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Convergência Fixo-Móvel
Coleção de Mensagens

Página organizada e mantida pelo coordenador da ComUnidade WirelessBrasil

Conteúdo

----- Original Message -----
From: Helio Rosa
To: Celld-group@yahoogrupos.com.br ; wirelessbr@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 20, 2004 10:12 AM
Subject: [wireless.br] Convergência "Fixo-Móvel" (1)

Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.
Nesta semana estará na berlinda em nossos fóruns a "convergência fixo-móvel" (FMC - Fixed Mobile Convergence).
Quequé iss sô?  :-)
Recorto de uma artigo da mídia:
(...) Várias ofertas, que ensaiam diferentes níveis de convergência, já estão no mercado. São fruto do que se denomina “sinergia” entre empresas do mesmo grupo. Mas o ponto alto ainda está por vir: o lançamento de um telefone híbrido que pode ser usado tanto para ligações fixas quanto móveis. A idéia por trás dessa inovação é a seguinte: o cliente pode escolher que seu celular funcione como fixo em determinadas áreas, o que significa pagar tarifas menores. Com isso, a operadora fixa garante fluxo de tráfego e de receitas. De quebra, ganha argumento tecnológico atraente o suficiente para, por exemplo, convencer usuários que só têm celular a adquirir uma linha fixa. (...)
 
Na programação e criando o "suspense" teremos:  :-)
Segunda - dia 20 - Um "post" de Eduardo Prado no seu blog-book "Novas Tecnologias - Novos Negócios"
Quarta - dia 22  - manhã - Outro "post" sobre o tema.
                          - tarde - Publicação e divulgação de um "super-artigo" - especial para a Comunidade - do Eduardo sobre o assunto Convergência.
Quinta - 23 - divulgação de novos artigos de outros autores e notícias recentes.
Sexta  - 24 - Publicação e divulgação do novo "Portal da Convergência Fixo-Móvel", coordenado por Eduardo Prado.
 
A "FMC" é a nova onda e este é mais um esforço de antecipação da nossa ComUnidade.
Antecipamos também os agradecimentos ao nosso participante, super-colaborador e "guru das novas tecnologias" Eduardo Prado, pelo presente de Natal.  :-) 
Obrigado, Ho, Ho, Ho!  :-)
Boa leitura...a semana inteira!  :-)
Boas Festas!
Um abraço cordial
Helio Rosa
----- Original Message -----
From: Helio Rosa
To: Celld-group@yahoogrupos.com.br ; wirelessbr@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 20, 2004 10:29 AM
Subject: [Celld-group] Convergência "Fixo-Móvel" (2) - "Vem para ficar" - EPrado - Segunda-feira

Olá, 
ComUnidade WirelessBrasil !  
Helio Rosa escrevendo.
Nesta ComUnidade (Portal em 
www.wirelessbrasil.org)  interagimos e compartilhamos conhecimentos com muita cordialidade, cortesia, tolerância e paz - sempre fazendo novos amigos!  
 
Eduardo Prado está enviando mais anotações para registro em seu "Blog-Book" (*) Eduardo Prado - Novas Tecnologias - Novos Negócios:   

20/12/2004 - Segunda-feira

A CONVERGÊNCIA FIXO & MÓVEL VEM PARA FICAR – PARTE 01

Gente Ano Novo ... Vida Nova!
Você já viu falar na sigla FMC? Ela significa Fixed Mobile Convergence.

Tudo indica que no máximo em 10 anos teremos um ÚNICO TIPO de Operadora de Telecom. Aquela que é Fixo & Móvel.

Tem gente já afirmando que as fronteiras entres empresas Fixas e Móveis estarão fortemente dissolvidas entre 2010 e 2012. O que você espera disto? Será que a sua empresa está trilhando este caminho?. Qual o profissional que será necessário para estes novos tempos?. O RH da sua Operadora está "antenadocom isto?

Enquanto a gente pensa vamos olhar um pouco deste assunto em matérias recentes.

HR Says Wireless, Wireline Converging
Unstrung

12.09.04


NEW YORK -- Telecom operators around the world are now laying the groundwork to deliver network services that will eliminate the barriers that now exist between wireless and wired phone services, according to a major new study released today by Heavy Reading (
www.heavyreading.com), the market research division of Light Reading Inc.

Fixed-Mobile Convergence Reality Check
explores the technology and service initiatives now underway around the world to bring about the convergence of wired and wireless networks. Based on direct input from dozens of technology vendors and network operators, as well as an exclusive survey of service provider professionals worldwide, this report delivers a clear, up-to-the-minute look at what is shaping up to be one of the most important developments in the history of the telecom industry.

The next three years will define the way that fixed-mobile convergence (FMC) will take root in the world's telecom networks, notes Graham Finnie, Heavy Reading Senior Analyst and author of the report. "Vendors and service providers have consistently targeted 2006-07 as the period in which FMC will make the transition from theory to reality," Finnie writes. "This means that the time to prepare for FMC is already at hand."

Other key findings of the report include:

Fixed-mobile convergence will take place first in the core network.
Carriers are most interested in integrating their backbone wireline and wireless networks to cut costs and eliminate redundancies. The industry move to Internet Protocol (IP) networks already is under way, and IP will be the unifying force at the network core.

End-user devices will require a mix of different wired and wireless access options, because no one technology will dominate.
In the wireless world, for example, emerging technologies such as WiFi and WiMax will coexist as access options. All communications devices will come equipped with a range of wired and wireless access technologies, so that users can take advantage of the best available connection.

The biggest challenges to fixed-mobile convergence may be organizational and political, rather than technological.
While equipment suppliers are confident that the technical barriers between wireless and wired services can be breached, it remains to be seen how long the organizational and institutional barriers separating wireless and wired network operators will remain.

The report is based on extensive interviews with key network operators and equipment vendors, as well as an exclusive online survey of more than 100 service provider professionals worldwide to determine carrier attitudes and expectations regarding wireless and wireline network and service convergence. Together, the interviews and survey results offer a thorough and accurate portrayal of how FMC is perceived in the telecom industry today, and what the most likely steps in its evolution will be.

Fixed-Mobile Convergence Reality Check,
a 59-page report, is published in PDF format and costs $2,495. The price includes an enterprise license covering all of the employees at the purchaser's company as well as access to a downloadable database of survey results.

BOM DIA!


----- Original Message -----
Sent: Monday, December 20, 2004 11:17 AM
Subject: [Celld-group] Convergência "Fixo-Móvel" (3)

Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.

Olá, Fabio!
Bem-vindo à bordo!  :-)
Mais orações: "Obrigado, S. Pedro!! Vai chover de novo na nossa horta!!!"  :-)
"Papers do IEEE"?  Uau!  :-)
Fábio, estamos salivando...  :-)
Mande seus "recados" que já serão incluídos no "Portal da Convergência Fixo-Móvel" que vem à luz na próxima sexta!  :-)
Sucesso no doutorado!
 
Perguntei ao Eduardo sobre os tipos, enfoques  e termos de convergência que vamos encontrar na mídia que poderão "embananar" o leitor. :-)
Abaixo, um trecho de um relatório sobre o tema. Obrigado, Eduardo!
Comentários? Repercussões?  :-)
Alguém das operadoras já estudando/implementando para um "recado pessoal"?  :-)
Boas Festas!
Um abraço cordial
Helio Rosa
 
 
The ultimate goal of convergence is to deliver a seamless consumer experience across multiple locations, multiple devices and multiple types of use. However, that seamless experience will require unprecedented levels of coordination and investment across infrastructure and handset vendors, and all types of service providers. As different companies drive toward convergence, there are a number of interim steps in the evolution
of convergence (see Exhibit 1), including:
 
Packaging convergence:
At the most basic level, fixed/mobile convergence begins with packaging—tying two previously distinct mobile and fixed products together in the same package or bundle. This type of convergence can begin with a loose bundle and be deepened by providing a single point of contact, a single provisioning
experience and a single bill for the customer.
 
Feature-based convergence:
While organizational, technical and market challenges delay actual product convergence, providers driving this effort have experimented with a number of enhanced features (features-based convergence) that begin to connect the two previously distinct products (fixed and mobile). These include both
unifying and integrating features. Unifying features such as simplified call forwarding (e.g., FastForward) streamline movement between the products without changing anything on the network level. Integrating features, such as a single voice mailbox, actually join the customer experience at specific points.
 
Product convergence:
Product convergence occurs when the distinct product boundaries collapse and one product actually begins to deliver the distinct features and functionality of both. As fixed and mobile products become increasingly redundant, any improvements one product makes to capture the remaining unique features of the other move toward product convergence, e.g., adding E911 to wireless, improving in-home mobile coverage and reliability, etc. Steps toward product convergence will improve the overall mobile experience and can accelerate
the rate of substitution and displacement.
 
Seamless convergence:
A seamless consumer experience across multiple locations, multiple devices and multiple types of use is the ultimate direction of convergent efforts. Consumers will effortlessly move between networks and devices while retaining services and their personalized profiles, e.g., ordering a movie from a cellphone and downloading it to a home PC/multimedia center, changing a TiVo setting from a PDA and automatically synching address books between a broadband portal and PDA or cellphone when entering home.
 
 
----- Original Message -----
Sent: Monday, December 20, 2004 10:22 AM
Subject: RES: [wireless.br] Convergência "Fixo-Móvel" (1)

 
Olá Hélio e Eduardo Prado,
 
estou fazendo o meu doutorado em Engenharia Elétrica pela Unb nessa área.
Ainda não tenho enfoque específico mas vai ser na área de Convergência Fixo-Móvel e convergência Wi-Fi/GSM.
Estou estudando alguns papers do IEEE e em bree começo a postar alguns recados aqui.
 
Um grande abraço,
 
Fábio Buiati
fabio@redes.unb.br
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, December 22, 2004 6:32 AM
Subject: [wireless.br] Convergência "Fixo-Móvel" (4) - "Vem para ficar" - Parte 2 - EPrado - Quarta-feira

 
Olá,  ComUnidade WirelessBrasil !  
Helio Rosa escrevendo.
Nesta ComUnidade (Portal em 
www.wirelessbrasil.org)  interagimos e compartilhamos conhecimentos com muita cordialidade, cortesia, tolerância e paz - sempre fazendo novos amigos!  
 
Eduardo Prado está enviando mais anotações para registro em seu "Blog-Book" (*) Eduardo Prado - Novas Tecnologias - Novos Negócios:   
 
22/12/2004 - Quarta-feira

A CONVERGÊNCIA FIXO & MÓVEL VEM PARA FICAR – PARTE 02

Dependendo da visão de cada lado (Fixa ou Móvel) o que acontecerá?
Quais os benefícios para cada lado?

Vejamos uma Opinião:

Fixed-line operators

FMC services are attractive to fixed operators because it presents them with the opportunity not only to generate new revenue streams and act as a ‘one-stop-shop’ for customers’ fixed and mobile needs, but also to defend effectively against mobile substitution.

An initiative from BT in this regard is a truly converged communications device allowing users not only to take advantage of Bluetooth but also Wi-Fi technology. It is argued by some that a single device that incorporates both a GSM phone and a WLAN ‘phone’ would be more attractive to the larger business market because it could take advantage of an already in place WLAN infrastructure that more and more enterprises are installing.

Such a solution would employ VoIP to provide in-premises telephony using the coverage of the organisation’s own WLAN. The device would detect what kinds of coverage was available, and manage the call appropriately, so that users’ calls can go over the free-to-use WLAN network whenever they are on their own premises. The benefits for the organisation include cost savings by reducing the number of mobile calls made and eliminating desktop PBX extensions and cabling. A number of manufacturers, including Intel, Motorola and Ericsson, are now developing such dual mode GSM/Wi-Fi mobile phones.

Mobile operators

Most mobile operators appear to have an ambivalent attitude towards the concept of FMC. Such services could represent a threat to in-building calls currently carried by the mobile operators. After all, it is in the mobile operators interest to promote substitution, or migration of fixed traffic on to the mobile network. However, following Ovum’s in-depth study of the matter, analyst, Angel Dobardziev, says “it transpires that enterprises are not considering going totally mobile”.

In November 2003, France Telecom announced a network-based FMC solution for businesses. Branded VPN Unifié, the service is based on Alcatel’s intelligent network (IN) platforms that France Telecom and Orange have integrated into their network infrastructures. An enterprise needs no additional equipment, other than a software upgrade on its existing PBX. In essence, it creates a virtual network between the company’s extensions and mobile phones, with a private numbering plan and tariff with discounts for on-net calls. The service builds on Orange’s mobile VPN service which has 500 business customers signed. With an integrated fixed and mobile solution for businesses, France Telecom aims to target a group of 15,000 SMEs with an ambitious target to sign 4,000 customers in two years. For regulatory reasons, France Teleom will not provide a single bill but it plans to offer web-based billing to its customers.

Vejamos agora o Sumário Execeutivo de um relatório do Analista de Indústria Heavy Reading:

EXECUTIVE SUMMARY

Fixed-Mobile Convergence Reality Check

Fixed-mobile convergence – the integration of wireline and wireless technologies and services to create a single telecommunications network foundation – has quickly captured the collective imagination of the telecom industry, for some very obvious reasons. FMC promises to obliterate some of the physical barriers that now prevent telecom service providers from reaching all of their potential customers with all types of services. With FMC, wireline service providers may no longer be tethered to landline networks, while wireless network operators will be able to use the most robust network resources available to meet growing demand from mobile subscribers.

Fixed-Mobile Convergence Reality Check
explores the perceptions (and misperceptions) that service providers and technology vendors have of FMC at this early stage to determine the most likely course that FMC development will take. The report is based on extensive interviews with key service providers and equipment vendors, as well as an online survey of more than 100 service provider professionals worldwide. Together, the interviews and survey results offer a thorough and accurate portrayal of how FMC is perceived in the telecom industry today, and what the most likely steps in its evolution will be.

The main purpose of the vendor interviews was not to acquire detailed technical information on vendor FMC products (which in any case do not fit into neat and discrete categories), but to ascertain vendors' overall views on FMC in terms of the catalysts, barriers, benefits, anticipated timelines, and likely rollouts of products. This approach reflects the overall objective of this report, which is to provide a high-level progress report on the current status of fixed-mobile convergence, and to evaluate its prospects over the balance of this decade.

Key Findings

Key findings from the report include the following:

The 2006-2007 timeframe will be critical to FMC technology and service development
. Vendors interviewed for this report and service providers responding to our online survey consistently targeted 2006-07 as the period in which FMC will make the transition from theory to reality. This means that the time to prepare for FMC is already at hand.

In the core network, the boundaries between fixed and mobile technologies will be largely dissolved by 2010-2012
. In backbone networks, FMC is driven mainly by the universal migration to an all-IP network, in which many of the core subsystems are identical across the boundary between fixed and mobile networks. The general acceptance of the principle of layered networks, and the adoption by ITU NGN standards-setters of key related mobile standards, especially IMS, is a key turning point. For incumbent telcos, this should enable the transition to a single core network able to handle the needs of both fixed and mobile subsidiaries, which are largely separately handled today.

Access networks are likely to continue to include a wide range of technologies even after FMC is established in the network core.
In access networks, FMC is driven partly by competition among emerging (and established) vendors to enter or improve their position in the mobile and nomadic communications space, and partly by established and emerging service providers with the same objectives. Because this is a technically dynamic field in which there is no consensus at present, access networks are likely to remain hybrid and various, with a mix of single-bearer and multimode devices used to connect to them.

Service providers are taking a fairly optimistic view of FMC, and by and large they believe it is going to bring fundamental changes to the structure of telecommunications markets
. Results from our online survey indicate a strong belief that FMC will eliminate the barriers that now exist between wireline and wireless networks over the next decade, although there's no consensus on the timing for this convergence.

FMC poses technological, organizational, and even marketing challenges that make it difficult to predict timing
. As with other paradigm-changing initiatives, FMC will require more than technology to take root. While many service providers are positioning themselves to take advantage of FMC by playing in both the wireless and wireline markets now, others have declined to make that move, with some – most recently AT&T – actually having abandoned heterogeneous portfolios. In short, service providers have yet to prove that they can make the organizational and marketing transition to FMC.

For both service providers and equipment vendors, the central message here is that no one approach to the emerging converged environment will be successful
. Instead, the keys to success will be twofold. First, equipment and service providers will need to focus sharply on the specific convergence needs of particular market segments, with a commitment to tactical adoption of technologies to meet those needs where necessary. Second, the industry will need to adopt highly flexible platforms that can be adapted to emerging requirements and can help to realize the long-term vision of access-aware devices and access-neutral networking.

Report Scope and Structure

Fixed-Mobile Convergence Reality Check
clarifies the misconceptions and ambiguities now surrounding FMC in its critical formative stage of development. By using data and qualitative information gathered directly from technology vendors and service providers, the report delivers a complete and accurate accounting of FMC's expected development and its likely role in the transformation of today's segregated wireline and wireless networks into an integrated infrastructure.

The report offers an in-depth analysis of current technologies and standards that are likely to play a significant role in the development of fixed-mobile convergence over the next few years, as well as a close look at services that are laying the groundwork for more advanced FMC offerings.

Results from an exclusive, worldwide survey of telecom service providers conducted by Heavy Reading specifically for this report shed important light on service provider perceptions and long-term strategic plans regarding wireless/wireline network and service convergence.

Question: Which of the following scenarios do you believe is most likely to occur in the voice telephony business over the next five years? [109 responses]

25.7%
Cellular substitution (Most voice calls will be made over cellular networks using a cellular or similar handset, and the wireline network will be used mainly for broadband, entertainment, and data services)

60.6%
Fixed-mobile convergence (Most customers will own a multimode phone that will be used to make calls over the most appropriate available network – wireline or wireless)

13.8%
Status quo (The current situation, in which customers use wireline phones on wireline networks and mobile phones on mobile networks, will continue to be the norm)

The report is structured as follows:

Section I
provides an introduction and complete key findings of the report.

Section II
delivers a detailed analysis of the various components that make up fixed-mobile convergence, with FMC defined within the framework of services, devices, and network technologies.

Section III
looks at the potential economic impact of FMC on different types of service providers.

Section IV
provides a detailed look at emerging services that include elements of FMC, focusing on case studies of innovative services from three providers: BT, iPass, and Swisscom.

Section V
presents and analyzes results from a worldwide online survey of service provider professionals regarding their perceptions of and attitudes toward FMC.

Section VI
identifies the various technologies that are now seen as likely components of FMC and assesses the value of each technology to convergence.

Section VII
presents a series of scenarios for FMC development and analyzes the potential impact of each scenario on different types of service providers.

The report is essential reading for a wide range of industry participants, including the following:

Wireline
and wireless service providers: Does your understanding of fixed-mobile convergence match the perceptions and expectations of your competitors and technology suppliers? Is your timetable for FMC development and deployment in synch with the rest of the industry? Which elements of FMC are your competitors likely to bring to market first? Which technologies are likely to play an integral role in FMC, and which ones may fall by the wayside?

Technology suppliers:
What key priorities do your service provider customers have regarding fixed-mobile convergence? What steps are they taking now to get ready for full-scale FMC deployment? What are the main technology ingredients that will help them to make the transition to FMC? What are the most promising market opportunities in the FMC sector? Which carriers are taking the lead in deploying converged services, and how do your products fit into their plans?

Investors:
When will the telecom industry's movement to fixed-mobile convergence reach critical mass? Which service providers and equipment makers will be in the best position to capitalize on the arrival of FMC? What are the critical technologies that will enable FMC to reach its full potential, and which companies are supplying those technologies? What are the potential stumbling blocks to FMC deployment? Which regions of the world are likely to be most aggressive in moving to FMC?

Fixed-Mobile Convergence Reality Check is published in PDF format. Purchasers of this report also gain access to a searchable database of results from the exclusive online survey of service providers regarding their FMC plans. 

