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Conteúdo
Artigos - Apostilas - Dissertações - Monografias - Teses
 


Relação de Autores e entidades (ordem alfabética)
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Ademar Castro Teixeira
Aderbal Bonturi Pereira
Alan Carvalho
Alessandra Oliveira
Alexandre Carlos Vilarinho de Oliveira
Agilent Technologies Brasil
Angélica Maricato da Costa
Aurélio Corbioli Neto

Bruno Maia Antônio Luiz
Carlos Camarão de Figueiredo

Cláudia Jacy Barenco Abbas
Daniela Rabelo
Danilo Rangel Arruda Leite
Danilo Vivacqua

Dayani Adionel Guimarães

Eduardo Prado
Fernando Neto Botelho
Giuliano Sposito

Givanildo Francisco da Silva Junior
Gláucio Lima Siqueira
 

Gustavo Issi Tormin
Heron Vilela de Oliveira e Silva
Ivan de Gusmão Apolonio
João Bosco Silvino Júnior
Jones Quadros da Silva
José Heráclito Monteiro de Castro
José Mário Bertolini Serra

Leonardo dos Reis Vilela
Líliam Carla Gaiotto Maluta
Luiz Cláudio Rosa
Luiz Hamilton Ribeiro Leite Soares

Luiz Silva Melo
Marcelo André Frizzo
Marcelo dos Santos
Marcelo Fernandes
Marcelo Yonamime
Márcio Eduardo da Costa Rodrigues
Marco Antonio Dias Campelo
Maria Luiza de Moraes Melo

Marilson Duarte Soares
Marlene Pontes
 

Maurício Henrique Costa Dias
Michelle P. Fernandes
Náiade Souza Di Rocha
Neide Lamanna
Patrícia Elaine da Silva

Rafael Timóteo de Sousa Jr

Renato Passarinho Martins

Regina Tsujiguchi
Ricardo Staciarini Puttini
Rodrigo P. Garcia Corbera
Rogério Boros
Rômulo Guidugli
Tiago Henrique Falk
Tom Jones Moreira de Assis
Vanessa Esteves Bessa Moreira
Vinícius Maia Pacheco
Virgílio Fiorese

Webes Pacheco

Welton Sthel Duque 
Wiliam Hiroshi Hisatugu

 

 

Trabalhos (ordem aleatória)


Alan Carvalho

O que é GPRS - General Packet Radio Service?

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO GPRS

O GPRS (General Packet Radio Service) é um novo serviço de valor agregado não baseado em voz que permite o envio e recepção de informações através de uma rede telefônica móvel.
Ele suplementa as tecnologias atuais de CSD (Circuit Switched Data) e SMS (Short Message Service). GPRS NÃO É relacionado ao GPS (o Sistema de Posicionamento Global), um acrônimo semelhante que é frequentemente utilizado em contextos móveis.
GPRS tem várias características específicas que podem ser resumidas em:
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Agilent Technologies Brasil
Veja abaixo dois trabalhos publicados por cortesia da Agilent Technologies Brasil:
- GSM - Conceitos básicos
- Como otimizar sua rede GSM, agora e no futuro



Agilent Technologies Brasil

 

GSM - Conceitos básicos

Introdução

O GSM (Global System for Mobile Communications) está realmente se tornando um Sistema GLOBAL para Comunicações Móveis. Estava claro há muito tempo que o GSM seria usado em toda a Europa.
Atualmente, muitos países em todo o mundo que estavam retardando a sua decisão escolheram o GSM. O GSM tornou-se o padrão pan-asiático e será usado em grande parte da América do Sul.

As Redes de Comunicações Pessoais (PCNs) surgiram no Reino Unido com o Mercury One-to-One e o Hutchison Microtel (Orange), oferecendo as duas primeiras redes para o uso do DCS1800. As PCNs têm tido um sucesso esmagador no Reino Unido, oferecendo tarifas competitivas para empresas e chamadas de baixo custo fora do horário de pico.

A E-net da Alemanha seguiu as PCNs do Reino Unido. O DCS1800 está tornando-se mais disseminado, com sistemas na Tailândia, Malásia, França, Suíça e Austrália. Outros sistemas estão sendo planejados na Argentina, Brasil, Chile, França, Hungria, Polônia, Cingapura e Suécia.

Mesmo os EUA, que têm evitado a adoção do GSM900, estão prestes a usar o PCS1900, baseado no GSM, para o seu sistema de PCS. Nos EUA, o GSM irá compartilhar as bandas alocadas a outros sistemas baseados em CDMA, NAMPS e IS-136 TDMA. As licenças do PCS1900 já abrangem aproximadamente metade da população dos EUA, sendo que provavelmente veremos este número aumentar até quase a cobertura total, conforme as licenças restantes forem sendo outorgadas.
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Agilent Technologies Brasil

Como otimizar sua rede GSM, agora e no futuro

Usando o drive-test para eliminar os problemas de cobertura, interferência, margem de handover e listas de vizinhos

Introdução

Com a rápida expansão da indústria wireless, as redes GSM (Sistema Global para Comunicações Móveis) estão sendo implementadas e ampliadas em alta velocidade. Além disso, a indústria está se tornando intensamente competitiva. Neste ambiente, a alta qualidade do serviço é uma vantagem competitiva para os provedores de serviços. A qualidade do serviço pode ser caracterizada por fatores como a contigüidade da cobertura, facilidade de acesso à rede, qualidade da conversação e número de chamadas derrubadas.
Os provedores de serviço devem se esforçar continuamente para aumentar a qualidade de seus serviços, se quiserem manter os seus clientes. Se gastarem tempo demais somente para reagir às reclamações dos clientes, pode ser que não tenham tempo para melhorar a qualidade global do serviço. Desta forma, os provedores de serviço devem ser capazes de corrigir rapidamente os problemas que possam gerar reclamações.
A ferramenta básica usada pela maior parte dos provedores de serviço para resolver os problemas da rede é o sistema de drive-test. Um sistema de drive-test convencional é formado por um telefone de teste móvel, um software para o controle e registro dos dados fornecidos pelo telefone e um receptor com Sistema de Posicionamento Global (GPS) para fornecer informações de posicionamento. A unidade móvel de teste mostra a visão que o cliente tem da rede, mas pode somente indicar o tipo do problema que está acontecendo. Ela não pode mostrar a causa do problema. Diversas outras limitações de um sistema de drive-test que somente tem o telefone são tratadas nesta nota de aplicação. Estas limitações são eliminadas com a integração de um receptor GSM ao telefone.
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Aurélio Corbioli Neto

