um pequeno grupo de grandes fabricantes de celulares e por operadoras regionais de telefonia que muitas vezes exercem controle rígido sobre as escolhas dos clientes.
 Os planos do Google, anunciados na segunda-feira, colocarão a empresa em disputa direta contra rivais como a líder entre os produtores de celulares, a Nokia, bem como Microsoft, Apple e Research in Motion, fabricante do Blackberry. Cada uma dessas empresas propõe um sistema operacional diferente para os celulares.
 
 "Se o Google não estivesse envolvido o setor teria simplesmente bocejado e continuado a dormir", disse à Reuters John Forsyth, vice-presidente de estratégia da Symbian, produtora britânica de sistemas operacionais para celulares.
 
 Construir uma plataforma sobre um sistema operacional de fonte aberta e projetado coletivamente, com base no Linux, será difícil, ele afirma.
 
 A Nokia, que detém participação de 48 por cento na Symbian, era a ausência mais notável na lista de mais de 30 colaboradores que o Google divulgou sobre o projeto de software de fonte aberta para aparelhos móveis.
 
 "Não consideramos que isso represente uma ameaça", disse um porta-voz da Nokia.
 
 Uma porta-voz da UIQ, uma produtora de software para celulares inteligentes controlada pelas fabricantes de celulares Sony Ericsson e Motorola, disse que "em termos gerais, é uma notícia positiva para o setor".
 
 O Google anunciou que trabalharia em colaboração com algumas das maiores empresas mundiais de telecomunicações, entre as quais a operadora de telefonia móvel T-Mobile, a fabricante de chips Qualcomm e a Motorola, para desenvolver uma plataforma de software para telefonia móvel chamada "Android."
 
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 Fonte: Plantão INFO
 [06/11/07]   Android é maior que Gphone, diz Google
 
 Terça-feira, 06 de novembro de 2007 - 10h01
 SÃO PAULO - Google consola quem esperava um Gphone e promete mais novidades em uma semana.
 Em blog, o diretor de plataformas móveis do Google, Andy Rubin, explica que o desenvolvimento da plataforma Android “é algo muito mais ambicioso do que lançar um aparelho com a marca Google”.
 Segundo Rubin, o Android permitirá acelerar a inovação em celulares de modo muito mais agressivo do que o surgimento de um único produto poderia fazer.
 Numa referência velada ao iPhone, Rubin lembra que a plataforma Android será toda em código-aberto, o que “nos livra das limitações do código proprietário e torna a tecnologia muito mais fácil de ser popularizada”, diz.
 Esta semana, o Google anunciou acordos com 34 empresas fabricantes de dispositivos móveis e operadoras de redes móveis. Fazem parte da Open Handset Alliance gigantes como Motorola, Qualcomm, HTC e T-Mobile.
 O Android é um novo sistema operacional em código-aberto acompanhado de aplicativos do Google para e-mail, buscas, mapas e outros serviços ainda não revelados. Em uma semana, o Google promete liberar um Studio Developer Kit, um ambiente de desenvolvimento para aplicativos rodarem no Android.
 “Isto permitirá que apareçam aplicativos e novos recursos para celulares que hoje nem podemos imaginar. Acredito que isto poderá criar uma nova maneira das pessoas usarem seus celulares”, escreveu Rubin.
 

 
Fonte; Veja Isso
 
[06/11/07]  
gPhone acabou - Google Android e o que o Google ganha com isso? por Felipe Veiga
 
 Para o leitor ocasional do assunto, o Google lançou recentemente o Android, uma plataforma, um sistema operacional (como o Windows), para celulares. Diante desse anúncio, muitos choraram, pois sonhavam com o famigerado gPhone, o ultimate iPhone Killer. Portanto, não vai haver um telefone do Google, mas celulares com o sistema do Google.
 
 Mas a bem verdade é que o Android vai, de fato, fazer o Google dominar o mundo - ou lucrar muito mas muito mesmo, para os não tão radicais. Por que? Por que???
 