Várias Referências no Google para você vislumbrar este mundo bem próximo!.

Pois é gente?. A vida está mudando

BOM DIA! 

 
(*) "Blog-Book" ("blog" + "e-book") é o "apelido" de um tipo de publicação referenciada no nosso Portal que reúne trabalhos ou anotações de diversos profissionais. São verdadeiros "livros eletrônicos" , em constante atualização.
As atualizações são enviadas por e-mail ou coletadas na Web ou nos fóruns pelo próprio Coordenador da ComUnidade.
 
O  "Blog-Book" do Eduardo Prado é uma coleção de páginas semanais, atualizadas  na segunda, quarta e sexta-feira. A página inicial contém um índice com links diretos para todas as matérias já veiculadas. O conteúdo da semana atual está aqui
A coleção completa dos demais artigos de Eduardo Prado em diversos órgão da mídia está referenciada na página "
Trabalhos Publicados".  Entre eles: "Wi-Fi Bible" e "Revista do WiMAX".
 
Boa leitura!
Helio Rosa
Da equipe de moderadores dos Celld-group WirelessBr
Coordenador da
ComUnidade WirelessBrasil e do Giga Site WirelessBR
 

De: "Helio Rosa" <helyr@uol.com.br>
Data: Qua Dez 22, 2004 9:54 am
Assunto: Convergência "Fixo-Móvel" (5) - "Super-artigo" especial para a ComUnidade

Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.
Conforme anunciado, nesta semana estamos estudando a "convergência fixo-móvel" (FMC - Fixed Mobile Convergence).

A "FMC" é a nova onda e este é mais um esforço de antecipação da nossa ComUnidade

Tivemos dois "posts" no blog de Eduardo Prado:
A convergência Fixo & Móvel vem para ficar - Parte 01
A convergência Fixo & Móvel vem para ficar - Parte 02

E esta mensagem do Fábio Moreira:
(...) Estou fazendo o meu doutorado em Engenharia Elétrica pela Unb nessa área.
Ainda não tenho enfoque específico mas vai ser na área de Convergência Fixo-Móvel e convergência Wi-Fi/GSM.
Estou estudando alguns papers do IEEE e em breve começo a postar alguns recados aqui. (...)

Na sexta-feira, dia 24, receberemos mais um presente de Natal: o novo "Portal da Convergência Fixo-Móvel", coordenado por Eduardo Prado.

Hoje estamos publicando no Giga Site WirelessBR o artigo:

Por que o Wi-Fi será importante para a Convergência em Telecom de Eduardo Prado, cujo link é
http://www.wirelessbrasil.org/wirelessbr/colaboradores/eduardo_prado/artigo_43.html

Abaixo, transcrevemos o trecho inicial do longo artigo.
Como sempre, o Eduardo nos brinda com um trecho recheado de preciosos links, muita informação, seus corajosos posicionamentos, e o já famoso "pito" (bronca) em nossas operadoras. :-)

Vamos comentar e repercutir? Novas informações?
Olá, pessoal das operadoras! O que estão "aprontando" neste assunto? :-)

Novamente, obrigado, EPrado!
Boa leitura e Boas Festas para todos!
Um abraço cordial
Helio Rosa

Por que o Wi-Fi será importante para a Convergência em Telecom

http://www.wirelessbrasil.org/wirelessbr/colaboradores/eduardo_prado/artigo_43.html

A alta direção das Operadoras de Telefonia Móvel do nosso país vai ficar aborrecida (ou “fula” de raiva) quando descobrir que seus grandes planejadores (com pouquíssimas exceções):

(1) sempre disseram para ela que as Redes Públicas de Wi-Fi não eram importantes para Operadoras pois não geravam Retorno de Investimento (RoI) mesmo com evidências mundiais importantes como a T-Mobile – Operadora nos EUA da Deutsche Telekom – cujo serviço T-Mobile Hotspots tem 5.249 hotspots e parcerias com a Starbucks – aquela do famoso café, FedEx Kinko´s, Barnes & Noble, Admiral´s Club entre outras (ver localidades nos EUA) e a Swisscom na Europa cujo serviço Eurospot tem 1.600 hotspots.
Ambas as Operadoras têm redes próprias (incluindo WISPs adquiridos do mercado).
Para efeito informativo, no Brasil, a Operadora de Telefonia Fixa Telefonica – nossa maior Operadora de Wi-Fi - com investimentos em uma rede própria vai chegar a 500 hotspots em DEZ.2004 com seu produto Speedy Wi-Fi e a VEX - o nosso único WISP de Wi-Fi tem 219 hotspots.
Esta é a numerologia triste de Wi-Fi no Brasil.
Abordamos um pouco desta tristeza com o Wi-Fi no Brasil na matéria Vamos Fazer um Bundle com Wi-Fi ou VoIP? do Teleco;

(2) dizem para ela que algumas ERBs (Estações Rádio-Base) estão no “talo” e precisam de um belo investimento em CAPEX (investimento de capital na rede) para desafogar o tráfego das mesmas.
Caso tivessem investido em Wi-Fi em pontos estratégicos – que é muito mais barato que ERB – poderiam estar descarregando parte do trafégo Corporativo destas ERBs “entaladas” via Wi-Fi através dos Dispositivos (handsets ou smartphones) Híbridos (com tecnologia mista de GPRS + Wi-Fi e CDMA + Wi-Fi, este último mais raro).
Com certeza, o Acionista está pagando esta conta de alto CAPEX e se soubesse deste detalhe não estaria gostando nada disto.
Veremos mais adiante sobre estes Dispositivos Híbridos;

(3) não permitiram a Operadora desenvolver uma expertise em Wi-Fi – por que eles achavam que não geravam RoI ou terceirizaram com o único WISP nacional (1), a empresa VEX, por que eles achavam mais cômodo – de “empacotar” ofertas bundle para o Mercado Corporativo que poderiam ser muito importante na chegada da Competição pela Convergência e agora podem perder vários Clientes Corporativos para outras Operadoras mais ágeis no lançamento de pacotes bundle com Dispositivos Híbridos. Dura realidade, não é?

Agora vamos apresentar alguns fatos para mostrar como as Operadoras de Telefonia Móvel do nosso País ainda estão muito longe da Convergência com Dispositivos Híbridos.
Fatos são Fatos.
Vamos a eles:

(1) Em NOV.2004 a maior Operadora do Japão NTT DoCoMo, começou a vender um Telefone Híbrido fabricado pela NEC que parece com qualquer outro telefone. A maioria do tempo o telefone trabalha como qualquer outro. Quando seu proprietário está na rua, ele utiliza o telefone móvel para transmitir chamadas via a tecnologia celular convencional. Mas quando o proprietário está sentado na sua mesa em um escritório configurado para o telefone as chamadas telefônicas trafegam via a tecnologia sem fio de alta velocidade conhecida como Wi-Fi, e desta forma sob a Internet, utilizando o Protocolo conhecido como VoIP.

Por que isto é importante? Cada minuto de chamada feito sob a rede de Wi-Fi daquele escritório é um minuto de chamada que não é feito pela Rede de Celular da NTT DoCoMo. Isto tem um potencial que irá sacudir o mundo da telefonia celular.

Ao contrário de um telefone celular convencional, que cobra do bolso de um assinante a chamada em minutos, as chamadas pela Internet com Wi-Fi não são contabilizadas desta forma.
Isto significa que se você estivesse no escritório com o Plano da Operadora japonesa você poderia fazer chamadas ilimitadas (sem contar evidente seu custo da Internet).
O Fone Híbrido da NTT DoCoMo só vai funcionar no primeiro momento para o Mercado Corporativo com redes de Wi-Fi especialmente configuradas para o serviço.
O assinante não pode utilizar – neste primeiro momento – o Telefone Híbrido em Redes Públicas de Wi-Fi em cafés e aeroportos.
Considerando a estatística de um survey do Yankee Group um terço das ligações de telefones móveis são feitas em escritórios ou nas residências, não se surpreenda se a NTT DoCoMo não lançar logo logo seu Pacote Bundle Híbrido para Redes Públicas de Wi-Fi.
Aqui reside um problema: a Operadora tem que ter Rede Pública de Wi-Fi com uma “boa capilaridade”.
Será que é por isto que a NTT DoCoMo está comprando WISPs de tecnologia Wi-Fi (veja referência DoCoMo Buys into Wi-Fi da publicação The Feature)?
É sim, ela está comprando WISPs por que a “ficha dela caiu” sobre a importância do Wi-Fi na Convergência.
É aqui que as Operadoras de Telefonia Móvel do nosso País cometeram um “grande pecado” de “miopia estratégica” com exceção de pouquíssimas Operadoras.
Naturalmente, as Operadoras em geral já têm dificuldades em lançar produtos de Wi-Fi – e qualquer matriz SWOT mostra isto - e vão ter que aprender. E agora José?. Pois é, né.
Para mais informações da Análise SWOT em Wi-Fi veja o e-book The Wi-Fi Bible no site da ComUnidade Wireless Brasil;

A NTT DoCoMo saiu na frente no mundo nesta área!
Existem alguns movimentos em Telefonia Fixa com Bluetooth como é o caso da BT (veja as referências do Google sobre o Bluephone, a BT e Convergência) mas em Telefonia Móvel a Operadora japonesa é a primeira.
Na nossa opinião o Bluetooth é uma tecnologia em extinção e será substituída pelo Wi-Fi e o UWB.
Já tem gente preconizando que os chips triplos 802.11 a/b/g ameaçam o Bluetooth (veja o Wi-Fi a/b/g superchip threatens Bluetooth da Techworld).

(2) Um caso semelhante ao da NTT DoCoMo que é o da SBC Communications americana.
Recentemente o CTO da SBC Comm, Chris Rice, afirmou que a Operadora planeja ofertar handsets duais celular/Wi-Fi e serviços, uma conta única e um serviço de Seamless Handoff junto com os serviços da Cingular (Operadora Móvel do grupo SBC) no próximo ano.
Isto efetivamente vai proporcionar uma maior abrangência para a Cingular permitindo que seus assinantes alternem para conexões de VoIP via Wi-Fi no escritório ou em um hotspot, dando mais espaço para os assinantes de celulares.
Este serviço combinado será oferecido para o Mercado Corporativo em 2005 e para consumidores em 2006 e será um complemento da agressiva estratégia da SBC Comm na área de Wi-Fi quando apostou fortemente nas suas parcerias com Wayport, McDonald´s, UPS e outros, como também em seus planos de VoIP.
Sabemos – com certeza - que os handsets convergentes – bem como a infra de Seamless Handoff - são indispensáveis para esta estratégia e confiamos que a SBC Comm está cuidando disto, certo? (p. ex., preço, escala, qualidade, etc).

De uma forma não muito usual para uma Baby Bell de “berço” que normalmente tem movimentos lentos, a SBC Comm está mostrando um atalho para o mercado na sua estratégia de integração de celular-VoIP, e ficará a um passo bem pequeno de incorporar o WiMAX no futuro.

Tem um componente nesta “festa” que será muito importante em um futuro próximo.
Hoje em dia nós temos que dizer como o Dispositivo Híbrido deve se comportar de forma “burra”.
Tipo assim Dispositivo agora você é GPRS e ele faz tudinho para você como um aparelho de telefonia móvel GPRS. Ou Dispositivo agora você é Wi-Fi e ele fará tudinho para você como um um Dispositivo Wi-Fi.
No futuro não vai ser assim, os Dispositivos serão inteligentes e descobrirão que sinais (sniff) existem no ar para você e te informarão.
Imagine um exemplo aonde um assinante vem andando na rua com um sinal de uma Operadora Móvel e ao descer para um subsolo de um prédio é avisado automaticamente que existe ali não mais o sinal da Operadora que estava disponível no térreo mas sim um sinal de Wi-Fi de um provedor WISP.
Isto é um conceito chamado Seamless Handoff (ou Chaveamento sem Fronteira).
Entre alguns fornecedores de Seamless Handoff: Transat Technologies, Radio Frame Networks, PCTel, Birdstep, PADCOM, NetMotion Wireless, Wavelink e Tatara Systems.
Veja uma matéria especial sobre Seamless Handoff: Mobile seamless handoff: A survey na ComUnidade Wireless Brasil.

Voltando ao tema, apresentamos a BRILHANTE estratégia convergente da SBC americana na matéria SBC ... Um Exemplo de Estratégia de Telco a ser "Copiada" do Teleco;

(3) Na matéria Todo mundo está falando VoIP. E você? do Teleco destacamos:

A coisa vai tomar um vulto ainda maior lá pelos EUA.
Em 09.NOV.2004, a FCC - órgão regulador de telecomunicações dos EUA - anunciou que as chamadas de Telefonia via Internet são na sua natureza interestaduais e desta forma sujeitas a jurisdição federal (ver em Hey States: Hands Off VoIP da DSL Reports).
Esta decisão abre claramente o mercado americano para mais competição, preços menores e maior opção de escolha para o consumidor.
Espera-se naquele mercado a chegada de muitos produtos novos e ofertas como também novos fornecedores, aquecendo ainda mais a competição em VoIP.
Uma pergunta que não quer calar: Quando a ANATEL brasileira vai "aparecer" no cenário de VoIP?.
Ela vai ser pressionada pelo mercado a tomar uma posição em breve.
Esperemos que para o "bem de todos e felicidade geral da nação".

Este movimento vai ajudar muito a Convergência no mundo.

Na Coréia do Sul aonde Banda Larga é o maior sucesso, 04 Operadoras de Telecom tiveram aprovada recentemente a possibilidade de ofertar serviços Fixo e Móvel de VoIP e alguns deles vão estar disponíveis ainda em DEZ.2004.
Estas Operadoras são a Samsung Networks, a Anyuser.Net, a Great Human Software e a Moohannet Korea juntamente com mais 02 grandes Operadoras de Telefonia Fixa: Korea Telecom – a famosa KTC e a Hanaro Telecom, que lançarão seus serviços em meados de 2005.

Ambos grupos de Operadoras (Móveis e Fixas) planejam implantar serviços IP a fim de brigar na arena da disputa do mercado de telefonia móvel como também ampliar sua abrangência de atendimento.
A KTC – a líder mundial de hotspots no mundo com 16.000 – planeja atualizar sua rede de Wi-Fi do padrão 802.11b para 802.11g no início de 2005.
Por que este interesse?.
Por que o 802.11g tem mais banda para VoIP, isto é, 54 MBs (nominal) comparado com o 11 MBs do 802.11b.

Não é a toa que em uma recente RFP (Request for Proposal) de Wi-Fi da Operadora de Telefonia Móvel Vivo eles já estão solicitando hotspots com a tecnologia IEEE 802.11g.
Já sabe por que não é?
Porque a Vivo está pensando em VoIP, sem dúvida.
O que acontecerá com a redes de Wi-Fi da Telefônica (Speedy Wi-Fi) e com a da VEX?
Elas devem “acordar” em breve para o fato e partir para o upgrade das suas redes de Wi-Fi.

Não tenha dúvida que as Operadoras de Telecom da Coréia do Sul estarão em breve utilizando os Dispositivos Híbridos com Wi-Fi.

Finalmente, é oportuno saber que um dos princípios mais palpáveis de Convergência é a Seamless Convergence como definida pelo Yankee Group no Relatório Divergent Approach to Fixed-Mobile Convergence.

E depois disto tudo o que dizer para as Operadoras Móveis do nosso país?
Operadora, a “bola tá contigo” , basta pedir ao seu pessoal de Planejamento para dar uma olhada nestes tópicos. Tem a aquela frase bonita que nunca põe ninguém para baixo: “Penso, logo existo” de René Descartes (1596-1650).

[Tem muito mais! Leia a continuação aqui - Vale conferir!]


De: "Helio Rosa" <helyr@uol.com.br>
Data: Qui Dez 23, 2004 2:27 pm
Assunto: Convergência "Fixo-Móvel" (6) - Três artigos da mídia brasileira

Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.
Continuando o anunciado... :-)
Nesta semana estamos estudando, entre outros assuntos, a "convergência fixo-móvel" (FMC - Fixed Mobile Convergence).
A "FMC" é a nova onda e este é mais um esforço de antecipação da nossa ComUnidade

Tivemos dois "posts" no blog de Eduardo Prado:
A convergência Fixo & Móvel vem para ficar - Parte 01
A convergência Fixo & Móvel vem para ficar - Parte 02

E esta mensagem do Fábio Moreira:
(...) Estou fazendo o meu doutorado em Engenharia Elétrica pela Unb nessa área.
Ainda não tenho enfoque específico mas vai ser na área de Convergência Fixo-Móvel e convergência Wi-Fi/GSM.
Estou estudando alguns papers do IEEE e em breve começo a postar alguns recados aqui. (...)

Está publicado no espaço virtual da ComUnidade o "super-artigo" de Eduardo Prado:
Por que o Wi-Fi será importante para a Convergência em Telecom
Transcrevemos ontem o trecho inicial mas vale uma visita para conferir o artigo todo!

Na sexta-feira, dia 24, receberemos mais um presente de Natal: o novo "Portal da Convergência Fixo-Móvel", coordenado por Eduardo Prado.

E o pessoal das operadoras que não aparece para repercutir, sô! :-)

Hoje estamos indicando mais três artigos (abaixo).
Boa leitura!
Boas Festas!
Em frente, sempre na frente! :-)
Um abraço cordial
Helio Rosa

Fonte: World Telecom

Duas redes, um telefone

Ana Lúcia Moura Fé
Data: 07/12/2004

Na impossibilidade de neutralizar o inimigo, una-se a ele. O antigo adágio popular descreve com precisão as estratégias de convergência fixo-móvel que vêm sendo anunciadas pela Brasil Telecom e Telemar, juntamente com BrT GSM e Oi, seus respectivos braços na área móvel. Confrontados com a debandada de clientes e tráfego para a telefonia celular, os dois grupos esperam que suas concessionárias se beneficiem com uma série de serviços lançados, ou prestes a ser lançados, por suas parentes móveis. Em comum, eles têm o fato de embaralhar os conceitos fixo e móvel.

Várias ofertas, que ensaiam diferentes níveis de convergência, já estão no mercado. São fruto do que se denomina “sinergia” entre empresas do mesmo grupo. Mas o ponto alto ainda está por vir: o lançamento de um telefone híbrido que pode ser usado tanto para ligações fixas quanto móveis. A idéia por trás dessa inovação é a seguinte: o cliente pode escolher que seu celular funcione como fixo em determinadas áreas, o que significa pagar tarifas menores. Com isso, a operadora fixa garante fluxo de tráfego e de receitas. De quebra, ganha argumento tecnológico atraente o suficiente para, por exemplo, convencer usuários que só têm celular a adquirir uma linha fixa.
[Leia mais]

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Fonte: TelecomWeb/TelecomNegócios

União dos mundos

-- 20/09/2004 --

Mercado vive início do processo de convergência das operações fixas e celulares, criando uma nova categoria de empresas e serviços

Tatiana Americano
[Tatiana Americano é editora da revista CRN Brasil e do portal ResellerWeb.
Email: Tatiana Americano]

Apesar de ainda evitarem falar em prazos, os analistas do mercado de telecom concordam com o fato de que a convergência é um caminho sem volta. Realidade essa que impacta não só na criação de novas tecnologias, mas na concentração de uma série de serviços de voz e dados nas mãos de grandes grupos, também conhecidos como super carriers. O ápice de tal cenário deve vir com a união das redes fixas e celulares.