Estudo do IP móvel e sua aplicação em sistemas de comunicações móveis para tráfego de dados


Nos últimos anos, têm-se visto uma explosão no número de computadores portáteis e outros dispositivos que requerem mobilidade. O problema é que a maioria dos protocolos de rede, as complexas regras que definem como a informação deve ser trocada entre dois ou mais computadores, foram desenvolvidas na época em que esta necessidade não era considerada. Como resultado disto, muitos protocolos são incapazes de prover esta mobilidade. Por outro lado, um dos métodos de comunicação mais comuns empregados atualmente é o conjunto de protocolos IP, usando IPv4, com o TCP e o UDP e o extenso conjunto de aplicações utilizados acima deles. Portanto, surge a necessidade que este conjunto de protocolos esteja adaptado a esta nova realidade. Este trabalho apresenta o IP Móvel, uma alternativa de solução para o problema de transferência de informação entre computadores e outros dispositivos móveis. O IP Móvel é independente do meio físico através do qual o computador móvel se comunica e também permite que o mesmo altere sua localização sem a necessidade de reinicializar suas aplicações e sem interromper qualquer comunicação em andamento.
A proposta deste trabalho é inicialmente discutir as possíveis soluções de mobilidade e demonstrar como o IP Móvel pode ser uma das soluções para esta questão. Serão descritos também em detalhes o conjunto de protocolos IP, por ser um dos principais mecanismos de comunicação utilizados hoje em dia e por ser essencial para o entendimento do IP Móvel. Em seguida serão apresentadas as principais entidades inseridas pelo IP Móvel, bem como seu funcionamento, de maneira detalhada e conceitual. Uma ênfase especial será dada a uma importante entidade do IP Móvel, o túnel. Finalmente, será apresentada uma aplicação prática do IP Móvel, em um sistema de comunicação "wireless".
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Rogério Boros


CDMA - CODE DIVISION MULTIPLE ACCESS

Introdução

O CDMA (Code Division Multiple Access) é um conceito radicalmente novo nas comunicações sem fio. Esta tecnologia ganhou aceitação internacional por operadores de sistemas celulares como um avanço que pode aumentar tanto a capacidade dos sistemas quanto a qualidade de serviço.

CDMA é uma forma de spread spectrum, uma família de técnicas de comunicação digital que foram utilizadas para aplicações militares durante anos. O princípio do spread spectrum é a utilização de ondas portadoras similares ao ruído e com largura de banda muito maior do que a requerida para uma simples comunicação ponto a ponto com a mesma taxa de dados. Originalmente, isto se deve a dois motivos: resistir a esforços inimigos para confundir as comunicações (anti-jam) e até mesmo esconder o fato que alguma comunicação estava sendo realizada, baixa probabilidade de interceptação (LPI). O CDMA gasta pouca energia, usas as freqüências disponíveis de forma eficiente, simplifica o planejamento com um padrão de reuso de freqüência único, usa um sistema um sistema de códigos que permite receber o sinal em situações adversas, impede a interferência e o rastreamento da transmissão.
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Bruno Maia Antonio Luiz
Vejam abaixo os seguintes trabalhos:
- Sistema GSM - Global Services for Mobile Communications
- Métodos para o Planejamento de Sistemas de Comunicação WLL e LMDS
- PLANEJAMENTO DE COBERTURA DE SISTEMAS GSM COM USO DE REPETIDORES
- Cellular coverage in undergroung transport system: A case study - The Rio de Janeiro Metropolitan

 


Bruno Maia Antonio Luiz

Sistema GSM - Global Services for Mobile Communications

Transcrição de uma coleção de painéis utilizados em palestras 
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Bruno Maia Antonio Luiz

Métodos para o Planejamento de Sistemas de Comunicação WLL e LMDS

Definições inicias:
WLL (Wireless Local Loop) é um sistema utilizado para conectar usuários ao sistema público de telefonia , utilizando sistema de rádio acesso, substituindo assim a parte final do sistema fixo (última milha) de par trançado por rádio. Esse sistema é de vital importância para operadoras que almejam disputar o mercado de telefonia fixa concorrendo com empresas já situadas e implantadas no mercado há algum tempo.

LMDS (Local Multipoint Distribution Service) é um sistema de banda larga do tipo ponto multiponto operando na faixa SHF acima de 20 GHz, permitindo assim uma comunicação bidirecional de alta capacidade. Este sistema faz-se necessário quando se requer uma capacidade de tráfego muito intensa, sendo investimento para esse tráfego utilizando-se esse tipo de tecnologia bem inferior a um sistema óptico (com fio), analogamente ao sistema WLL o LMDS permite uma conexão com o usuário final mais otimizada.
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Bruno Maia Antonio Luiz

PLANEJAMENTO DE COBERTURA DE SISTEMAS GSM COM USO DE REPETIDORES

Este trabalho aborda a utilização de repetidores na implantação de sistemas móveis celulares. Esta técnica permite estender a cobertura dos sistemas móveis celulares com baixo custo e curto tempo de implantação a áreas ou ambientes onde a utilização de estações rádio base seria dispendiosa ou demorada.
O impacto da inclusão deste elemento na interface rádio é detalhadamente analisada visando obter uma metodologia para o seu dimensionamento e para o cálculo das degradações produzidas na rede. É apresentada ainda uma metodologia completa para projetos com repetidores e descrita sua aplicação na implantação de um sistema GSM.
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Bruno Maia Antonio Luiz, Luiz Silva Melo, Márcio Rodrigues e  Marlene Pontes

Cellular coverage in undergroung transport system:
A case study - The Rio de Janeiro Metropolitan


