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Conteúdo
Artigos - Apostilas - Dissertações -
Monografias - Teses
Relação de Autores e entidades
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Trabalhos (ordem aleatória)
Alan Carvalho
O que é GPRS - General Packet Radio Service?
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO GPRS
O GPRS (General Packet Radio Service) é um novo serviço de valor agregado não
baseado em voz que permite o envio e recepção de informações através de uma rede
telefônica móvel.
Ele suplementa as tecnologias atuais de CSD (Circuit Switched Data) e SMS (Short
Message Service). GPRS NÃO É relacionado ao GPS (o Sistema de Posicionamento
Global), um acrônimo semelhante que é frequentemente utilizado em contextos
móveis.
GPRS tem várias características específicas que podem ser resumidas em:
[Leia mais]
Agilent Technologies Brasil
Veja abaixo dois trabalhos publicados por cortesia da Agilent Technologies Brasil:
- GSM - Conceitos básicos
- Como otimizar sua rede GSM, agora e no futuro
Agilent Technologies Brasil
GSM - Conceitos básicos
Introdução
O GSM (Global System for Mobile Communications) está realmente se tornando um
Sistema GLOBAL para Comunicações Móveis. Estava claro há muito tempo que o GSM
seria usado em toda a Europa.
Atualmente, muitos países em todo o mundo que estavam retardando a sua decisão
escolheram o GSM. O GSM tornou-se o padrão pan-asiático e será usado em grande
parte da América do Sul.
As Redes de Comunicações Pessoais (PCNs) surgiram no Reino Unido com o Mercury
One-to-One e o Hutchison Microtel (Orange), oferecendo as duas primeiras redes
para o uso do DCS1800. As PCNs têm tido um sucesso esmagador no Reino Unido,
oferecendo tarifas competitivas para empresas e chamadas de baixo custo fora do
horário de pico.
A E-net da Alemanha seguiu as PCNs do Reino Unido. O DCS1800 está tornando-se
mais disseminado, com sistemas na Tailândia, Malásia, França, Suíça e Austrália.
Outros sistemas estão sendo planejados na Argentina, Brasil, Chile, França,
Hungria, Polônia, Cingapura e Suécia.
Mesmo os EUA, que têm evitado a adoção do GSM900, estão prestes a usar o
PCS1900, baseado no GSM, para o seu sistema de PCS. Nos EUA, o GSM irá
compartilhar as bandas alocadas a outros sistemas baseados em CDMA, NAMPS e
IS-136 TDMA. As licenças do PCS1900 já abrangem aproximadamente metade da
população dos EUA, sendo que provavelmente veremos este número aumentar até
quase a cobertura total, conforme as licenças restantes forem sendo outorgadas.
[Leia mais]
Agilent Technologies Brasil
Como otimizar sua rede GSM, agora e no futuro
Usando o drive-test para eliminar os
problemas de cobertura, interferência, margem de handover e listas de vizinhos
Introdução
Com a rápida expansão da indústria wireless, as redes GSM (Sistema Global para
Comunicações Móveis) estão sendo implementadas e ampliadas em alta velocidade.
Além disso, a indústria está se tornando intensamente competitiva. Neste
ambiente, a alta qualidade do serviço é uma vantagem competitiva para os
provedores de serviços. A qualidade do serviço pode ser caracterizada por
fatores como a contigüidade da cobertura, facilidade de acesso à rede, qualidade
da conversação e número de chamadas derrubadas.
Os provedores de serviço devem se esforçar continuamente para aumentar a
qualidade de seus serviços, se quiserem manter os seus clientes. Se gastarem
tempo demais somente para reagir às reclamações dos clientes, pode ser que não
tenham tempo para melhorar a qualidade global do serviço. Desta forma, os
provedores de serviço devem ser capazes de corrigir rapidamente os problemas que
possam gerar reclamações.
A ferramenta básica usada pela maior parte dos provedores de serviço para
resolver os problemas da rede é o sistema de drive-test. Um sistema de
drive-test convencional é formado por um telefone de teste móvel, um software
para o controle e registro dos dados fornecidos pelo telefone e um receptor com
Sistema de Posicionamento Global (GPS) para fornecer informações de
posicionamento. A unidade móvel de teste mostra a visão que o cliente tem da
rede, mas pode somente indicar o tipo do problema que está acontecendo. Ela não
pode mostrar a causa do problema. Diversas outras limitações de um sistema de
drive-test que somente tem o telefone são tratadas nesta nota de aplicação.
Estas limitações são eliminadas com a integração de um receptor GSM ao telefone.
[Leia mais]
Aurélio Corbioli Neto
Estudo do IP móvel e sua aplicação em sistemas de comunicações móveis para
tráfego de dados
Nos últimos anos, têm-se visto uma explosão no número de computadores portáteis
e outros dispositivos que requerem mobilidade. O problema é que a maioria dos
protocolos de rede, as complexas regras que definem como a informação deve ser
trocada entre dois ou mais computadores, foram desenvolvidas na época em que
esta necessidade não era considerada. Como resultado disto, muitos protocolos
são incapazes de prover esta mobilidade. Por outro lado, um dos métodos de
comunicação mais comuns empregados atualmente é o conjunto de protocolos IP,
usando IPv4, com o TCP e o UDP e o extenso conjunto de aplicações utilizados
acima deles. Portanto, surge a necessidade que este conjunto de protocolos
esteja adaptado a esta nova realidade. Este trabalho apresenta o IP Móvel, uma
alternativa de solução para o problema de transferência de informação entre
computadores e outros dispositivos móveis. O IP Móvel é independente do meio
físico através do qual o computador móvel se comunica e também permite que o
mesmo altere sua localização sem a necessidade de reinicializar suas aplicações
e sem interromper qualquer comunicação em andamento.
A proposta deste trabalho é inicialmente discutir as possíveis soluções de
mobilidade e demonstrar como o IP Móvel pode ser uma das soluções para esta
questão. Serão descritos também em detalhes o conjunto de protocolos IP, por ser
um dos principais mecanismos de comunicação utilizados hoje em dia e por ser
essencial para o entendimento do IP Móvel. Em seguida serão apresentadas as
principais entidades inseridas pelo IP Móvel, bem como seu funcionamento, de
maneira detalhada e conceitual. Uma ênfase especial será dada a uma importante
entidade do IP Móvel, o túnel. Finalmente, será apresentada uma aplicação
prática do IP Móvel, em um sistema de comunicação "wireless".
[Leia mais]
Rogério Boros
CDMA - CODE DIVISION MULTIPLE ACCESS
Introdução
O CDMA (Code Division Multiple Access) é um conceito radicalmente novo nas
comunicações sem fio. Esta tecnologia ganhou aceitação internacional por
operadores de sistemas celulares como um avanço que pode aumentar tanto a
capacidade dos sistemas quanto a qualidade de serviço.
CDMA é uma forma de spread spectrum, uma família de técnicas de comunicação
digital que foram utilizadas para aplicações militares durante anos. O princípio
do spread spectrum é a utilização de ondas portadoras similares ao ruído e com
largura de banda muito maior do que a requerida para uma simples comunicação
ponto a ponto com a mesma taxa de dados. Originalmente, isto se deve a dois
motivos: resistir a esforços inimigos para confundir as comunicações (anti-jam)
e até mesmo esconder o fato que alguma comunicação estava sendo realizada, baixa
probabilidade de interceptação (LPI). O CDMA gasta pouca energia, usas as
freqüências disponíveis de forma eficiente, simplifica o planejamento com um
padrão de reuso de freqüência único, usa um sistema um sistema de códigos que
permite receber o sinal em situações adversas, impede a interferência e o
rastreamento da transmissão.
[Leia mais]
Bruno Maia Antonio Luiz
Vejam abaixo os seguintes trabalhos:
- Sistema GSM - Global Services for Mobile Communications
- Métodos para o Planejamento de Sistemas de Comunicação WLL e LMDS
- PLANEJAMENTO DE COBERTURA DE SISTEMAS GSM COM USO DE REPETIDORES
- Cellular coverage in undergroung transport system: A case study - The Rio de
Janeiro Metropolitan
Bruno Maia Antonio Luiz
Sistema GSM - Global Services for Mobile Communications
Transcrição de uma coleção de painéis
utilizados em palestras
[Leia mais]
Bruno Maia Antonio Luiz
Métodos para o Planejamento de Sistemas de Comunicação WLL e LMDS
Definições inicias:
WLL (Wireless Local Loop) é um sistema utilizado para conectar usuários ao
sistema público de telefonia , utilizando sistema de rádio acesso, substituindo
assim a parte final do sistema fixo (última milha) de par trançado por rádio.
Esse sistema é de vital importância para operadoras que almejam disputar o
mercado de telefonia fixa concorrendo com empresas já situadas e implantadas no
mercado há algum tempo.
LMDS (Local Multipoint Distribution Service) é um sistema de banda larga do tipo
ponto multiponto operando na faixa SHF acima de 20 GHz, permitindo assim uma
comunicação bidirecional de alta capacidade. Este sistema faz-se necessário
quando se requer uma capacidade de tráfego muito intensa, sendo investimento
para esse tráfego utilizando-se esse tipo de tecnologia bem inferior a um
sistema óptico (com fio), analogamente ao sistema WLL o LMDS permite uma conexão
com o usuário final mais otimizada.
[Leia mais]
Bruno Maia Antonio Luiz
PLANEJAMENTO DE COBERTURA DE SISTEMAS GSM COM USO DE REPETIDORES
Este trabalho aborda a utilização de
repetidores na implantação de sistemas móveis celulares. Esta técnica permite
estender a cobertura dos sistemas móveis celulares com baixo custo e curto tempo
de implantação a áreas ou ambientes onde a utilização de estações rádio base
seria dispendiosa ou demorada.
O impacto da inclusão deste elemento na interface rádio é detalhadamente
analisada visando obter uma metodologia para o seu dimensionamento e para o
cálculo das degradações produzidas na rede. É apresentada ainda uma metodologia
completa para projetos com repetidores e descrita sua aplicação na implantação
de um sistema GSM.
[Leia mais]
Bruno Maia Antonio Luiz,
Luiz Silva Melo, Márcio Rodrigues e
Marlene Pontes
Cellular coverage in undergroung transport system:
A case study - The Rio de Janeiro Metropolitan
Com os anos passando, as redes móveis
instaladas no país já encontram-se em estágios maduros de implantação.
A cobertura primária há tempos já foi implementada onde cada vez mais as
operadoras buscam aumentar a capacidade de suas redes e atingindo,
conseqüentemente, maior percentagem de coberturas em ambientes interiores.
Projetos em ambientes indoor possuem metodologia diferenciada e são, em alguns
locais, classificadas como coberturas especiais. Há pouco mais de um ano, no Rio
de Janeiro, de forma pioneira no Brasil, foram implantadas duas redes celulares
atendendo a Linha 1 e o primeiro trecho da Linha 2 do Metrô. O trabalho
apresentado em um congresso especializado em projetos indoor, teve como objetivo
descrever os principais elementos envolvidos no dimensionamento e implantações
destes tipos de redes. Projetos indoor tendem a ser a principal fonte de
diferenciação no serviço prestado aos consumidores pelas operadoras celulares e
devem ser tratados de forma diferenciada. Bruno Maia
Sumário: Introduction The Rio de Janeiro Metropolitan - Propagations Conditions
- System Topology - Initial Design - Propagation Tests and Final Design - System
Optimization and Measurements - Conclusions - References
Leia mais: [Arquivo pdf - download]
Java2ME ou J2ME - Tutoriais de Programação em português
A Parte 2 é uma tradução efetuada por
Renato Passarinho Martins.
Na
Parte 1 são apresentadas as definições e considerações gerais além
de uma indicação dos locais onde são encontradas a ferramentas
gratuitas.
Na
Parte 2 encontramos um exemplo de aplicação em J2ME que escreve na
tela do celular a frase "Hello World!".
Na Parte
3 do tutorial abordamos como compilar e testar a aplicação "Hello
World!" utilizando o Wireless ToolKit que a Sun Microsystems
disponibiliza em seu site.
Na
Parte 4 é apresentada uma versão mais sofisticada do programa "Hello
World!"; é mostrado como fazer animações simples usando caracteres de
texto, o que pode ser melhorado, futuramente pelo próprio estudante,
conforme alguns exercícios propostos ao final do documento.
Veja um pequeno
vídeo de demonstração do resultado a ser obtido na tela do celular.
[Leia mais]
Renato Passarinho Martins
Tutorial
Tutorial de programação J2ME - (Tradução) - Versão HTML
(Texto
original)
Download do arquivo em formato .pdf
Obs: este tutorial, apesar de
independente, está inserido como a segunda parte de
outro tutorial de autoria de
Rodrigo Garcia Corbera
Conteúdo:
"Hello World!"
Comunicando com o gerenciador de aplicações (application manager)
Gerenciando a interface
Conheça a família
Componentes de tela
Componentes de item
Componentes diversos de display
Coisas para lembrar-se
[Leia mais]
Luiz Cláudio Rosa e
José Mário Bertolini
Serra
Artigo
SISTEMAS MÓVEIS DE TERCEIRA GERAÇÃO
Autores:
in "Sistemas Móveis de Terceira Geração",
GuidelineBRISA - Agosto/2002.
Abstrato: Este documento tem como objetivo
apresentar uma introdução aos Sistemas Móveis de Terceira Geração, também
chamados de Sistemas 3G. Para tal, iremos nos pautar nos mais recentes
desenvolvimentos e marcos alcançados pela indústria de telecomunicações, bem
como apresentar alguns fatos relativos ao mercado atual e futuro para os
sistemas 3G.