Brecha, da Unisys: migração para redes IP facilita integração e garante economia de 50% com custos operacionais
No Brasil, as operadoras têm dado claros sinais de que se preparam para essa evolução. “Hoje, praticamente toda grande tele fixa tem uma empresa móvel associada, seja por aquisição, parceria ou start-up”, lembra Manzar Feres, sócia da área de comunicação da consultoria BCS (Business Consulting Services) da IBM. A especialista tem uma teoria de que tal tendência ganhou força com a concorrência que o celular passou a exercer sobre o mundo da telefonia por cabos. “Sendo assim, em vez de brigar com o inimigo, as operadoras fixas preferem se juntar a eles”, ironiza a consultora.
Somado ao perigo do churn (perda de cliente para a concorrência), um outro fator pesou de forma decisiva para alavancar essa tendência: a necessidade das empresas de telecom buscarem novas formas de receita, com produtos inovadores. E nada mais atrativo do que reunir a mobilidade do mundo celular aos preços mais acessíveis do pulso na telefonia fixa.
[Leia mais]

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Depois de anos, começa a ganhar força casamento entre telefone fixo e móvel
Valor Econômico - 27/09/04

Abaixo, a notícia. Logo após, o comentário Dealmaker.

Será que a telefonia fixa já era? Observe os números e as tendências e você poderá concluir que sim. Os telefones móveis crescem rapidamente e já superam os fixos, que estão estagnados globalmente, com queda em muitos países. Um número crescente de pessoas, incluindo 5% dos europeus, está "cortando o fio" e passando para a telefonia móvel. Enquanto os telefones fixos pouco mudaram, os móveis apresentam muitas características úteis, como a capacidade de armazenar dezenas de nomes e números, sem mencionar as mensagens de texto e outros serviços.

Mesmo assim, os telefones fixos têm suas vantagens. As chamadas são mais baratas e claras, e as conexões mais confiáveis. Daí o atual entusiasmo com a "convergência fixa-móvel", que usa uma tecnologia capaz de proporcionar o melhor dos dois mundos: a liberdade do celular e a confiabilidade dos fixos. Os assinantes usam o mesmo aparelho para fazer chamadas via linha fixa em casa ou por meio das redes móveis quando estão fora, mas têm apenas um número e uma caixa de mensagens, além de receberem uma única conta.
[Leia mais]
 


----- Original Message -----

Sent: Friday, December 24, 2004 4:13 PM
Subject: [Celld-group] Convergência "Fixo-Móvel" (7) - Publicado: Portal da Convergência Fixo-Móvel

 
Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.
Publicamos hoje o Portal da Convergência Fixo-Móvel" coordenado pelo Eduardo Prado.
Trata-se de um enorme e diversificado conteúdo!  Vale conferir!
 
Isto encerra primeira semana de estudos sobre o tema. Todo o material já citado está no Portal (e lá em baixo).  :-)
 
A data pode parecer inadequada pois poderá acarretar um pequeno "ibope" imediato devido à férias, "recessos" e festas.
Nossa experiência, no entanto, é de que muitos vão buscar leituras amenas e informativas neste período.
Mas a data foi planejada pelo Eduardo Prado como um presente natalino para a ComUnidade e participantes dos Grupos, "pela audiência e carinhos recebidos,  principalmente em pvt", conforme me confidenciou.
Então... vamos lá?  :-)
Abaixo, o Sumário do Portal.
Os itens poderão ser atualizados à qualquer momento com as repercussões do assunto.
Voltamos a convidar o pessoal da operadoras para participar dos debates.
E o Fábio Moreira que faz doutorado nesta área!
Boa leitura! 
[A página ainda vai ser dividida. No momento, devido à extensão, a carga poderá ser lenta dependendo da conexão. Neste caso, a carga poderá se acelerada clicando-se várias vezes no botão "Atualizar" do browser.]
Em nome da ComUnidade....Obrigado, Eduardo "Noel" Prado!  :-)
Para todos, votos de Boas Festas!
E Feliz Natal!
Um abraço cordial
Helio Rosa
[Abaixo, o Sumário do Portal]
 

PORTAL DA CONVERGÊNCIA FIXO-MÓVEL
Este site é um "parceiro informal" da ComUnidade WirelessBrasil                 Publicado em 24/12/2004

http://www.wirelessbrasil.org/eduardo_prado/convergencia_fixo_movel/portal.html

SUMÁRIO

1.
INTRODUÇÃO

2.
VISÃO DOS ANALISTAS DA INDÚSTRIA

3.
ARTIGOS EM PORTUGUÊS

4.
ARTIGOS ESTRANGEIROS

5.
AS TECNOLOGIAS ENVOLVIDAS

6.
O PROJETO BLUEPHONE

7.
AS INICIATIVAS BRASILEIRAS

8. MOBILE TV

9. TRIPLE PLAY

10.
COLEÇÃO DE NOTÍCIAS


----- Original Message -----
Sent: Monday, December 27, 2004 11:37 AM
Subject: [wireless.br] Convergência "Fixo-Móvel" (8) - Lembrando um debate anterior...

 
Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.
 
Vou me permitir dar continuidade ao estudo da "convergência fixo-móvel" em nossos fóruns, seguindo a numeração das mensagens anteriores.

Neste dia 24 Dez anunciamos a publicação do "Portal da Convergência Fixo-Móvel" concebido pelo nosso super-colaborador Eduardo Prado. Quem não viu porque estava conversando com Papai Noel, vale conferir!!!  :-)

Este assunto já tinha sido debatido aqui, com muita participação e excelente nível técnico e de cordialidade.
Como dois dos debatedores possuíam "wirelessblogs", a coleção das 19 mensagens do debate ficou registrada em dois endereços virtuais:
- http://www.wirelessbrasil.org/marcelo_arakaki/ma_debate01_04.html e
- http://www.wirelessbrasil.org/fernando_botelho/fb_debate01_04.html 

Conforme lá registrado, participaram: (em ordem alfabética):
 
Arnóbio Rocha arnobiorocha@yahoo.com.br 
Courtnay Guimarães  cwguimaraes@uol.com.br 
Fernando Botelho fernandobotelho@terra.com.br 
Marcelo Luiz Arakaki  ml.kaktus@gmail.com 
Marcelo  (Hemmacsol) marcelo@hemmacsol.com.br
 
Como tudo é muito atual, vou me conceder mais uma permissão  :-)  de reproduzir, seqüencial  e pausadamente, as mensagens para uma recordação geral e para que novos debatedores subam à bordo!   :-)
 
Por coincidência (acabo de receber uma mensagem dele nos fóruns) quem disparou o processo foi o nosso Fernando Botelho - grande colaborador, amigo virtual e entusiasta da ComUnidade, a quem agradeço, comovido,  as palavras de carinho e estímulo.

Na época (junho passado) a repercussão, "no ato", veio do nosso Marcelo Arakaki, com uma de suas famosas "mensagens-artigos".  :-)

Eu citei "muito atual" mas...será que já evoluiu a situação?  :-)  Estão todos reconvocados para o debate!  :-)
As duas mensagens iniciais estão transcritas abaixo.
Vale conferir!
Boa leitura!
Maravilhoso 2005!
Um abraço cordial
Helio Rosa

----- Original Message ----- 
From: Fernando Botelho 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br ; Celld-group@yahoogrupos.com.br ; abdimg@yahoogrupos.com.br 
Sent: Thursday, June 10, 2004 1:05 AM
Subject: [wireless.br] Convergência tecnológica de telefonias (fixa e móvel)
Prezados, 
Vejam a notícia abaixo: convergência tecnológica em telefonia fixa e móvel.
Não sei se concordam, mas, no Brasil, haveria, pelo menos no estágio atual de atribuição de faixas e de normas correspondentes, uma necessidade de preparação de uma estação móvel dual-mode, que pudesse "sair" de faixa de freqüência de enlace (fixo) da última milha (WLL) e acessar o móvel, do UMTS, ou, desconectar-se de cabo fixo, para mesma finalidade.
Não sei se concordam.....é uma cogitação. 
Se alguém puder acrescer a inovação....
Abs.,
Fernando Botelho

Informática 
Quarta, 9 de junho de 2004, 15h50 
Gigantes da telefonia vão criar supercelular
http://informatica.terra.com.br/interna/0,,OI322643-EI553,00.html 
Carolina Glycerio
Uma aliança de empresas de telefonia, que inclui a Brasil Telecom, está desenvolvendo um projeto para a criação de uma espécie de "supercelular" e outros serviços que combinem telefonia fixa e celular. O objetivo seria levar os fornecedores de equipamentos e tecnologia como Ericsson e Siemens a desenvolver dispositivos que permitam o que é chamado de convergência da telefonia fixa para a móvel. 
Uma reportagem do jornal britânico Financial Times diz que, além da Brasil Telecom, a aliança inclui empresas como a francesa Cegetel, a British Telecom, a NTT DoCoMo, Swisscom (Suíça), a Korea Telecom, a Eurotel e a austríaca Telstra. 
A Brasil Telecom confirmou a sua participação, mas disse que algumas empresas citadas na reportagem não estão incluídas na aliança. A BT também confirmou o seu envolvimento, mas afirmou ser muito cedo para comentar o assunto. 
Hesitação 
Segundo especialistas, algumas empresas envolvidas estariam hesitando em falar publicamente até que a estratégia do grupo, que teria se reunido apenas uma vez, esteja consolidada. 
Um dos produtos de maior apelo da tecnologia de convergência é um aparelho que funciona como telefone fixo em casa e como celular, quando o usuário está na rua. 
A pessoa passa, então, a ter os dois serviços em um só aparelho e a receber apenas uma conta. O produto já deverá estar disponível na Grã-Bretanha por meio de uma parceria entre a British Telecom (BT), a Vodafone, a Motorola e a Alcatel. 
A BT alega que, além das vantagens práticas, o novo serviço vai ser mais econômico para o consumidor. Segundo a empresa britânica, o lançamento do aparelho, que tem o nome provisório de blue phone, deve fomentar o desenvolvimento de produtos similares. 
Embora se saiba pouco sobre a aliança, a iniciativa marca uma mudança de estratégia das empresas que, em vez de investirem apenas em telefonia fixa e celular separadamente, agora apostam na combinação das duas tecnologias. 
BBC Brasil

 


----- Original Message ----- 
From: Marcelo Luiz Arakaki 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br 
Sent: Thursday, June 10, 2004 12:36 PM
Subject: RES: [wireless.br] Convergência tecnológica de telefonias (fixa e móvel)
Prezado Fernando,
Deixar de comentar a sua mensagem é quase impossível... Desde 1997, tal idéia da convergência entre telefonia fixa WLL (= wireless local loop) e telefonia celular CMTS (celular mobile telephony system) faz muito sentido na minha cabeça. Na verdade, não se trata de uma convergência, mas sim da migração do tráfego de voz das operadoras fixas para as operadoras celulares. Durante 2001, coloquei várias mensagens na comunidade WirelessBr sobre este tema tão interessante... (Acho que o Hélio-san poderia recuperar algumas, né!?).

Em 2001, minha abordagem enfatizava que o CAPEX (= investimento) e o OPEX (= gastos operacionais) de uma rede WLL (leia-se Vésper: CDMA 1XRTT+1XEVDO) é idêntica ao de uma rede celular (leia-se Vivo: CDMA 1XRTT+1XEVDO).
A compatibilidade financeira e técnica é tão óbvia que um assinante Vivo de São Paulo com um terminal multiband comum (800MHz+1.9GHz) poderia usufruir de serviços digitais em Belo Horizonte através de roaming na rede da Vésper!!!
Ora, então resulta uma pergunta natural: Seria viável reduzir a tarifa de celular (voz) quase igualando-se ao da tarifa de fixa, de forma que as operadoras celulares ganhassem no volume de tráfego e não na margem financeira EBITDA (= earning before interest, tax, depreciation and amortization)?

Reconheço que a idéia do parágrafo anterior teria um impacto muito grande no modelo de negócio das operadoras fixas e móveis.
Até 2003, não interessava a ninguém arriscar nesta idéia pois poderia quebrar as operadoras fixas (ou acelerar sua transformação em prestadora de acesso Internet em banda larga) e reduzir as receitas de interconexão fixa-móvel (aprox. 35% das receitas das operadoras móveis correspondem à receita de interconexão de chamadas originadas da rede fixa e terminadas na rede celular).
Mas, já em 2004 estamos vendo o forte crescimento das linhas celulares (50 milhões de linhas ativas) de um lado, enquanto por outro lado, vemos a estagnação e até a retração das linhas fixas (40 milhões de linhas fixas).

Com o crescimento e a competição entre as operadoras celulares, estas assumiram de fato o papel de "espelhos" das operadoras fixas incumbentes (Telemar, BrT e Telefônica).
Ao perceberem o futuro brilhante das operadoras celulares, as operadoras fixas reagiram:
- A Telemar incorporou a Oi,
- a BrT está inaugurando a BrT-Celular,
- a Telefônica tem 50% da Vivo e, finalmente,
- a Embratel adquiriu a Vésper.
Outrossim, a competição entre as operadoras celulares tem provocado a redução gradual das tarifas de voz e a migração massiva do tráfego de voz da rede fixa para a celular...

Ainda em 2001, minha especulação era sobre a antiga proposta do PCS americano (personal communication system) de meados de ´90: A proposta inicial do PCS era oferecer um único terminal celular para todas as situações de vida de uma pessoa.
De forma bem simples, a idéia do serviço celular seria a seguinte:
(a) quando em casa, chamadas originadas pagam tarifa de fixa pois ocorrem dentro da célula que cobre a residência do assinante;
(b) quando no escritório, chamadas originadas pagam plano corporativo pois ocorrem dentro da célula que cobre a empresa;
(c) quando na rua, chamadas originadas em células diferentes do casos (a) e (b) pagam tarifa de celular móvel.
(nota: no caso do assinante pertencer a um plano corporativo, então a discagem abreviada a ramal também seria possível, através do serviço CUG - closed users group).

Existem dificuldades técnicas para implementar este multi-serviço, mas nada impossível:
(i) dados geocodificados:
- as estações rádio-base já têm latitude+longitude para efeitos do lançamento do LBS baseado em Cell-Id.
- os assinantes pós-pagos e pré-pagos já foram cadastrados, indicando sua residência.
- as contas celulares corporativas também possuem cadastro com seus endereços.
(iii) tarifação flexível:
- a indeterminação de cobertura (handoff CDMA ou handover GSM) poderia ser eliminada pelo cadastro de 03 células adjacentes.
- necessidade de criar novas regras no software de CC&B (customer-care & billing) das operadoras.

Por último, com o prometido lançamento pela Vivo do verdadeiro 3G (terceira geração celular) com o 1XEVDO (2.4Mb/s por terminal) em São Paulo e Rio de Janeiro em setembro para aproveitar o Natal/2004, então uma questão que gostaria de debater com a comunidade WirelessBrasil é a seguinte:
Será que o grupo América Móvil, de Carlos Slim, vai apoiar o CDMA da Embratel-Vésper investindo em 1XEVDO (para fidelizar a carteira de clientes corporativos da Embratel) ou vai apoiar o GSM/GPRS/UMTS da Claro aguardando as licenças 3G da Anatel (arriscando um atraso de 3 anos: um ano para licitar a banda 2.1GHz mais dois anos para construir e otimizar uma rede UMTS) e vendendo parte da Vésper (região I que envolve RJ, MG e Nordeste) para Telefônica/Vivo???
Abraços,
Marcelo Arakaki.
PS: Será que VoIP+dados em Wi-Fi+WiMax conseguiria competir com voz+dados em 1XEVDO com um terminal multi-serviço (segundo o antigo PCS americano)?


----- Original Message -----
Sent: Tuesday, December 28, 2004 6:19 AM
Subject: [wireless.br] Convergência "Fixo-Móvel" (9) - Lembrando um debate anterior...(2)

 
Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.

No dia 24 Dez anunciamos a publicação do "Portal da Convergência Fixo-Móvel" coordenado pelo Eduardo Prado.

Este assunto já tinha sido debatido aqui, com muita participação, excelente nível técnico e a cordialidade de sempre.
Como dois dos debatedores possuíam "wirelessblogs", a coleção das 19 mensagens do debate ficou registrada em dois endereços virtuais:
- http://www.wirelessbrasil.org/marcelo_arakaki/ma_debate01_04.html e
- http://www.wirelessbrasil.org/fernando_botelho/fb_debate01_04.html 
 
Como tudo é muito atual, estou reproduzindo, seqüencial  e pausadamente, as mensagens para uma recordação geral e para que novos debatedores subam à bordo!   :-)
Abaixo, mais duas mensagens.
Vale conferir!
Boa leitura!
Maravilhoso 2005!
Um abraço cordial
Helio Rosa

----- Original Message ----- 
From: Fernando Botelho 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br 
Sent: Thursday, June 10, 2004 1:29 PM
Subject: Re: [wireless.br] Convergência tecnológica de telefonias (fixa e móvel)
Prezado Marcelo,
Fantástica a sua abordagem...e agradeço imensamente não só o conteúdo rico das informações, mas o feedback rápido sobre tema tão envolvente.
Em razão dele, fiquei mais estimulado e por isso quero saber se posso abusar e explorar um pouco mais o seu conhecimento do tema, que é extremamente interessante.
Bem.
Clareada a questão por suas informações, tenho algumas indagações específicas que, se não constarem dos textos a que vc se refere como veiculados anteriormente no fórum (eu não havia ainda ingressado no grupo), gostaria, se possível, de sua apreciação tópica.
São elas:
1 - Numa adaptação hipotética ao modelo atual brasileiro - serviços fixos existentes (cabeados e os não-cabeados na última milha - o WLL) - haveria necessidade da utilização da mesma estação móvel em duplo conceito (fixo e móvel), pois a utilização se daria tanto "in door" (domiciliar e não-domiciliar) como externamente (em típico uso de mobilidade restrita), tudo com a utilização de de um só hardware (do rádio móvel), com tarifamentos diversos, como vc bem esclarece. Mas, e aí vem a pergunta, havendo a atual necessidade (que é de origem regulatória), de se considerar o enlace wireless-fixo da última milha (o WLL) sujeito a destinação específica de faixa de freqüência, enquanto que os serviços móveis de voz (SMC e SMP) usam outra faixa, como se daria o handoff (da faixa do WLL para a do SMP/SMC) ? Através de mecanismo dual-mode do rádio, para uso de mais de uma faixa ? Não haveria necessidade de prévia habilitação nas redes (fixa e móvel) respectiva ? Essa disponibilização dual já existe hoje nos rádios destinados ao uso brasileiro, como estações móveis ?

2 - Outra pergunta (desculpe o abuso). Como vc bem acentua, e agora a questão fica clara, a migração (ou, como se queira, a convergência) fixo-móvel implicará, ainda dentro da hipótese-Brasil, numa substancial alteração da estrutura do modelo em si, pois repercutirá não só na topologia das redes wireless, mas, fundamentalmente, na disciplina regulatória e concorrencial dos serviços fixos e móveis, pois haverá afetação da estrutura de interconexão e, penso, do transporte dos sinais, já que o sistema brasileiro de telefonia fixa segmenta-se, hoje, em serviços locais (das "incumbents", como o das LECs americanas) e de transporte intermédio, das Carriers. Na medida em que um só sistema permita a continuidade do sinal em ligações locais, inter-regionais, com unificação de tecnologias que hoje definem e segmentam o conceito de telecom fixa e de mobilidade restrita, pode-se adiantar a sensação de que teremos grandes "bandeiras" - estruturas imensas corporativas (maiores do que as hoje existentes) - concentrando e monopolizando todo a possibilidade de tráfego de voz (local, inter-regional: fixo e móvel). Isso me parece impensável, pelo menos à luz do atual princípio concorrencial que o modelo - a LGT e a Constituição - editou no país, com nítida inspiração no modelo concorrencial adotado noutros locais do mundo (EUA, Europa). Não haverá a necessidade, na sua opinião, ainda assim, da edição de um, digamos, mitigador normativo-legal-regulatório, que impeça tamanha possibilidade de concentração e monopólio (chamado "natural") em telefonia fixa-móvel ?
Um grande abraço,
Fernando Botelho

----- Original Message ----- 
From: Marcelo Luiz Arakaki 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br 
Sent: Thursday, June 10, 2004 7:46 PM
Subject: [wireless.br] Convergência tecnológica de telefonias (fixa e móvel)
Olá, Fernando.