Com os anos passando, as redes móveis instaladas no país já encontram-se em estágios maduros de implantação.
A cobertura primária há tempos já foi implementada onde cada vez mais as operadoras buscam aumentar a capacidade de suas redes e atingindo, conseqüentemente, maior percentagem de coberturas em ambientes interiores.
Projetos em ambientes indoor possuem metodologia diferenciada e são, em alguns locais, classificadas como coberturas especiais. Há pouco mais de um ano, no Rio de Janeiro, de forma pioneira no Brasil, foram implantadas duas redes celulares atendendo a Linha 1 e o primeiro trecho da Linha 2 do Metrô. O trabalho apresentado em um congresso especializado em projetos indoor, teve como objetivo descrever os principais elementos envolvidos no dimensionamento e implantações destes tipos de redes. Projetos indoor tendem a ser a principal fonte de diferenciação no serviço prestado aos consumidores pelas operadoras celulares e devem ser tratados de forma diferenciada. Bruno Maia

Sumário: Introduction The Rio de Janeiro Metropolitan - Propagations Conditions - System Topology - Initial Design - Propagation Tests and Final Design - System Optimization and Measurements - Conclusions - References
Leia mais: [Arquivo pdf - download]
 



Rodrigo P. Garcia Corbera

 

Java2ME ou J2ME - Tutoriais de Programação em português
 

A linguagem Java é bastante utilizada hoje no ambiente empresarial e sua extensão para dispositivos móveis traz muitas e interessantes possibilidades no desenvolvimento de novas aplicações, além de aproveitar o conhecimento acumulado da tecnologia Java, na independência de plataforma e segurança, dentre outros aspectos.
 
Não é necessário conhecimento prévio de Java para estudar o tutorial, embora uma exposição a alguma linguagem com orientação a objeto seja de grande valia.
 
Os dispositivos celulares podem implementar em seu sistema o KVM, a máquina virtual que roda aplicações J2ME (sigla correspondente à plataforma "Java 2 Micro Edition"). A API (Interface para Programação de Aplicativos ) para aparelhos celulares está baseada em CLDC (Configuração Limitada de Dispositivos Conectados -"Connected Limited Device Configuration") e MIDP (Perfil de Informações para Dispositivos Móveis - "Mobile Information Device Profile"). Sendo o MIDP um perfil de uso dos principais fabricantes de celulares, o mesmo programa pode ser executado em uma grande diversidade de modelos de aparelhos.
 
Este tutorial sobre programação Java2ME é o resultado do trabalho simultâneo de dois colaboradores.
Rodrigo P. Garcia Corbera escreveu as Partes 1, 3 e 4.

A Parte 2 é uma tradução efetuada por Renato Passarinho Martins.

Na Parte 1 são apresentadas as definições e considerações gerais além de uma indicação dos locais onde são encontradas a ferramentas gratuitas. 

Na Parte 2 encontramos um exemplo de aplicação em J2ME que escreve na tela do celular a frase "Hello World!". 

Na Parte 3 do tutorial abordamos como compilar e testar a aplicação "Hello World!" utilizando o Wireless ToolKit que a Sun Microsystems disponibiliza em seu site.

Na Parte 4  é apresentada uma versão mais sofisticada do programa "Hello World!"; é mostrado como fazer animações simples usando caracteres de texto, o que pode ser melhorado, futuramente pelo próprio estudante, conforme alguns exercícios propostos ao final do documento.
Veja um pequeno vídeo de demonstração do resultado a ser obtido na tela do celular.
[Leia mais]


Renato Passarinho Martins

Tutorial
Tutorial de programação J2ME - (Tradução) -  Versão HTML  (Texto original)
Download do arquivo em formato .pdf 

Obs: este tutorial, apesar de independente, está inserido como a segunda parte de outro tutorial de autoria de Rodrigo Garcia Corbera
Conteúdo:
"Hello World!"
Comunicando com o gerenciador de aplicações (application manager)
Gerenciando a interface
Conheça a família
Componentes de tela
Componentes de item
Componentes diversos de display
Coisas para lembrar-se
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Luiz Cláudio Rosa e José Mário Bertolini Serra

Artigo
SISTEMAS MÓVEIS DE TERCEIRA GERAÇÃO
Autores:
in "Sistemas Móveis de Terceira Geração", GuidelineBRISA - Agosto/2002.

Abstrato: Este documento tem como objetivo apresentar uma introdução aos Sistemas Móveis de Terceira Geração, também chamados de Sistemas 3G. Para tal, iremos nos pautar nos mais recentes desenvolvimentos e marcos alcançados pela indústria de telecomunicações, bem como apresentar alguns fatos relativos ao mercado atual e futuro para os sistemas 3G.
O documento também discorre sobre a importância dos Sistemas de Terceira Geração, em relação ao desenvolvimento das comunicações, seja no âmbito interpessoal, seja no ambiente de negócios. A disponibilidade da tecnologia está diretamente correlacionada com o sucesso de todos os elos envolvidos nesta cadeia de valores, desde as operadoras, até o usuário final, passando pelos fabricantes de infra-estrutura.
Sumário: 1.Abstrato; 2.Glossário; 3.Sistemas 3G - IMT-2000; 4.Caracterizando um Sistema W-CDMA; 5.Caracterizando um Sistema CDMA2000; 6.Espectro de RF para Sistemas 3G; 7.O que acontece com a rede legada?; 8.Coréia: Um breve Estudo de Caso; 9.Razões pelas quais se deve migrar agora para 3G; 10.ANEXO-1: Características Técnicas de Sistemas CDMA2000; 11.ANEXO-2: Características Técnicas de Sistemas W-CDMA 
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Dayani Adionel Guimarães
Vejam abaixo dois trabalhos:
- INTRODUÇÃO ÀS COMUNICAÇÕES MÓVEIS
- SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MÓVEL DE TERCEIRA GERAÇÃO


Dayani Adionel Guimarães

Tutorial
INTRODUÇÃO ÀS COMUNICAÇÕES MÓVEIS

Este tutorial aborda conceitos básicos relacionados às comunicações móveis. Os fundamentos relacionados à transmissão de informação nos canais de rádio móveis via satélite e terrestre, os fenômenos observados nesses canais e os métodos para viabilização da comunicação nesses ambientes são descritos. Várias técnicas de acesso em sistemas de comunicação móvel são também apresentadas. São apresentadas ainda as principais características de alguns dos sistemas de comunicação móvel existentes e emergentes em todo o mundo.
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Dayani Adionel Guimarães

Tutorial
SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MÓVEL DE TERCEIRA GERAÇÃO