O documento também discorre sobre a importância dos Sistemas de Terceira
Geração, em relação ao desenvolvimento das comunicações, seja no âmbito
interpessoal, seja no ambiente de negócios. A disponibilidade da tecnologia
está diretamente correlacionada com o sucesso de todos os elos envolvidos
nesta cadeia de valores, desde as operadoras, até o usuário final, passando
pelos fabricantes de infra-estrutura.
Sumário: 1.Abstrato; 2.Glossário; 3.Sistemas 3G - IMT-2000; 4.Caracterizando
um Sistema W-CDMA; 5.Caracterizando um Sistema CDMA2000; 6.Espectro de RF
para Sistemas 3G; 7.O que acontece com a rede legada?; 8.Coréia: Um breve
Estudo de Caso; 9.Razões pelas quais se deve migrar agora para 3G;
10.ANEXO-1: Características Técnicas de Sistemas CDMA2000; 11.ANEXO-2:
Características Técnicas de Sistemas W-CDMA
[Leia mais]
Dayani Adionel Guimarães
Vejam abaixo dois
trabalhos:
- INTRODUÇÃO ÀS COMUNICAÇÕES MÓVEIS
- SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MÓVEL DE TERCEIRA GERAÇÃO
Dayani Adionel Guimarães
Tutorial
INTRODUÇÃO ÀS COMUNICAÇÕES
MÓVEIS
Este tutorial aborda conceitos básicos relacionados às comunicações
móveis. Os fundamentos relacionados à transmissão de informação nos canais
de rádio móveis via satélite e terrestre, os fenômenos observados nesses
canais e os métodos para viabilização da comunicação nesses ambientes são
descritos. Várias técnicas de acesso em sistemas de comunicação móvel são
também apresentadas. São apresentadas ainda as principais características de
alguns dos sistemas de comunicação móvel existentes e emergentes em todo o
mundo.
[Leia mais]
Dayani Adionel Guimarães
Tutorial
SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MÓVEL
DE TERCEIRA GERAÇÃO
Esse tutorial apresenta uma visão geral sobre os sistemas de comunicação
móvel de terceira geração, denominados simplesmente de 3G. Os atributos
almejados pela 3G são citados e são apresentadas as principais
características das interfaces de rádio (RTTs) propostas à ITU para o padrão
global IMT-2000. São também apresentadas as principais implementações
tecnológicas da 3G, a composição final da família de interfaces de rádio do
IMT-2000 e o caminho de evolução dos atuais sistemas de segunda geração em
direção à 3G. O cenário de padronização do IMT-2000 é abordado, mostrando a
inter-relação entre os vários organismos envolvidos, sendo ainda listadas
algumas recomendações já disponíveis. Finalmente são feitas algumas
indicações de documentos sobre a 3G no Brasil e alguns comentários sobre os
sistemas além da 3G
[Leia mais]
Bluetooth
Painéis em formato Power Point
Download (formato .zip - 760 KB)
Gláucio Lima Siqueira e Maurício Henrique Costa Dias
Considerações sobre os Efeitos à Saúde Humana da
Irradiação Emitida por Antenas de Estações Rádio-Base de Sistemas Celulares
Este trabalho aborda a questão dos
efeitos biológicos da irradiação de rádio-freqüência das antenas de estações
rádio-base (ERB) de sistemas celulares. O assunto tem sido abordado de forma
leviana por publicações não-especializadas de grande penetração na população
em geral, levando a uma histeria que tem se refletido em ações na justiça
contra as operadoras locais e na atuação recente de autoridades municipais
que vêm sendo cobradas para legislar e fiscalizar as ERBs. Diante do quadro
atual, e da experiência própria com medição de campo, nosso grupo de
pesquisa resolveu apresentar uma visão crítica sobre o tema. Inicialmente,
discutem-se os chamados efeitos térmicos, que são os mais conhecidos e
estudados, e formam a base das atuais diretrizes internacionais que
recomendam limiares máximos de exposição à irradiação na faixa de freqüência
dos celulares. Tendo em vista estes limiares, o texto apresenta ainda uma
avaliação teórica sobre os valores típicos de irradiação esperados, e
estimativas baseadas em medições do próprio grupo e de outros pesquisadores.
Um resumo atualizado sobre as recentes pesquisas que tentam associar a
irradiação dos celulares ao câncer e a outros efeitos fisiológicos e
comportamentais também é apresentado. Por fim, é feita uma breve análise
sobre o comportamento da sociedade quanto à esta controversa questão.
[O artigo acima vem
acompanhado de uma série de preciosas Referências (documentos, publicações e
links)]
[Leia mais]
Trabalho acadêmico
REDES 802.11 - Redes locais sem fio que atendem ao ao padrão IEEE 802.11
Introdução Os avanços nas comunicações nos últimos
anos possibilitaram o surgimento de várias tecnologias, que
desde então procuram atender a real necessidade de seus usuários, com a
melhor qualidade possível. Nos últimos anos a comunicação sem fio ganhou um
espaço considerável nas tecnologias de transmissão de dados, deixando de
existir apenas nas comunicações de longa distância (feitas através de
satélite), para fazer parte de ambientes locais. Essa tendência foi
fortalecida pelo investimento de instituições e empresas no sentido de
aplicar a transmissão sem fio em redes de computadores.
Também apostando nessa nova tecnologia, o IEEE (Institute of Electrical
and Eletronics Engeneers) constituiu um grupo de pesquisa para criar
padrões abertos que pudessem tornar a tecnologia sem fio cada vez mais
realidade. Esse projeto, denominado de Padrão IEEE 802.11, nasceu em 1990,
mas ficou inerte por aproximadamente sete anos devido a fatores que não
permitiam que a tecnologia sem fio saísse do papel. Um dos principais
fatores era a baixa taxa de transferência de dados que inicialmente a
tecnologia oferecia, que era em torno de Kbps. De acordo com a elevação
dessa taxa de transferência de dados que passou a atingir Mbps, a rede sem
fio começou a ser vista como uma tecnologia promissora e a receber ainda
mais investimentos para a construção de equipamentos que possibilitassem a
comunicação sem fio entre computadores.
[Leia mais]
Trabalho acadêmico
INVESTIGAÇÕES
SOBRE APLICAÇÕES DE OFDM EM TECNOLOGIA xDSL PARA ACESSO A WEB EM BANDA LARGA
E PARA TV
DIGITAL EM ALTA DEFINIÇÃO
Orientador: Helio Magalhães de Oliveira
Introdução - Este trabalho propõe uma nova investigação da aplicação de
sistemas com portadora múltipla OFDM (Orthogonal Frequency Division
Multiplex) nos contextos de acesso em alta velocidade à Internet via ADSL (Asymmetric
Digital Subscriber Line) e sistemas de Televisão HDTV Digital.
Nosso objetivo é o de estudar os sistemas de modulação multi-portadora OFDM
e investigar a introdução de transformadas de corpo finito ao invés da
transformada discreta de Fourier como um meio de realizar um sistema
multi-portador similar ao OFDM, porém com uma maior eficiência espectral,
pois se trata de uma multiplexação
digital. Por último verificar a potencial aplicabilidade destes novos
sistemas em modems ADSL e televisores digitais, que já adotam o sistema OFDM.
Com a demanda inesgotável por taxas de transmissão cada vez mais elevadas e
com as atuais limitações no espectro, a maior parte dos canais tende hoje a
comportar-se como canais na região limitada em banda, exceto nas
comunicações em fibra óptica. A proposta de um novo sistema com melhor
eficiência espectral torna-se então um grande atrativo.
Pensando nisto, este trabalho aborda em seu primeiro capítulo as teorias e
fundamentos necessários para o leitor poder se familiarizar com o assunto.
O capítulo 2 aborda o tema OFDM. Serão mostradas a técnica de modulação
multi-portadora e as propriedades desta tecnologia, tornando-a tão
importante na aplicação em ADSL e HDTV, assuntos abordados nos dois
capítulos seguintes.
Nos capítulos 5 e 6 abordaremos a Transformada Wavelet contínua e a
discreta, respectivamente, mostrando as suas possíveis aplicações no
dia-a-dia.
Após o leitor estar familiarizado com a tecnologia OFDM, ADSL e HDTV
abordaremos no capítulo 7 o conceito de Corpo Finito, capítulo de extrema
importância neste trabalho, pois fornecerá a base para o entendimento do
tema proposto: o uso de Transformada Wavelet sobre um corpo finito com
possíveis aplicações nas tecnologias
acima descritas.
Por último, no capítulo 8, será mostrado o sistema proposto pelo autor, as
suas possíveis aplicações e as vantagens deste sistema quando comparado com
os sistemas existentes no mercado.
No Apêndice A, as dificuldades encontradas no desenvolvimento deste trabalho
são mencionadas, bem como as atividades paralelas desenvolvidas pelo autor
no período da pesquisa.
No ANEXO, podem-se encontrar provas de alguns teoremas mencionados no
decorrer deste trabalho e podem servir como auxílio na compreensão do texto.
Na seção Bibliografia, as referências bibliográficas usadas para a
elaboração deste trabalho servirão como um complemento para leitores
interessados no tema.
[Leia mais -
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Fernando Neto Botelho
Veja abaixo os seguintes trabalhos:
- A questão da incidência de CIDEs, FUST E FUNTTEL na exportação de serviços
de telecomunicações (Prestação de Serviços Internacionais de
Telecomunicações)
- A inclusão digital e os direitos fundamentais
- Videoconferência na Justiça
- As inconstitucionalidades do Funttel
- Três palestras sobre FUST - Fundo de Universalização dos Serviços de
Telecomunicações
Fernando Neto Botelho
A questão da incidência de CIDEs, FUST E FUNTTEL na exportação de serviços
de telecomunicações (Prestação de Serviços Internacionais de
Telecomunicações)
[06/08/2004]
Introdução:
Recentemente, durante um debate doutrinário-informal, fomos perguntados
sobre a incidência ou não de contribuição tributária - CIDE-Contribuição de
Intervenção no Domínio Econômico - ao FUST e ao FUNTTEL, quando da
exportação de um serviço de telecomunicações, bem como sobre o modo desta
cobrança, se devida, quando dos repasses de quantias, por empresas
brasileiras, a empresas estrangeira, em pagamento de serviços prestados no
exterior.
Ambos os fundos (o FUST e o FUNTTEL) e respectivas CIDEs, constituem, já de
algum tempo, objeto de nossos estudos e trabalhos, dos quais destacamos,
quanto ao FUST, o livro "As Telecomunicações e o FUST", lançado em
2000/2001, pela ed. Del Rey, e o artigo "As Inconstitucionalidades do
FUNTTEL", este publicado pela Revista da ABDT-Associação Brasileira de
Direito Tributário.
A questão presente - a incidência (ou não-incidência) da CIDE/FUST e da CIDE/FUNTTEL,
em serviços internacionais de telecomunicações, além de ligar-se a
interesses do próprio setor das telecomunicações e respectivos contribuintes
potenciais do tributo - os quais, hoje, não só se sujeitam a ambas
incidências tributárias em serviços prestados no âmbito do território
nacional (CIDEs FUST/FUNTTEL), mas intensificam conexões prestacionais (por
voz e dados) com o estrangeiro e respectivas remunerações de uso de redes
estrangeiras - adverte a necessidade de que a eventual exação, por parte do
Estado brasileiro, seja adequadamente conferida e exercitada, ou, exercitada
dentro de parâmetros sustentáveis da legalidade (estrita, em matéria
tributária).
Por esta razão, e ainda que dentro de
um espírito voltado, por ora, para o debate acadêmico e, este, para a
provocação do tema, e não necessariamente para fixação de doutrina
definitiva sobre o assunto, que traz todos os contornos de incerteza que
temas novos usualmente suscitam, consideramos conveniente trazer, aqui,
conceitos e visão que nos pareceram aplicáveis à espécie.
[Leia mais]
Fernando Neto Botelho
Monografia
A inclusão digital e os direitos fundamentais
Trecho da Introdução:
...Em analogia com a conceituação sociológica de "exclusão social", tem
ganho, por isso, espaço, em importância e atenção, nos debates e discussões
implementados sobre o assunto no mundo moderno - globalizado por recursos
telecomunicativos otimizados - o tema da "exclusão digital", alusiva
exatamente à não-inclusão, em abrangência telecomunicativa, de porções
comunitárias expressivas.
Aos "bolsões de miséria social-física" passaram a se equiparar, na retórica
definidora da necessidade de universalização (das telecomunicações), os
"bolsões de miséria digital", uma alusão essencializadora que se extrai do
conceito dos "digit binary", ou, da sigla "bit", a que a última expressão
corresponde para definição do código de representação eletrônica de
produtos/conteúdos (pré-digitalizados) que trafegam pelas mais variadas
redes.
O estudo, então, da universalização, como princípio-vetor das
telecomunicações, equivalerá, antes, ao do próprio exame, no campo da
teletransmissão digitalizada de conteúdos, de mecanismos que reduzam as
desigualdades - eletrônicas e telecomunicativas - regionais e sociais.
À equação segundo a qual "inclusão-digital" equivalerá à universalização irá
se dedicar o tema fulcral desta abordagem, ou, em sentido inverso, à razão
lógica segundo a qual a ausência ou a insuficiência de programas
universalizantes dos benefícios de TI ocasionará, incoercivelmente, fomento
de desigualdades regionais e sociais as mais agudas, pois correlatas da
desigual proporção do próprio fomento positivo que recursos de TI também
produzem.