(a) sobre a questão do handoff entre as freqüência SMC/SMP (Vivo em 800MHz) e WLL (Vésper em 1.9GHz): Em 1998, a Qualcomm lançou a família MSM3000 como o chipset para o CDMA IS-95A/B; em 2000, em veio a família MSM5000 com o CDMA 1XRTT; em 2002, surgiu a família MSM6000 para o CDMA 1XRTT com BREW; em 2003, chegou a família MSM7000 para CDMA2000 e GSM/GPRS/UMTS. Desde a família MSM5000, os terminais celulares CDMA são possíveis de serem operados em 800MHz (bandas A/B) ou em 1.9GHz (banda WLL). Portanto, um aparelho celular com chipset MSM5000 (ou superior) poderia se registrar na rede da Vivo-SP como assinante "home" (desde que o usuário tenha comprado uma linha na Vivo-SP) ou na rede da Vésper-BH como assinante "roamer" (desde que a condição de visitante seja provisionado na rede WLL CDMA da Vesper via acordo contratual). Nota: o handoff é o deslocamento entre células adjacentes e o roaming é a visita a uma rede de outra operadora.

(b) sobre a necessidade de regular a concentração dos serviços e do abuso de poder econômico: Apesar da existência de duas secretarias (lotadas cada uma em um ministério distinto) que identificam e formalizam um processo administrativo para ser julgado pelo CADE, entendo ser muito difícil controlar o poder do lobby dessas grandes operadoras ou caracterizar a formação de conluio explícito (= cartel) entre as operadoras. Por outro lado, os princípios da Anatel e da LGT estão bem claros: universalização (para garantir que todos os brasileiros tenham telefonia) e competição (para garantir que as tarifas sejam as mais "justas" possíveis). Considerando a falência da capacidade de investimento dos Estados e seu foco nos projetos sociais, temos de reconhecer que, desde a privatização até hoje, a velocidade e a qualidade dos avanços em telecomunicações são inegáveis! Acho que a competição forte ainda acontecerá até a saturação do mercado celular e a consolidação das estratégias de cada grupo (Vivo, Claro+Vesper, BrT+Telemar e TIM) em 2005. A partir de 2006, poderíamos pensar na necessidade de uma lei anti-monopólio nos mesmos moldes da lei americana que dividiu a AT&T em 1985, criando as Baby-Bells e a Lucent (Bell Labs). 
Nota: distinguir futuramente entre monopólio natural ("commons") e competência operacional será muito interessante... pois poderemos punir o sucesso! (ex: a dominação da Microsoft é resultado de um monopólio natural ou foi competência operacional???).

Outros comentários: Para concretizar a estratégia de migração total do tráfego de voz da telefonia fixa para a celular, são necessárias duas condições básicas: tarifa de voz a R$0,04/min para chamadas locais via celular e preço final de loja do aparelho celular a menos de R$50. Com a argumentação da equivalência das redes WLL e SMP em termos de CAPEX e OPEX, percebemos que a primeira condição pode ser vencida. Com a aquisição de um lote 1.200.000 terminais CDMA de um fabricante chinês pela Vivo a U$80/unidade, então percebemos que a segunda condição também será viável com baixo subsídio (SAC = subscriber acquisition cost) da Vivo. Se o tráfego de voz migrar totalmente para as redes celulares, então desaparecerão as receitas e despesas de interconexão (das cestas de tarifas) cobradas no valor máximo entre as operadoras e responsáveis pelo elevado preço das chamadas fixo-móvel e móvel-fixo. Nota: Você já notou como as chamadas intra-rede de celular para celular da mesma operadora (chamadas "casadinhas", em homenagem ao Dia dos Namorados que se aproxima) costumam ser bem mais baratas do que qualquer outra chamada? As chamadas "casadinhas" são baratas porque não envolvem interconexão!
Abraço,
Marcelo Arakaki.


----- Original Message -----
Sent: Wednesday, December 29, 2004 8:06 AM
Subject: [wireless.br] Convergência "Fixo-Móvel" (10) - Lembrando um debate anterior...(3)

 
Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.
Continuando...
E lembrando: no dia 24 Dez anunciamos a publicação do "Portal da Convergência Fixo-Móvel" coordenado pelo Eduardo Prado.

Este assunto já tinha sido debatido aqui, com muita participação, excelente nível técnico e a cordialidade de sempre.
Como dois dos debatedores possuíam "wirelessblogs", a coleção das 19 mensagens do debate ficou registrada em dois endereços virtuais:
- http://www.wirelessbrasil.org/marcelo_arakaki/ma_debate01_04.html e
- http://www.wirelessbrasil.org/fernando_botelho/fb_debate01_04.html 
 
Como tudo é muito atual, estou reproduzindo, seqüencial  e pausadamente, as mensagens para uma recordação geral e para que novos debatedores subam à bordo!   :-)
Abaixo, mais duas mensagens (05 e 06 de 19).
Vale conferir!
Boa leitura!
Maravilhoso 2005!
Um abraço cordial
Helio Rosa
 
----- Original Message ----- 
From: Fernando Botelho 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br 
Sent: Thursday, June 10, 2004 9:22 PM
Subject: Re: [wireless.br] Convergência tecnológica de telefonias (fixa e móvel)
Marcelo,
Mais uma vez, obrigado pelas informações ricas e detalhadas.
É uma grande oportunidade troca estas informações com você.
Permite um último comentário ?
Quanto ao Primeiro Item: Teríamos então dual mode apenas com tecnologias CDMA em bandas A e B para uso simultâneo, ou, sucessivo, do WLL + SMC. Pela informação que vc traz, não haveria, ainda, como realizar o mesmo com equipamentos usando GSM em bandas C, D, E para handoff com o WLL, não é ? Não será então isso - isto é, a plena e ampla possibilidade de migração/convergência, independentemente de todas as bandas e tecnologias - que a notícia abaixo propõe ? E, se for, fico com maior dúvida ainda, quanto ao modo pelo qual se irá conseguir tamanha condensação, a permitir que o imenso mundo segmentado (de tecnologias e faixas de freqüências do espectro, tal como hoje superpostas) possa ser centrado num mesmo hardware, a assegurar que o usuário de hoje - ou mesmo de amanhã - possa, em um país como o nosso, sair de casa, conectado em freqüência atribuída (por norma de regulação) a serviço fixo e acessar outras células que usem as restantes freqüências (com as respectivas e diversas tecnologias) próprias da mobilidade restrita....Mas, a idéia em si é fantástica e deve ser acompanha de perto !

Quanto ao Segundo Item: Apenas um tópico que achei interessante, como gancho na menção que você faz à cisão da AT&T em Baby Bells e à regulação concorrencial nos EUA. Repare que, embora a inspiração para aquela histórica determinação norteamericana, de cindir-se a AT&T em 1985, tenha sido mesmo o Sherman Act (a norma Atitruste americana, editada em 1911), a real aplicação, que determinou esta específica divisão da empresa veio, na verdade, de um comando judicial, isto é, foi uma decisão de Côrte da Justiça americana - e não a atuação em si do órgão regulador norteamericano (a FCC, que, por sua vez, existe, ali, deste 1934) ou mesmo do Departamento administrativo incumbido da custódia antitruste. Quero dizer com isso que é da tradição da regulação norteamericana o mix de acionamento dos instrumentos de regulação - de telecom e de concorrência - através da intervenção não só do órgão regulador mas fundamentalmente da Justiça. Um breve exame da história norteamericana de telecomunicações mostra bem o quanto e por quantas vezes a Justiça norteamericana, aplicando princípios do Sherman Act, interviu no mercado de telecomunicações, limitou-o, adequou-o, e buscou resguardar a concorrência como item de proteção ao consumo e à diversidade cultural do povo americano. Exemplo disso se tem com o impedimento de prática de tv e cinematografia, por empresas de telecomunicações, na primeira e segunda metade do século, e, mais, recentemente, com o próprio unbundling em telecom - editado pelo Ato de 1996, o full unbundling já chegou até à Suprema Côrte dos EUA, cuja decisão determinou a última grande Order para sua aplicação em conexões locais de banda larga. Estou dizendo isso porque, também quanto a estes aspectos concorrências atuais e principalmente quanto aos futuros - como os possíveis em razão desta imensa convergência de que estamos tratando (telefonia fixa + telefonia móvel) - ou muito me engano, ou teremos, também aqui, uma imensa corrida aos Tribunais e aos juízos, em busca de soluções para problemas concorrências, conseqüentemente de consumo, que não dá nem prá supor, agora, em que volume e complexidade serão. E estou de pleno acordo com você: no exercício da busca do ponto-médio, entre o que deve ser concorrencial, e o que deve ser objeto de resguardo e proteção como garantia da inovação e do sucesso inovacional, vai a imensa dificuldade analítica, que, aliás, não é só nossa...a história dos EUA (prá novamente voltar a ela) mostra, também, o outro lado desta questão: a alternância de critérios avaliatórios, e de decisões sazonais, administrativas e judiciais, sobre assuntos concorrências. O próprio case Microsoft - para pegar o gancho seu, do exemplo dela - é um imenso e controvertido episódio da Justiça americana (lembra que primeiro decidiu o Tribunal do DC Circuit que a empresa deveria ser dividida - em prestadora de serviços e fabricante de hardware - e, depois, isso foi revogado pela Suprema Corte, mantendo-se a mega-estrutura empresarial, que vigora hoje ? ). A única certeza que eu, em particular, tenho disso é que iremos viver grandes incertezas, tão imensas quanto a imensidão das convergências (ou migrações) tecnológicas e mercadológicas que surgirem.
Abraços,
Fernando Botelho

----- Original Message ----- 
From: Marcelo Luiz Arakaki 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br 
Sent: Thursday, June 10, 2004 11:19 PM
Subject: [wireless.br] Convergência tecnológica de telefonias (fixa e móvel)
Fernando,

(a) sobre o dual-mode, dual-band e dual-service (São três temas distintos!): O dual-mode se refere a um terminal celular com duas tecnologias (ex: os celulares da Vivo são dual-mode com digital CDMA e analógico AMPS, pois, por exemplo, em Belo Horizonte, não existe cobertura CDMA, mas apenas TDMA e GSM. Por outro lado, os celulares da Oi são single-mode pois o digital GSM cobre todo o Brasil). O dual-band se refere a um terminal com interface para duas faixas de freqüência (ex: os celulares Vivo com chipset MSM5000 podem operar na banda A do SMC/SMP em 800MHz e também na banda WLL do STFC em 1.9GHz). O dual-service se refere a um terminal celular com os dois serviços SMC/SMP e STFC (ex: qualquer operadora celular CDMA ou GSM ou TDMA ou iDEN poderia cobrar tarifa de STFC para chamadas originadas na célula que cobre a residência do assinante e cobrar tarifa de SMC/SMP/SME as chamadas originadas em outras células).

(a.1)
a Vivo precisa de cobertura CDMA em Belo Horizonte para manter a oferta de serviços digitais para seus assinantes em roaming na capital mineira. Mas, como em BH, a Telemig-C (banda A em 800MHz) e a Maxitel (Banda B em 800MHz) são TDMA (migrando para GSM em 1.8GHz), e a Oi (banda D em 1.8GHz) e a Claro (banda E em 1.8GHz) são GSM, então somente resta a opção da Vésper (banda WLL em 1.9GHz). Portanto, a solução para contornar o fim do AMPS (analógico) em BH seria os terminais CDMA seriam dual-band (800MHz e 1.9GHz), mas, nesse caso, seriam single-mode (apenas CDMA). Como conseqüência dessa solução, o valor de mercado da Telemig-C cai muito pois o grupo Opportunity já tem a Oi com GSM em BH...

(a.2) as operadoras TDMA e GSM têm a vantagem de serem single-band e single-mode em 2G e 2.5G. Por outro lado, enquanto o TDMA está em phase-out (extinção) e o GSM está apenas ensaiando o EDGE em 2004 e ainda precisa da banda de 2.1GHz (ainda não regulamentada pela Anatel em crise), o CDMA já vai inaugurar o 3G "full" no Brasil em set/2004 com o 1XEVDO na mesma banda de 800MHz (com a vantagem de melhor cobertura pois o sinal de 800MHz se propaga melhor do que em 1.8GHz ou 2.1GHz).

(b)
sobre a nova regulamentação no setor: Acho que o Renato Guerreiro (ex-conselheiro da Anatel) aprendeu com o saudoso Sergio Motta (idealizador da privatização no governo FHC) que "para ser justo, devemos ser parciais": Ou seja, para garantir o princípio da competição, a regulamentação não poderá tratar com isonomia as operadoras incumbentes e as espelhos. Por outro lado, não podemos penalizar a competência operacional das operadoras que souberem executar melhor suas estratégias... mesmo agravando a situação de monopólio privado. Entendo que a partir de 2006, chegaremos à 4a. fase deste negócio de telecom no Brasil: a dos advogados, he heh he! Nota: A 1a. fase foi a dos economistas que elaboraram os business-plan durante a privatização em 1997; a 2a. fase foi a dos engenheiros que construiram as redes durante a digitalização entre 1998 e 2001; a 3a. fase é a dos marketeiros que disputam o share-of-mind dos usuários entre 2002 até 2005.
Abraço,
Marcelo Arakaki.


De: "Helio Rosa" <helyr@uol.com.br>
Data: Qui Dez 30, 2004 1:23 am
Assunto: Convergência "Fixo-Móvel" (11) - Lembrando um debate anterior...(4)

Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.
Continuando...
Entra em cena o nosso atualmente sumido mas atento Arnóbio Rocha no debate... :-)
Lembrando, de novo, e informando aos "viajantes natalinos": :-)
- no dia 24 Dez anunciamos a publicação do "Portal da Convergência Fixo-Móvel" coordenado pelo Eduardo Prado.

Este assunto já tinha sido debatido aqui, com muita participação, excelente nível técnico e a cordialidade de sempre.
Como dois dos debatedores possuíam "wirelessblogs", a coleção das 19 mensagens do debate ficou registrada em dois endereços virtuais:
- http://www.wirelessbrasil.org/marcelo_arakaki/ma_debate01_04.html e
- http://www.wirelessbrasil.org/fernando_botelho/fb_debate01_04.html

Como tudo é muito atual, estou reproduzindo, seqüencial e pausadamente, as mensagens para uma recordação geral e para que novos debatedores subam à bordo! :-)
Abaixo, mais três mensagens
Vale conferir!
Boa leitura!
Maravilhoso 2005!
Um abraço cordial
Helio Rosa
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----- Original Message -----
From: arnobio rocha
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, June 11, 2004 10:40 AM
Subject: Re:_[wireless.br]_Convergência_tecnológica_de_telefonias_(fixa_e_móvel)
Fernando e Marcelo e demais amigos,
Quando o debate é bom, sempre buscamos um tempinho, no meio do trabalho e provas de Direito, para tentar contribuir. O tema levantando pelo Fernando, muitas vezes nas mesas do Kotobuzi e Azumi, Marcelo e Eu tentamos enxergar qual o caminho, e muitas vezes os limites sempre foram a ação política da Anatel, por exemplo víamos que "se" a Vésper tivesse tido a oportunidade de operar fixo-móvel, em 1.9, teríamos entrado na convergência há 2 anos, o modelo se basearia que numa mesma plataforma(CDMA) teríamos STFC(via WLL) e SMP(via Móvel), o modelo de negócio seria de dar ao usuário a oportunidade de usar em determinada área (sua residência ou escritório) o mesmo aparelho como fixo ou móvel, diferenciado apenas pela tarifa, que seria de acordo com a estação de rádio base que ele atribuísse como sendo sua Zona Fixa e todas às outras como Zona Móvel.
Porém há ainda outros impeditivos para esta convergência que muitas vezes, somente trabalhando dentro de operadora conseguimos ver, por exemplo e fundamental: o plano de numeração é fator limitante, nos acertos de interconexão, não poderíamos atribuir a um mesmo número o valor de tarifa fixo e móvel, ou seja, teríamos que pensar numa transmutação de número destes usuário, de forma transparente para o mesmo, em que ele originasse como fixo, com plano de numeração fixo em sua Zona Fixo(casa ou escritório), e Móvel quando estivesse em sua Zona Móvel. Vejam que na prática seria atribuído dois números ao mesmo usuário, ainda que fosse no mesmo aparelho e de forma "automática" esta busca em particular na originação de chamadas. Vejam que esta é apenas uma dos grandes entraves, poderia citar outras ainda no campo de relacionamento entre operadoras, como por exemplo para cada tipo de acesso( Fixo ou Móvel) a necessidade de se interconectar por rotas diferentes, o que na prática obriga um custo operacional alto e complexo para operadora.

No fundo o que quero dizer que compartilho com o Marcelo, do entusiasmo pela convergência, porém, como trabalho em operadora, vejo que há impeditivos, barreiras regulatórias, que fazem com tenhamos sempre uma distância entre nossos desejos e a realidade prática. Hoje tenho dúvidas, sérias, se em 2006 haverá espaço para este tipo de projeto( uma grande divergência entre Marcelo e Eu, é sobre o modelo Sergio Mota, que ele deve lembrar desde que trabalhamos juntos , 1997 a 1999, eu critico, como ruim e com grande tendência à concentração e monopólio privado) então por este fator nada nos garante que teremos algo tão favorável ao usuário, pois se hoje as operadoras cobram e tem quem pague, porque nos beneficiária, eles não enxergam o aumento de volume como compensação de perda de receita, infelizmente Marcelo esta lógica é Japonesa/Coreana(lembra ?) e não nossa.

Para não ficar a visão tão pessimista, vejo que um fator totalmente aleatório ao aspecto técnico e mesmo fora das tradicionais análises econômicas (Paste, universalização), nos dar uma pequena esperança de algo ocorra no sentido da convergência: que é o fenômeno do pré-pago substituir cada dia mais o telefone fixo, nas camadas de baixa renda, a ganância por assinatura básica astronômica, matou o paciente, e como vejo pouco espaço para operadoras fixas de "convencer" o cidadão que é "barato" ter um fone fixo em casa, faz com que eles possam buscar a solução conjunta.
Acho que escrevi demais, espero que ajude
Arnóbio Rocha

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----- Original Message -----
From: Fernando Botelho
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, June 11, 2004 11:08 AM
Subject: Re: Re:_[wireless.br]_Convergência_tecnológica_de_telefonias_(fixa_e_móvel)
Arnobio,
Vc toca no impedimento da numeração - que é um dos atuais.
Superado eventualmente, há ainda o problema dos tarifamentos em handoffs e roamings, pois poderá ocorrer movimentação do usuário (convertido ou migrado) com chamadas originadas, levando a possibilidades as mais diversas, como a de a chamada ser originada em área local com uso de enlace físico (em casa, por ex.) e prosseguir, em mobilidade, sem desconexão, noutras áreas e células, com diferenças significativas de tarifação da mesma chamada em curso, e de adicionais de deslocamento, ou, o inverso, com chamadas geradas em células de serviços móveis encerrar-se em ponto fixo, sem desconexão.
Some a isso, insisto, a questão concorrencial (que ocupa uma parcela significativa desta questão).
Estou com você: sem redimensionamento regulatório (que poderia, reconheço, ter sido editado já na ocasião do case Vésper), nada feito.
Abraços,
Fernando Botelho


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----- Original Message -----
From: Marcelo Luiz Arakaki
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, June 11, 2004 11:25 PM
Subject: [wireless.br] Convergência_tecnológica_de_telefonias_(fixa_e_móvel)
Arnóbio e Fernando,

(a) sobre o problema do plano-de-numeração na originação de chamadas de um terminal "Multiserviço" fixo-móvel: Caso o assinante esteja dentro das 03 células ("fingers") que cobrem sua residência, então bastaria cobrar do assinante a mesma tarifa atual (STFC). Caso, o assinante esteja dentro das 03 células que cobrem seu escritório, então se cobraria da empresa a tarifa do plano corporativo. Finalmente, caso o assinante esteja em qualquer outra célula, seria cobrada do assinante a tarifa de celular móvel.