Esse tutorial apresenta uma visão geral sobre os sistemas de comunicação móvel de terceira geração, denominados simplesmente de 3G. Os atributos almejados pela 3G são citados e são apresentadas as principais características das interfaces de rádio (RTTs) propostas à ITU para o padrão global IMT-2000. São também apresentadas as principais implementações tecnológicas da 3G, a composição final da família de interfaces de rádio do IMT-2000 e o caminho de evolução dos atuais sistemas de segunda geração em direção à 3G. O cenário de padronização do IMT-2000 é abordado, mostrando a inter-relação entre os vários organismos envolvidos, sendo ainda listadas algumas recomendações já disponíveis. Finalmente são feitas algumas indicações de documentos sobre a 3G no Brasil e alguns comentários sobre os sistemas além da 3G
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Danilo Vivacqua

Bluetooth
Painéis em formato Power Point  
Download (formato .zip - 760 KB)


Gláucio Lima Siqueira e Maurício Henrique Costa Dias

Considerações sobre os Efeitos à Saúde Humana da Irradiação Emitida por Antenas de Estações Rádio-Base de Sistemas Celulares 
 
Este trabalho aborda a questão dos efeitos biológicos da irradiação de rádio-freqüência das antenas de estações rádio-base (ERB) de sistemas celulares. O assunto tem sido abordado de forma leviana por publicações não-especializadas de grande penetração na população em geral, levando a uma histeria que tem se refletido em ações na justiça contra as operadoras locais e na atuação recente de autoridades municipais que vêm sendo cobradas para legislar e fiscalizar as ERBs. Diante do quadro atual, e da experiência própria com medição de campo, nosso grupo de pesquisa resolveu apresentar uma visão crítica sobre o tema. Inicialmente, discutem-se os chamados efeitos térmicos, que são os mais conhecidos e estudados, e formam a base das atuais diretrizes internacionais que recomendam limiares máximos de exposição à irradiação na faixa de freqüência dos celulares. Tendo em vista estes limiares, o texto apresenta ainda uma avaliação teórica sobre os valores típicos de irradiação esperados, e estimativas baseadas em medições do próprio grupo e de outros pesquisadores. Um resumo atualizado sobre as recentes pesquisas que tentam associar a irradiação dos celulares ao câncer e a outros efeitos fisiológicos e comportamentais também é apresentado. Por fim, é feita uma breve análise sobre o comportamento da sociedade quanto à esta controversa questão.
[
O artigo acima vem acompanhado de uma série de preciosas Referências (documentos, publicações e links)]
[Leia mais]


Danilo Rangel Arruda Leite

Trabalho acadêmico
REDES 802.11 - Redes locais sem fio que atendem ao ao padrão IEEE 802.11

Introdução    Os avanços nas comunicações nos últimos anos possibilitaram o surgimento de várias tecnologias, que
desde então procuram atender a real necessidade de seus usuários, com a melhor qualidade possível. Nos últimos anos a comunicação sem fio ganhou um espaço considerável nas tecnologias de transmissão de dados, deixando de existir apenas nas comunicações de longa distância (feitas através de satélite), para fazer parte de ambientes locais. Essa tendência foi fortalecida pelo investimento de instituições e empresas no sentido de aplicar a transmissão sem fio em redes de computadores.
Também apostando nessa nova tecnologia, o IEEE (Institute of Electrical and Eletronics Engeneers) constituiu um grupo de pesquisa para criar padrões abertos que pudessem tornar a tecnologia sem fio cada vez mais realidade. Esse projeto, denominado de Padrão IEEE 802.11, nasceu em 1990, mas ficou inerte por aproximadamente sete anos devido a fatores que não permitiam que a tecnologia sem fio saísse do papel. Um dos principais fatores era a baixa taxa de transferência de dados que inicialmente a tecnologia oferecia, que era em torno de Kbps. De acordo com a elevação dessa taxa de transferência de dados que passou a atingir Mbps, a rede sem fio começou a ser vista como uma tecnologia promissora e a receber ainda mais investimentos para a construção de equipamentos que possibilitassem a comunicação  sem fio  entre computadores.
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Tiago Henrique Falk

Trabalho acadêmico
INVESTIGAÇÕES SOBRE APLICAÇÕES DE OFDM EM TECNOLOGIA xDSL PARA ACESSO A WEB EM BANDA LARGA E PARA TV DIGITAL EM ALTA DEFINIÇÃO

Orientador: Helio Magalhães de Oliveira

Introdução
- Este trabalho propõe uma nova investigação da aplicação de sistemas com portadora múltipla OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplex) nos contextos de acesso em alta velocidade à Internet via ADSL (Asymmetric Digital Subscriber Line) e sistemas de Televisão HDTV Digital.
Nosso objetivo é o de estudar os sistemas de modulação multi-portadora OFDM e investigar a introdução de transformadas de corpo finito ao invés da transformada discreta de Fourier como um meio de realizar um sistema multi-portador similar ao OFDM, porém com uma maior eficiência espectral, pois se trata de uma multiplexação
digital. Por último verificar a potencial aplicabilidade destes novos sistemas em modems ADSL e televisores digitais, que já adotam o sistema OFDM.
Com a demanda inesgotável por taxas de transmissão cada vez mais elevadas e com as atuais limitações no espectro, a maior parte dos canais tende hoje a comportar-se como canais na região limitada em banda, exceto nas comunicações em fibra óptica. A proposta de um novo sistema com melhor eficiência espectral torna-se então um grande atrativo.
Pensando nisto, este trabalho aborda em seu primeiro capítulo as teorias e fundamentos necessários para o leitor poder se familiarizar com o assunto.
O capítulo 2 aborda o tema OFDM. Serão mostradas a técnica de modulação multi-portadora e as propriedades desta tecnologia, tornando-a tão importante na aplicação em ADSL e HDTV, assuntos abordados nos dois capítulos seguintes.
Nos capítulos 5 e 6 abordaremos a Transformada Wavelet contínua e a discreta, respectivamente, mostrando as suas possíveis aplicações no dia-a-dia.
Após o leitor estar familiarizado com a tecnologia OFDM, ADSL e HDTV abordaremos no capítulo 7 o conceito de Corpo Finito, capítulo de extrema importância neste trabalho, pois fornecerá a base para o entendimento do tema proposto: o uso de Transformada Wavelet sobre um corpo finito com possíveis aplicações nas tecnologias
acima descritas.
Por último, no capítulo 8, será mostrado o sistema proposto pelo autor, as suas possíveis aplicações e as vantagens deste sistema quando comparado com os sistemas existentes no mercado.
No Apêndice A, as dificuldades encontradas no desenvolvimento deste trabalho são mencionadas, bem como as atividades paralelas desenvolvidas pelo autor no período da pesquisa.
No ANEXO, podem-se encontrar provas de alguns teoremas mencionados no decorrer deste trabalho e podem servir como auxílio na compreensão do texto.
Na seção Bibliografia, as referências bibliográficas usadas para a elaboração deste trabalho servirão como um complemento para leitores interessados no tema.
[Leia mais - download arquivo .pdf - 851 Kb]


