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Dezembro 2008               Índice Geral do BLOCO

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03/12/08

• PGO e BrOI: "Competição em telecom" + "EILD" + "TelComp pede novas audiências para discutir a fusão Oi/BrT"

----- Original Message -----
From: Helio Rosa
To: Celld-group@yahoogrupos.com.br ; wirelessbr@yahoogrupos.com.br
Cc: Flávia Lefèvre ; josersp
Sent: Wednesday, December 03, 2008 9:39 AM
Subject: PGO e BrOI: "Competição em telecom" + "EILD" + "TelComp pede novas audiências para discutir a fusão Oi/BrT"

Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
 
No dia 26 Nov registramos este "post" no BLOCO:
José Roberto de Souza Pinto no e-Thesis: "Competição em telecom: negócio só para grandes?"
 
A notícia abaixo também aborda o assunto do "post":
 
Fonte: Computerworld
[02/12/08]   TelComp pede novas audiências para discutir a fusão Oi/BrT
 
A notícia cita as "linhas dedicadas (EILD)".
O TELECO tem uma página sobre este assunto: Exploração Industrial de Linha Dedicada - EILD
 
Para complementar a ambientação, vai mais uma sugestão de leitura, esta de 2006:  :-)

Fonte: Tele.Síntese
[28/07/06]   Após oferta pública de EILD, as concorrentes começam a fazer as contas  por Miriam Aquino 

Mais informações?
Comentários... sobre tudo?  :-)
Ao debate!  :-)
 
Boa leitura!
Um abraço cordial
Helio Rosa
Thienne Johnson
 
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Fonte: Computerworld
[02/12/08]   TelComp pede novas audiências para discutir a fusão Oi/BrT
 
Para entidade, conclusão do negócio reduzirá ainda mais concorrência existente no setor de telecomunicações.
 
A TelComp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas), divulgou nesta terça-feira (02/12) um comunicado onde volta a questionar os prejuízos à competitividade no setor trazidos pela fusão da Oi com a Brasil Telecom. No documento, a entidade diz que os órgãos públicos responsáveis pela análise do processo devem estar atentas à defesa da competição, um dos pilares da Lei Geral de Telecomunicações (LGT) junto à universalização dos serviços de telefonia.
 
Para a entidade, as duas concessionárias estariam dificultando a contratação de linhas dedicadas (EILDs) por parte das operadoras. Luiz Cuza, presidente executivo da TelComp, afirma no documento que, por ser a rede parte da concessão, o acesso a ela, por meio da oferta de EILD na sua forma padrão, deveria ocorrer em toda localidade atendida por serviços de telefonia fixa com acessos individuais.
 
Para Cuza, a defesa da competição intra rede pública, com o apoio dos instrumentos de revenda, desagregação de redes e precificação por modelos de custos; e entre redes, por meio da obrigatoriedade de interconexão, da não concentração de redes e da portabilidade numérica, reitera o posicionamento da entidade referente à diminuição de barreiras à entrada de operadoras no mercado e a possibilidade de coexistência de um grande número de companhias. "Esta tese, compartilhada pela grande maioria das mais de 40 associadas da TelComp, é de fato a política para fomentar melhores serviços aos consumidores e menores preços, em linha com o binômio competição e universalização, norteadores da LGT", destaca o documento.
 
Por conta disso, a TelComp recomenda no documento que se realize uma série de audiências públicas em diferentes regiões do país, para que o Governo e a Agência Reguladora expliquem quais os benefícios oriundos da operação.
 
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Fonte: Tele.Síntese
[28/07/06]   Após oferta pública de EILD, as concorrentes começam a fazer as contas  por Miriam Aquino   
 
As concessionárias de telecomunicações lançaram em seus sites, para cumprir determinação da Anatel, as suas ofertas públicas de EILD (exploração industrial de linha dedicada), o insumo básico de infra-estrutura usado pelas empresas concorrentes para oferecer serviços de comunicação de dados a seus clientes finais. Agora, o mercado começa a fazer as contas para verificar se elas estão mesmo cumprindo as determinações da agência.
 
Na verdade, essas ofertas estão bem escondidas nos sites e os interessados precisam navegar por pelo menos seis janelas (algumas delas escritas em inglês) em cada um dos portais corporativos, antes de conseguir achar o que procuram.
 
Mas quem conseguiu ultrapassar as dificuldades virtuais está agora checando se o que está sendo oferecido é mesmo o que a Anatel determinou. E as reclamações já aparecem. Segundo alguns executivos, aparentemente, a Embratel, Brasil Telecom e Telemar estariam mantendo os preços estipulados pela agência, que são inferiores aos comercializados hoje. O problema estaria nos preços ofertados pela Telefônica, que, segundo algumas empresas, são bem superiores ao estabelecido pela Anatel.
 
As negociações irão começar, mas algumas entrantes já pressentem que terão mesmo que recorrer à arbitragem da Anatel. A agência, por sua vez, que já tem um número excessivo de questões para arbritrar, parece que também gosta de ser constantemente acionada.
 
Embora o objetivo do regulamento tenha sido o de estimular a competição e estabelecer preços mais condizentes com os custos, a Anatel, ao invés de explicitar que os valores por ela encontrados seriam os preços máximos, preferiu usar o termo “preço de referência.” Ou seja, as incumbents têm um argumento para alegar que seus preços (mesmo mais altos)  cumprem o regulamento, já que preço de referência não significa preço/teto, e pode ser, mesmo, preço/piso.
 

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