(b) sobre o problema do plano-de-numeração na terminação de chamadas em um terminal "Multiserviço" fixo-móvel: Caso o assinante esteja dentro das 03 células ("fingers") que cobrem sua residência, então bastaria cobrar da outra operadora a tarifa atual (STFC) de terminação pelo uso da rede (interconexão). Caso, o assinante esteja dentro das 03 células que cobrem seu escritório, então também se cobraria da outra operadora a tarifa atual (STFC) de terminação pelo uso da rede (interconexão). Finalmente, caso o assinante esteja em qualquer outra célula, a chamada seria desviada para o correio-de-voz (pois o assinante não está nem em casa nem no escritório, cabendo um SMS de aviso pro assinante) ou seria cobrada do assinante a tarifa de celular móvel (pois o chamador não sabe a priori que o número chamado está em mobilidade).

(c) sobre o problema do usuário em conversação movendo-se de sua cobertura residencial/corporativa para a cobertura pública: Entendo que o critério de decisão sobre a tarifa a ser aplicada deva ser sempre o momento do completamento da chamada.

(d) sobre a regulamentação atual: Percebam que o serviço descrito em (a)+(b)+(c) poderia ser oferecido desde já pelas operadoras celulares (SMC/SMP/SME) pois entendo que não há impedimento legal para tanto. O único impedimento que existe é pra Vésper! Em outras palavras, as operadoras celulares incumbentes poderiam indiretamente competir com a espelho Vésper oferecendo o multiserviço fixo-móvel (é só não usar as palavras "fixo" ou STFC, e aplicar um "desconto" nas tarifas nas situações "em casa" ou "no escritório"). Mas o contrário não é permitido...
Abraços,
Marcelo Arakaki.
PS: Quanto à modalidade de serviço, acho que a assinatura mensal está com os dias contados, tanto no celular como no fixo. Pessoalmente, sou fã da tarifa "flat" mensal e do pré-pago pois, do lado do assinante-cliente, permitem programar gastos mensais, e do lado da operadora, permitem minimizar a sazonalidade de uso do serviço ao longo do ano e fidelizar o cliente com pacotes de serviços mais abrangentes...


De: "Helio Rosa" <helyr@uol.com.br>
Data: Sex Dez 31, 2004 8:02 am
Assunto: Convergência "Fixo-Móvel" (12) - Lembrando um debate anterior...(5)

Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.
Continuando...
Lembrando, de novo, e informando aos "viajantes natalinos": :-)
- no dia 24 Dez anunciamos a publicação do "Portal da Convergência Fixo-Móvel" coordenado pelo Eduardo Prado.

Este assunto já tinha sido debatido aqui, com muita participação, excelente nível técnico e a cordialidade de sempre.
Como dois dos debatedores possuíam "wirelessblogs", a coleção das 19 mensagens do debate ficou registrada em dois endereços virtuais:
- http://www.wirelessbrasil.org/marcelo_arakaki/ma_debate01_04.html e
- http://www.wirelessbrasil.org/fernando_botelho/fb_debate01_04.html

Como tudo é muito atual, estou reproduzindo, seqüencial e pausadamente, as mensagens para uma recordação geral e para que novos debatedores subam à bordo! :-)
Abaixo, mais duas mensagens , com uma ligeira "edição", a cores! :-)
Vale conferir!
Boa leitura!
Maravilhoso 2005!
Um abraço cordial
Helio Rosa
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----- Original Message -----
From: Fernando Botelho
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, June 12, 2004 11:29 AM
Subject: Re: [wireless.br] Convergência_tecnológica_de_telefonias_(fixa_e_móvel)
Marcelo,
Ainda que faça dentro um pouco do desconfortável papel do "advogado do diabo", sei que você compreenderá este novo questionamento como um estímulo para a discussão dos detalhes (ainda que neste momento hipotéticos), pois eles adiantam a discussão do que vier a se tornar realidade nesse assunto.
Gostaria, com esse intuito, de dar uma palavra a mais, sobre os novos pontos que você aborda abaixo.
Ela está feita em letra vermelha, a seguir a cada questão.

(a) sobre o problema do plano-de-numeração na originação de chamadas de um terminal "Multiserviço" fixo-móvel: Caso o assinante esteja dentro das 03 células ("fingers") que cobrem sua residência, então bastaria cobrar do assinante a mesma tarifa atual (STFC). Caso, o assinante esteja dentro das 03 células que cobrem seu escritório, então se cobraria da empresa a tarifa do plano corporativo. Finalmente, caso o assinante esteja em qualquer outra célula, seria cobrada do assinante a tarifa de celular móvel.

Comentário: Compreendi a idéia. Mas, repare: a idéia se assenta assentada em um pressuposto específico, que é o de o originador da chamada (assinante) estar vinculado, para serviços locais, a determinada operadora de serviços exclusivamente fixos, ainda no conceito atual segmentado (de serviços fixos e móveis (ele seria titular/assinante de STFC). No entanto, a hipótese que estamos abordando me pareceu mais ampla, pois passa a eliminar - senão de imediato, pelo menos progressivamente - a segmentação atual, entre serviços fixos e móveis. Ou não? Se for isso, numa situação ideal-futura, não teríamos (e acho que você abordou esse assunto, em mensagem anterior) sequer o fomento atual da própria interconexão, pelo menos a interconexão de redes fixas e móveis, de titulares diversos, pois o prestador de serviço fixo de telefonia passaria a se tornar, também, titular e prestador de serviço móvel telefônico, e vice-versa. A interconexão (em chamadas fixo-móvel e móvel-fixo) passaria a se dar , portanto, entre rêdes proprietárias de mesmo segmento (móvel-fixo) e não mais entre rêdes proprietárias de segmentos diversos, como hoje ocorre. Explico: para permitir (repito, na situação ideal-hipotética futura) que o assinante se desloque por células, realizando handoffs - ou, por rêdes (roamings) - a empresa prestadora local teria não só titularidade da rêde local-fixa (cabeada ou não), mas titularidade, também, de radiofrequência atribuída à mobilidade restrita. Seu assinante, usando seu próprio serviço (fixo-móvel) poderia se deslocar, portanto, do ponto local-fixo, de originação da chamada, usando um mesmo rádio, mesmo serviço (fixo-móvel), vinculado a mesma empresa, passando a outras células outras, que poderiam (ou não) integrar a infra-estrutura da mesma prestadora, ou, pelo menos, de prestadoras igualmente não-segmentadas (serviços fixos-móveis). Ou seria a idéia de a prestadora fixa fornecer apenas o rádio dual-service, conservando sua característica de operadora fixa titular de redes fixa-local ? Se for a primeira hipótese, este hipotético assinante (dos novos serviços fixo-móveis) poderia iniciar chamada local (na própria rede da operadora ofertante da estrutura), e prosseguir a conversação (em mobilidade) ainda pela mesma rede, mesmo fora das três células a que vc se refere. Haveria, ainda assim, dupla cobrança de tarifas (móvel e fixa) pela mesma prestadora (dos serviços fixos-móveis) ? Se for isso, haveria então duplicidade tarifária para um só serviço (que, insisto, na hipótese maior, seria a de um novo serviço: fixo-móvel) ? Tenho dúvida da possibilidade jurídica desta duplicidade (ou, talvez, certeza de sua impossibilidade) em relação à mesma prestadora. Quando puder, gostaria de ouvi-lo.....(se a discussão, no particular, criar embaraços para o debate em grupo, pode me responder em "pvt", OK ?...a idéia não é eternizar a discussão....)

[Ver abaixo, na próxima mensagem, Comentário 01 de Arnóbio Rocha]

(b) sobre o problema do plano-de-numeração na terminação de chamadas em um terminal "Multiserviço" fixo-móvel: Caso o assinante esteja dentro das 03 células ("fingers") que cobrem sua residência, então bastaria cobrar da outra operadora a tarifa atual (STFC) de terminação pelo uso da rede (interconexão). Caso, o assinante esteja dentro das 03 células que cobrem seu escritório, então também se cobraria da outra operadora a tarifa atual (STFC) de terminação pelo uso da rede (interconexão). Finalmente, caso o assinante esteja em qualquer outra célula, a chamada seria desviada para o correio-de-voz (pois o assinante não está nem em casa nem no escritório, cabendo um SMS de aviso pro assinante) ou seria cobrada do assinante a tarifa de celular móvel (pois o chamador não sabe a priori que o número chamado está em mobilidade).

Comentário: A questão anterior retorna também nesta cogitação. Ou teríamos prestadoras de serviços fixo-móveis interconectando suas rêdes homogênas (diferenciadas apenas as respectivas faixas do espectro para cada uma), a fim de que a continuidade da ligação fosse preservada, ou teríamos a preservação da estrutura atual, apenas com um rádio dual-service, fazendo, ele próprio, a mudança de faixas de frequência.

[Ver abaixo, na próxima mensagem, Comentário 02 de Arnóbio Rocha]


(c) sobre o problema do usuário em conversação movendo-se de sua cobertura residencial/corporativa para a cobertura pública: Entendo que o critério de decisão sobre a tarifa a ser aplicada deva ser sempre o momento do completamento da chamada.

Comentário: Mas, se adotada a tarifa-"momento de completamento da chamada" - que será a mesma da área em que encontrado o usuário chamado - haverá possibilidade de ele se deslocar para outras células, onerando-as com o tráfego que estará carregando no deslocamento. Isso poderá acontecer, inclusive, com mudança de rêdes e operadoras (em roaming) concorrentes. Ainda assim, manteríamos uma só tarifa nos deslocamentos? Imaginemos, por ex., um deslocamento em rodovia de alta velocidade, com chamadas que durem longo tempo: embora iniciada em ponto-área local (mas com o usuário em movimento e em alta velocidade), o atingimento de outras células e mesmo outras rede se daria com uma rapidez imensa. O que vc acha?

[Ver abaixo, na próxima mensagem, Comentário 03 de Arnóbio Rocha]


(d) sobre a regulamentação atual: Percebam que o serviço descrito em (a)+(b)+(c) poderia ser oferecido desde já pelas operadoras celulares (SMC/SMP/SME) pois entendo que não há impedimento legal para tanto. O único impedimento que existe é pra Vésper! Em outras palavras, as operadoras celulares incumbentes poderiam indiretamente competir com a espelho Vésper oferecendo o multiserviço fixo-móvel (é só não usar as palavras "fixo" ou STFC, e aplicar um "desconto" nas tarifas nas situações "em casa" ou "no escritório"). Mas o contrário não é permitido...

Comentário: Com sinceridade, não vejo como, na estrutura regulatória atual, prestadoras de SMC e SMP possam aplicar descontos em tarifas - que não sejam isonômicos - para chamadas locais dentro do conceito que estamos discutindo (serviços e faixas de freqüência ao mesmo tempo fixo-móveis). E, mesmo que se admitisse a possibilidade, não se estaria, aí, realizando apenas política tarifária de um mesmo serviço essencialmente móvel ? A hipótese que estamos discutindo me pareceu outra: a de termos um rádio dual-service, que permita conexão com célula local-fixa e com outras fora desta, através do uso de freqüência atribuída a serviço fixo (o WLL, por ex.) e serviço móvel (SMC/SMP), sempre com o mesmo equipamento. Concorda?

[Ver abaixo, na próxima mensagem, Comentário 03 de Arnóbio Rocha]

Abraços,
Fernando Botelho


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----- Original Message -----
From: arnobio rocha
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, June 12, 2004 9:29 PM
Subject: Re:_[wireless.br]_Convergência_tecnológica_de_telefonias_(fixa_e_móvel)
Fernando e Marcelo,
Mais uma palhinha neste exercício, primeiro uma pequena observação acho que este tema é de interesse geral, não deveríamos ir ao PVT, a não que haja pedido dos moderadores.
Arnóbio

Comentário 01
Uma questão de ordem prática, por exemplo numa rede CDMA, independente de ser WLL ou Celular não há como individualizar as células(mesmo que sejam em 3) pois a Neighbor List é mais ampla, e, ademais há ainda sinais mais distantes que chegam no móvel de acordo com a ocupação das células, sendo mais preciso: se temos uma conjunto de BTS que cobrem simultaneamente determinado prédio, com o aumento da ocupação estas áreas cobertas diminuem, porém se há um menor carga outras BTS têm seu sinal expandido. Lógico que há soluções, tais como Zonas formadas por um conjunto maior de BTS. Porém o cerne da questão é como se faz o encontro de contas na interconexão, pois se houver interconexão, este pressuposto é dado fundamental hoje, por isto insisto que sem modificações essenciais na definição de STFC/SMP/SMC, não teríamos de forma simples como "saber" de onde houve originação ou terminação de chamada, as operadoras trabalham hoje com bilhetes(CDR) onde o que se tem de forma simples as informações contendo o Número de A e o Nome do Juntor de interconexão, não se tem análise de qual celular ou conjunto destas em qeu houve a originação/terminação de chamadas. Vejam que estou apenas "problematizando" a questão, para que tenhamos consciência que a 'linha' de ação que devemos seguir é do fim da interconexão como temos hoje. Ou mais precisamente, devemos realmente ter interconexão entre operadoras Fixa-móvel com outras Fixa-móvel, e a relação de tarifas e cobertura deverá ser apenas entre operadora e cliente, neste ambiente sim teremos convergência, mas sem mudança no modelo atual, sem chances. Como não explorei tanto na outra vez a solução para plano de numeração seria que a partir de outro modelo ele seria de propriedade do usuário e não da operadora, segundo para este assinante as regras de interconexão seria diferentes do número usado apenas para fixo ou para móvel.

Comentário 02
Arnóbio: A idéia é a mesma em relação ao item anterior

Comentário 03
: Para este caso o sentido prático é que mesmo em deslocamento tem como se rastrear os bilhetes desde da originação até os vários handoffs, com a ressalva feita no item (a), de que o usuário é da operadora convergente, então a sua operadora poderá aplicar-lhe tarifas de acordo como tipo de serviço por ele usado(por exemplo ele origina na residência(Fixo) porém o complemento de chamada se dar em cobertura Móvel, ele continua falando e entra na cobertura escritório(fixo novamente) pelo billing far-se-á a composição tarifária)

Comentário 04
Tenho acordo com o Fernando para este item, e indo mais além hoje as operadoras já praticam várias composições tarifárias, de valores diferenciado para número destino se da própria operadora ou de outra etc, mas em essência continua sendo SMP/SMC/STFC, para ser ou o serviço é convergente é apenas tarifa.
 


----- Original Message -----
Sent: Sunday, January 02, 2005 10:39 AM
Subject: [Celld-group] Convergência "Fixo-Móvel" (13) - Lembrando um debate anterior...(6)

 
Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.
Continuando...
Lembrando, de novo, e informando aos "viajantes natalinos":  :-)
- no dia 24 Dez anunciamos a publicação do "Portal da Convergência Fixo-Móvel" coordenado pelo Eduardo Prado.

Esta "convergência" já tinha sido tema de debate aqui, com muita participação, excelente nível técnico e a cordialidade de sempre.
Como dois dos debatedores possuíam "wirelessblogs", a coleção das 19 mensagens do debate ficou registrada em dois endereços virtuais:
- http://www.wirelessbrasil.org/marcelo_arakaki/ma_debate01_04.html e
- http://www.wirelessbrasil.org/fernando_botelho/fb_debate01_04.html 
 
Como tudo é muito atual, estou reproduzindo, seqüencial  e pausadamente, as mensagens para uma recordação geral e para que novos debatedores subam à bordo!   :-)
Abaixo, mais quatro mensagens .
Vale conferir!
Boa leitura!
Maravilhoso 2005!
Um abraço cordial
Helio Rosa

----- Original Message ----- 
From: Virgilio Fiorese 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br 
Sent: Sunday, June 13, 2004 8:56 PM
Subject: Re:_[wireless.br]_Convergência_tecnológica_de_telefonias_(fixa_e_móvel)
Arnobio 
Uma sugestão sobre questão de identificação de mobilidade relatada por vc em seu ultimo email, pelo visto estamos chegando a conclusão que não há hoje ainda HW e SW capaz de atender todas as exigências de 
controle de mobilidade exigidas para prover a convergência Móvel/Fixo, sendo assim minha sugestão seria mais simples, já que esta convergência exigirá investimento específico, porque não atender esta convergência somente com aparelhos equipados com localizadores via A-GPS, desta maneira poderíamos fazer uma relacionamento entre os CDRs da rede Móvel tradicional com os registros da plataforma de localização via A-GPS e assim poderíamos saber quando as ligações são feitas dentro de um escopo limitado, por exemplo dentro do quarteirão da casa, como se fosse um Telefone sem Fio melhorado, fica ai uma sugestão para as operadoras que conseguirem superar as demais exigências para colocar a convergência Movel-Fixo em pratica.

Agora tenho uma pergunta aos nossos especialistas, se esta problemática do CDMA, que não é nova, continua, então como a Vesper esta fazendo na prática para não permitir a mobilidade em sua rede, pelo pouco que me lembro a ANATEL exigiu este bloqueio e a Vesper é CDMA, sendo assim como é feito o controle de mobilidade na rede da Vesper?
 


----- Original Message ----- 
From: arnobio rocha 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br 
Sent: Monday, June 14, 2004 4:39 PM
Subject: Re:_[wireless.br]_Convergência_tecnológica_de_telefonias_(fixa_e_móvel)
Virgilio,
Antes de entrar na sua proposição, peço-lhe um leitura mais acurado sobre o que escrevi e verás que não é que
não tem como delimitar por qual célula ou conjunto de células(proposta pelo Arakaki em 3), mas sim que
existe dificuldade real nisso, daí ter escrito da necessidade de se ter "...Zonas formadas por um conjunto maior de BTS..." pois em cidades grandes o raio de uma BTS não ultrapassará 1km, fora altura dos prédios, então será menos dispendioso ao sistema um conjunto maior de células a serem agrupadas(Zona), talvez seja esta a saída do controle de mobilidade feitas no WLL.

Sua proposição de utilização do bilhete gerado em sistemas não comum à interconexão, me parece justa, do
ponto de vista tecnológico, porém sem função pratica nos acordos de interconexão, que são feitos a  partir de
dados comuns( bilhetador final de equipamento da operadora A e da B), para que se tenha dados "novos" a
estes acordos dependeria de acordo bem mais complexos e que hoje , na minha opnião teria que contar com a
grande boa vontade das várias partes interessadas, mas este é um campo minado, pouco pacífico a estes.
Ademais demandaria investimento para compatibilização destes bilhetes. Além do A-GPS, poderia se usar
bilhetes de Rede Inteligente Wireless(WIN) em que conste por qual BTS cursou a    chamada (originação/terminação), mas vale a mesma informação acima, dependeria de acordos mais amplos.