[Leia mais]
Fernando Neto Botelho
Artigo
Videoconferência na Justiça
Trecho da Introdução:
...A arrojada decisão judiciária fez com que um determinado réu fosse
interrogado, por um Juiz, à distância, ou, como se diz no jargão
tecnológico, remotamente, com do uso de recurso de telecomunicação,
especificamente, de uma videoconferência ("ponto-a-ponto").
Na prática, o Juiz, no fórum, o réu, na prisão, estiveram "juntos",
ciberneticamente, por alguns momentos e para a finalidade de uma específica
"conversa", através de um sistema de telecomunicações que, em tempo real,
colocou-os "tête-a-tête" (com uso de telas e câmeras de vídeo)
Foram trocados, naquele histórico evento "ponto-a-ponto", conteúdos
informativos de repercussão jurídica: perguntas, respostas, esclarecimentos,
dados que trafegaram, de um ponto a outro, por via da tecnologia da
informação que o país hoje disponibiliza, não apenas àquela modalidade de
aplicação público-oficial, mas ao universo da população, por intermédio de
suas prestadoras (operadoras de telecomunicações), conforme regulamento
editado pela agência apropriada (ANATEL).
[Leia mais]
Fernando Neto Botelho
As inconstitucionalidades do Funttel
Está inaugurada a vigência
formal da Lei 10.052, de 28 de novembro de 2.000.
Publicada - no D.O.U. de 29.11.2000 - nela arbitrada "vacatio legis" de 120
dias para o início da vigência em todo o território nacional (art. 9o), a
lei nova tornou-se formalmente aplicável à partir do último dia 29.03.2000.
A despeito da postergação de seu termo inicial de vigência, o seu
regulamento executivo - previsto para ocorrer em cumprimento de seus
mandamentos básicos (art. 8o) - teve antecipada edição, eis que o Executivo
Federal, já em 31.01.2001, isto é, quando ainda em curso o prazo de "vacatio"
da nova lei, fez publicar, no mesmo DOU, o Decreto 3.737, de 30 de janeiro
de 2001, que, dando cumprimento ao art. 8o da lei, incumbe-se de detalhar "modus
operandi" a tornar aplicáveis os novos dispositivos legais.
O decreto assumiu também "vacatio", postergada sua vigência para 28.03.2001
(art. 24 do Decreto 3.737/01).
Portanto, em 29.03.01, tornaram-se vigorantes e formalmente exeqüíveis tanto
as disposições da lei nova quanto as de seu regulamento executivo.
O início de vigência formal da lei, que potencializa a eficácia de seus
novos comandos, determina a análise criteriosa de seus postulados eis que,
introduzidos agora no cenário jurídico nacional, assumem poder de comandar
ou restringir condutas e posturas que venham a adotar o perfil que ela
descreve.
Sobretudo quando se lance a lei nova à disciplina - ou à re-normatização -
de "thema" inserido em competência pré-fixa de Ente Público interno da
Federação, o primeiro exame imposto ao intérprete não diz propriamente com a
análise episódica dos novos institutos e comandos formalmente criados pela
novel prescrição.
O primeiro passo, obra da imposição do Maior Texto do ordenamento jurídico
nacional (art. 59 da CF), deverá ser a aferição de higidez do próprio
critério legislativo e a pontual observância, nele, da hierarquia
delegacional de poderes normativos, que tenha permitido e assegurado, ao
legislador infra-constitucional, impor a nova disciplina.
Noutras palavras, o exame de constitucionalidade essencial - ou material -
da própria lei nova torna-se inerente e prioritário a toda e qualquer
cogitação aplicativa que quanto a ela se implemente.
Desse exame se poderá (ou não) obter a convalidação essencial da norma cuja
vigência formal se positiva com a publicação.
É o exame de fundo - e não apenas de forma - que pavimentará o meio para que
prossiga o complemento cognitivo sobre a higidez dos novos disciplinamentos.
Estabelecida a vigência da lei, e aferida a sua legitimidade essencial -
segundo a regência que a Constituição preveja e comande, como princípio
hierarquicamente superior - apto estará o regramento infra-constitucional
para a geração de efeitos (formais e materiais) que o seu conteúdo adote.
Obstada a convalidação essencial, por divergência temática ou inobservância
de postulado da Constituição, o texto novo infra-constitucional perde em
eficácia material.
A inconstitucionalidade, portanto - ainda que formalmente não localizada (em
virtude de regularidade do processo legislativo) - pode decorrer de
colidência essencial das disciplinas (do Texto da Carta com o texto da lei).
A questão, que aqui tanto importa e que constitui tema central da presente
abordagem, é a de que, ao nível do controle abstrato ou concreto, a aferição
de constitucionalidade (formal e essencial) da lei nova antecede, sempre e
compulsoriamente, o do exame da juridicidade episódica de seu
disciplinamento.
[Leia mais]
Fernando Neto Botelho
Palestra
FUST - Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações
Palestra apresentada na
audiência pública promovida pela Comissão de Seguridade Social e Família do
Congresso Nacional em 09//11/2004.
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Fernando Neto Botelho
Palestra
FUST - Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações
Esta palestra é uma
atualização das palestras realizadas anteriormente (tópico abaixo).
Foi apresentada no dia 13/08/04, na
Secretaria Estadual de Saúde/BH, com presença de integrantes da USP/SP, do
Minicom e Ministério da Educação.
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Fernando Neto Botelho
Palestra
FUST - Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações
Este trabalho constitui tema
de palestra que Fernando Botelho realizou, com esse mesmo título, na Câmara
Americana de Comércio-BH/MG (2001), no lançamento de seu livro intitulado
"As Telecomunicações e o FUST",
- no Auditório Klaus Viana, da Telemar-MG (2001),
- na OAB-MG de Uberlândia-MG (2001),
- no I Telmed-SP (2001),
- na Abetel-RJ (2002),
- no Grupo Algar-Uberlândia/MG (2001),
- na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados-Brasília/DF
(2002), dentre outros locais de debates públicos do FUST.
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Givanildo Francisco da Silva Junior
MONOGRAFIA
WAP – WIRELESS APPLICATION PROTOCOL
Na introdução, o WAP é
situado no contexto histórico-evolutivo das tentativas das empresas em
criarem um padrão. Já no primeiro capítulo é mostrado uma visão geral da
arquitetura WAP, uma comparação desta com o modelo WWW e uma breve
apresentação de suas camadas, além de introduzir o leitor aos primeiros
serviços do WAP. No segundo capítulo, tem-se o detalhamento da camada de
transporte do WAP, o WDP e como ocorre seu tratamento de erros. No terceiro
capítulo, o leitor é introduzido à camada opcional WTLS, que é baseada na
TLS da arquitetura WWW, onde é discorrido todo o processo de estabelecimento
de conexão segura, além de uma breve explicação do Módulo de Identidade WAP. No
quarto capítulo, é feita uma rápida abordagem da camada de transação, a WTP. No
quinto capítulo, o leitor é apresentado ao protocolo de sessão WSP e ao seu
protocolo de serviço. No sexto capítulo é feita um detalhada descrição da
camada de apresentação, WAE e seus serviços, WML, WMLScript, URL e WTA. Por
fim, na conclusão é feita uma breve revisão da obra e as impressões da
pesquisa realizada para composição da monografia.
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TRADUÇÃO
TRUNKING: LTR - LOGIC TRUNKED RADIO
INTRODUÇÃO AO TRUNKING
Gustavo Issi Tormin
ANTENAS DTT (Transmissão Digital de Televisão)
No final da década de 90, tornou-se imperativo que o Reino Unido tivesse uma
rede de DTT - Transmissão Digital de Televisão - instalada num curto espaço
de tempo.
O programa principal de configuração para o transmissor aconteceu entre 1998
e 1999, com penalidades financeiras pesadas para os provedores da
transmissão por atraso na entrega.
Inicialmente previu-se 81 sites, cada um com sistemas de transmissão para
seis multiplex.
Alguns multiplex foram planejados para compartilhar antenas analógicas já
existentes; outros requereram antenas inteiramente novas.
Para projetar com uma solução factível os engenheiros de antenas tiveram que
considerar vários fatores práticos como ganho da antena, força do vento,
largura de banda, impedância, potência máxima admitida e o custo.
Particularmente, novas antenas são limitadas pelo espaço disponível na
estrutura de sustentação (torre) e estas devem geralmente ser mais baixas do
que suas contrapartes análogas que foram instaladas antes no topo da torre.
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Heron Vilela de Oliveira e Silva
Monografia
Protocolos para Mobile Multimedia - MMS / PSS
Introdução - Em março de 2002 houve a
primeira demonstração do serviço de mensagem multimídia – MMS, em uma rede
GSM/GPRS real no Brasil. O MMS (Multimedia Messagin Service / Serviço de
Mensagens Multimídia) é a evolução do SMS (Short Message Service / Mensagens
de Texto) sendo considerado, no mundo dos dispositivos móveis, uma evolução
similar a do DOS para o Windows no mundo dos PCs. O MMS promete oferecer uma
ambiente completo para aplicações multimídia, envolvendo imagens, texto,
áudio, vídeo etc, podendo funcionar nas redes já instaladas. Enquanto nos
serviços de email atuais as diferentes mídias são recebidas como arquivos
atachados, no MMS, as mensagens podem vir acompanhadas de informações sobre
a sincronização e apresentação das diversas mídias enviadas. O MMS é uma
tendência no mercado de comunicação móvel. Os organismos internacionais de
padronização responsáveis pelo MMS são o 3GPP e o WAP Fórum. Os documentos
do 3GPP resumidos neste trabalho são: - 3GPP TS 22.140 MMS Stage 1 (Service
Aspects) - 3GPP TS 23.140 MMS Functional description - 3GPP TS 26.233
Transparent end-to-end packet switched streaming service (PSS) / General
description - 3GPP TS 26.234 Transparent end-to-end packet switched
streaming service (PSS) / Protocols and codecs Os dois primeiros documentos
estão diretamente relacionado ao MMS enquanto os últimos dois fornecem uma
visão do PSS (Streaming). Os documentos do WAP Fórum resumidos neste
trabalho são:- WAP-205 MMS Architecture Overview - WAP-206 Client
Transactions Specification
- WAP-209 MMS Encapsulation Protocol. Estes documentos oferecem desde uma
visão mais abrangente da implementação MMS sobre o WAP até sua especificação
e codificação binária. Em alguns momentos as informações dos diversos
documentos são repetidas ou detalhadas. Sempre que possível as informações
repetidas foram omitidas no texto. A última parte contém comentários e
algumas conclusões do trabalho.
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Trabalho acadêmico
IP MÓVEL - Princípios Fundamentais
Histórico
Em 1991, membros do IETF (Internet Engineering Task Force) coletaram dados
referentes ao crescimento da internet. O resultado concluía que até 1994 os
endereços de internet iriam se esgotar, uma vez que o espaço de
endereçamento é de 32 bits e as tabelas de roteamento estavam se tornando
grandes demais para serem gerenciadas de maneira satisfatória tornando,
assim, as redes mais lentas. Com a adoção de controle de cotas
de domínio esse prazo vem sendo prorrogado para adoção de uma solução mais
eficiente e eficaz, uma vez que a capacidade de processamento dos
computadores também cresce a altas taxas, enquanto que a questão das tabelas
de roteamento continuava. As aplicações para internet começaram
a variar e apresentar novas necessidades, as quais o IPv4 mostrou-se
deficiente. Naquele momento a internet já era acessível a uma parte
considerável da população mundial, novos nichos de mercado foram descobertos
como o e-commerce e vídeo conferências. Atualmente essas necessidades estão
se tornaram mais essenciais, assim como um novo mercado está se abrindo : a
transmissão de dados via comunicação móvel celular a partir da Terceira
Geração de Telefonia Móvel Celular.
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Monografia
TV
INTERATIVA DIGITAL
INTRODUÇÃO - A televisão
digital veio para marcar mais um acontecimento dentro da história da
televisão, desde a estrutura das emissoras, produção de programas,
passando pelos meios de transmissão até chegar ao telespectador que terá
novos recursos e outras possibilidades através desta nova tecnologia.
Neste trabalho buscou-se verificar estes novos conceitos de tecnologia
digital, e fazer uma comparação entre os modelos de
transmissão digital existentes no mundo e do qual um será escolhido para
ser adotado no Brasil. Para confirmar estas novas idéias foi realizada
uma entrevista com um profissional da área de televisão e que está
transcrita neste trabalho.
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Neide Lamanna
Vejam abaixo dois artigos:
- Vem aí a terceira geração
- Indústria corre para ganhar o mercado SMP
Neide Lamanna
Artigo
VEM AÍ A TERCEIRA GERAÇÃO
(Transcrição autorizada da edição de
Agosto/2000 da Revista Nacional de Telecomunicações)
Desde a sua introdução no mercado mundial, o serviço móvel celular vem
surpreendendo o mercado pelo crescimento explosivo e por seu potencial
inovador .
Primeiro, foi a própria possibilidade de comunicação de voz em movimento nas
redes analógicas AMPS (Advanced Mobile Phone Service) de primeira geração,
oferecendo até os serviços de caixa postal e fax.