Fernando Neto Botelho

Veja abaixo os seguintes trabalhos:
- A questão da incidência de CIDEs, FUST E FUNTTEL na exportação de serviços de telecomunicações (Prestação de Serviços Internacionais de Telecomunicações)
- A inclusão digital e os direitos fundamentais
- Videoconferência na Justiça
- As inconstitucionalidades do Funttel
- Três palestras sobre FUST - Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações 


Fernando Neto Botelho

A questão da incidência de CIDEs, FUST E FUNTTEL na exportação de serviços de telecomunicações (Prestação de Serviços Internacionais de Telecomunicações)
[06/08/2004]

Introdução:
Recentemente, durante um debate doutrinário-informal, fomos perguntados sobre a incidência ou não de contribuição tributária - CIDE-Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico - ao FUST e ao FUNTTEL, quando da exportação de um serviço de telecomunicações, bem como sobre o modo desta cobrança, se devida, quando dos repasses de quantias, por empresas brasileiras, a empresas estrangeira, em pagamento de serviços prestados no exterior.

Ambos os fundos (o FUST e o FUNTTEL) e respectivas CIDEs, constituem, já de algum tempo, objeto de nossos estudos e trabalhos, dos quais destacamos, quanto ao FUST, o livro "As Telecomunicações e o FUST", lançado em 2000/2001, pela ed. Del Rey, e o artigo "As Inconstitucionalidades do FUNTTEL", este publicado pela Revista da ABDT-Associação Brasileira de Direito Tributário.

A questão presente - a incidência (ou não-incidência) da CIDE/FUST e da CIDE/FUNTTEL, em serviços internacionais de telecomunicações, além de ligar-se a interesses do próprio setor das telecomunicações e respectivos contribuintes potenciais do tributo - os quais, hoje, não só se sujeitam a ambas incidências tributárias em serviços prestados no âmbito do território nacional (CIDEs FUST/FUNTTEL), mas intensificam conexões prestacionais (por voz e dados) com o estrangeiro e respectivas remunerações de uso de redes estrangeiras - adverte a necessidade de que a eventual exação, por parte do Estado brasileiro, seja adequadamente conferida e exercitada, ou, exercitada dentro de parâmetros sustentáveis da legalidade (estrita, em matéria tributária).


Por esta razão, e ainda que dentro de um espírito voltado, por ora, para o debate acadêmico e, este, para a provocação do tema, e não necessariamente para fixação de doutrina definitiva sobre o assunto, que traz todos os contornos de incerteza que temas novos usualmente suscitam, consideramos conveniente trazer, aqui, conceitos e visão que nos pareceram aplicáveis à espécie. 
[Leia mais]


Fernando Neto Botelho

Monografia

A inclusão digital e os direitos fundamentais   

Trecho da Introdução:
...Em analogia com a conceituação sociológica de "exclusão social", tem ganho, por isso, espaço, em importância e atenção, nos debates e discussões implementados sobre o assunto no mundo moderno - globalizado por recursos telecomunicativos otimizados - o tema da "exclusão digital", alusiva exatamente à não-inclusão, em abrangência telecomunicativa, de porções comunitárias expressivas.

Aos "bolsões de miséria social-física" passaram a se equiparar, na retórica definidora da necessidade de universalização (das telecomunicações), os "bolsões de miséria digital", uma alusão essencializadora que se extrai do conceito dos "digit binary", ou, da sigla "bit", a que a última expressão corresponde para definição do código de representação eletrônica de produtos/conteúdos (pré-digitalizados) que trafegam pelas mais variadas redes.
O estudo, então, da universalização, como princípio-vetor das telecomunicações, equivalerá, antes, ao do próprio exame, no campo da teletransmissão digitalizada de conteúdos, de mecanismos que reduzam as desigualdades - eletrônicas e telecomunicativas - regionais e sociais.
À equação segundo a qual "inclusão-digital" equivalerá à universalização irá se dedicar o tema fulcral desta abordagem, ou, em sentido inverso, à razão lógica segundo a qual a ausência ou a insuficiência de programas universalizantes dos benefícios de TI ocasionará, incoercivelmente, fomento de desigualdades regionais e sociais as mais agudas, pois correlatas da desigual proporção do próprio fomento positivo que recursos de TI também produzem. 
[Leia mais]


Fernando Neto Botelho

Artigo
Videoconferência na Justiça

Trecho da Introdução:

.
..A arrojada decisão judiciária fez com que um determinado réu fosse interrogado, por um Juiz, à distância, ou, como se diz no jargão tecnológico, remotamente, com do uso de recurso de telecomunicação, especificamente, de uma videoconferência ("ponto-a-ponto").
Na prática, o Juiz, no fórum, o réu, na prisão, estiveram "juntos", ciberneticamente, por alguns momentos e para a finalidade de uma específica "conversa", através de um sistema de telecomunicações que, em tempo real, colocou-os "tête-a-tête" (com uso de telas e câmeras de vídeo)
Foram trocados, naquele histórico evento "ponto-a-ponto", conteúdos informativos de repercussão jurídica: perguntas, respostas, esclarecimentos, dados que trafegaram, de um ponto a outro, por via da tecnologia da informação que o país hoje disponibiliza, não apenas àquela modalidade de aplicação público-oficial, mas ao universo da população, por intermédio de suas prestadoras (operadoras de telecomunicações), conforme regulamento editado pela agência apropriada (ANATEL). 
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Fernando Neto Botelho