Para que não fique qualquer dúvida, defendo uma ampla mudança regulatória, ou seja, o cerne da questão está
na Anatel, as soluções técnicas ajudam, mas não decidem estas questões, pontuária alguns itens para esta modificação:

1) Liberdade de exploração de mercado, sair da hipocrisia que vivemos hoje, onde temos grupos controlando serviço Fixo-Móvel, mas legalmente separados, porém de fato juntos(alguns até com planos vinculados);

2) A Anatel buscaria equalizar do ponto de vista de licenças aos interessados em tê-las em todo Brasil
para exploração Fixo_móvel, ajudando a ter uma verdadeira concorrência entre estes grupos, os grande
beneficiados seriam os usuários finais;

3) A contrapartida para o usuário seria em primeiro lugar ele passar a ser "proprietário" do seu Identificador primeiro(seu número) e não mais a operadora;

4) Como o Plano de numeração continuará sendo o fator de identificação de planos e serviços a solução poderá
se dar de duas formas:

4.1) através de Plano de Numeração específico para plano convergente fixo-móvel, que facilitaria a
interconexão entre (operadoras fixa-móvel com operadora fixa-móvel ou entre operadora fixa-móvel e operadora apenas fixa ou apenas móvel);

4.2) Outra solução, mais sutil, seria criar bit de identificação de serviço na ISUP, como tem hoje para
pré-pago, para identificação de este número é de assinante convergente fixo-móvel, aplicando-lhe remuneração de rede diferenciada;

5) A definição de local de uso(casa ou no escritório) e tipo de plano (fixo ou móvel) seria apenas entre a
operadora e o usuário, sendo apenas identificado, como descrito no item 4,para acordo de contas;

6) A Anatel passar o órgão de regulação e não definidor de tecnologia a ser escolhido pelas operadoras, garantindo isonomicamente as freqüências de acordo com a tecnologia usada, não sendo ela a impedir ou favorecer qualquer tecnologia;

7) Redefinição do espectro de freqüência de acordo com o uso e a necessidade, dentro do princípio de isonomia
acima;

Bem sei que estes são pequenos pontos têm muito mais para que comecemos a pensar em serviço convergente
Arnóbio Rocha 


----- Original Message ----- 
From: Virgilio Fiorese 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br 
Sent: Monday, June 14, 2004 8:08 PM
Subject: Re:_[wireless.br]_Convergência_tecnológica_de_telefonias_(fixa_e_móvel)
Arnobio 
Concordo contigo, as Zonas seriam a saída mais pratica, entretanto  ainda ficou minha duvida, como estou um pouco longe do mercado localização por algum tempo, fiquei sem saber como a Vésper esta resolvendo o problema de controle de mobilidade, vc saberia me dizer?

Um ponto me chamou muito a atenção nos itens defendidos por vc, seria o item 3 - isto vai de encontro com o anseio de termos a portabilidade numérica correto? Pelo que entendo nos EUA o usuário é o proprietário do número e este fica vinculado a um ponto de acesso  via rede inteligente que é administrada por um consorcio, o que impediria que este mesmo sistema fosse implementado por aki?
Finalmente concordo com o Arnóbio, com certeza existem mais problemas regulatórios que técnicos, entretanto estas discussões técnicas ajudarão sempre, pois força o mercado a procurar saídas legais para adotar as tecnologias sendo discutidas entre nós.

Lembro-me a alguns anos quando vimos diversas empresas prestadoras de serviços VoIP sendo fechadas pela justiça, poucos anos depois vejo um movimento enorme de empresas adotando o VoIP, claro que não mais 
utilizando serviços sendo prestados por outros, mas sim através da fachada do uso CORPORATIVO, então quando o VoIP é utilizado para ligações entre matriz e filial, ou entre fornecedores parceiros, dentro de uma rede IP corporativa, não é proibido, entretanto o usuário comum que quer fazer ligações interurbanas mais baratas, 
estes não podem, estranho neh, mas são as saídas extra-oficiais acho que a problemática da convergência seguirá o mesmo caminho, daki a pouco a convergência estará por ai sendo adotada por todos nós com 
outros nomes, outro modelo de negócio, etc.. mas com o intuito claro de prover varios tipos de prestação de serviços com um cobrança distinta quando dentro de um escopo limitado de uso.
Um grande abraço a todos...
/VICO


----- Original Message ----- 
From: Marcelo 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br 
Sent: Monday, June 14, 2004 9:15 PM
Subject: Re: Re:_[wireless.br]_Convergência_tecnológica_de_telefonias_(fixa_e_móvel)
Caro Virgilio,
Como muitos já sabem trabalho com Soluções para Reduções dos Custos em Telefonia e gostaria de esclarecer um equivoco de sua parte com referencia ao VoIP. Represento 3 operadoras que utilizam esta tecnologia e todas estão de acordo e são perfeitamente homologadas pela ANATEL.
VoIP é uma tecnologia e cada um usa a sua desde que atenda as normas e regras, como: qualidade de serviço, preços, etc.
Existe em todo mundo uma tendência de mercado onde as redes estão convergindo para a Tecnologia VoIP. E esta tecnologia permite uma redução significativa nos custos operacionais das operadoras, além claro de milhões
de outras utilidades tecnológicas que podem ser "acoplados"em conjunto...
Existe sim diversas empresas que oferecem serviços de DDD e DDI sem qualquer reconhecimento da ANATEL mas são operadoras "clandestinas" que não atendem qualquer controle de qualidade de serviço nem se quer são reconhecidas como operadoras no Brasil. E dependendo muitas delas se quer pagam os tributos nos quais são cobrados pelo governo das operadoras (é bom lembrar que existem preços oferecidos milagrosos e milagre não existe)...Isto pode prejudicar juridicamente até o cliente....

Mas enfim, o que queria dizer é que não devemos confundir tecnologia com leis. E isto esta bem claro para ANATEL. Caso não seja de seu conhecimento muitas das operadoras tradicionais brasileiras estão integrando em seus serviços ao VoIP. Inclusive atualmente muitas das ligações que são realizadas, DDI, já são feitas via VoIP....

O caso da VESPER é diferente. Ela participou e ganhou uma licitação para operar como fixa e não móvel como estava sendo feito. Já que a era possível realizar handoff . O WLL, como o VoIP, é uma tecnologia, que naquele naquele momento tinha o intuito principal em facilitar e agilizar a implantação e não para obter vantagens encima de outros.
E sim, a VESPER já corrigiu isto. Hoje atua como a GVT que utiliza o WLL perfeitamente atendendo todas as normas legais...
Ok... abs,
Marcelo
HEMMACSOL


----- Original Message -----
Sent: Monday, January 03, 2005 3:28 PM
Subject: [Celld-group] Convergência "Fixo-Móvel" (14) - Lembrando um debate anterior...(7)

 
Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.
A primeira mensagem desta série (20 Dez) começou com:
Nesta semana estará na berlinda em nossos fóruns a "convergência fixo-móvel" (FMC - Fixed Mobile Convergence).
Quequé iss sô?  :-)
Recorto de uma artigo da mídia:
(...) Várias ofertas, que ensaiam diferentes níveis de convergência, já estão no mercado. São fruto do que se denomina “sinergia” entre empresas do mesmo grupo. Mas o ponto alto ainda está por vir: o lançamento de um telefone híbrido que pode ser usado tanto para ligações fixas quanto móveis. A idéia por trás dessa inovação é a seguinte: o cliente pode escolher que seu celular funcione como fixo em determinadas áreas, o que significa pagar tarifas menores. Com isso, a operadora fixa garante fluxo de tráfego e de receitas. De quebra, ganha argumento tecnológico atraente o suficiente para, por exemplo, convencer usuários que só têm celular a adquirir uma linha fixa. (...)
 
Continuando...
Lembrando, de novo, e informando aos "viajantes natalinos e de reveillon":  :-)
- no dia 24 Dez anunciamos a publicação do "Portal da Convergência Fixo-Móvel" coordenado pelo Eduardo Prado.

Esta "convergência" já tinha sido tema de debate aqui, com muita participação, excelente nível técnico e a cordialidade de sempre.
Como dois dos debatedores possuíam "wirelessblogs", a coleção das 19 mensagens do debate ficou registrada em dois endereços virtuais:
- http://www.wirelessbrasil.org/marcelo_arakaki/ma_debate01_04.html e
- http://www.wirelessbrasil.org/fernando_botelho/fb_debate01_04.html 
 
Como tudo é muito atual, reproduzi, seqüencial  e pausadamente, as mensagens para uma recordação geral e para que novos debatedores subam à bordo!   :-)
Abaixo, as três últimas mensagens .
Vale conferir!
Boa leitura!

E o pessoal das operadoras que não aparece para comentar, sô!  :-)
O Eduardo Prado já me avisou que retorna ao tema na quarta-feira e nas próximas semanas!
Quando o EPrado se interessa por um tema é bom "ficar de olho"...  :-))

Maravilhoso 2005!
Um abraço cordial
Helio Rosa
 

----- Original Message ----- 
From: Marcelo Luiz Arakaki 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br 
Sent: Monday, June 14, 2004 11:06 PM
Subject: [wireless.br] Convergência_tecnológica_de_telefonias_(fixa_e_móvel)
Arnóbio, Virgílio e Fernando,
Reconheço que existem dificuldades técnicas e barreiras regulatórias para o multi-serviço fixo-móvel, mas entendo que vencê-las é um imperativo para sobrevivência do negócio de telefonia móvel convencional
(baseada em redes de telecom 2G/2.5G/3G). Do contrário, a telefonia móvel "alternativa" (baseada nas redes de datacom, i.e., combinação Skype+VoIP+IPv6 com WiMax/WiFi) poderá atrair um grande volume do tráfego de voz (inicialmente tráfego corporativo de voz, mas finalmente também o tráfego do consumidor comum) na mesma proporção que o PABX-IP derrubou o tráfego de longa-distância da Embratel/Intelig... (Isto é, ao digitalizar o tráfego corporativo de voz via um PABX-IP, a comunicação entre matriz e subsidiárias das grandes empresas deixou de usar caríssimas chamadas de longa-distância substituindo-as por baratos links locais de dados com elevado QoS. O reflexo é a redução das contas corporativas de telefone na razão aproximada de 7:1).

Notas: Skype= serviço de voz via Internet do ICQ; VoIP= voice over IP (voz "paquetizada"); IPv6= IP versão 6 (ampliação da capacidade de endereçamento IP, viabilizando o mobile-IP); WiMax/WiFi= tecnologias de acesso wireless para redes de computadores para cobertura metropolitana (MAN) e local (LAN).

Resumo-da-ópera: A combinação Skype+VoIP+IPv6 com WiMax/WiFi poderá reduzir as receitas voz das operadoras celulares na razão aproximada de 7:1 (!!!) pois o efeito da Internet é tornar tudo uma chamada local
fixa. As operadoras fixas seriam as mais interessadas pois oferecem os links de dados locais (ADSL, Frame-Relay, ATM, ISDN, etc) e recuperariam as receitas de voz que vêm sistematicamente perdendo para as celulares... Por outro lado, as faixas de freqüência do WiMax/WiFi são não-licenciadas (leia-se, não são regulamentadas por um órgão governamental).
Abraços,
Arakaki.


----- Original Message ----- 
From: Virgilio Fiorese 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br 
Sent: Tuesday, June 15, 2004 11:46 AM
Subject: Re:_[wireless.br]_Convergência_tecnológica_de_telefonias_(fixa_e_móvel)
Marcelo
Muito obrigado por todo o esclarecimento, o intuito deste fórum é esclarecer mesmo os assuntos relacionados a Telco, mesmo que sejam  assuntos jurídicos/regulamentação. Meu comentário foi justamente no  sentido de deixar claro que hoje já existem maneiras de utilizar o  VoIP de maneira legal, enquanto que em 1998 quando eu pessoalmente  tentei introduzir VoIP em uma operadora tive problemas legais. De qq forma foi ótimo introduzir o assunto e ver que o fórum continua ativo e com pessoas muito bem preparadas seja qual for o tema.
Abraços...
/VICO


----- Original Message ----- 
From: Marcelo 
To: wirelessbr@yahoogrupos.com.br 
Sent: Tuesday, June 15, 2004 5:55 PM
Subject: Re: [wireless.br] Convergência_tecnológica_de_telefonias_(fixa_e_móvel)
Caros colegas,
Estou acompanhando esta discussão interessante desta convergência. Mas fiquei em duvida do seguinte, fiz parte da implantação de toda rede da NEXTEL no Brasil, tanto na otimização(junto a MSI) e na infra. Lembro-me que naquele momento a NEXTEL era tudo de bom que o mercado brasileiro estava por conhecer o que havia de melhor. E hoje, como vcs enxergam os serviços da NEXTEL?
Qual o futuro vcs acreditam que ela poderá tomar?
Pergunto isto porque acho importante focar também em outros serviços que também tem seu publico alvo e que nunca ouvimos novidades....
Abs,
Marcelo
HEMMACSOL


----- Original Message -----
Sent: Wednesday, January 05, 2005 6:54 AM
Subject: [Celld-group] Convergência Fixo-Móvel (15) - NGN - EPrado - Quarta-feira

 
Olá,  ComUnidade WirelessBrasil !  
Helio Rosa escrevendo.
Nesta ComUnidade (Portal em 
www.wirelessbrasil.org)  interagimos e compartilhamos conhecimentos com muita cordialidade, cortesia, tolerância e paz - sempre fazendo novos amigos!  
 
Eduardo Prado está enviando mais anotações para registro em seu "Blog-Book" (*) Eduardo Prado - Novas Tecnologias - Novos Negócios:   
 
05/01/2005 - Quarta-feira

NGN: Muita Coisa sobre “Ela” ... Você vai gostar!

NGN = Next Generation Network

NGN é o coração da Convergência Fixo-Móvel.


Desta forma agrupamos uma séria de apresentações e artigos de várias fontes (ITU, vendors entre outros) que vai ajudar a você entender “um pouquito” a importância da tecnologia NGN e dos protocolos de VoIP no futuro da Convergência.

Lembrando:
Publicamos em nossa ComUnidade no dia 24 Dez último o
Portal da Convergência Fixo-Móvel. Visite!

Vejamos então:  

[Figura 01 - Consulte na WEB]

Source: User Centric Service Architecture
Niel Ranson
CTO, Alcatel
Presentation [a pdf file]


NGN


For decades, the public communication infrastructure consisted of telephone and data networks. However, carriers are currently migrating to a consolidated single network based on IP technology called the Next-Generation Network (NGN) or Broadband Internet infrastructure. The new network will form a high-reliability, highquality
Internet backbone for providing IT services. The NGN consists of the following three layers:

(1) An optical core network providing high-speed transport of huge volumes of traffic;
(2) A network access layer which forms the entrance to the carrier IP network from  subscribers, legacy telephone networks, and the IMT-2000 mobile network;
(3) A network service layer providing call control and network services.

The basic Internet technology is a connectionless scheme that uses the store-and-forward method. However, it is not possible to construct a huge-capacity network using only this scheme and method. For example, there is no signaling for Quality of Service (QoS) negotiation, which is indispensable for supporting QoS services. Also,
optical network technologies are needed to improve the network’s capacity so that it meets today’s demands, but a store-and-forward method cannot be realized with optical network technologies. As a result, future IP networks are expected to be constructed with a two-tier architecture which consists of a core layer based on optical transmission technologies and a network access layer for realizing IP functions for connections to outside the network.

The core network acts as a transmission network between the edges. The edge routers provide various kinds of services, for example, QoS, at the edges of the network. Since incoming traffic to the core layer has already been multiplexed into a high-speed interface in the network access layer, further multiplexing and processing in the core layer is unnecessary. Hence, it is assumed that, for economic reasons, the internal transmission in the core network will be realized by a simplified protocol and processing such as Multi-Protocol Label Switching (MPLS).

On the other hand, the edge routers aggregate traffic from various types of access networks, for example, Frame Relay, xDSL, CATV, and leased lines, and forward them to the core network network through high-speed links having bandwidths ranging from 2.4 to 10 Gb/s. Moreover, when considering QoS realization, providing transmission paths with QoS service grades is essential in the core network. According to the core network QoS grades, classification of packet and QoS grade decision functions is required at the edge nodes.
 

 

[Figura 02 - Consulte na WEB]

Source: IP Router for Next-Generation Network [a pdf file]
Fujitsu
Masatoshi Kumagai, Satoshi Nojima, Hiroshi Tomonaga
Last Updated 9 Aug, 2001

1.
Redes de nova geração ganham grupo de estudos na UIT

World Telecom
Sexta-feira, 15 outubro de 2004 - 16:07

As redes de nova geração (NGN) ganharam uma grupo de estudos específico na União Internacional de Telecomunicações (UIT). De acordo com a Anatel, o grupo se dedicará ao estudo da arquitetura, evolução e convergência das NGNs, e atuará no âmbito do Setor de Normalização da UIT.

O conselheiro da Anatel, José Leite Pereira Filho, se declarou "muito feliz com essa decisão", acrescentando que o grupo começará a atuar imediatamente.

Entre os temas de estudo do novo grupo, estão a definição da construção e aplicação de redes de novas gerações, e a normalização da tecnologia NGN. A equipe focará questões como arquiteturas de rede; convergência de redes e serviços nas comunicações fixas e móveis; qualidade do serviço, segurança, administração e sinalização nas redes de nova geração. Também trabalharão por uma terminologia unificada nessa área.
A proposta para criação do novo grupo, de autoria do Uzbequistão e do Reino Unido, foi aprovada na Assembléia Mundial de Normalização das Telecomunicações de 2004 (AMNT-2004), realizada esta semana em Florianópolis (SC).

2.
Workshop on "Next Generation Networks: What, When and How ?" (Geneva, 9-10 July 2003)


Várias apresentações. Venha se esbaldar e não esqueça de salvá-las. Afinal vc não sabe quanto tempo elas ficarão disponíveis.

Additional Information


[OS-01] Opening Speech by Mr. Houlin Zhao, Director of TSB
 
[OS-03] Workshop objectives and programme, Brian Moore (Lucent Technologies, Chairman of ITU-T Study Group 13)

[S1-01] ICT and NGN: innovation for a better quality of life, Claudio Carelli, Director Eurescom
[Leia mais]

3.
Fixed-Mobile Convergence Reality Check

Heavy Reading
Fixed-Mobile Convergence Reality Check [pdf file]

4.
Fixed-mobile convergence: the sequel

Telecom Asia,  April, 2004  by John C. Tanner

Fixed-mobile convergence (FMC) is staging a comeback. The concept of running fixed and mobile services on the same cost-effective next-generation IP infrastructure first gained traction in the late 1990s when 3G hype was just revving up. But the buzz fizzled for a variety of reasons, from technological and regulatory issues to the failure of operators to converge even their billing systems, much less an affordable service bundle for end-users.
[Leia mais]

5.
Siemens vision for Fixed Mobile Convergence

Da singolo a triple play
Giornatadistudio NGN
PolitecnicodiMilano, 23/novembre/2004
SiemensCOM vision for Fixed Mobile Convergence
[a pdf File]
Stefano Grillo
Vice President Solutions
Siemens ComFN


6.
Evolution Strategy Towards NGN for Developing Economies

Evolution Strategy Towards NGN for Developing Economies for Developing Economies [a pdf file]
Dr. M. Suwarso Dr. M. Suwarso
Indonesia

7.
Fixed-mobile convergence: this time they mean it!

Telecomasia.net

The buzz on fixed-mobile convergence has waxed and waned over the years. Now it’s back and unlike before, it’s not chiefly about intelligent cores – it’s as much about broadband access and convergence at the terminal. Warning: feelings of déjà vu may occur
[Leia mais]

8.
9th International Conference on Intelligence in service delivering  Networks
ICIN 2004
Closing Session
An preliminary survey of facts and main messages delivered

Presentation
[a pdf file]

9.
Fixed Mobile Convergence
ICSS16 Conference
Lieve Bos
Alcatel
Sept 2nd, 2004

  • Introduction: FMC based on IMS
  • How to migrate to a Fixed Mobile Converged IMS
  • Access Network Related FMC issues -> ETSI TISPAN/3GPP
  • alignment
  • Service Platform Related FMC issues -> OMA, OASIS etc

Presentation [a pdf file]

10.
User Centric Service Architecture
Niel Ranson
CTO, Alcatel

Presentation [a pdf file]

11.
SP Subscriber Policy Control: with specific focus on Mobile
Cisco
John Evans
Eric Hamel

Presentation [a pdf file]

BOM DIA! 