 É fato que o mercado de computadores está em expansão, mas o atual mercado lucrativo é o de telefonia, vide a derrota na colocação da Forbes do Bill Gates pelo Carlos Slim.
 
 E o Google, que já domina os mercados de busca online, vai dominar os celulares como?
 
 Primeiro de tudo, eles estão criando o Windows dos celulares. Em uma retrospectiva, a IBM tinha inovado, criando os computadores. A Microsoft criou um sistema operacional fácil e unificado para todos. O Google está fazendo o mesmo para os celulares (o que alguns já dizem ser o computador do futuro, com PPC, Palms e Smartphones substituindo o PC), da exata mesma forma que a Microsoft.
 
 Explicarei-me: A Microsoft permitia o desenvolvimento de aplicativos para sua plataforma, mas em última instância, por deter o código e outras informações privilegiadas, sempre conseguia desenvolver softwares superiores do que os dos terceiros, por exemplo Firefox e o Internet Explorer 7 (podem xingar, mas é a verdade). Comparemos com o que o Google faz na Internet: alguem desenvolve uma nova ferramenta, por exemplo um leitor de RSS, o Google vai e aprimora, por exemplo Bloglines e Google Reader.
 
 Em segundo lugar, os celulares tendem a ir online. Alguém duvida ou discorda dessa? Considerando esse fato e pensando que a plataforma foi criada pelo Google, advinha com que aplicações online os celulares vão se comunicar? Hmmmm Chutem Google!
 
 Terciariamente, o Google sabe o poder dos usuários. Vou citar vários exemplos, para que ninguém mais se esqueça que sempre existe alguem, em algum lugar do mundo, fazendo o que você faz, melhor que você (tudo é relativo!). Começando pelos jogos, meditemos sobre Half Life, um jogo da Valve, que além de ser excepcional na sua física, ficou milhares de vezes mais famoso por causa do Counter Strike, uma modificação feita pelos usuários. Que tal Warcraft III e o mapa Dota? Por último e mais importante exemplo, Facebook e as aplicações online criadas pelos usuários.
 
 O Google, que já domina todas as estatísticas e informações de quase todo o mundo, vai ter - provavelmente - mais uma fonte: sua rede Open. Open Social é o começo, com usuários criando aplicativos para sites em conjunto. Agora o Open Handset Alliance, que é em si, o Projeto Android.
 
 As empresas que vão compor a Open Handset Alliance (OHA) serão: China Mobile, KDDI, NTT DoCoMo, Sprint Nextel, Telecom Italia, Telefonica, and T-Mobile.
 
 A lista de desenvolvedores de celulares que irão criar celulares usando o Projeto Android são:HTC, LG, and Samsung, Motorolla
 
 Grandes exceções a lista acima são: Nokia, Apple, Palm e Microsoft.
 
 A HTC provavelmente será a primeira a desenvolver um celular gPhone com o Projeto Android, que se chamará HTC Dream. Abaixo, o provável protótipo da HTC.
 
 Fica de dúvida: como o Google vai lucrar com o projeto Android?? Eu tenho minhas teorias, e você, quais são as suas?
 
 Só sei que quero investir nas ações do Google.
 
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Fonte: BlogMacMagazine
 [06/11/07]
Google se junta a mais de 30 companhias e lança Android, plataforma aberta para dispositivos móveis por Rafael Fischmann

 O Google junto com mais de 30 companhias (em novo grupo nomeado Open Handset Alliance) anunciaram ontem o lançamento do Android, primeira plataforma completa de código-aberto para dispositivos móveis, contradizendo rumores de que um telefone celular com a marca Google seria lançado — ainda não foi agora, pelo menos. O Android é uma resposta direta aos fracassados (sim, podemos dizer que o são) projetos Symbian, Palm OS e Windows Mobile.
 