No entanto, com a rápida evolução tecnológica, em pouco tempo o mundo já
presenciava a introdução das redes digitais de segunda geração em diversos
padrões, as quais permitiram oferecer nos aparelhos móveis, quase a
totalidade dos serviços disponíveis nos terminais fixos avançados e outras
inovações, aliando voz e dados nas diferentes tecnologias digitais, ou seja,
o CDMA (Code Division Multiple Access), o TDMA (Time Division Multiple
Access), o GSM (Global System for Mobile Communications) e o padrão
proprietário japonês PDC (Pacific Digital Cellular).
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Neide Lamanna
Artigo
Indústria corre para ganhar o mercado SMP
(Transcrição autorizada da edição de
Agosto/2000 da Revista Nacional de Telecomunicações)
Fabricantes que defenderam o padrão GSM para a banda C e os que o combateram
mudaram a disputa para outra arena. O que importa, agora, é vender sistemas
para as empresas que começam a operar no ano que vem.
Desde a escolha da Anatel pela freqüência de 1,8 GHz para abrigar as bandas
C, D e E do Serviço Móvel Pessoal (SMP) no Brasil, conhecido
internacionalmente como PCS, a indústria, antes dividida na disputa entre
1,8 GHz e 1,9 GHz, passa a falar a mesma linguagem, correndo contra o tempo
para capacitar-se na tecnologia digital GSM (Global System for Mobile
Communication), a única possível nessas novas bandas.
Assim, quando as operadoras da banda C começarem a investir no projeto e
instalação de suas redes GSM, os grandes provedores de infra-estrutura e
terminais para a telefonia móvel estarão prontos para fornecer a maioria dos
produtos, a partir de suas unidades industriais instaladas no Brasil.
Enquanto não se realiza o leilão, previsto para janeiro de 2001, as empresas
investem no treinamento de técnicos no exterior e preparam suas linhas de
produção para atender à demanda prevista para esse novo serviço. Segundo
estimativa do Paste, o SMP vai representar 20% dos 58 milhões de assinantes
móveis até 2005
[Leia mais]
Artigo
Primeiros passos com GnuPG
Tutorial PGP - Gerando uma nova chave PGP
Introdução
O PGP (abreviação de Pretty Good Privacy, ou Muito Boa Privacidade) é um
programa de criptografia de chave pública altamente seguro, originalmente
escrito por Philip Zimmermann.
Nos últimos anos o PGP conquistou milhares de entusiastas em todo o mundo e
tornou-se de fato um padrão para a criptografia de correio eletrônico.
Segue-se abaixo um tutorial rápido para criar uma chave pública e uma chave
privada.
O tutorial foi baseado no gnupg (gpg). Usuários GNU/Linux e usuários
MS/Windows poderão seguir este tutorial, pois a sintaxe (os comandos) são
relativamente os mesmos.
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Líliam Carla Gaiotto Maluta
Vejam abaixo dois trabalhos:
- Uma abordagem para monitoramento de pacientes em UTIs
- Pesquisa e Projeto de uma Aplicação em Computação Móvel para Monitoramento
de Pacientes em UTI
Líliam Carla Gaiotto Maluta
Monografia
UMA ABORDAGEM PARA MONITORAMENTO DE PACIENTES EM UTIs
A fim de efetivar a
implementação de serviços e novas aplicações no âmbito da computação móvel,
têm surgido várias abordagens como a utilização de IP móvel, Agentes móveis
e a tecnologia WAP. Contudo, o emprego de qualquer ‘técnica’ depende da
plataforma utilizada e dos requisitos pré-estabelecidos ao sistema em
questão. O uso do sistema em aplicações na área da saúde pode vir a
acrescentar maior mobilidade aos usuários (médicos, enfermeiras), rapidez no
atendimento e melhoria na qualidade do serviço. Neste contexto, realizou-se
um estudo na busca de uma sistemática adequada à situação, com o intuito de
utilizá-la mais especificamente no monitoramento de pacientes em UTIs
................................
4. APLICAÇãO
O sistema em questão trata-se de um protótipo, consistindo de uma aplicação
onde o médico intensivista, num primeiro momento, é o responsável pela
alimentação dos dados referentes ao paciente (estado clínico geral, dados
pessoais) e aos quais o especialista pode ter acesso por meio de um celular
(WAP), a fim de que possa prestar um atendimento concomitante. Futuramente,
pretende-se que estes dados sejam coletados de forma automática, através dos
aparelhos, via comunicação serial. Este enfoque é devido a uma alta
incidência de UTIs sem qualquer método automatizado para obtenção dos dados
aferidos pelos aparelhos.
Dentre as sistemáticas abordadas anteriormente neste trabalho, escolheu-se
para implementação o WAP. Através da linguagem WML, WMLScript, somadas ao
PHP e MySQL está sendo elaborada uma página dinâmica, consistindo de decks e
cards em quantidade estritamente necessária e outra para a parte fixa onde
será realizada a inserção dos dados. O emprego do MySQL é devido à
velocidade de acesso e utilização multi-usuário [13]. O sistema de banco de
dados do MySQL pode suportar muitos bancos de dados diferentes, geralmente
um banco de dados por aplicativo
[Leia mais]
Líliam Carla Gaiotto Maluta
Dissertação de Mestrado
Pesquisa e Projeto de uma Aplicação em Computação Móvel para Monitoramento
de Pacientes em UTI
Resumo
A fim de efetivar a implementação de serviços e novas aplicações no âmbito
da computação móvel, têm surgido várias abordagens como a utilização de IP
móvel, Agentes móveis, SMS e a tecnologia WAP. O emprego de qualquer
‘técnica’ depende da plataforma utilizada e dos requisitos pré-estabelecidos
ao sistema em questão. Existem dificuldades e exigências relativas a cada
caso, contudo deve-se priorizar recursos relativos à segurança e
confiabilidade. Em se tratando de sistemas na área da saúde, o uso destas
tecnologias pode vir a acrescentar maior mobilidade aos seus usuários
(médicos, enfermeiras), rapidez no atendimento e melhoria na qualidade do
serviço. A assistência em ambientes de terapia intensiva deve ser constante.
Eventuais intervenções precisam ocorrer ao menor aviso. Assim, este trabalho
apresenta um estudo realizado em busca de uma sistemática adequada a esta
situação, com o intuito de utilizá-la no monitoramento de pacientes em UTI
(Unidades de tratamento intensivo) através de telefones celulares. Após
análise dos componentes envolvidos, optou-se pelo emprego do WAP e SMS, por
ser uma aplicação direcionada a suprir um nicho de mercado existente e,
portanto, utilizar aparelhos e tecnologias disponíveis e em uso no momento.
Utilizou-se a linguagem PHP devido à geração dinâmica das telas, HTML e WML
conforme o caso, e o banco de dados MySQL. Não se pretendeu substituir a
rotina de trabalho atual, mas agregar serviços facilitando o acesso por meio
do browser do celular às informações obtidas dos aparelhos conectados ao
paciente e das aferições realizadas pelas enfermeiras, como também,
possibilitando o envio destas ao médico especialista (avisos SMS), vindo a
agilizar prováveis emergências. De acordo com alguns especialistas da área
médica, o sistema é viável não somente em unidades de tratamento intensivas,
como também em semi-intensivas.
[Leia mais]
Marcelo Yonamime
Artigo
Álbum de Fotos em WAP 1.2.1 e PHP
Introdução
Na primeira versão da tecnologia WAP, as telas dos terminais eram pequenas e
monocromáticas.
Como a tecnologia não anda para trás, hoje temos celulares com telas maiores
e coloridas e capacidade de tirar fotos e até reproduzir vídeos.
Antes de começar a escrever os códigos, vou citar algumas diferenças
importantes do WML em relação ao HTML.
...............................
Até aqui foi mostrado o básico.
Agora vamos editar um script em PHP que vai listar e identificar arquivos de
fotos .jpg e .png em um diretório.
Este script deve mostrar as fotos em miniatura e contar as fotos de cinco em
cinco por página wap dinâmica.
Na verdade o álbum virtual é dividido em dois scripts PHP:
- Um que vai listar os arquivos de foto e fazer a paginação,
- e outro script cuja função é gerar a miniatura da foto.
[Leia mais]
Marcio Eduardo da
Costa Rodrigues
Vejam abaixo dois
trabalhos:
- TELEFONIA CELULAR
- ASPECTOS DE RÁDIO - PROPAGAÇÃO
Marcio Eduardo da Costa Rodrigues
Dissertação de
Mestrado
TELEFONIA CELULAR
Esta dissertação é constituída de um capítulo de apresentação, seguido de
conceitos gerais relativos aos sistemas celulares e uma revisão dos
conceitos de rádio-propagação (em especial no que tange os sistemas
celulares) incluindo uma coletânea de alguns modelos empíricos aplicáveis a
micro e picocélulas.
[Leia mais]
Márcio Eduardo da Costa Rodrigues
Dissertação de Mestrado
(continuação)
ASPECTOS DE RÁDIO - PROPAGAÇÃO
Introdução
Este capítulo apresenta a conceituação básica da rádio-propagação,
iniciando-se pela descrição de mecanismos e características pertinentes a
cada região do espectro de rádio-freqüências. Por serem de maior interesse
neste trabalho, as características de propagação em ambientes celulares
serão exploradas com um maior grau de profundidade, onde será dada especial
atenção aos novos sistemas micro e picocelulares, tanto interiores (indoor)
quanto exteriores (outdoor).
O canal de rádio-propagação, pela sua natureza aleatória e dependente da
faixa de freqüências utilizada, não é de fácil compreensão, exigindo estudos
teóricos e dados estatísticos para sua caracterização. Há três formas
(modos) básicas de propagação, a partir das quais podem ocorrer subdivisões
[Leia mais]
Monografia
MMS – MULTIMEDIA MESSAGING SERVICE
INTRODUÇÃO
..........Com a evolução e o surgimento de novas tecnologias de comunicações
móveis, várias aplicações e serviços vêm sendo implementados por operadoras
de telefonia celular. Novos modelos de terminais já estão sendo fabricados
com as tecnologias necessárias já embutidas, a fim de acompanhar o
crescimento e difusão destes serviços que envolvem principalmente aplicações
multimídia.
Os telefones móveis da chamada terceira geração (3G) constituirão aparelhos
extremamente versáteis que serão capazes não só de possibilitar serviços de,
por exemplo, Short Messaging Service (SMS), ou mensagens curtas de texto,
mas como conseguirá também combinar diversos formatos de mídia como áudio,
texto, imagem e vídeo em uma mesma mensagem, Multimedia Message (MM), ou
mensagem multimídia. Haverá a possibilidade também da sincronização da
apresentação desses conteúdos multimídia na mensagem, assim como numa
apresentação PowerPoint, utilizando-se para isso uma linguagem de
apresentação chamada SMIL que abordaremos posteriormente.
Multimedia Messaging Service (MMS), ou serviço de mensagens multimídia, é um
novo padrão de comunicação especificado pelo 3rd Generation Partnership
Project (3GPP). Com o desenvolvimento desta nova tecnologia, dita como o
“futuro do SMS” ou a “evolução natural do SMS”, novos serviços de valor
agregado poderão ser oferecidos.
[Leia mais]
Maria Luiza de Moraes Melo
"Mensagem-artigo"
Sobre segurança, códigos, escutas e autenticação...
O que é uma rede segura?
Uma rede segura é aquela onde o usuário é quem diz ser (autêntico), que as
informações do usuários são entendidas apenas pelo destino correto (segura)
sem escutas (privacidade), e que a informação transmitida é exatamente a
mesma que a recebida (confiável).
Autenticação
Em redes celulares, a autenticação é relacionada com a clonagem dos
aparelhos.
Além da identidade do terminal móvel na interface aérea (IMSI, MIN, TMSI,
etc) e do número serial do aparelho (ESN) existem outras informações
guardadas pelos terminais e pelos centros de autenticação AuC (maioria
localizados no HLR) atualizadas de maneira dinâmica e que não são acessíveis
para quem manipula os aparelhos. O algoritmo de autenticação dos sistemas
CDMA e GSM é o mesmo, variam alguns parâmetros, mas a ETSI torna obrigatório
que todos os fabricantes de elemento de rede e de terminais GSM/GPRS tenham
a autenticação, cabendo a operadora utilizá-la ou não. Por que não utilizar?
Pura performance! A autenticação torna o processamento de chamadas um pouco
mais lento e isto pode influenciar negativamente os índices de desempenho da
operadora. O resto é lucro.
[Leia mais]
Marcelo Fernandes
Vejam abaixo dois trabalhos:
- Ringback Tones: um serviço cheio de razões para ser um sucesso
- CADA UM É CADA UM - Ou como usar as ferramentas de segmentação para
aumentar a identidade dos clientes com as marcas das operadoras. O resultado
é fidelização
- Multimídia Messaging - Agregando valor ao consumo de serviços de
dados no celular
Marcelo Fernandes
Artigo
Ringback Tones: um serviço cheio de razões para ser um sucesso
O mercado mundial de ringtones (tons
musicais) atualmente vale mais de U$ 2,5 bilhões, segundo estudo do Yankee
Group, gerando receitas para operadoras, indústria de música e empresas
desenvolvedoras do serviço. Para as operadoras que estão buscando uma
solução diferenciada para dados, este serviço popular pode alavancar as
vendas em pouco tempo.
[Leia mais]
Marcelo Fernandes
Artigo
Multimídia Messaging - Agregando valor ao consumo de serviços de dados no
celular
Sábado de tarde, na porta do cinema aparece a indecisão sobre qual filme
assistir. Em cada poster está um número para o envio de SMS - com uma
multimídia message será possível receber de volta, direto no celular, o
trailer do filme de interesse.