 
(*) "Blog-Book" ("blog" + "e-book") é o "apelido" de um tipo de publicação referenciada no nosso Portal que reúne trabalhos ou anotações de diversos profissionais. São verdadeiros "livros eletrônicos" , em constante atualização.
As atualizações são enviadas por e-mail ou coletadas na Web ou nos fóruns pelo próprio Coordenador da ComUnidade.
 
O  "Blog-Book" do Eduardo Prado é uma coleção de páginas semanais, atualizadas  na segunda, quarta e sexta-feira. A página inicial contém um índice com links diretos para todas as matérias já veiculadas. O conteúdo da semana atual está aqui
A coleção completa dos demais artigos de Eduardo Prado em diversos órgão da mídia está referenciada na página "
Trabalhos Publicados".  Entre eles: "Wi-Fi Bible" e "Revista do WiMAX".
 
Boa leitura!
Helio Rosa
Da equipe de moderadores dos Celld-group WirelessBr
Coordenador da
ComUnidade WirelessBrasil e do Giga Site WirelessBR
----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 06, 2005 7:21 AM
Subject: [wireless.br] Convergência Fixo-Móvel (16) - Novos artigos e mensagens

 
Olá,  ComUnidade WirelessBrasil !  
Helio Rosa escrevendo.
Nesta ComUnidade (Portal em 
www.wirelessbrasil.org)  interagimos e compartilhamos conhecimentos com muita cordialidade, cortesia, tolerância e paz - sempre fazendo novos amigos!  
 
O "post" de ontem do Eduardo Prado em seu "blog-book" Novas tecnologias - Novos Negócios tratou de NGN - Next Generation Network.
Definição de um "Glossário": "NGN : Next Generation Network é um conceito de rede única para tráfego de voz e dados em IP (protocolo de Internet), baseada em comutação por pacotes - ao contrário da tecnologia convencional, de comutação por circuito".
 
Relendo a mensagem do Alberto Boaventura sobre o assunto (citada num email anterior) , verifiquei que fazia referência à um outra, em que tratava do mesmo assunto.
As duas estão transcritas abaixo.
Imperdíveis. Vale conferir.
No momento que tudo converge para a "Convergência" (ops!)  :-) é preciso estar ambientado com NGN, IMS, "Triple Play", "Quadruple Play"...  :-)
Como disse o Arakaki: é preciso estudar, estudar e estudar...  :-)
Acrescento: ler, ler e ler, no mínimo, para criar novas sinapses...  :-)

Aqui estão alguns artigos sobre NGN:
 
Um abraço cordial
Helio Rosa
 
----- Original Message -----
Sent: Friday, November 22, 2002 10:03 AM
Subject: Re: [Celld-group] Next Generation Networks NGN
Pergunta:
"Olá, colegas do Cell-group.
Estou precisando  da ajuda dos amigos : tenho que entregar um trabalho e, para tanto, preciso pesquisar / escrever sobre
o assunto "Next Generation Networks NGN". Será que alguém teria algum material  relacionado ao assunto que pudesse compartilhar comigo ?
Desde já agradeço a atenção de todos.
Atenciosamente, 
Adilson"

 
Adilson,
 
Seguem minhas contribuições. NGN é um designação genérica para tentativa de comportar os serviços de telecomunicações (voz+dados=multimedia) numa mesma infraestrutura baseada em rede estatística. 
Existiram outras tentativas no passado como N-ISDN e e B-ISDN com redes PDH e ATM respectivamente. Conforme sabemos, dado ao apelo de uma ampla infraestrutura instalada, aplicações disponíveis,  e tendências, a nova aposta é sobre infraestrutura baseada em tecnologia IP.
A rede IP é uma rede especializada para transmissão de dados, e o grande problema hoje é como resolver a questão de qualidade de serviços (QoS) para serviços isócronos como voz e vídeo conferência.
Assim, surgiram algumas propostas para adaptar a rede tipicamente datagrama para abrigar este novo elenco de QoS como o DiffServ/ToS bit, RSVP, MPLS.
O MPLS através do Traffic Engineering (TE), permite a criação de túneis em rede IP com qualidade de serviço, desde que a rede comporte os protocolos existentes de reserva e distribuição de labels com TE.  
Este assunto por si só é bastante extenso, e uma boa fonte para início de consulta é o MPLS Resource Center (
http://www.mplsrc.com/).

Para os serviços de voz e multimedia existem basicamente três arquiteturas:
H.323
O primeiro protocolo aberto para multimedia sobre IP - 1996.
Baseado no H.320 (ISDN) é um protocolo guarda chuva definido pelo ITU-T onde abriga diversos protocolos para sinalização/controle, transporte de diversas mídias voz, vídeo e texto.
É o protocolo mais de implementação mais popular onde o NetMeeting é exemplo de softclient do H.323.
Ele define três elementos Gatekeeper (para qualificação de assianantes - tipo um HLR e/ou AAA), Gateway (paquetizador de midias) e o MCU (para conferência).
Hoje já está na versão 4.
Maiores informações podem ser obtidas no site: 
http://www.paketizer.com.
 
Softswitch (Decomposição de Media Gateway e Media Gateway Control)
O softswitch surgiu da deficiência de escala do H.323, e harmonização com a rede de voz legada.
Assim uma proposta foi a criação de um signaling gateway onde pudesse controlar o media gateway elemento para conversão de mídias.
Foram criados dois elementos o Media Gateway Control e o Media Gateway.
O primeiro alguns fornecedores designaram como softswitch.
Basicamente esta arquitetura é defendida pelo International Softswitch Consortium (
http://www.softswitch.org/), TIPHON (  http://portal.etsi.org/portal_common/home.asp?tbkey1=TIPHON), MultiService Switching Forum (http://www.msforum.org/).
Originalmente o protocolo de controle entre o MGC e o MG foi o SGCP, evoluindo para MGCP e o MEGACO (H.248).
O MEGACO foi criado em conjunto com o ITU-T e o IETF, numa tentativa de se criar um padrão único na indústria.
Existem basicamente as seguintes operações no MEGACO: Add, Subtract, Modify, Notify para controle do media gateway.
 
SIP (Session Initiation Protocol)
O SIP criado originalmente no MMUSIC (charter do IETF para multimedia) na rfc2543, define não só um protocolo de estabelecimento,  controle e informação no meio de uma sessão de multimedia, mas também a arquitetura deste novo modelo.
Existem basicamente 4 entidades funionais: SIP Registrar (semelhante ao gatekeeper), SIP Proxy (semelhante a um SCP), SIP Redirection, SIP User Agent (Client e Server).
Hoje a rfc2543 ficou obsoleta e foi criada a rfc3261 (
http://www.ietf.org/rfc/rfc3261.txt?number=3261).
 
Resumindo, não existe uma figura clara para a NGN.
Existem sim tentativas de harmonizar as redes legadas numa mesma infraestrutura.
Em wireless, vários movimentos no sentido do All IP.
Por exemplo, hoje numa rede GPRS há a necessidade de elemento chamado GGSN que é responsável pela terminação de túneis em GTP e executar a função de gateway para o mundo IP.
Esta tarefa pode ser custosa em relação ao Mobile IP. 
Dentre os movimentos para All IP estão o 3GPP, 3GPP2, MWIF (
http://www.mwif.org/) e OMA (www.openmobilealliance.org) para se definir políticas de padronização de tecnologia no sentido acelerar/otimizar  o desenvolvimento de serviços e produtos. 
 
Finalmente, este assunto é muito amplo, e ainda não estão totalmente definidas algumas questões básicas como QoS em Mobile-IP, serviços legados wireless em NGN etc.  
Espero que ajude,
Sds,
Alberto Boaventura

----- Original Message ----- 
From: Alberto Magno Silveira Boaventura 
To: Celld-group@yahoogrupos.com.br ; profissionaldetecnologia@nossogrupo.com.br 
Cc: ex-alunos-inatel@yahoogrupos.com.br ; Celld-group@yahoogrupos.com.br 
Sent: Monday, December 01, 2003 10:44 PM
Subject: Re: [Celld-group] NGN

Pergunta:
Estou procurando algumas coisas em relação a NGN mas estou tendo uma certa dificuldade devido a quantidade excessiva de informação sobro as redes NGN.
Ficaria muito agradecido se os colegas dessa lista pudessem me ajudar com as seguintes tópicos em relação a NGN: conceito - uma visão rápida porém não técnica, voltada mais para a área comercial. Oportunidades 
Visão de negócio. Desde já agradeço


Boa noite. Para os aspectos técnicos tem um bom resumo no email anexo, indicando alguns links onde apresentam excelentes tutoriais.
Conforme mencionado, a NGN é um designação genérica para tentativa de comportar os serviços de telecomunicações (voz+dados=multimedia) numa mesma infraestrutura baseada em rede estatística.
Existiram outras tentativas no passado como N-ISDN e e B-ISDN com redes PDH e ATM respectivamente.
Hoje esta rede de serviços convergentes é a rede IP.
Oportunidades:
Em relação a oportunidade de negócios, é importante que se verifique o principal benefício de uma rede NGN que é da oferta de serviços convergentes inteligentes sobre mesma rede estatística e homogênia. Com isto pode-se:
A) Oferecer serviços convergentes agregando valor aos serviços tradicionais de voz e dados aumentando o ARPU/ARPH:
- Mercado de massa: Unified Messaging (email/voice mail/fax/sms), jogos interativos, home control, telemetria,Click to Dial, Video Conferencing etc.
- Mercado empresarial: IP Centrex, IP Fax, Hosted Multimedia Conferencing, Hosted Multimedia Conferencing, Intelligent Multimedia Collaboration,Click to Dial; Video Conferencing etc.

B) Criar novos segmentos de mercado: Teleworker, Home-Worker e Mobile Worker, 

C) Minimizar investimentos e despesas marginais na criação de novos serviços.
Hoje a implantação de serviços em redes legadas requer um alto investimento .
Por exemplo: o protocolo de rede inteligente adotado pelas operadoras fixas no Brasil INAP-BR, que não suporta outros serviços além de Frephone, CallingCard e VPN. Para introduzir o LNP (Local Number Portability) um alto investimento na rede deverá ser feito.
Já na NGN, ambas arquiteturas H.323 e SIP já nascem com o conceito de portabilidade, pois existe um único elemento para autenticação e registro (Gatekeeper e SIP Proxy).

D) Permitir a covergência de serviços multimídia Fixos e Móveis com sistemas de faixa larga: xDSL/FTTH/10GEth para fixas e 3G (UMTS/cdma2000) , 4G (MBS, 802.16/802.20 - WiMax) móveis - sinergia na prestação, alianças
estratégicas complementares e ganhos de interconexão para ambos os provedores de serviço;

E) Criação de novas indústrias de aplicação (ASPs) com a homogenização e rápido desenvolvimento de aplicações;

F) Incrementar as indústrias existentes associadas às telecomunicações (educação, instrumentação etc);
G) ETC.

Visão de Negócio:
Antes é preciso quebrar alguns paradigmas.
VoIP não é um novo serviço de fato e sim um serviço prestado por outra rede.
O usuário está interessado que a sua aplicação funcione com a qualidade de serviço contratada.
Por outro lado, achar os provedores de telecomunicações irão substituir todas as centrais telefônicas por Softswitch (ou outra tecnologia de VoIP) é besteira.
Hoje voz é a grande vaca leiteira das operadoras de telecomunicações representando de 60% a 99% de suas receitas.
E qualquer investimento deve apresentar VPL positivo, com a TIR bem superior ao WACC e principalmente sem risco técnico e financeiro - em outras palavras:
Powerpoint não basta, um pouco de Excel é necessário.
Mas é preciso evoluir. Afinal estamos numa indústria onde a Criação-Destrutiva de Schumpeter é seu grande motor.
A NGN será inexoravelmente introduzida, daqui a 5, 10 ou 15 anos - quem viver verá.
Os movimentos neste sentido se darão pelas próprias mudanças culturais (no âmbito social e empresarial): teleworkers, conference calls, vídeo conferências etc.
Porém, é preciso fomentar a competição entre provedores de serviço: mercado desequilibrado, mercado estagnado; oferecer VoIP e serviços convergentes para mercado segmentado primeiramente; novas expansões de rede com NGN.
Finalmente, os serviços de comunicações móveis, com certeza, são os grandes alavancadores para a nova rede (devido aos terminais inteligentes e convergentes, competição, etc.).
Um forte abraço,
Alberto Boaventura


----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 06, 2005 4:04 PM
Subject: [wireless.br] Convergência Fixo-Móvel (17) - IMS ( IP Multimedia Subsystem )

 
Olá,  ComUnidade WirelessBrasil !  
Helio Rosa escrevendo.
Nesta ComUnidade (Portal em 
www.wirelessbrasil.org)  interagimos e compartilhamos conhecimentos com muita cordialidade, cortesia, tolerância e paz - sempre fazendo novos amigos!  
 
Estou recebendo do Eduardo Prado mais um "post" para ser veiculado amanhã em seu "blog-book" Novas Tecnologias - Novos Negócios"

O assunto é IMS (IP Multimedia Subsystem).
Mais convergência... :-)
 
Como é um assunto novo (?) vamos fazer uma preparação para melhor saborear o "post"?  :-)
 
O artigo abaixo transcrito é  Revolução à vista de Jacílio Saraiva e foi publicado em setembro/04 na RNT.
É um bom começo.  :-)

Mas para os mais afoitos, aqui vai também uma excelente continuação, agora no TELECO em dezembro/04.
Evolução das Redes de Telecomunicação: Arquitetura IMS  Autor: Samuel R. Lauretti .
É um tutorial mais técnico, cheio daquelas lindas figuras de arquitetura...  :-)
 
Então estamos combinados: amanhã, todo mundo "doutor" em IMS!  :-)

Boa leitura!
 
Um abraço cordial
Helio Rosa
heliorosa@wirelessbrasil.org

Entenda
as siglas

O que é IMS?
O IP Multimedia Subsystem é uma plataforma para controle se serviços multimídia, que combina recursos de real-time, como voz e vídeo-telefonia, com serviços non-real time, independentemente da tecnologia de rádio empregada.

A solução é padronizada internacionalmente pelo 3GPP, órgão responsável pela padronização das redes de Terceira Geração.

Ao contrário de uma nova estrutura verticalizada, onde a cada inserção de uma nova aplicação uma estrutura especial para suportar tal serviço é requisitada na rede o IMS é centrado no core da malha, com uma infra-estrutura comum ao controle de todas as aplicações.

O que é PoC?
A tecnologia Push-to-Talk over Cellular é um serviço de comunicação half-duplex – um usuário fala enquanto o outro escuta – que permite ao usuário acessar instantaneamente outro assinante e grupos por meio de uma simples discagem. É a volta do velho conceito do “walkie-talkie”

Revolução à vista
RNT Tecnologia-Setembro de 2004 - 21/10/2004
RNT http://www.rnt.com.br/edicao0409/tecnologia.asp

Por Jacílio Saraiva

Conheça a arquitetura IMS, o novo padrão que está sacudindo o mercado e traz as facilidades do mundo IP para as redes sem fio

Os fabricantes de soluções e as operadoras móveis desbravam um novo caminho. É a arquitetura IP Multimedia Subsystem, que atende pela sigla IMS que pretende revolucionar o modo como as aplicações multimídia vão invadir as telinhas dos celulares. Desenvolvedores como Siemens, NEC, Lucent e Motorola já têm novidades engatilhadas, à espera do sinal verde das empresas de telefonia. As aplicações baseadas em IMS incluem serviços convergentes de voz por meio de redes wireless, corporativas e Wi-Fi, além de recursos de valor agregado como PoC (Push-To-Talk over Cellular), mensagens multimídia, recados instantâneos, chat, videoconferências e chamadas em grupo.

Para as operadoras, a sigla IMS significa um novo filão de ouro: mais serviços ofertados, aumento da renda média por usuário e a oportunidade de se diferenciar da concorrência. Para os fabricantes, a plataforma reacende a chama de vender para um setor que parecia saciado de produtos.

Embora alguns recursos multimídia já estejam disponíveis nos telefones móveis, a arquiterua IMS permite que uma única aplicação funcione em todas as redes de acesso sem fio capacitadas para IP. Tudo porque esse conceito dribla a necessidade de customizar cada aplicativo com uma tecnologia de acesso diferente. As aplicações construídas sobre IMS também são portáteis e podem viajar com os assinantes para qualquer região. Como garante ainda a oferta de soluções convergentes de voz, dados e vídeo, diversos fornecedores de conteúdo podem produzir opções variadas que se integrem às redes das operadoras.

“O IMS chegou para facilitar o desenvolvimento e disponibilização de serviços multimídia mais sofisticados”, explica Jorge Leonel, gerente de consultoria da Promon Tecnologia.
Segundo o especialista, a arquitetura é padronizada no Fórum 3GPP (Third Generation Partnership Project), um pool de organizações que promove a uniformização de soluções, de olho na nova geração de telefonia móvel.
Para Leonel, o IMS carrega vantagens como velocidade na criação de serviços multimídia que envolvem, principalmente, áudio e vídeo. “No futuro, as operadoras móveis poderão adotar o IMS como um ‘hub’ e possibilitar que criadores de conteúdo e aplicativos se conectem à plataforma para acelerar o time-to-market de novos recursos sem fio”, diz.

Segundo o consultor, a adoção do IMS deve acontecer em curto ou médio prazo porque deverá fazer parte da arquitetura predominante na terceira geração de redes móveis “all-IP”. “Já existem implementações iniciais em algumas operadoras 3G na Ásia, como a Chunghwa Telecom, de Taiwan”, assinala.

Do forno dos fabricantes
No Brasil, cinco operadoras procuradas por RNT – Vivo, Tim, Claro, Brasil Telecom e Oi – preferiram não falar sobre seus planos com o IMS.
Mas, do outro lado do balcão, os fornecedores de tecnologia já têm novidades para mostrar.
A Siemens, por exemplo, está desenvolvendo aplicações baseadas no protocolo SIP (Session Iniciation Protocol), que utiliza o IMS como plataforma de serviços multimídia.

“O PoC é a nossa principal aposta na área”, revela Renata Gomes, gerente de engenharia de produtos da Siemens mobile do Brasil.
Com o PoC, usuários de telefonia móvel poderão se comunicar de forma instantânea, em grupo, como nos velhos tempos do “walkie-talkie”.
O PoC é uma aplicação de voz sobre IP na comunicação wireless, onde a voz é transformada em dados e transmitida em redes velozes (GPRS, no caso das redes GSM, ou CDMA 1x, na Vivo).

A utilização do PoC pelo universo corporativo é uma das grandes expectativas do mercado de telecom. “Uma companhia pode interligar seus funcionários pelo celular e estender a facilidade das ligações simultâneas paras chamas de longa distância ou internacionais”, acrescenta a gerente.
Além da criação de ligações em grupos, pode-se contar com a cobertura da tecnologia GSM e custos mais baixos, com o uso do GPRS.
A flexibilidade da cobrança também ganha pontos: é feita por tempo, volume ou sessão. “O usuário paga somente pelo volume das informações transmitidas ou por sessões de chamadas, não pelo tempo de conexão”, explica.

Teses no Brasil – A Siemens comercializa o PoC no Brasil há mais de dois meses e possui 11 projetos mundiais de IMS.
A companhia desenvolve a solução seguindo as determinações do Open Mobile Alliance (OMA). Assim, fornece não apenas os aparelhos destinados à comunicação instantânea, mas toda a solução, com a rede de softwares que compõem a tecnologia.
Segundo a executiva da Siemens, as operadoras brasileiras já anunciam testes dos sistema nesse segundo semestre.
No Brasil, a multinacional pretende desenvolver um centro de pesquisa e desenvolvimento de serviços voltados para a tecnologia, como chat e videoconferência.