 Baseada em Linux em paralelo com Java, o pacote trará uma série de softwares para aparelhos portáteis: um sistema operacional, softwares de conexões de rede e diversos aplicativos móveis básicos. A primeira versão do kit de desenvolvimento de software (SDK) do Android será disponibilizada no dia 12 de novembro.
 
 Uma das maiores vantagens do Android (que vai de encontro à fechada plataforma do iPhone) é customização: usuários poderão ajustar seus telefones de acordo com seus interesses, personalizando suas telas de entrada, estilo do discador e qualquer um dos aplicativos. Aliás, é claro, trata-se de uma plataforma completamente aberta para aplicativos de terceiros; até mesmo o sistema operacional é aberto, então diversas variações personalizadas devem começar a pipocar com o tempo.
 
 A aliança inclui empresas como T-Mobile, Sprint Nextel, Motorola e Samsung. Três fortes nomes não presentes são Apple, Palm e AT&T. A previsão é de que os primeiros aparelhos baseados na plataforma sejam lançados no segundo semestre de 2008.
 
 Bom, se será um sucesso ou não eu não sei dizer, mas a iniciativa no mínimo forçará a Apple a liberar ainda mais rápido um SDK para o iPhone.
 
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Fonte: Adnews
[6/11/07]   Publicidade deve bancar Web gratuita no celular idealizada pelo Google 

O Google anunciou no final da segunda-feira que vai oferecer um sistema de software para que a Internet funcione tão bem nos celulares quanto em computadores, em um esforço para promover mudanças em um setor estreitamente controlado. Em sua estréia no setor de telefonia móvel, que há muito era alvo de boatos, a maior empresa mundial de Internet anunciou que começará na semana que vem a ingressar no segmento, permitindo que programadores independentes utilizem seu software, conhecido como "Android". Com isso, a companhia espera que celulares baseados em sua tecnologia sejam lançados no segundo semestre de 2008.

O Android é baseado em tecnologia Linux que pode ser adaptada livremente por produtores de software e hardware. A operadora móvel T-Mobile, da Deutsche Telekom, começará a vender celulares com base no software Google em 2008. A China Mobile, maior operadora mundial de telefonia celular, as japonesas NTT DoCoMo e KDDI e a operadora européia e latino-americana Telefónica também anunciaram que estão trabalhando com fabricantes de aparelhos para desenvolverem celulares com o software do Google.

A companhia, que não tem planos imediatos de produzir celulares com sua marca, anunciou a formação de uma aliança com 33 empresas, entre as quais as fabricantes de celulares Motorola, Samsung Electronics e High Tech Computer . "Nossa esperança é que milhares de modelos diferentes de celulares sejam acionados pelo Android", disse Eric Schmidt, presidente-executivo do Google, a jornalistas, em uma entrevista coletiva depois do anúncio.

O Google afirmou que não está com pressa em ver operadoras de telefonia móvel alterando a maneira pela qual cobram por seus serviços, mas afirmou que novas maneiras de faturar, como serviços bancados por publicidade, no futuro se tornarão possíveis. "Vamos primeiro colocar em operação a plataforma tecnológica necessária, e mais tarde descobriremos como ganhar dinheiro com ela", disse Andy Rubin, o executivo encarregado pelo desenvolvimento dos planos de telefonia móvel do Google, em entrevista à Reuters. "Não teremos um celular operando com esse sistema e com seus custos completamente bancados por publicidade, por enquanto", afirmou ele durante uma entrevista.

Uma vez que o Google está oferecendo o software de graça, Rubin disse que as operadoras poderão repassar economias de custo de 10% aos consumidores, via subsídios de aparelhos ou tarifas mensais menores. O Google tem interesse em acordos de compartilhamento de receitas com as operadoras móveis que concordarem em reduzir cobrança mensal de serviços de dados, o que expandiria a audiência potencial da web em celulares, afirmou o executivo.

A estratégia coloca o Google de frente contra sistemas rivais de software para dispositivos móveis fornecidos por Nokia, Microsoft e Apple, fabricante do iPhone. Uma série de parceiros do Google informou que continuará trabalhando com sistemas concorrentes.