As inconstitucionalidades do Funttel

Está inaugurada a vigência formal da Lei 10.052, de 28 de novembro de 2.000.
Publicada - no D.O.U. de 29.11.2000 - nela arbitrada "vacatio legis" de 120 dias para o início da vigência em todo o território nacional (art. 9o), a lei nova tornou-se formalmente aplicável à partir do último dia 29.03.2000.
A despeito da postergação de seu termo inicial de vigência, o seu regulamento executivo - previsto para ocorrer em cumprimento de seus mandamentos básicos (art. 8o) - teve antecipada edição, eis que o Executivo Federal, já em 31.01.2001, isto é, quando ainda em curso o prazo de "vacatio" da nova lei, fez publicar, no mesmo DOU, o Decreto 3.737, de 30 de janeiro de 2001, que, dando cumprimento ao art. 8o da lei, incumbe-se de detalhar "modus operandi" a tornar aplicáveis os novos dispositivos legais.
O decreto assumiu também "vacatio", postergada sua vigência para 28.03.2001 (art. 24 do Decreto 3.737/01).
Portanto, em 29.03.01, tornaram-se vigorantes e formalmente exeqüíveis tanto as disposições da lei nova quanto as de seu regulamento executivo.
O início de vigência formal da lei, que potencializa a eficácia de seus novos comandos, determina a análise criteriosa de seus postulados eis que, introduzidos agora no cenário jurídico nacional, assumem poder de comandar ou restringir condutas e posturas que venham a adotar o perfil que ela descreve.
Sobretudo quando se lance a lei nova à disciplina - ou à re-normatização - de "thema" inserido em competência pré-fixa de Ente Público interno da Federação, o primeiro exame imposto ao intérprete não diz propriamente com a análise episódica dos novos institutos e comandos formalmente criados pela novel prescrição.
O primeiro passo, obra da imposição do Maior Texto do ordenamento jurídico nacional (art. 59 da CF), deverá ser a aferição de higidez do próprio critério legislativo e a pontual observância, nele, da hierarquia delegacional de poderes normativos, que tenha permitido e assegurado, ao legislador infra-constitucional, impor a nova disciplina.
Noutras palavras, o exame de constitucionalidade essencial - ou material - da própria lei nova torna-se inerente e prioritário a toda e qualquer cogitação aplicativa que quanto a ela se implemente.
Desse exame se poderá (ou não) obter a convalidação essencial da norma cuja vigência formal se positiva com a publicação.
É o exame de fundo - e não apenas de forma - que pavimentará o meio para que prossiga o complemento cognitivo sobre a higidez dos novos disciplinamentos.
Estabelecida a vigência da lei, e aferida a sua legitimidade essencial - segundo a regência que a Constituição preveja e comande, como princípio hierarquicamente superior - apto estará o regramento infra-constitucional para a geração de efeitos (formais e materiais) que o seu conteúdo adote.
Obstada a convalidação essencial, por divergência temática ou inobservância de postulado da Constituição, o texto novo infra-constitucional perde em eficácia material.
A inconstitucionalidade, portanto - ainda que formalmente não localizada (em virtude de regularidade do processo legislativo) - pode decorrer de colidência essencial das disciplinas (do Texto da Carta com o texto da lei).
A questão, que aqui tanto importa e que constitui tema central da presente abordagem, é a de que, ao nível do controle abstrato ou concreto, a aferição de constitucionalidade (formal e essencial) da lei nova antecede, sempre e compulsoriamente, o do exame da juridicidade episódica de seu disciplinamento.
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Fernando Neto Botelho

Palestra
FUST - Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações 

Palestra apresentada na audiência pública promovida pela Comissão de Seguridade Social e Família do Congresso Nacional em 09//11/2004.
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Fernando Neto Botelho

Palestra
FUST - Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações 

Esta palestra é uma atualização das palestras realizadas anteriormente (tópico abaixo).
Foi apresentada no dia 13/08/04, na Secretaria Estadual de Saúde/BH, com presença de integrantes da USP/SP, do Minicom e Ministério da Educação.
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Fernando Neto Botelho
 
Palestra

FUST - Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações 

Este trabalho constitui tema de palestra que Fernando Botelho realizou, com esse mesmo título, na Câmara Americana de Comércio-BH/MG (2001), no lançamento de seu livro intitulado "As Telecomunicações e o FUST", 
- no Auditório Klaus Viana, da Telemar-MG (2001), 
- na OAB-MG de Uberlândia-MG (2001), 
- no I Telmed-SP (2001), 
- na Abetel-RJ (2002), 
- no Grupo Algar-Uberlândia/MG (2001), 
- na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados-Brasília/DF (2002), dentre outros locais de debates públicos do FUST.

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Givanildo Francisco da Silva Junior

MONOGRAFIA
WAP – WIRELESS APPLICATION PROTOCOL

Na introdução, o WAP é situado no contexto histórico-evolutivo das tentativas das empresas em criarem um padrão. Já no primeiro capítulo é mostrado uma visão geral da arquitetura WAP, uma comparação desta com o modelo WWW e uma breve apresentação de suas camadas, além de introduzir o leitor aos primeiros serviços do WAP.  No segundo capítulo, tem-se o detalhamento da camada de transporte do WAP, o WDP e como ocorre seu tratamento de erros. No terceiro capítulo, o leitor é introduzido à camada opcional WTLS, que é baseada na TLS da arquitetura WWW, onde é discorrido todo o processo de estabelecimento de conexão segura, além de uma breve explicação do Módulo de Identidade WAP. No quarto capítulo, é feita uma rápida abordagem da camada de transação, a WTP. No quinto capítulo, o leitor é apresentado ao protocolo de sessão WSP e ao seu protocolo de serviço.  No sexto capítulo é feita um detalhada descrição da camada de apresentação, WAE e seus serviços, WML, WMLScript, URL e WTA. Por fim, na conclusão é feita uma breve revisão da obra e as impressões da pesquisa realizada para composição da monografia. 
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Rômulo Guidugli