A Motorola também guarda uma solução IMS baseada em softswisch, componente-chave da visão de redes da companhia. “Estamos desenvolvendo várias soluções para a plataforma IMS, internamente e com provedores de aplicativos terceirizados”, conta André Galvão, gerente de operações de negócios do setor de infra-estrutura da Motorola.
Em fevereiro, a fabricante lançou o Programa de Interoperabilidade IMS.
A meta é propiciar às operadoras aplicativos multimídia compatíveis com esse conceito.
Os testes iniciais de interoperabilidade da plataforma com empresas participantes – Followap, IP Unity e Sonus Networks – já foram iniciados.

Entre as soluções criadas com o IMS, com o selo Motorola, estão a PoC e a PTX-Push to Media. A primeira grande conectividade ”push-to” por meio de GPRS, CDMA20001X e Wi-Fi. “Ela tambem expande áreas de roaming PoC para operadoras sem fio com redes que utilizam tecnologias diferentes”, explica Galvão.
A PTX, demonstrada este ano, é uma combinação de vários tipos de mídia que podem ser oferecidos a um assinante ou a grupo, em tempo real. A lista de ofertas com IMS inclui ainda a Presence, anunciada em fevereiro, que utiliza os padrões de presença OMA-IMPS e PAG, e já é adotada por operadoras internacionais.

Segundo Galvão, a interoperabilidade do IMS permite a entrada de desenvolvedores terceirizados para a criação de serviços. “Ao combinar o poder de voz e dados simultâneos com milhares de provedores de aplicativos e conteúdo, você terá nas mãos os ingredientes para produtos nunca antes imaginados”, comemora.

Mais rápido e barato
O usuário também sairá ganhando se o IMS deslanchar. Será possível escolher o meio ou a combinação de meios mais conveniente para a comunicação, com vídeo, voz, teto, imagens ou mensagens instantâneas – tudo em tempo real. “O IMS da Motorola estende a rede IP até o equipamento do assinante, enquanto os aplicativos multimídia construídos sobre essa arquitetura estarão disponíveis em qualquer região”, garante.

Para a fabricante, o rápido acesso a recursos da rede se traduz em custos de desenvolvimento mais baixos, ciclos de atualização menores, despesas operacionais e de entrega reduzidas, além de uma maior flexibilidade de preços.

“O IMS pode suportar os aplicativos atuais que utilizam ambiente de comutação por circuito, bem como facilitar a migração para uma plataforma IP mais econômica, onde é possível acrescentar serviços como PoC, navegação na internet, SMS/MMS, mensagens instantâneas e download de conteúdos”, detalha.
Para o executivo, a plataforma IMS começa a acontecer no mercado verde-amarelo de telecomunicações, mas será bem mais importante nos próximos anos.
E o catalisador desse processo é a sofisticação e a proliferação do VoIP.

“Os testes estão em estágio avançado em diversas operadoras como a solução para a próxima geração de serviços multimídia”, assegura Herberto Yamamura, diretor da unidade de negócios para o mercado corporativo da NEC, que criou o NEC IMS.
Segundo o diretor, o elemento-chave da sua plataforma é o SIP gate-way, que permite que usuários não-compatíveis com SIP possam usar seviços IMS. “As operadoras poderão lançar recursos IMS de forma flexível, combinando assinates SIP e não-SIP”, afirma.
Dessa forma, ainda é possível garantir uma migração gradativa para o IMS, integrando o dono do celular aos serviços existentes – sem falar da criação de fontes de receita com a proliferação de novas soluções.

No futuro, segundo Yamamuro, os serviços não estarão mais amarrados no modelo de voz tradicional um-para-um, mas por meio de grupos, baseados em interesses comuns na comunicação e na troca de informações. “O usuário terá mais opções de escolha para falar e ainda vai ganhar maior possibilidade de personalizar essa comunicação”, completa.

Na Lucent, o IMS bate ponto na empresa desde 1998. “Antes, era apenas um controlador para serviços de voz, e hoje é usado para funções multimídia”, lembra Esteban Diazgranados, diretor de tecnologia e marketing de produtos da Lucent, que participa da padronização mundial do conceito. Para não perder nenhum centímetro desse mercado, a empresa também adquiriu a Telica, especializada em redes de nova geração e media gateways.

Apesar de o IMS ter nascido para o usufruto de redes móveis, Diazgranados revela que as operadoras fixas também devem abraçar a idéia. “Os organismos de padronização estão unidos para fazer do IMS o modelo definitivo das redes de nova geração, a partir de 2006”, afirma.

A Lucent não revela seus clientes potenciais no Brasil, mas sabe-se que a companhia comemora, lá fora, progressos na área de VoIP. O boom dos negócios focados em redes móveis com tecnologia 3G foi estimulado recentemente por um acordo de US$ 5 bilhões, com a Verizon Wireless.
 


 
----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 06, 2005 10:24 PM
Subject: [Celld-group] Convergência Fixo-Móvel (18) - IMS - EPrado - Sexta-feira

 
Olá,  ComUnidade WirelessBrasil !  
Helio Rosa escrevendo.
Nesta ComUnidade (Portal em 
www.wirelessbrasil.org)  interagimos e compartilhamos conhecimentos com muita cordialidade, cortesia, tolerância e paz - sempre fazendo novos amigos!  
 
Eduardo Prado está enviando mais anotações para registro em seu "Blog-Book" (*) Eduardo Prado - Novas Tecnologias - Novos Negócios.
 
Lembrando:
Publicamos em nossa ComUnidade no dia 24 Dez último o
Portal da Convergência Fixo-Móvel. Visite!
 
07/01/2005 - Sexta-feira

IMS: Um Importante Componente na Convergência Fixo-Móvel.

IMS =
IP Multimedia Subsystem


1.
IMS: The Heart of Wireless & Wireline Convergence

Unstrung Insider

Major operators around the world are adopting SIP for next-gen services and see IMS-like subsystems as being important to the creation and control of high-value, real-time IP applications, such as conferencing, messaging, multiplayer games, and VOIP.

This report provides an overview of the components and concepts that make up the IMS architecture and looks at the features of IMS that make it attractive to operators. The types of services likely to be delivered over IMS, and by which types of carriers, are also discussed.

The second half of the report evaluates vendor positioning and strategies for introducing IMS across multiple market sectors.

Sample research data from the report is shown in the excerpts below:

(1)
Table of Contents (1104toc.pdf)

(2) The strength of the IP Multimedia Subsystem is its well-defined three-layer architecture, based around a standardized IMS control layer with open interfaces to the transport and application layers, as shown in this diagram:

[Ver figura]

(3) The market for core IMS elements, such as the Control Session Control Function and Home Subscriber Server, could easily be worth several hundreds of millions of dollars over the next few years.

(4) IMS is also a major strategic play that will "touch" many parts of an operator's next-generation service delivery infrastructure, providing additional revenue opportunities for successful IMS vendors. This table summarizes the launch status of the major vendors in the IMS market today.

See here the Status of Vendors´IMS Launches.

Much more here from our side ...


Google References: "IP Multimedia Subsystem" + FMC

Google References: "IP Multimedia Subsystem" + Convergence

And more ...

White Paper 01: IMS -IP Multimedia Subsystem from Ericsson [a pdf file]

White Paper 02: IP Multimedia Subsystem February 2004 from Motorola [a pdf file]

2.
Vendors Prep for IMS Fight
Unstrung
November 16, 2004

The cellular industry is gearing up for a
battle royale between the industry’s incumbent network vendors over 3G wireless data signalling software, according to the latest edition of Unstrung Insider.

The report -- "IMS: The Heart of Wireless & Wireline Convergence" -- claims that cellular equipment suppliers expect IP multimedia subsystems-related products and services, which handle call and data signalling tasks on 3G networks, to become a serious contributor to future revenues.

Originally defined by the
3rd Generation Partnership Project (3GPP) Release 5 specifications for 3G networks, IMS provides a SIP-based control layer with open interfaces to the transport layer and the services layer above. It gives carriers control over services on a per-session basis, and is expected to provide unprecedented flexibility to the way mobile data is delivered to the subscriber (see Forum Pushes IMS and IP Multimedia Subsystems: Easy Does It).

[Leia mais]


3.
IP Multimedia Subsystems: Easy Does It
Unstrung
By
Gabriel Brown
November 15, 2004

Finding a way to converge service delivery over a common control architecture that can be quickly and efficiently reused across multiple applications is a vital piece of the network puzzle for mobile operators working to roll out mass-market mobile data services.

The answer, for many, will be to deploy IP Multimedia Subsystem (IMS) technology, finds this month's Unstrung Insider report, IMS: The Heart of Wireless & Wireline Convergence, which evaluates vendor positioning and strategies for introducing IMS across the wireless and wireline sectors.

Originally defined by the
3rd Generation Partnership Project (3GPP) Release 5 specifications for 3G networks, IMS provides a SIP-based control layer with open interfaces to the transport layer below and the services layer above. It gives operators control over services on a per-session basis, and is expected to provide unprecedented flexibility to the way mobile data is delivered to the subscriber.

Applications enabled by IMS include the ability to launch a circuit voice call from an instant messaging session; the ability to start a video-sharing application during a circuit voice call; multimedia conferencing; multiplayer gaming; and more.

[Leia mais]

4.
Fixed/Mobile Convergence Ramps Up

Light Reading
December 9, 2004

Differences in the core networks of fixed and mobile technologies will all but disappear by 2012, according to the latest report from Light Reading's research division,
Heavy Reading.

The merging of wireline and wireless networks and services is one of the most hyped developments in telecom. To date, a glut of service providers and vendors has jumped on the convergence bandwagon, aiming to promote the benefits of an integrated network (see
BT Talks Up FMCA and Nokia, TI Trial Convergence ).

But is talk of convergence just the latest round of marketing hogwash, or a serious reality?


Heavy Reading
's "Fixed-Mobile Convergence Reality Check" finds that service providers are taking a fairly optimistic view of Fixed-Mobile Convergence (FMC). "By and large they believe it is going to bring fundamental changes to the structure of telecommunications markets,” notes report author, Graham Finnie. “Results from our online survey indicate a strong belief that FMC will eliminate the barriers that now exist between wireline and wireless networks over the next decade.”

Finnie touts the 2006-2007 timeframe as the most important period in FMC technology and service development. “This means that the time to prepare for FMC is already at hand.”

On that note, the nascent IP Multimedia Subsystem (IMS) market is expected to play a key role in encouraging core network convergence. Originally defined by the
3rd Generation Partnership Project (3GPP) Release 5 specifications for 3G networks, IMS provides a SIP-based control layer with open interfaces to the transport layer and the services layer above. It gives carriers control over services on a per-session basis, and is expected to provide unprecedented flexibility to the way mobile data is delivered to the subscriber (see Vendors Prep for IMS Fight and IP Multimedia Subsystems: Easy Does It ).

“In the longer-term vision for convergence, one technology dominates: the IP Multimedia System,” says Finnie. “For incumbent telcos, this should enable the transition to a single core network able to handle the needs of both fixed and mobile subsidiaries, which are largely separately handled today.”

This convergence of infrastructure leads Finnie to conclude that, in the core network at least, “the boundaries between fixed and mobile technologies will be largely dissolved by 2010-2012.”
- Justin Springham, Senior Editor, Europe,
Unstrung

BOM DIA!

 
(*) "Blog-Book" ("blog" + "e-book") é o "apelido" de um tipo de publicação referenciada no nosso Portal que reúne trabalhos ou anotações de diversos profissionais. São verdadeiros "livros eletrônicos" , em constante atualização.
As atualizações são enviadas por e-mail ou coletadas na Web ou nos fóruns pelo próprio Coordenador da ComUnidade.
 
O  "Blog-Book" do Eduardo Prado é uma coleção de páginas semanais, atualizadas  na segunda, quarta e sexta-feira. A página inicial contém um índice com links diretos para todas as matérias já veiculadas. O conteúdo da semana atual está aqui
A coleção completa dos demais artigos de Eduardo Prado em diversos órgão da mídia está referenciada na página "
Trabalhos Publicados".  Entre eles: "Wi-Fi Bible" e "Revista do WiMAX".
 
Boa leitura!
Helio Rosa
Da equipe de moderadores dos Celld-group WirelessBr
Coordenador da
ComUnidade WirelessBrasil e do Giga Site WirelessBR
 
----- Original Message -----
From: Helio Rosa
To: Celld-group@yahoogrupos.com.br ; wirelessbr@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, January 09, 2005 8:13 PM
Subject: [Celld-group] Convergência "Fixo-Móvel" (19) - Novos artigos de EPrado

 
Olá, ComUnidade WirelessBRASIL!
Helio Rosa escrevendo.

Estou anunciando dois novos artigos de Eduardo Prado (não confundir com os tradicionais "posts" em seus blogs).  :-)
 
São artigos "parecidos" mas os textos possuem diferenças.
Um foi publicado no IDG Now! em 05/Jan/05.
Trata-se de Wi-Fi e Celular: Uma Convergência do Futuro.
 
O outro foi publicado hoje em nossa ComUnidade, mais precisamente no Giga Site WirelessBR.
O título é Wi-Fi e Celular: Uma Convergência que Arrebenta e está em http://www.wirelessbrasil.org/wirelessbr/colaboradores/eduardo_prado/artigo_44.html
 
Para conforto geral e para que ninguém deixe para depois, permito-me transcrevê-lo abaixo.  :-)
Vale conferir!
Boa leitura
Um  abraço cordial
Helio Rosa
 
Wi-Fi e Celular: Uma Convergência que Arrebenta   [Publicado em 09/01/2005]

Hoje em dia existe uma sigla no mundo de telecom que está causando frisson.
A sigla é FMC que vem do inglês Fixed-Mobile Convergence ou Convergência Fixo-Móvel.
O que isto quer dizer?
No “frigir dos ovos” que, em mais ou menos em 10 anos, não existirão as empresas Telefonica e Vivo (aqui tomadas como um mero exemplo).
Existirá apenas uma empresa que prestará os mesmos serviços de Telefonia Fixa e de Telefonia Móvel com uma maior preponderância do serviço de Telefonia Móvel por causa dos “Wi´s da vida” (a saber, Wi-Fi – IEEE 802.11, WiMAX – IEEE 802.16, WiBRO e outros Wi´s que possam existir no futuro).
Sobre WiBRO ver as referências: WiBRO? O que é isso? O WiMAX Móvel (802.16e) da Coréia na Comunidade WirelessBRASIL e The Road to Mobile Broadband Runs Through Korea da The Feature.

O analista de indústria Heavy Reading está preconizando que as fronteiras entre as tecnologias fixa e móvel serão fortemente “dissolvidas” entre 2010 e 2012.
Quem diria, né? Tudo será IP (Internet Protocol) e o endereço de uma pessoa será uma URL (rs).

Para mais informações sobre FMC veja o Portal da Convergência Fixo-Móvel e as Referências do Google.

Neste cenário as Operadoras irão seguir diferentes caminhos buscando sua migração para FMC que dependerá do que uma determinada Operadora seja (Fixa ou Móvel) e da sua estratégia de FMC.
Para as Operadoras de Telefonia Móvel, os principais estímulos (drivers) para a Convergência são a "Redução de Custos" e a "Melhoria da Qualidade dos Serviços" segundo o Yankee Group.

As redes de Telefonia Móvel são dimensionadas para o horário de pico do dia. Infelizmente, a hora de pico do dia que começa no início da noite e quando os finais de semana começam. 
Por isso, as Operadoras de Telefonia Móvel têm que gastar grande parte do seu capital para suportar o tráfego adicional sem ter aumento de receita.
A melhor maneira para suportar este tráfego adicional é descarregá-lo para as redes de Telefonia Fixa com alta capacidade e de alta qualidade que têm uma alta taxa de capacidade ociosa.
Alternativamente, a descarga do tráfego adicional poderia ser manipulada nas residências e nos escritórios via soluções de VoWLAN (Voice over WLAN) que poderia utilizar a infra-estrutura das redes de alta velocidade de cabo e trazer para as Operadoras de Telefonia Móvel custos de rede mais baixo.
Através da redução dos seus custos, estas operadoras podem perseguir um modelo sustentado de longo prazo para aqueles consumidores que são apenas (puramente) de Telefonia Móvel. 

Desta forma o que será de grande valor para as Operadoras de Telefonia Móvel?
O "Telefone Híbrido Wi-Fi/Celular", que permitirá às Operadoras estruturarem ofertas de Pacotes Bundles para o Mercado Corporativo (inicialmente) e para o Mercado Residencial (no segundo round, de 02 a 03 anos depois do Mercado Corporativo) com vistas à redução dos investimentos em infra-estrutura de redes de Telefonia Móvel.  

E aí, aonde estão estes tais Telefones Híbridos?
Eles começaram a chegar meio “tímidos” em 2004 e cada vez mais estarão presentes no dia-a-dia das Operadoras de Telefonia Móvel e dos seus assinantes. 

Vamos conhecer um pouco deles?
Mãos à obra:

 

(1) a NTT DoCoMo do Japão já está oferecendo o NEC N900iL, uma combinação Wi-Fi/Aparelho Celular.
Os
dispositivos N900iL são produzidos pela NEC, que permitem que sejam feitas chamadas grátis e instant messagings sob o protocolo IEEE 802.11b de WLANs e chamadas padrões, com taxas regulares, na rede da NTT DoCoMo com tecnologia 3G W-CDMA conhecida como FOMA;

 

(2) o aparelho celular CDMA/Wi-Fi da Operadora coreana KDDI – conhecido como Love Mate – será lançado no início de 2005 e tem características 3G, CDMA, IEEE 802.11b e Bluetooth versão 1.2, juntamente com Internet e software de e-mail.
Um dos modelos utiliza o Windows Mobile 2003 Second Edition para PocketPC e o outro utiliza a versão do telefone;

 

(3) Telefone Celulares PocketPC/Wi-Fi, como os HP iPAQ h6315, Qtek 9090  ou  Motorola MPx  já oferecem Wi-Fi juntamente com conexões em Telefonia Móvel.
O
Sprint's Audiovox PPC-6600 tem Bluetooth, conexão para cartão SDIO,  EV-DO, uma câmera VGA e uma suite completa do software Windows Mobile. Ele roda também o Pocket Skype.
Adaptar um dispositivo deste para a tecnologia WiMAX em 01 ou 02 anos não será nada do outro mundo. Nenhuma grande invenção será necessária;

 

(4) O Treo 650 (preço FOB de US$ 499) é um dispositivo Palm integrado com um aparelho celular, mas não tem ainda nenhuma opção para Wi-Fi no seu cartão SD.
Bem provavelmente não demorará muito para abraçar a tecnologia de Wi-Fi;

 

(5) O Dell's Axim X50 Pocket PC (preço FOB de US$ 399) tem Wi-Fi embutido e um processador de 520 MHz bem como conexões para cartões SD e CF;

 

(6) ao “apagar das luzes” de 2004 chegou um do “peso-pesado” do mercado de handsets – a Samsung - para esta festa “híbrida” e imaginem vocês, com a mistura de CDMA e Wi-Fi.
Mais uma das razões por que a Samsung é a Samsung, gostem seus competidores Nokia e Motorola ou não.
O Telefone Híbrido da Samsung é o
SCH-i730 PDA phone.
Ver mais sobre ele em
WiFi Cellphone do Dailywireless. 

 

Com vimos acima as Operadoras de Telefonia Móvel NTT DoCoMo (japonesa) e a KDDI (coreana) estarão apostando nos Telefones Híbridos em 2005.
Outra Operadora que já sinalizou sua atuação nesta área foi a SBC Comm/Cingular (ver em
SBC ... Um Exemplo de Estratégia de Telco a ser "Copiada"  do Teleco).

 

E finalmente, pelo nome dado pela KDDI ao seu primeiro Telefone Híbrido – Love Mate – vai ter aparelho de “todo tipo” e para “todos os gostos”.

 

Operadoras, podem apostar, NÓS garantimos !!!

Eduardo Prado