Tradicionalmente, as operadoras celulares exercem um controle elevado sobre software e serviços que os usuários podem usar em seus aparelhos e geralmente ficam com uma parcela considerável de receita obtida com a venda de serviços de terceiros a seus clientes.

Em contraste, o Google afirma que o Android não faz diferença entre as funções principais de um celular - geralmente pré-instaladas pelos fabricantes ou operadoras - e qualquer outra aplicação independente adicionada pelos usuários mais tarde.    Fonte: Reuters

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Fonte: WebInsider
[06/11/07]   Android é o PC 2.0, a versão mobile do IBM PC  Raphael Lullis

Ao invés de lançar um aparelho de celular, o Google anunciou o Android, plataforma aberta de desenvolvimento. Um plano como esse é uma lição clara de quem aprendeu com o passado para pensar o futuro.

Computeiros, tautologicamente, têm suas vidas focadas no computador. Ficamos com o tocador de música ligado o dia inteiro, com nossas coleções imensas de canções nem sempre obtidas legalmente. Resgatamos contato com nosso amigo que se mudou para o Curdistão para popularizar o futebol de botão. Mantemos nossas memórias, vídeos, fotos, cartinhas de amor que queríamos enviar para a nossa musa mas ficamos com vergonha de mandar, já que você, no fundo, no fundo, sabia que não era muito romântico declarar algo como “você é tão bela quanto a Lara Croft no Tomb Raider 2″. O computador é o meio, começo e o fim de boa parte de nosso cotidiano.

Para nós e para os profissionais que já estão fazendo parte diretamente ou indiretamente da Economia Digital, a linha que separa o computador-pessoal do computador-ferramenta-de-trabalho é tênue, cada vez mais imperceptível. Entretanto, há muitos outros que olham o computador como uma besta indomável, complexa, para não dizer supérflua.

Isso não quer dizer, entretanto, que eles estão livres da evolução tecnológica. Mesmo aqueles que se recusam a sentar na frente de um monitor estão fazendo parte da revolução que começou nos anos 80, da computação pessoal.

Simplificando: computação pessoal é tudo que envolve o uso de um computador, cuja finalidade principal não é o trabalho. Aquela viagem chata em que você levava o Game Boy? Computação pessoal. O seu primeiro Discman? Computação pessoal. O seu decoder de TV a cabo? Câmera digital de 32 Gigapixels? Tudo é computação pessoal.

O ponto mais interessante. Mesmo os tecnófobos, estes que não sabem nem mexer em um mouse, provavelmente têm o seu “computador pessoal”. À diferença de nós, estes fazem uso da tecnologia através de outro dispositivo. Para eles, o PC é outro e cabe no bolso: é o telefone celular.

Até aqui nenhuma novidade. A velocidade do ciclo de desenvolvimento dos aparelhos celulares, as toneladas de funcionalidade presentes nos aparelhos mais básicos, as inúmeras apresentações de executivos falando sobre a questão da convergência digital, etc, etc. Você não precisa de mais um chato querendo dizer “Eureka! Celulares vão se tornar tão poderosos quanto computadores”, não é mesmo?

Padronização do desktop: um pouco de História
Computadores, hoje, são quase oni-presentes e aparentemente são bastante diferentes. Mas, por baixo de marca, gabinete ou até mesmo sistema operacional, todos acabam muito parecidos. Todo mundo (e por todo mundo, entenda “mais de 99,99% dos consumidores normais”) tem um computador que usa um chip com arquitetura x86 (ou alguma extensão dela, como a x86-64).

Placas auxiliares são instaladas em slots padronizados (AGP, PCI ou PCI-x). Periféricos se comunicam através de USB. Comunicação sem fio é predominantemente feita por Wi-Fi (802.11*).