Embora este discurso seja futurista o primeiro passo já foi dado, os
serviços de MMS, multimedia messaging, já são uma realidade. Recentemente a
Telenor na Noruega foi a primeira operadora do mundo a oferecer os serviços
para seus assinantes, utilizando sua rede 2,5G (GPRS). Ele já se tornou
possível também aqui no Brasil, com a realização do primeiro teste bem
sucedido do mundo sobre rede CDMA 1xRTT (2,5G) na Telesp Celular.
Hoje, o MMS permite que se envie imagens, som, texto e animações de celular
para celular, da internet para o celular ou vice versa. Estas possibilidades
abrem várias portas para a criação de aplicações focadas no mercado de massa
e nas corporações.
[Leia mais]
Marcelo Fernandes
Artigo
CADA UM É CADA UM - Ou como usar as ferramentas de segmentação para aumentar
a identidade dos clientes com as marcas das operadoras. O resultado é
fidelização
A segmentação de mercado é um modo comprovado de aumentar as vendas e a
fidelidade dos clientes em mercado maduros. O mercado de telecomunicações
não é exceção. As operadoras na América Latina não podem mais se basear nas
ondas de aquisição de novos usuários para aumentar suas receitas. O alto
custo de aquisição de clientes faz com que a retenção e maximização das
receitas dos clientes sejam críticas.
A segmentação do nosso mercado não é exatamente uma novidade. As operadoras
móveis têm diferenciado o tratamento a seus clientes baseadas no critério da
forma de pagamento (pré ou pós pago). Apesar de esta segmentação ter sido
necessária devido à limitações tecnológicas, atualmente soluções mais
avançadas e sistemas de billing permitem que se forneçam os serviços para
todos os clientes. Isso cria oportunidades para as operadoras "atacarem"
segmentos expressivos baseados nos padrões de uso, informações demográficas
ou psicográficas. Através da compreensão dos hábitos dos seus clientes, as
operadoras podem criar segmentos que refletem a identidade do usuário
gerando fidelidade à marca.
[Leia mais]
Marcelo André Frizzo
Vejam abaixo dois trabalhos:
- MMSC - Multimedia Messaging Service Center
- USSD - Unstructured Supplementary Service Data
Marcelo André Frizzo
Artigo
MMSC - Multimedia Messaging Service Center
O Multimedia Messaging Center é o que podemos chamar de "evolução natural"
para a plataforma SMSC. Enquanto o SMSC é responsável pelo tratamento de
mensagens de texto (com comprimento limitado) a plataforma MMSC permite
agregar valor ao tráfego de mensagens, possibilitando o uso de combinações
de formatos de mídia, tais como: imagem, som e vídeo entre outros.
Definido pelo 3GPP com interações e contribuições do WAP Forum, as conversas
sobre a padronização iniciaram-se no final de 1998, com efetivos trabalhos
no verão europeu de 1999. As conversas sobre padronização terminaram por
definir um sub-conjunto de "standards", que foram nomeados iniciando por
MM1, MM2...
Cada um destes "standards" é responsável por definir claramente um certo
conjunto de especificações, de maneira, que ao final, somando-se estas
individualidades o sistema seja capaz de trabalhar de forma transparente e
como uma entidade única.
Apenas como exemplo, a especificação "MM3" é responsável pelo tratamento de
e-mails, enquanto que a especificação "MM4" fornece todas as regras para
fins de inte-MMSC (para garantir a interoperabilidade entre diferentes
plataformas MMSC de diferentes fabricantes).
[Leia mais]
Marcelo André Frizzo
Artigo
USSD - Unstructured Supplementary Service Data
O que é USSD?
USSD trata-se de uma modalidade de serviço de envio de mensagens curtas para
o celular cuja especificação original não foi feita pelo ETSI.
Grosseiramente, poderíamos dizer que o USSD é um parente do famoso SMS
(Short Message System). Na prática USSD e SMS complementam-se, uma vez que
apresentam características ligeiramente diferentes.
A implementação comercial do USSD foi definida em duas fases. Na primeira
fase, a comunicação só poderia ser originada a partir do telefone do
assinante (sob demanda), enquanto que na fase 2 (implementações atuais) a
comunicação pode ser estabelecida pela aplicação.
USSD x SMS: Particularidades e Diferenças
Como primeira diferença entre SMS e USSD podemos citar que uma short message
apresenta limitação de 160 caracteres, ao passo que a mensagem enviada pelo
USSD pode ter até 180 caracteres alfanuméricos (mundo ocidental). Assim como
quando uma mensagem é enviada para o assinante via SMS, soará um alerta
quando o envio for feito por USSD, porém o assinante não precisa percorrer
menus para encontrar a mensagem, a mesma será exibida espontaneamente.
[Leia mais]
Aderbal Bonturi Pereira
Artigo
Telefones Celulares e Estações Rádio-Base - Atualização sobre Pesquisas
Alguns dos primeiros estudos relacionando ondas de rádio à saúde foram
conduzidos pelo cientista francês Jaques-Arsenè d’Arsonval, no início do
século XIX.
Este fato pouco conhecido demonstra que os efeitos das ondas de rádio vêm
sendo estudados há bastante tempo, o que faz com que hoje já contemos com um
banco de dados bastante extenso sobre o tema.
As pesquisas atualmente em curso continuam a aprofundar nosso conhecimento e
a ampliar essa base de informação e consulta, para que cientistas e
autoridades de saúde tenham condições de fornecer orientações apropriadas e
relevantes para as novas aplicações.
Qual é o posicionamento científico mais recente?
[Leia mais]
Marcelo dos Santos
Monografia
Sistema Móvel Celular – SMC - Sumário
A Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) define o SMC como:
"Serviço móvel celular é o serviço de telecomunicações móvel terrestre,
aberto à correspondência pública, que utiliza sistema de radio comunicações
com técnica celular, inter conectado à rede pública de telecomunicações, e
acessado por meio de terminais portáteis, transportáveis ou veiculares, de
uso individual".
No Brasil o SMC opera na faixa de freqüências de 800 MHz (ou 0,8 GHz).
É o serviço celular que estamos utilizando hoje.
[Leia mais]
Náiade Souza Di Rocha
Vejam abaixo os trabalhos:
- RING TONE
- 3G - TERCEIRA GERAÇÃO DA TELEFONIA MÓVEL
- GSM - Global System for Mobile Communications
- A HISTÓRIA DA TELEFONIA CELULAR NO BRASIL
- As novas Operadoras que invadem o mercado de telefonia celular
- SAIBA QUAL FOI O PRIMEIRO CELULAR
- UMTS / W-CDMA
Náiade Souza Di Rocha
Artigo
RING TONE
Como o número de celulares vem crescendo abruptamente, os usuários de
telefones móveis estão enfrentando um problema: tipos de toques similares.
Embora haja diferentes tipos de toques de um modelo de celular para outro,
as pessoas tendem a gostar de um mesmo toque.
Em transportes públicos, shoppings, restaurantes, enfim, em locais com
grande volume de pessoas, um celular tocando cria um grande embaraço, pois
não se sabe de qual aparelho vem o toque. As pessoas se vêem então obrigadas
a abrir suas bolsas para verificar seus telefones.
Este problema real levou algumas empresas a disponibilizarem, seja de forma
gratuita ou paga, novos tipos de toques. Esses novos toques podem ser de sua
música predileta a uma música de um filme conhecido.
[Leia mais]
Náiade Souza Di Rocha
Artigo
3G - TERCEIRA GERAÇÃO DA TELEFONIA MÓVEL
Até agora, comunicação móvel tem sido sinônimo de voz. O celular tem sido
utilizado essencialmente como meio de superar a distância física e comunicar
oralmente com outras pessoas.
A próxima geração de tecnologia digital tem como objetivo imediato fornecer
uma gama de serviços de transferência de voz, texto e dados em alta
velocidade. Velocidade esta que será aumentada de uma taxa de transmissão de
9,5 Kbps para 2Mbps.
[Leia mais]
Náiade Souza Di Rocha
Artigo
GSM - Global System for Mobile Communications
Chega ao mercado brasileiro no próximo ano, a terceira geração de celulares
com a utilização da tecnologia européia GSM (Global System for Mobile
Communications).
O padrão GSM surgiu na Europa, no início dos anos 80, como uma alternativa
de unificação das tecnologias de telefonia celular.
Antes do GSM, definitivamente implantado em 92, era o caos. Os mais de 40
países que então integravam o mapa do Velho Mundo utilizava, cada um, sua
própria tecnologia de comunicação, todas incompatíveis entre si, que tornava
inviável a comunicação nos limites do continente e dele com os países dos
demais blocos geopolíticos e econômicos.
[Leia mais]
Náiade Souza Di Rocha
Artigo
A HISTÓRIA DA TELEFONIA CELULAR NO BRASIL
A telefonia móvel foi introduzida no Brasil em 1972, por um sistema anterior
à tecnologia celular, um sistema de baixa capacidade, com tecnologia IMTS (Improved
Mobile Telephone System).
Instalado em Brasília esse sistema continha apenas 150 terminais.
Em 1984, deu-se início à análise de sistemas de tecnologia celular sendo
definido o padrão americano, analógico AMPS (Advanced Mobile Phone System ou
Sistema de Comunicação de Telefonia Celular), como modelo a ser introduzido
(foi implantado, também, em todos os outros países do continente americano e
em alguns países da Ásia e Austrália).
[Leia mais]
Náiade Souza Di Rocha
Artigo
As novas Operadoras que invadem o mercado de telefonia celular
A regulamentação do SMP (Serviço Móvel Pessoal) no Brasil, das bandas “C”,
”D”, “E” nas Regiões I, compreendida pelos estados de RJ, ES, MG, AM, RR,
AP, PA, MA, BH, SE, PI, CE, RN, PB, PE, AL; Região II, compreendida pelos
estados de PR, SC, RS, GO, TO, MS, RO, SC, DF; e Região III - SP, vem
chegando em seus ajustes finais.
As empresas autorizadas a operar as bandas ”D” e “E” do SMP foram a Telecom
Itália Móbile (TIM) e a Oi da Tele Norte Leste PCS S/A (TNL). O início de
suas operações depende da antecipação de metas pela controladora Telemar e
pela coligada Brasil Telecom, respectivamente da Oi e da TIM. Mas a previsão
de operação comercial é para abril próximo. Essas duas empresas se somarão
às outras 42 atuais do Serviço Móvel Celular (SMC) – bandas “A” e “B”.
[Leia mais]
Náiade Souza Di Rocha
Artigo
SAIBA QUAL FOI O PRIMEIRO CELULAR
O conceito de comunicações móveis utilizando uma rede celular nasceu em
1947, dentro da Bell Laboratories, o departamento de pesquisa da AT&T, única
operadora norte-americana na época. A idéia inicial não era realizável
devido a dificuldades na disponibilização de espectro de rádio por parte das
autoridades. Mas a partir de 1960, a Bell Labs e a Motorola começaram a
estudar o conceito e a procurar colocá-lo em prática.
Em 1970, a FCC (Federal Communication Commission) havia atribuído
freqüências para serem utilizadas em sistemas móveis de rádio em terra. A
corrida ao celular foi vencida pela Motorola a 03 de Abril de 1973: Martin
Cooper, então Gerente geral da Motorola, fez a primeira chamada de um
telemóvel do mundo através do protótipo Dyna-Tac. Cooper entrou para a
história não só como sendo o primeiro utilizador, mas também por ser
considerado como o inventor deste novo meio de comunicação.
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Náiade Souza Di Rocha
Artigo
UMTS / W-CDMA
O UMTS (Universal Mobile Telecommunications System - Sistema de
Telecomunicações Móveis Universal de grande largura de banda) é o sistema
tecnológico que será utilizado na Europa pela 3ª geração de celulares.
Integrado num projeto de criar um "padrão" que possa ser utilizado
mundialmente, o UMTS deverá alterar a forma como os celulares são utilizados
atualmente, ao permitir capacidades multimídia e um acesso ilimitado à
Internet.
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Marilson Duarte Soares
Vejam abaixo os trabalhos:
- SISTEMAS MÓVEIS E SAÚDE
- WLAN / PWLAN PODE SUBSTITUIR A TERCEIRA GERAÇÃO (UMTS) OU SERÁ MAIS UMA
TECNOLOGIA?
- Conheça os problemas de segurança de sua "velha telefonia móvel" e veja as
vantagens na "comunicação móvel" com o GSM
- EDGE, uma realidade que você precisa conhecer
- Por quê, como e quando migrar ao GSM
- Wireless Modules:Ampliando seus negócios GSM
Marilson Duarte Soares
Artigo
SISTEMAS MÓVEIS E SAÚDE
Com o crescimento dos usuários de telefones celulares, é natural que surjam
dúvidas sobre saúde e segurança no uso diário de tais aparelhos. Em 1997, o
número de aparelhos no mundo girava em torno de 150 milhões e nos dias
atuais pode-se observar números em torno de 1 bilhão. O aumento dos usuários
implica na melhoria da cobertura dos sistemas, com um respectivo crescimento
do número de antenas instaladas em torres e postes, gerando uma maior
atenção e questionamento por parte da sociedade.
Estudos procuram garantir o bem estar da população mundial, apontando
limites seguros para exposição às ondas eletromagnéticas dos celulares e das
ERB's (Estações Rádio Base), mas é importante verificar qual a fonte de tais
estudos, afinal uma parte dos boatos sobre malefícios acabam tendo origem em
trabalhos científicos não compreendidos, ou não reconhecidos, sendo a
maioria deles impossíveis de serem reproduzidos por outros pesquisadores.