TRADUÇÃO
TRUNKING:  LTR - LOGIC TRUNKED RADIO


INTRODUÇÃO AO TRUNKING   
Os sistemas de rádio LTR utilizam um conceito de controle chamado trunking.  Devido ao fato deste conceito ser aplicado ao radio, o trunking é o compartilhamento automático de canais em um sistema de múltiplos repetidores. As principais vantagens do trunking são: menor tempo de acesso ao sistema e aumento da capacidade dos canais para uma dada qualidade de serviço. Desta forma, visto que a probabilidade de todos os canais estarem ocupados no mesmo instante é baixa (especialmente em sistemas maiores), a chance deles serem bloqueados é muito menor do que quando somente uma canal pode ser acessado.  Os conceitos do trunking são baseados na presunção de que os usuários individuais utilizam o sistema apenas em uma pequena porcentagem do tempo e que, um grande número usuários não utilizam o sistema ao mesmo tempo.  [Leia mais]


Gustavo Issi Tormin

ANTENAS DTT (Transmissão Digital de Televisão)

No final da década de 90, tornou-se imperativo que o Reino Unido tivesse uma rede de DTT - Transmissão Digital de Televisão - instalada num curto espaço de tempo.
O programa principal de configuração para o transmissor aconteceu entre 1998 e 1999, com penalidades financeiras pesadas para os provedores da transmissão por atraso na entrega.
Inicialmente previu-se 81 sites, cada um com sistemas de transmissão para seis multiplex.
Alguns multiplex foram planejados para compartilhar antenas analógicas já existentes; outros requereram antenas inteiramente novas.

Para projetar com uma solução factível os engenheiros de antenas tiveram que considerar vários fatores práticos como ganho da antena, força do vento, largura de banda, impedância, potência máxima admitida e o custo.
Particularmente, novas antenas são limitadas pelo espaço disponível na estrutura de sustentação (torre) e estas devem geralmente ser mais baixas do que suas contrapartes análogas que foram instaladas antes no topo da torre.
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Heron Vilela de Oliveira e Silva

Monografia
Protocolos para Mobile Multimedia - MMS / PSS

Introdução - Em março de 2002 houve a primeira demonstração do serviço de mensagem multimídia – MMS, em uma rede GSM/GPRS real no Brasil. O MMS (Multimedia Messagin Service / Serviço de Mensagens Multimídia) é a evolução do SMS (Short Message Service / Mensagens de Texto) sendo considerado, no mundo dos dispositivos móveis, uma evolução similar a do DOS para o Windows no mundo dos PCs. O MMS promete oferecer uma ambiente completo para aplicações multimídia, envolvendo imagens, texto, áudio, vídeo etc, podendo funcionar nas redes já instaladas. Enquanto nos serviços de email atuais as diferentes mídias são recebidas como arquivos atachados, no MMS, as mensagens podem vir acompanhadas de informações sobre a sincronização e apresentação das diversas mídias enviadas. O MMS é uma tendência no mercado de comunicação móvel. Os organismos internacionais de padronização responsáveis pelo MMS são o 3GPP e o WAP Fórum. Os documentos do 3GPP resumidos neste trabalho são: - 3GPP TS 22.140 MMS Stage 1 (Service Aspects) - 3GPP TS 23.140 MMS Functional description - 3GPP TS 26.233 Transparent end-to-end packet switched streaming service (PSS) / General description - 3GPP TS 26.234 Transparent end-to-end packet switched streaming service (PSS) / Protocols and codecs Os dois primeiros documentos estão diretamente relacionado ao MMS enquanto os últimos dois fornecem uma visão do PSS (Streaming). Os documentos do WAP Fórum resumidos neste trabalho são:- WAP-205 MMS Architecture Overview - WAP-206 Client Transactions Specification
- WAP-209 MMS Encapsulation Protocol. Estes documentos oferecem desde uma visão mais abrangente da implementação MMS sobre o WAP até sua especificação e codificação binária. Em alguns momentos as informações dos diversos documentos são repetidas ou detalhadas. Sempre que possível as informações repetidas foram omitidas no texto. A última parte contém comentários e algumas conclusões do trabalho.
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Wiliam Hiroshi Hisatugu

Trabalho acadêmico
IP MÓVEL - Princípios Fundamentais

Histórico   Em 1991, membros do IETF (Internet Engineering Task Force)  coletaram dados referentes ao crescimento da internet. O resultado concluía que até 1994 os endereços de internet iriam se esgotar, uma vez que o espaço de endereçamento é de 32 bits e as tabelas de roteamento estavam se tornando grandes demais para serem gerenciadas de maneira satisfatória tornando, assim, as redes mais lentas.   Com a adoção de controle de cotas de domínio esse prazo vem sendo prorrogado para adoção de uma solução mais eficiente e eficaz, uma vez que a capacidade de processamento dos computadores também cresce a altas taxas, enquanto que a questão das tabelas de roteamento continuava.   As aplicações para internet começaram a variar e apresentar novas necessidades, as quais o IPv4 mostrou-se deficiente. Naquele momento a internet já era acessível a uma parte considerável da população mundial, novos nichos de mercado foram descobertos como o e-commerce e vídeo conferências. Atualmente essas necessidades estão se tornaram mais essenciais, assim como um novo mercado está se abrindo : a transmissão de dados via comunicação móvel celular a partir da Terceira Geração de Telefonia Móvel Celular.
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Jones Quadros da Silva

Monografia
TV INTERATIVA DIGITAL 

INTRODUÇÃO - A televisão digital veio para marcar mais um acontecimento dentro da história da televisão, desde a estrutura das emissoras, produção de programas, passando pelos meios de transmissão até chegar ao telespectador que terá novos recursos e outras possibilidades através desta nova tecnologia.
Neste trabalho buscou-se verificar estes novos conceitos de tecnologia digital, e fazer uma comparação entre os modelos de
transmissão digital existentes no mundo e do qual um será escolhido para ser adotado no Brasil. Para confirmar estas novas idéias foi realizada uma entrevista com um profissional da área de televisão e que está transcrita neste trabalho.
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Neide Lamanna
Vejam abaixo dois artigos:
- Vem aí a terceira geração
- Indústria corre para ganhar o mercado SMP


Neide Lamanna

Artigo
VEM AÍ A TERCEIRA GERAÇÃO


(Transcrição autorizada da edição de Agosto/2000 da Revista Nacional de Telecomunicações)