Tudo isso não acontece por acaso. São padrões determinados pela indústria, com o propósito primário de facilitar o desenvolvimento e a fabricação de componentes para um sistema complexo. Assim, subsistemas desse sistema complexo podem ser trocados com razoável segurança. Assim como eu sei que eu posso colocar qualquer motor elétrico de 110V na tomada aqui de casa, eu sei que eu posso comprar qualquer pen drive USB para o meu computador, e sei que vai funcionar.

É claro que essa padronização não surgiu de uma hora para outra. Os primeiros mini-computadores e computadores que pretendiam ser de uso doméstico tinham arquiteturas completamente diferentes entre si. Um computador como o Altair rodava apenas programas feitos para ele, e era arquiteturalmente diferente de um TRS-80. Um usuário entusiasta de um computador aprendia a programar para uma máquina e assim ficava, pois não havia necessidade de portar seu aplicativo para outra arquitetura.

Isso é muito comum, se analisarmos o progresso e a evolução de inventos humanos.

Traçando um paralelo com a teoria de evolução de Darwin, uma nova tecnologia pressiona o surgimento de novos produtos (assim como uma mudança no ambiente causa um aumento no número de mutações genéticas em espécies já existentes), e desses novos produtos sobrevivem os que se mostram mais aptos ao ambiente (o produto que satisfaz melhor o público é o que acaba sendo mais copiado e prospera), determinando qual será a tendência de design de produtos. Veja como os aparelhos de TV e os primeiros aviões eram diferentes entre si, e vejam o quanto eles são similares hoje em dia. Dá pra sacar que, até com memes, existe o que é chamado de “survival of the fittest”?

No fim de 1970, as apostas de todos provavelmente seriam na Apple, com o Apple I e com o Apple II. Seus computadores poderosos e fáceis de usar começaram a ganhar momento. Empresas passaram a desenvolver aplicativos para ele. O sucesso do Visicalc serviu como um efeito bola de neve. Mais pessoas queriam o Apple por conta do Visicalc, que aumentava o interesse dos desenvolvedores pela plataforma Apple, que fazia da Apple a arquitetura com uma coleção de software mais interessante. Darwin trabalhava, enquanto a concorrência padecia. Por mais simples que fossem as arquiteturas da época, era trabalhoso portar software. Muitos programas ainda eram desenvolvidos em linguagem de máquina. Compiladores BASIC eram caros e para profissionais. A Apple parecia a grande vitoriosa.

Parecia. A Apple passou a ter concorrência da IBM e do padrão PC. Aproveitando a explosão do mercado de computadores para uso doméstico, a IBM deu a sua tacada: um padrão livre, que pudesse ser seguido por qualquer que quisesse montar um computador compatível. Dessa forma, uma empresa que quisesse entrar no mercado de desktops poderia fornecer apenas um componente do produto, ao invés de ter que desenvolver todo um computador (e ainda ter que tentar competir com a Apple). Isso também serviu para incentivar a concorrência, o que levou a uma redução acelerada dos custos.

Vá lá: tudo que a IBM acertou com o padrão-PC, ela errou ao ter dado uma licença de fornecimento exclusiva do sistema operacional para uma empresa pequena, chamada Micro-soft-com-hífen. Mas a estratégia do padrão aberto funcionou. A Apple, que manteve-se verticalizada (oferecendo hardware e software) acabou perdendo terreno para os milhares de concorrentes horizontais que trabalhavam no padrão IBM-PC.

A Apple teimou um bom tempo em manter-se vertical e só recentemente abriu mão disso; foram obrigados a admitir que a estratégia vertical não deu certo. O hardware de um Macintosh é, hoje, virtualmente idêntico ao de um computador da HP ou da Dell. Para desgosto de muitos fanáticos, hoje é um Intel que roda em Macs. Até mesmo software para o mercado de DTP tem menos features em suas versões para Mac OS, comparada com a versão para Windows. Muito do charme some quando se tira o teclado com backlight.