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Marilson Duarte Soares
Artigo
WLAN / PWLAN PODE SUBSTITUIR A TERCEIRA GERAÇÃO (UMTS) OU SERÁ MAIS UMA
TECNOLOGIA?
Nota do autor: A partir de 2000, a tecnologia WLAN / PWLAN, através de
aplicações conhecidas como “hotspots” passaram a ocupar espaços em centros
de convenções, hotéis, “shopping”, restaurantes, “coffee shops” e
aeroportos, dando início a uma nova era, com aplicações voltadas aos
serviços públicos, criando uma “pseudo” idéia de competição com a terceira
geração de comunicações móveis (UMTS).
Portanto, nesse artigo vamos procurar explicar de forma detalhada a
tecnologia WLAN / PWLAN, apresentando suas faixas, reais capacidades e
serviços. Desta forma, poderemos perceber que essa tecnologia ainda terá
definições técnicas e regulatórias importantes para realmente ocupar um
espaço importante nas comunicações mundiais e observaremos seu caráter
complementar as redes móveis celulares. MDS
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Marilson Duarte Soares e Eduardo
Nascimento Lima
Artigo
Conheça os problemas de segurança de sua "velha telefonia móvel" e veja as
vantagens na "comunicação móvel" com o GSM
Introdução A população brasileira passou a observar nos últimos anos os
anúncios nos meios de comunicação sobre a evolução da área genética com
prováveis clonagens de animais e plantas. Com o passar dos anos também
verificamos o emprego da clonagem nos equipamentos de comunicações móveis,
gerando grandes prejuízos para as operadoras e para seus usuários que
passaram a ter enormes dores de cabeça para identificar e até mesmo se
livrar das contas geradas através de aparelhos clonados que utilizavam seus
números.
Os sistemas celulares iniciaram com a tecnologia analógica, sendo o AMPS (Advanced
Mobile Phone System) o padrão conhecido na América Latina. Clonagens de
aparelhos celulares são possíveis através dessa base analógica que ainda
existe no Brasil. Aparentemente, os sistemas digitais TDMA e CDMA estariam
mais imunes a este tipo de problema, mas como no Brasil o CDMA existe
somente em algumas áreas, em função de apenas algumas operadoras o terem
adotado, sua clonagem ocorre facilmente no momento de “roaming” para uma
área que não possui a tecnologia CDMA, pois tanto o sistema CDMA quanto o
TDMA, no Brasil, para viabilizar o “roaming” entre eles, somente o fazem
usando a tecnologia AMPS.
[Leia mais]
Adriano Rodrigues Santos Oliveira,
Eduardo Nascimento Lima e Marilson Duarte Soares
Informe técnico
EDGE, uma realidade que você precisa conhecer
Introdução - As transformações por que vêm passando a sociedade rumo à nova
era da "sociedade da informação", bem como a grande velocidade com que têm
ocorrido os avanços tecnológicos nos últimos tempos, refletem-se no setor de
telecomunicações sob a permanente evolução de seus sistemas e a conseqüente
enxurrada de informações e contra-informações lançadas ao mercado. O grande
número de novas siglas e conceitos que têm sido divulgados no mercado a
respeito da evolução dos padrões móveis, muitas vezes com pouca clareza e
até mesmo erros conceituais, nos estimularam a produzir este informativo
destinado aos colegas da área de telecomunicações que ,esperamos, possa
contribuir para desmistificar um pouco o tema. Nesse trabalho vamos abordar
a evolução do GSM/GPRS/EDGE e suas principais implicações na rede,
apresentando com detalhes os conceitos básicos do EDGE, ou seja, sua
composição e seus principais componentes. Com esse entendimento, o leitor
poderá analisar as informações atualmente apresentadas no mercado e também
terá condição de avaliar os benefícios de uma evolução para uma rede EDGE.
[Leia mais]
Eduardo Nascimento Lima e Marilson Duarte Soares
Artigo
Por quê, como e quando migrar ao GSM
Introdução: O cenário tecnológico em que vivemos tem se caracterizado por
ciclos de vida dos produtos cada vez mais curtos.
Isto leva à necessidade de atuação em mercados mais abrangentes, buscando-se
elevados volumes de venda que suportem os custos de desenvolvimento
ascendentes. Este é um dos fatores básicos de sobrevivência na era da
globalização, resultando em um menor número de empresas cada vez maiores e
mais poderosas, fruto de fusões e aquisições. Nesta nova aldeia global não
há espaço para aventuras irresponsáveis, nem tão pouco para soluções
isolacionistas. No turbulento e dinâmico mundo das telecomunicações móveis
temos presenciado permanentes alterações no mercado. A última grande
alteração diz respeito à "morte súbita" do TDMA-IS136. Praticamente restrito
às Américas, e com "market share" de cerca de 10% do total de usuários de
padrões móveis digitais no mundo, o TDMA-IS136 teve sua morte final
decretada pelo abandono dos investimentos em sua evolução rumo à terceira
geração das comunicações móveis. Diante deste cenário, as operadoras TDMA,
órfãs de tecnologia e atordoadas em meio às dezenas de "papers" pouco
esclarecedores que andam circulando no mercado, perguntam-se o que fazer.
Para piorar a situação, as operadoras móveis brasileiras, estarrecidas
diante da iminente ameaça oferecida pela entrada das novas operadoras do SMP
utilizando a tecnologia GSM, debruçam-se em estudos e cálculos em busca de
uma resposta.
Com o intuito de auxiliar as empresas que estão realizando esses estudos,
buscaremos com nosso trabalho compartilhar as razões lógicas e concretas
pelas quais defendemos abertamente a migração ao padrão GSM e sua rota
evolutiva GPRS/EDGE/UMTS, procurando responder POR QUÊ, COMO e QUANDO migrar
ao GSM?
[Leia mais]
Eduardo Nascimento Lima, Marilson Duarte
Soares e Michelle P. Fernandes
Artigo
Wireless Modules:Ampliando seus negócios GSM
Alinhando-se às mudanças das necessidades de consumo de seus clientes, o
setor de telecomunicações móveis estará num futuro próximo, ampliando sua
base de serviços prestados.
Entender a dinâmica desta nova realidade é criar condições de
competitividade e de aproveitamento das oportunidades de negócios.
Produtos e serviços que anos atrás pareciam sonhos passaram a se tornar uma
realidade. A utilização da rede móvel para serviços de localização,
telemetria, segurança, entre outros, através de "Wireless Modules" poderão
otimizar o uso de uma infra-estrutura já existente e principalmente aumentar
a receita das operadoras.
Neste Informativo buscaremos responder aos seguintes tópicos:
- Conceito: o que são "Wireless Modules" ?
- Aplicações: onde e para que "Wireless Modules" são utilizados?
- A cadeia "Wireless Modules": como os principais participantes deste
negócio sofrem os impactos?
[Leia mais]
João Bosco
Silvino Júnior
SMPP - SHORT MESSAGE PEER TO PEER - PROTOCOLOS E APLICAÇÕES
O protocolo SMPP (Short Message Peer to Peer) é um protocolo aberto,
desenvolvido para proporcionar uma interface para a comunicação de dados
flexível, para a transferência de short messages entre um Short Message
Center (SMSC), GSM USSD (Unstructured Supplementary Services Data) ou outro
tipo qualquer de message center, e uma aplicação SMS, como por exemplo, uma
plataforma de Voice Mail, servidor de E-mail, Servidor Proxy WAP ou outra
gateway de mensagens qualquer.
Nota: O protocolo SMPP utiliza o termo SMSC (Short Message Service Center)
quando se refere à entidade servidora da conexão SMPP. No caso da entidade
cliente da conexão SMPP, o nome adotado pelo protocolo é ESME (External
Short Message Entity)
A versão V3.4 do protocolo SMPP contempla, dentre outras, as seguintes
tecnologias:
- ANSI-136 (TDMA)
- IS-95 (CDMA)
- iDEN
O protocolo SMPP permite:
[Leia mais]
Carlos
Camarão de Figueiredo e Luiz Hamilton Ribeiro
Leite Soares
Artigo
Um estudo sobre SMS:
PADRONIZAÇÃO
DE "SHORT CODES", PROBLEMAS E O PROTOCOLO SMPP 5.0
.................
2. Short Code
Os serviços SMS comunicam-se com as operadoras de telefonia móvel através de
uma large account ou short code. Para exemplificar, pode-se citar a Telemig
Celular, que tem um número específico para suas aplicações via SMS, que é o
número 500. Se o cliente desta operadora enviar uma mensagem em branco
através de um celular para o número 500, o usuário receberá um menu com
instruções de como acessar os serviços disponíveis.
Short codes são números que podem ter 1 ou 20 dígitos. Eles permitem
redirecionar uma requisição para uma aplicação que esteja dentro ou fora da
rede da operadora.
As operadoras podem oferecer hoje 2 tipos de short codes:
- Destination Short Codes:
A requisição de um serviço SMS é direcionado de acordo com o endereço de
destino da mensagem original.
- Embedded Short Codes:
A operadora utiliza um short code para todas as suas aplicações SMS. A
aplicação destino é identificada pelo corpo da mensagem. Geralmente, é
identificada pela primeira palavra da mensagem.
O short code é importante porque permite que os usuários das operadoras
utilizem facilmente serviços e aplicações com valores agregados. Também
permite um aumento das receitas das operadoras, com cobranças diferenciadas
de cada serviço SMS.
[Leia mais]
Giuliano
Sposito
Artigo
DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES WAP
Este documento tem como objetivo iniciar um desenvolvedor com experiência em
aplicações WEB à construção de aplicações WAP (acessadas por dispositivos
sem fio). Faremos o leitor entrar em contato com os conceitos básicos da
tecnologia WAP - arquitetura e funcionamento, destacando também os
principais aspectos do protocolo WML/WMLS - para escrita de "decks" WAP.
[Leia mais]
Ademar Castro Teixeira,
José Heráclito
Monteiro de Castro, Marco Antonio Dias Campelo e
Vanessa Esteves Bessa
Moreira
Projeto final de graduação
wapSERVICES - SISTEMA DE CONSULTA ON LINE A SERVIÇOS
Introdução A proposta de desenvolvimento do wapServices (consulta online a
serviços através da utilização de aparelhos de telefonia celular com suporte
à tecnologia WAP) surge em um momento em que os requisitos exigidos pelos
usuários, em relação a um produto cuja finalidade é consulta a informações,
são: rapidez e confiabilidade nas informações, facilidade e praticidade de
utilização, poder usufruir em qualquer lugar e que esteja disponível 24
horas por dia e 7 dias na semana.
[arquivo
.zip (760KB) - download]
Alessandra Oliveira,
Angélica Maricato
da Costa, Daniela Rabelo,
Ivan de Gusmão Apolônio,
Patrícia Elaine da Silva
Trabalho Acadêmico
A TECNOLOGIA WAP NO BRASIL
Download do trabalho em formato pdf :
http://www.wirelessbrasil.org/wirelessbr/colaboradores/tcc_wap/tcc_wap.zip
Tom Jones Moreira de Assis
Vejam abaixo os seguintes artigos:
- IPv6 provendo Mobilidade e Interatividade para a TV Digital
- TV Digital - A nova fronteira
- Um brve estudo sobre 8VSB/COFDM
- Fundamentos do teorema de NYQUIST e sua aplicação nas transmissões igitais
- As siglas da TV Digital
- O caminho da TV Digital passa pelo bolso dos telespectadores
Tom Jones Moreira de Assis
Artigo
TV DIGITAL - A NOVA FRONTEIRA
INTRODUÇÃO
A TV digital é a nova tecnologia de televisão que, ao longo dos próximos
anos, substituirá a atual televisão analógica .
Com a TV digital, o telespectador vai ter em casa uma imagem DVD com até
cinco vezes a resolução da imagem atual - este é um dos aspectos da TV de
alta definição (HDTV) - e som com qualidade de CD.
A TV analógica em relação a seu aspecto de 4:3 possui uma resolução que
podemos comparar com o antigo cinema de 16mm, que tem aproximadamente
125.000 elementos de imagem por quadro.
Um dos aspectos inovadores da TV digital é o formato de tela e a qualidade
de resolução de imagem.
A resolução de imagem esta ligada diretamente a dois componentes que são:
- a resolução espacial ( que é deefinida pelo número de pixels) e
- a resolução temporal que é a quantidadde de quadros por segundo.
Isso nos dá a possibilidade de amostrar a imagem em 2 categorias básicas que
são elas:
[Leia mais]
Tom Jones Moreira de Assis
Artigo
IPv6 provendo Mobilidade e Interatividade para a TV Digital
Introdução
Muito se tem discutido sobre TV Digital e seu uso como principal solução
para a "Inclusão Digital".
Porém poucos textos têm tratado do assunto "interatividade" como um dos
caminhos para essa inclusão. E mais, se ela será realmente possível ou não.
Para que possamos realmente alcançar a inclusão digital e levarmos a
interatividade a todos, as "caixas digitais" precisam ser realmente
interativas, pois estamos num país com 54 milhões de aparelhos de TV, dos
quais 45 milhões só tem acesso à TV aberta; e desses 45 milhões de
televisores, quase a metade é de 14 polegadas com antenas internas (1).
Todos esses dados nos mostram um abismo social entre as classes.
O fato de termos 22 milhões de aparelhos com antena interna, nos remete à
necessidade de robustez do sistema, pois em TV Digital ou você tem imagem ou
não tem (sinais digitais são formados por bits de 0 e 1).
Outro fator é que enquanto apenas 15% dos domicílios possuem algum tipo de
"TV paga" (seja cabo ou MMDS); os outros 85% só tem acesso à tv aberta, e é
no canal de retorno (bidirecionalidade) da TV Digital que está a verdadeira
possibilidade de se diminuir esse abismo social.
[Leia mais]
Tom Jones Moreira de Assis
Artigo
UM BREVE ESTUDO SOBRE 8VSB/COFDM
Introdução - A crise do mercado
Antes de iniciar este breve estudo, acredito que caibam aqui, algumas
palavras sobre a atual crise do setor de telecomunicações como um todo.
[Leia mais]
Iniciando o estudo
Decidi começar esse estudo com uma pergunta que recebi de um leitor, pois
acredito que muitos tenham tido a mesma duvida.
Já que a modulação é estritamente analógica como ela pode ser usada pelos 3
padrões de transmissão de tv digital?
[Leia mais]
Tom Jones Moreira de Assis
Artigo
FUNDAMENTOS DA TEOREMA DE NYQUIST E SUA APLICAÇÃO NAS TRANSMISSÕES DIGITAIS
Tom Jones Moreira de Assis
Artigo
As siglas da TV DIGITAL
Tom Jones Moreira de Assis
Artigo
O CAMINHO DA TV DIGITAL PASSA PELO BOLSO DOS TELESPECTADORES
ARTIGO
Serviços de Valor Adicionado - Algo mais que serviços de voz!!!!
Sumário:
INTRODUÇÃO -
SMSC -
WAP -
WAP PUSH -
MMSC -
M-EMAIL -
VMS -
PORTAL DE VOZ -
URA -
CENTRAL DE ATENDIMENTO -
LBS -
J2ME -
BREW -
DOWNLOAD FUN -
MOBILE INSTANT MESSAGING -
MOBILE CHAT -
PRESENCE SERVER -
CBS - CELL BROADCAST SYSTEM -
INTEGRAÇÃO COM PLATAFORMAS DE PRÉ-PAGOS -
MODELO DE NEGÓCIO COM DIVISÃO DE LUCROS -
COMUNICAÇÃO POR PACOTES -
CONCLUSÃO
1. Introdução - Entendemos os serviços de valor adicionados como algo mais
que apenas serviços de voz, isto tanto do ponto de vista do assinante
(aplicações) quanto da operadora (negócio).
· O assinante entende os serviços de valor adicionados como algo a mais que
apenas voz, porque consegue, através de conexões que utilizava apenas para
se comunicar via voz, enviar dados (WAP ou SMS, por exemplo) e atingir
serviços que não são apenas uma simples conexão de voz entre duas pessoas.
Vocês verão adiante que estes serviços atingem soluções muitas vezes
inacreditáveis.
· Já para a operadora, os serviços de valor adicionados representam uma
tarifação sobre o valor já cobrado das chamadas de voz, configurando assim
uma recuperação do ARPU (média de uso de serviços por assinante) de voz que
as operadoras estão vendo reduzir com o passar do tempo. O ARPU por
assinante passa a ser composto por uma nova parcela que não é simplesmente
voz e sim serviços de valor adicionados.
[Leia mais]
Alexandre Carlos Vilarinho de Oliveira, Cláudia Jacy Barenco Abbas, Rafael Timóteo de Sousa Jr, Regina Tsujiguchi, Ricardo Staciarini Puttini e Vinícius Maia Pacheco
ARTIGO
A Virtual High-Speed Network Laboratory
Abstract. This paper
describes a laboratory environment and its WWW access and management
application that together
constitute a virtual laboratory developed to allow distance teaching/learning
of QoS through the testing and experimentation
of DiffServ/MPLS QoS configurations. The laboratory is composed by personal
computers with Intel processors running the
RSVP-TE daemon for DiffServ over MPLS under the Linux operating system. This
paper describes the construction, configuration
and optimization of this Virtual Laboratory as well as some theoretical
concepts and real experiments implemented
during the project. Motivations for the creation of this laboratory include
its low cost, which is an important factor in
a teaching environment, and the access to the environment from Internet web
browsers allowing users to remotely learn
about QoS.
[arquivo pdf - download]
Webes
Pacheco
Tutorial
LINK BUDGET
Escopo
A análise de link budget é uma das etapas do Planejamento Celular (Cell
Planning) e uma das principais por determinar uma série de fatores tais como
área de cobertura, estimativa do raio da célula, estimativa do número de
células necessárias para atender uma determinada região.
Neste documento será abordado apenas o cálculo de link budget de uma maneira
prática utilizando-se para isto os resultados da Teoria de Comunicações
Móveis, sem entretanto, nos aprofundarmos nela e sem perda de generalidade.
[Leia mais]
Artigo
PROTOCOLOS DE ALTA VELOCIDADE
Introdução: O presente
artigo tem como objetivo descrever os protocolos de alta velocidade
atualmente utilizados em redes de comunicação de dados e voz. Na primeira
parte será feita uma breve explicação do significado e para que são usados
os protocolos nas redes de telecomunicações. Após, será feita uma descrição
e análise dos principais pontos que devem ser levados em conta na
implementação dos protocolos de alta velocidade, comparando-se as diferenças
fundamentais nas características técnicas dos protocolos atuais e o que
deles pode ser aproveitado para se implementar os protocolos de alta
velocidade. Após, será feita uma descrição individual dos principais
protocolos de alta velocidade utilizados nas redes atuais.
Conteúdo: PROTOCOLOS DE COMUNICAÇÃO -
FUNDAMENTOS TÉCNICOS DOS PROTOCOLOS DE ALTA VELOCIDADE - PROTOCOLOS DE REDES
COM SATÉLITES - PROTOCOLOS DE ACESSO EM REDES ÓTICAS - PROTOCOLO SDLC -
PROTOCOLO HDLC - PDH - HIERARQUIA DIGITAL PLESIÓCRONA - SDH - HIERARQUIA
DIGITAL SÍNCRONA - SONET (SYNCHRONOUS OPTICAL NETWORK) - PROTOCOLO ANSI
X3T9.5 (FDDI - FIBER DISTRIBUTED DATA INTERFACE) - HIPPI - HIGH PERFORMANCE
PARALLEL INTERFACE - PROTOCOLO X-25 - RDSI (REDE DIGITAL DE SERVIÇOS
INTEGRADOS) - FRAME RELAY - CELL-RELAY - FAST PACKET SWITCHING - PROTOCOLOS
ETHERNET - PROTOCOLOS IEEE 802.X (IEEE 802.3 100BASE-T (FAST ETHERNET)
PROTOCOLO 100BASET4 - PROTOCOLOS 100BASETX E 100BASEFX - PROTOCOLO IEEE
802.4 (TOKEN BUS) - PROTOCOLO IEEE 802.5 (TOKEN RING) - PROTOCOLO IEEE 802.6
(DQDB - DISTRIBUTED QUEUE DUAL BUS) - IEEE 802.9 (ETHERNET ISÓCRONA)) - SMDS
- SWITCHED MULTIMEGABIT DATA SERVICES - PROTOCOLOS GIGABIT ETHERNET -
PROTOCOLO 10 GIGABIT ETHERNET - CABLE MODEMS - ADSL - ASYMMETRIC DIGITAL
SUBSCRIBER LINE - ATM (ASSYNCRONOUS TRANSFER MODE)- PROTOCOLO 1XEV-DO PARA
REDES WIRELESS)
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Eduardo Prado
Artigo
Pare o mundo que eu quero descer
Tudo começou com o anúncio, no final do ano
passado, da descontinuidade da tecnologia
CDPD da Lucent,
que era muito utilizada por algumas operadoras de telefonia móvel para prestar
serviços de conectividade a polícias e outros serviços públicos (ver
CDPD Transistion) e com a evolução recente da Tecnologia Mesh (Malha) (ver
Wireless Mesh Networking).
O pessoal concluiu que era impossível - por questões de custos elevados -
substituir as redes CDPD pelas tradicionais redes das famílias GSM e CDMA e
partiram para a tecnologia Wi-Fi combinada com Mesh.
[Leia mais]
Eduardo Prado
Artigo
WiMAX: "Nós fazemos os ovos mas vocês comem o bolo"
Vocês já viram a frase supra? O que esta frase
quer dizer referindo-se a tecnologia
WiMAX?
Simplesmente descrever que os Fabricantes de Chips (que são aqueles que "fazem"
os ovos) fornecem os chipsets para os Vendors (Fabricantes de
Equipamentos) que vão fazer o sistemas de WiMAX que serão "degustados" pelo
Mercado.
O Mercado é quem "degusta" o bolo. Os Vendors ficam com o "papel
culinário" de fazer o bolo.
[Leia mais]
Eduardo Prado
Artigo
WiMAX em Bancos. Imagina se a moda "pega"?
Gente, fiquei
assustado "positivamente". Tem isto? As vezes tem, não é?
Vamos explicar um pouco nesta matéria.
Recentemente
publicamos uma matéria sobre os
Casos de WiMAX no
Mundo aonde mostramos vários casos públicos de
WiMAX ao redor do mundo.
Mas justiça seja feita, não vimos em NENHUM LUGAR DO MUNDO casos tão criativos
quanto aqueles que a nossa engenhosidade "nativamente" brasileira está
preparando com a tecnologia de WiMAX no Segmento Bancário.
Do que estamos falando?
Eduardo Prado
Artigo
Casos
de WiMAX no Mundo
O WiMAX tem tido um
forte começo em sua aventura para transformar-se no padrão principal de BWA (Broadband
Wireless Access) nos próximos anos.
Entretanto, o perfil elevado de produto que o WiMAX têm conseguido recentemente
é fruto da consciência crescente entre Operadoras de Telefonia e WISPs (Wireless
ISP) do potencial de banda larga do WiMAX, algo que está criando um ponto um
"pico" no investimento em equipamentos fixo e móvel - mas não necessariamente
baseados em WiMAX.
Os padrões de WiMAX são:
[Leia mais]
Eduardo Prado
Artigo
WiMAX:
"Como será o amanhã"?
Vamos aproveitar o
mote da música "O
Amanhã" cantada por
Simone:
"O que será, o amanhã ... (e) como será o amanhã, responda
quem puder" e perguntar: Como será o destino das Operadoras de Telefonia com a
chegada da tecnologia
WiMAX.
Vamos consultar o Zodíaco?
Ou vocês preferem Nostradamus.
Ou seremos os "Cavaleiros do Apocalipse"?
O que irá acontecer com elas?
E de novo, como diz a famosa letra: "o destino delas será como Deus quiser"
Aposte na loteria pois muita coisa com certeza será diferente no mundo das
telecomunicações nos próximos 03 a 04 anos.
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Eduardo Prado
Artigo
Wireless
LAN (WLAN) no Brasil
Antes de vermos a
evolução da tecnologia de Wi-Fi no Brasil vamos dar uma "paquerada" na
numerologia da evolução desta tecnologia no mundo.
Veja o número de hotspots no Ocidente em Dezembro de 2003: T-Mobile com
4.014, The Cloud (Reino Unido) com 2.500, Swisscom com 1.300, Telia
1.200, Wayport com 675 e British Telecom com 400. A KTC da Coréia do Sul
é a líder em hotspots.
A campeã mundial em instalação de hotspots públicos - a Korea Telecom (KTC)
da Coréia do Sul com 8.500 hotspots em número de Abril de 2003.
Esta operadora tem mais da metade dos hotspots do mundo segundo o IDC.
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Eduardo Prado
Artigo
Por
que a Intel é "Everywhere"
Muito se tem falado
e dito da Intel ultimamente.
Na matéria
Intel: King of the Wi-Fi Frontier? da Business Week foi destacada a
valorização da ação da Intel de 80% durante 2003 fechando o ano a US$ 32 e
também do aumento do lucro. Acionistas com certeza felizes! Nada disso ocorre
por acaso.
A Intel sempre acertou? Não, nem sempre.
Cometeu alguns erros durante seus 35 anos de existência.
Em termos de executivos podemos destacar três nomes extremamente relevantes na
história desta corporação e que fizeram – e fazem – a diferença.
[Leia mais]
Eduardo Prado
Artigo
Inclusão
digital JÁ... e com tecnologia sem fio
O que falta a
nossos governantes com relação a fazer um trabalho sério e abrangente na área de
Inclusão Digital?
MUITA COISA. Realmente vai ser uma "longa estrada" a ser percorrida.
Vamos colocar aqui algumas perguntas:
- A Internet é social? Sim.
- A Banda Larga é social? Sim.
- Modernas tecnologias sem fio (wireless) como
Wi-Fi e
WiMAX são sociais? Sim,
serão.
- E o que nossos governantes estão esperando para elevar o padrão de "tecnologia
social" do povo brasileiro?
Não sabemos mas com certeza vamos tentar ajudá-los nesta matéria.
Há um ano atrás escrevemos a matéria
Serviços Móveis e Comunidades nesta Coluna onde apresentamos algumas idéias
de um trabalho para comunidades que poderia ser feito com a tecnologia de Wi-Fi.
Foi com muito orgulho que lemos em 15 de fevereiro de 2004 no jornal O Globo - a
coluna A
Desiguladade Digital - do nosso grande jornalista Márcio Moreira Alves.
[Leia mais]
Eduardo Prado
Artigo
Simplesmente
o máximo: WiMAX - Parte 2
Hoje temos a
continuação da primeira parte desta matéria (Parte
01) apresentada em 02 de fevereiro de 2004 aonde tratamos - além da
Introdução - dos tópicos: O padrão IEEE 802.16, suas variações e outros
padrões wireless e Os fabricantes de chips.