Pois bem. Não é de hoje que o mercado de desktop é chato, sem grandes surpresas. O POSIX já ganhou, e boa parte do pacote de soluções que gerou bilhões para a Microsoft-sem-o-hífen já é “good enough” há uns bons 6 anos. Se é que existe alguma coisa que ainda é sexy para desenvolvedores, isso está em aplicativos que fazem uso da internet e dos avanços de telecomunicações.

O mercado de mobile
Entra o mercado de mobile. Acho que foi em 1999 que meu pai chegou em casa com um StarTac, da Motorola. O que tinha de especial? Pouca coisa, além de um desenho moderno e o fato de ser um dos primeiros modelos no Brasil que foram trazidos para as linhas digitais. De qualquer forma, podemos ver o quanto mudou em apenas oito anos. Celulares hoje em dia mandam mensagens de texto, mensagens multímidia, possuem câmera integrada, mp3, possuem jogos, conectam à internet, fazem cafezinho e até pagam suas contas - inclusive aquela conta absurdamente cara da sua última fatura de celular.

Tudo muito legal, tudo muito divertido. Mas ainda falta alguma coisa. Por exemplo: e se eu quiser trocar a minha câmera digital? Ou como faço para adicionar um HD ao meu smartphone? E se eu quiser usar outra bateria, ou adicionar uma placa que me permita usar dois chips GSM no mesmo aparelho?

Mudanças em hardware, nem pensar. Software deveria ser um pouco mais flexível, mas ainda está longe do satisfatório. Diferentes sistemas operacionais, diferentes versões, diversos padrões de rede (GSM, CDMA, iDen, entre outros) e - mais importante - diferentes plataformas de desenvolvimento de software fazem com que planejar um produto para o mercado mobile seja tão fácil quanto atirar em um grilo usando uma escopeta numa sala pequena, depois de tomar meia garrafa de tequila.
Chamar de “mercado dinâmico” é um eufemismo. É um mercado caótico.

Quer adicionar uma outra variável na brincadeira? A penetração de aparelhos celulares é muito maior que a de computadores domésticos. No Brasil, já passamos há tempo a marca de 60 milhões de aparelhos ativos. Isso passa (em muito) o número de computadores. Na Itália, mais de 90% da população possui telefone celular. Os números de usuários de Internet não chegam à metade. O celular é, sem dúvida, o verdadeiro computador pessoal.

E aí apareceu a oportunidade de ouro para a Apple e o iPhone. Do mesmo jeito que fizeram com o Apple I e com o Apple II, a estratégia para o iPhone é reduzir o número de subsistemas (poucos aplicativos de terceiros, sistema operacional próprio, software próprio) e lutar para manter controle sobre cada uma das partes. Quem melhor que Steve Jobs, com seu senso de design, para delimitar o melhor ponto para atender todos os requisitos conflitantes que existem num mercado caótico como o mobile?

Enquanto todos batem cabeça e não se entendem, a Apple usa a sua vantagem como fabricante de hardware e espera neutralizar as operadoras de telefonia futuramente, apostando no crescimento do Wi-Fi e pensando que o seu iPhone poderá ser um telefone (VoIP) e, principalmente, como um dispositivo para a distribuição de conteúdo digital. Só depois, e quando for do seu interesse, ela precisaria abrir o iPhone para terceiros. Ela nem mesmo precisaria ter um “Visicalc”, pois ela já se encarregou de fazer isso antes: chama-se iTunes Music Store.

Do jeito que se vê hoje, a Apple tem tudo em mãos para se tornar a força dominante do mercado de mobile computing. A vingança de Steve Jobs, tardia, seria em sua dominação do Verdadeiro Computador Pessoal.

Android: estamos de novo em 1981
Not so fast, Steve. Você ia mesmo achar que todo mundo ia ficar assistindo você ficando com todo o bolo? As operadoras de telefonia ainda querem briga. E aqueles que desenvolvem software também precisam ter um ambiente onde eles sabem que seu sistema rode sem que eles tenham que pedir permissão para ninguém.