Recentemente houve também as adesões da
AT&T Wireless, Covad e a
PCCW de Hong
Kong.
Estas operadoras somam-se a Nextel que foi
a primeira a declarar em NOV.2003 sua intenção de montar um piloto do 802.16
através das licenças de WLL que adquriu da MCI.
Houve também adesões de fornecedores de infra-estrutura – vendors de
telecomunicações – como a Siemens
e a ZTE Corporation da China.
[Leia mais]
Eduardo Prado
Artigo
Simplesmente
o máximo: WiMAX - Parte 1
Senhoras e
Senhores, Que "bicho" é este? WiMAX? Esconjuro!. Não, não esconjure não. Ele
veio para ficar (se deixarem - e em "parte" devem deixar - ele será um grande
sucesso).
Nós fomos um dos primeiros a tratar deste assunto no Brasil no Weblog
Smart Convergence e em
dois artigos:
- O "Dia Seguinte" do Wi-Fi
de 05.MAI.2003 - uma das matérias precursoras deste assunto - e
- Intel (com Nokia) &
Motorola (com Cisco) no 4G: Outra grande disputa em 04.AGO.2003.
Para ver também a "vontade de disputa" da Intel com a Motorola vejam a matéria:
- O charme (e a disputa) do
(pelo) UWB de 04.NOV.2003.
A indústria de acesso wireless em banda larga, que proporciona conexões com
altas taxas de transmissão de rede para sites estacionários, tem amadurecido ao
ponto que agora tem um padrão para a segunda geração de redes de áreas
metropolitanas wireless.
O padrão é o IEEE 802.16
com a sua interface aérea de Wireless MAN (Metropolitan Area Network).
Este padrão é também conhecido por "WiMAX" e já tem seu forum próprio para
ajudar no trabalho de alavancagem do próprio padrão:
Forum WiMAX.
Eduardo Prado
Artigo
A segurança do dispositivo móvel do
Wi-Fi
Hoje em dia um dos
tópicos mais quentes, no setor de tecnologia da informação (TI), no
mercado é a segurança das redes Wireless LAN (WLAN) nos padrões IEEE 802.11x.
Veja aqui duas referências ao "apagar das luzes" de 2003 sobre este assunto:
-
Looking Back At Wireless Security In 2003 e
-
WPA Aims To Finish the Job WEP Started.
Mais da metade dos laptops vendidos em 2003 vieram com a capacidade de Wi-Fi
instalada.
Essa é uma tendência que cada vez será mais perene que é a de trazer a
tecnologia de WLAN bulilt-in (embutida) nos vários dispositivos móveis.
Ainda de acordo com os analistas da indústria, a maioria dos consumidores está
adquirindo os laptops com a tecnologia Centrino inside por causa do seu
chip Wi-Fi.
Centrino é uma das tecnologias wireless da
Intel que traz uma série de
vantagens aos laptops (p.ex, conectividade de WLAN e baixo consumo de energia).
Eduardo Prado
Artigo
"Apesar
de você... amanhã há de ser outro dia"
Eduardo Prado
Artigo
O
que poderia ser o "amanhã" do Wi-Fi no Brasil
Não sei o que acontece conosco por aqui em
"terras brasileiras" mas as vezes ficamos tristes com a falta de
empreendedorismo de alguns setores da nossa tão honrada indústria de
telecomunicações.
De fato - e de direito, o nosso único WISP brasileiro atualmente é a - a
Vex
(antiga Pointer Networks).
O
Wi-Fi da TELEMAR está baseado na rede da
Vex.
O WiFiG
(o braço Wi-Fi do iG) está baseado na rede da
Vex.
O
Terra Banda Larga Wi-Fi
está baseado na rede
Vex.
Eduardo Prado
Artigo
O charme (e a disputa) do (pelo) UWB
Nas últimas semanas
nós temos presenciado uma "badalação" muito grande no mundo em relação ao padrão
wireless UWB.
Quem é este "futuro ilustre" desconhecido?
O que UWB significa?
Ultrawideband (só? calma, tem mais!).
Na matéria O Wireless
Personal Area Network (WPAN), desta coluna, falamos um pouco do UWB.
Esse padrão (ainda não homologado pelo
IEEE e em franco processo de
homologação) é o
IEEE 802.15.3
(e a sua extensão
IEEE 802.15.3a) é um WPAN de alta taxa de transmissão de dados que foi
liberado no ano passado para utilização comercial pelo Pentágono (após
aplicações secretas de fins militares).
Dizem as "más línguas" que ele vai substituir o
Bluetooth (padrão
IEEE 802.15.1).
Eduardo Prado
Artigo
O Skype pode ser um fenômeno em VoIP
As operadoras de telefonia fixa estão presenciando
fatos (caso não queiram "fechar os olhos", pois é mais cômodo) que podem
representar cada vez mais o avanço da tecnologia de VoIP (Voice
over Internet Protocol) como serviço de voz (e em curto prazo "casado"
– por exemplo – com o Wireless LAN, na sua "aparição" de VoWLAN - Voice over
Wireless LAN).
Vejamos alguns exemplos bem recentes:
[a] A Baby Bell americana –
Bell South
– manifestou na data de 28 outubro de 2003 seu interesse de comercializar
serviços de voz baseado em internet ou VoIP para o mercado de pequena e média
empresa (PME). Veja em
BellSouth
offers VoIP for businesses. Isso é uma revolução para uma Baby
Bell enquanto
uma outra, como a Verizon Comm, briga com empresas de VoIP como a Vonage;
Eduardo Prado
Artigo
VOD e a Telefonia Fixa
O "sonho dourado" das empresas americanas de
telefonia fixa – este "efeito vodka" acontecerá também aqui no Brasil – de
buscarem alternativas para as suas – sempre – decrescentes receitas de voz tem
sofrido alguns impactos nos últimos tempos.
Recentemente uma corte federal americana em Mineápolis
criou uma interessante jurisprudência barrando o estado
de Minesota de aplicar as leis tradicionais de telefonia da
FCC
(a
ANATELamericana) contra a empresa
Vonage
- uma pioneira no fornecimento de serviços de voz via a tecnologia VoIP (Voice
over Internet Protocol) – que permite que as
tradicionais chamadas de voz sejam feitas através de um serviço de banda larga
reduzindo bastante o custo das comunicações de voz.
Isso é o começo de uma verdade que as operadoras de telefonia fixa têm que
começar a pensar em serviços de VoIP.
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Eduardo Prado
Artigo
Wireless LAN no mercado corporativo
Eduardo Prado
Artigo
Novos paradigmas como Wi-Fi (em redes públicas ou corporativas)
necessitam de um "novo pensar"
Quando Wi-Fi (Wireless Fidelity) será "onipresente"?
Eduardo Prado
Artigo
Wi-Fi em posto de gasolina: um grande negócio
Eduardo Prado
Artigo
Um passeio pelo roaming em Wi-Fi
Eduardo Prado
Artigo
O que acontece em Wi-Fi nas operadoras de telefonia dos EUA?
Eduardo Prado
Artigo
A quem interessa os notebooks "wireless" robustos?
Eduardo Prado
Artigo
Wi-fi e conteúdo de mídia alavancam a venda de banda larga no mundo. O
que as operadoras brasileiras estão esperando?
Eduardo Prado
Artigo
INTEL (com
Nokia) & MOTOROLA (com Cisco) NO 4G: Outra grande disputa
Eduardo Prado
Artigo
O Wireless Personal Area Network
(WPAN)
Eduardo Prado
Artigo
Convergência de voz e dados
Eduardo Prado
Artigo
Voz sobre wireless LAN
(VoWLAN)
Eduardo Prado
Artigo
Wi-fi nos esportes
A Tecnologia de
Informação tem se tornado um "ativo" muito importante nas atividades esportivas.
Para se ter uma idéia, nos últimos Jogos de Inverno de
Salt Lake City, em 2002, um consórcio liderado pelo integrador de
sistemas europeu
Shlumberger-Sema - e seus parceiros Sun Microsystems, Gateway, Xerox Corp e
Samsung Electronics - utilizaram a seguinte infra-estrutura: 32 mil milhas de
fibra ótica, 10 mil telefones celulares, 4,5 mil estações de trabalho e laptops,
225 servidores, 1.210 impressoras, 145 servidores Unix, 40 aplicações (com 10
milhões de linhas de códigos), até 80 mil crachás para segurança e controle de
acesso e em torno de mil quiosques de informações.
É de deixar muita empresa com inveja.
Eduardo Prado
Artigo
WLAN, uma nova "bolha"?
Eduardo Prado
Artigo
Novas oportunidades da tecnologia Wireless
Eduardo Prado
Artigo
Vem aí a nova geração de tecnologia 4G (sem fio)
Eduardo Prado
Artigo
O mercado e um "passeio" pelo mundo de Wi-Fi
Eduardo Prado
Artigo
Telefonia fixa: Wi-Fi "bundle services"
Eduardo Prado
Artigo
Wi-Fi e celular: uma integração que dá certo
Eduardo Prado
Artigo
WLAN é uma excelente oportunidade para a telefonia fixa
Eduardo Prado
Artigo
O "Dia Seguinte" do Wi-Fi
Eduardo Prado
Artigo
O Céu para Wi-Fi
Eduardo Prado
Artigo
Por que a Wi-Fi prejudicará a receita das operadoras móveis?
Atualmente o mundo assiste a um movimento
frenético em relação a tecnologia
Wi-Fi.
Existem vários players: desde importantes fabricantes e prestadores de
serviços (Intel,
IBM e
HP), às operadoras de telefonia celular (T-Mobile,
Swisscom e
Telia); telefonia fixa (Verizon
Communications,
NTT
Communications e Singapore Telecom -
Outdoor Wireless Surf e
Home Wireless Surf); fortes WISPs (Boingo
e Wayport) e até empresas
desconhecidas, como a inglesa
Leisure
Link. Esta possui um plano ambicioso (de 3 mil a 30 mil caça-níqueis)
no segmento de entretenimento com a tecnologia Wi-Fi no Reino Unido. No Brasil
já temos os primeiros "desbravadores" no setor de Wi-Fi, a saber: a operadora
Oi
(no projeto "Cidade
sem Fio" lançado recentemente em parceria com a
Rede Accor, no Shopping Città América, no Rio de Janeiro) e a
Brasil Telecom
(que lançou há pouco tempo o pacote de serviços
Smart Wi Fi, voltado para companhias que precisam de mobilidade e
praticidade).
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Eduardo Prado
rtigo
Uma revolução eletrônica no mercado de varejo
Recentemente, a
Benetton
resolveu que utilizará em breve "etiquetas inteligentes" em suas 5.000 lojas
mundiais para rastreamento das suas roupas. Estas etiquetas vão representar uma
grande revolução no mercado varejista depois do advento do Código de Barras (ver
história) no final dos anos 60. Outro negócio de roupas de luxo - a
Prada - já está utilizando
estas etiquetas há algum tempo.
Estas etiquetas mudarão a forma das companhias distribuírem e venderem o que
produzem.
Várias corporações no mundo estão interessadas nesta tecnologia. Uma grande
cadeia varejista na Inglaterra chamada
Tesco iniciou a instalação
de gôndolas (smart shelves) com esta tecnologia em Cambridge. Brevemente a
Wal-Mart estará controlando barbeadores em um loja de Boston que começará a
deixar o pessoal da loja informado quando elas (as gôndolas) suspeitam de um
"ladrão".
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Eduardo Prado
Artigo
Uma nova ameaça nas telecomunicações: Voz sobre WLAN
A tecnologia de Wireless LAN (WLAN) já tem
trazido “dor de cabeça” para as operadoras de telecomunicações no mundo inteiro
e começa a preocupar as empresas de telecomunicações brasileiras.
Por que?
Simplesmente porque é rápida, muito (muito mesmo) barata e já está atualmente
disponível.
Por exemplo, não precisamos esperar por nenhuma geração de telefonia celular
ainda por vir para termos uma excelente velocidade de transmissão de dados.
A WLAN ganha um novo aliado e uma possível combinação muito poderosa: a VoIP (voice
over Internet Protocol).
VoIP significa a transmissão de voz (telefonia) através da infra-estrutura de
Internet.
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Eduardo Prado
Artigo
Convergência em Wireless LAN & Telefonia Celular
O que é convergência em Wireless LAN (WLAN) e
Telefonia Celular?
É a habilidade de permitir que o mesmo dispositivo (notebook, handheld ou
aparelho celular) possa se conectar mutuamente a uma rede WLAN como também a uma
rede de telefonia celular de uma operadora móvel. Apresentamos abaixo alguns
desenvolvimentos nesta área tentando estabelecer uma relação com as operadoras
brasileiras de telefonia móvel.
Eduardo Prado
Artigo
Uma convergência móvel
O mundo assistirá nos próximos dois anos a um
forte crescimento das redes Wireless LANs [*]
motivado pela alta velocidade, disponibilidade comercial, baixo custo e
mobilidade intrínseca desta tecnologia. Recentemente, um survey da International
Network Services sobre
WLANs, abrangendo mais de uma centena de profissionais de redes no mundo,
nos mostrou que 79% dos entrevistados estavam instalando WLAN ou pretendiam
instalar esta infra-estrutura durante o ano de 2003. Aliados a esta tendência,
grandes fornecedores de Tecnologia da Informação ("vendors") estão muito
envolvidos com este movimento, a saber:
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