Qual a melhor maneira de garantir isso? Ora, lançando um padrão de referência para quem quiser desenvolver dispositivos móveis! Foi exatamente isso que a Google fez essa semana. Ao invés de lançar um aparelho de celular, foi anunciado o Android. O Android é uma plataforma aberta de desenvolvimento, com especificação de sistema operacional, middleware e aplicativos finais. Quem quiser desenvolver um aplicativo para um celular que seja Android, basta trabalhar de acordo com a spec.

Os fanáticos por Java vão apontar para o JavaME, como forma de ter uma plataforma de desenvolvimento livre e definida. Eu vou dizer “Nice try, but no.” Do mesmo jeito que acontece no desktop, aplicativos JavaME acabam limitados pela qualidade da implementação das bibliotecas que funcionam “embaixo”. Por exemplo: assim como um toolkit como o SWT tem que ser um mínimo denominador comum entre os ambientes gráficos subjacentes (GTK, MFC, Cocoa), uma implementação de JavaME é, no máximo, tão poderosa quanto o pior sistema usado atualmente nos aparelhos celulares. O padrão do Android é a partir do zero, não fica obrigado então a fazer nenhum tipo de compromisso por conta de limitação tecnológica. É grande o potencial futuro da Open Handset Alliance.

Em suma: Android é a versão mobile do padrão IBM-PC. Não importa se você for um desenvolvedor de aplicativo ou de componentes para celular, você poderá ter um pouco mais de segurança na hora de começar o seu investimento. Isso levará a muita inovação no mercado, pois teremos mais empresas tentando arriscar algo novo, sem medo de ver seu investimento sendo jogado fora por alguma reorientação tecnológica. Isso levará a redução ainda maior de custos. De comoditização total de hardware. Até mesmo podemos pensar em maior integração entre serviços que hoje só são pensados para web. Um celular Android poderá, efetivamente, tornar-se o PC 2.0.

Apple vs o resto. Dessa vez, até pode ser diferente
Cabe a Apple decidir se vai querer que o iPhone se torne um sucesso como o Mac ou como o iPod. Usuários (e lucros) ela terá em qualquer hipótese. Entretanto, a insistência da Apple em manter todo o controle da arquitetura se mostrou falha na guerra dos desktops. Até hoje, com geeks tietando a Apple da mesma forma que adolescentes tietavam Britney Spears, o mercado da Apple não passa de magros 3%. Será que ela vai se posicionar, de novo, para manter apenas um nicho ou pretende ir para as cabeças?

Dois fatores pesam a favor, dessa vez. O primeiro: é muito difícil que o Google faça por alguma empresa o que a IBM fez pela Microsoft, o que levaria a uma grande procura por celulares com o padrão Android e a um possível monopólio de algum serviço dentro dele.

O outro: o mercado de mobile business está bem mais maduro, hoje, do que o mercado de computadores era em 1981. Quase metade dos habitantes do planeta usa um celular, e a imensa maioria já está acostumada a mudar de aparelho a cada 18 meses. Não há nada que impeça que eles resolvam fazer a mudança.

De um jeito ou de outro, é uma época bem interessante para trabalhar com o desenvolvimento de aplicações para o verdadeiro computador pessoal. [Webinsider]

Sobre o autor
Raphael Lullis (raphael@log4dev.com) é Engenheiro de Computação, atua na área de telecom e mercado mobile e um dos autores do Log4dev, blog escrito por desenvolvedores para desenvolvedores.
 

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 Fonte: InfoDesktop.com
 [22/08/05]   Google anuncia aquisição da Android
 
 O motor de busca Google continua a apostar na aquisição de empresas para poder oferecer novos produtos e serviços.
 O Google decidiu adquirir a empresa Android, uma empresa especializada em desenvolvimento de software para o mercado móvel.
 A Android ainda tinha apenas 22 meses de existência e toda a equipa da mesma irá manter-se após a aquisição.
 O Google tem apostado em fornecer cada vez mais serviços que possam ser acedidos através de equipamento móvel como telemóveis ou PDAs.

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