Desde a sua introdução no mercado mundial, o serviço móvel celular vem surpreendendo o mercado pelo crescimento explosivo e por seu potencial inovador .
Primeiro, foi a própria possibilidade de comunicação de voz em movimento nas redes analógicas AMPS (Advanced Mobile Phone Service) de primeira geração, oferecendo até os serviços de caixa postal e fax. 
No entanto, com a rápida evolução tecnológica, em pouco tempo o mundo já presenciava a introdução das redes digitais de segunda geração em diversos padrões, as quais permitiram oferecer nos aparelhos móveis, quase a totalidade dos serviços disponíveis nos terminais fixos avançados e outras inovações, aliando voz e dados nas diferentes tecnologias digitais, ou seja, o CDMA (Code Division Multiple Access), o TDMA (Time Division Multiple Access), o GSM (Global System for Mobile Communications) e o padrão proprietário japonês PDC (Pacific Digital Cellular).
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Neide Lamanna

Artigo
Indústria corre para ganhar o mercado SMP

(Transcrição autorizada da edição de Agosto/2000 da Revista Nacional de Telecomunicações)

Fabricantes que defenderam o padrão GSM para a banda C e os que o combateram mudaram a disputa para outra arena. O que importa, agora, é vender sistemas para as empresas que começam a operar no ano que vem.


Desde a escolha da Anatel pela freqüência de 1,8 GHz para abrigar as bandas C, D e E do Serviço Móvel Pessoal (SMP) no Brasil, conhecido internacionalmente como PCS, a indústria, antes dividida na disputa entre 1,8 GHz e 1,9 GHz, passa a falar a mesma linguagem, correndo contra o tempo para capacitar-se na tecnologia digital GSM (Global System for Mobile Communication), a única possível nessas novas bandas.

Assim, quando as operadoras da banda C começarem a investir no projeto e instalação de suas redes GSM, os grandes provedores de infra-estrutura e terminais para a telefonia móvel estarão prontos para fornecer a maioria dos produtos, a partir de suas unidades industriais instaladas no Brasil. Enquanto não se realiza o leilão, previsto para janeiro de 2001, as empresas investem no treinamento de técnicos no exterior e preparam suas linhas de produção para atender à demanda prevista para esse novo serviço. Segundo estimativa do Paste, o SMP vai representar 20% dos 58 milhões de assinantes móveis até 2005
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Leonardo dos Reis Vilela

Artigo
Primeiros passos com GnuPG
Tutorial PGP - Gerando uma nova chave PGP


Introdução

O PGP (abreviação de Pretty Good Privacy, ou Muito Boa Privacidade) é um programa de criptografia de chave pública altamente seguro, originalmente escrito por Philip Zimmermann.
Nos últimos anos o PGP conquistou milhares de entusiastas em todo o mundo e tornou-se de fato um padrão para a criptografia de correio eletrônico.

Segue-se abaixo um tutorial rápido para criar uma chave pública e uma chave privada.
O tutorial foi baseado no gnupg (gpg). Usuários GNU/Linux e usuários MS/Windows poderão seguir este tutorial, pois a sintaxe (os comandos) são relativamente os mesmos.
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Líliam Carla Gaiotto Maluta
Vejam abaixo dois trabalhos:
- Uma abordagem para monitoramento de pacientes em UTIs 
- Pesquisa e Projeto de uma Aplicação em Computação Móvel para Monitoramento de Pacientes em UTI


Líliam Carla Gaiotto Maluta

Monografia
UMA ABORDAGEM PARA MONITORAMENTO DE PACIENTES EM UTIs 

A fim de efetivar a implementação de serviços e novas aplicações no âmbito da computação móvel, têm surgido várias abordagens como a utilização de IP móvel, Agentes móveis e a tecnologia WAP. Contudo, o emprego de qualquer ‘técnica’ depende da plataforma utilizada e dos requisitos pré-estabelecidos ao sistema em questão. O uso do sistema em aplicações na área da saúde pode vir a acrescentar maior mobilidade aos usuários (médicos, enfermeiras), rapidez no atendimento e melhoria na qualidade do serviço. Neste contexto, realizou-se um estudo na busca de uma sistemática adequada à situação, com o intuito de utilizá-la mais especificamente no monitoramento de pacientes em UTIs ................................
4. APLICAÇãO
O sistema em questão trata-se de um protótipo, consistindo de uma aplicação onde o médico intensivista, num primeiro momento, é o responsável pela alimentação dos dados referentes ao paciente (estado clínico geral, dados pessoais) e aos quais o especialista pode ter acesso por meio de um celular (WAP), a fim de que possa prestar um atendimento concomitante. Futuramente, pretende-se que estes dados sejam coletados de forma automática, através dos aparelhos, via comunicação serial. Este enfoque é devido a uma alta incidência de UTIs sem qualquer método automatizado para obtenção dos dados aferidos pelos aparelhos.
Dentre as sistemáticas abordadas anteriormente neste trabalho, escolheu-se para implementação o WAP. Através da linguagem WML, WMLScript, somadas ao PHP e MySQL está sendo elaborada uma página dinâmica, consistindo de decks e cards em quantidade estritamente necessária e outra para a parte fixa onde será realizada a inserção dos dados. O emprego do MySQL é devido à velocidade de acesso e utilização multi-usuário [13]. O sistema de banco de dados do MySQL pode suportar muitos bancos de dados diferentes, geralmente um banco de dados por aplicativo
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Líliam Carla Gaiotto Maluta

Dissertação de Mestrado
Pesquisa e Projeto de uma Aplicação em Computação Móvel para Monitoramento de Pacientes em UTI


Resumo

A fim de efetivar a implementação de serviços e novas aplicações no âmbito da computação móvel, têm surgido várias abordagens como a utilização de IP móvel, Agentes móveis, SMS e a tecnologia WAP. O emprego de qualquer ‘técnica’ depende da plataforma utilizada e dos requisitos pré-estabelecidos ao sistema em questão. Existem dificuldades e exigências relativas a cada caso, contudo deve-se priorizar recursos relativos à segurança e confiabilidade. Em se tratando de sistemas na área da saúde, o uso destas tecnologias pode vir a acrescentar maior mobilidade aos seus usuários (médicos, enfermeiras), rapidez no atendimento e melhoria na qualidade do serviço. A assistência em ambientes de terapia intensiva deve ser constante. Eventuais intervenções precisam ocorrer ao menor aviso. Assim, este trabalho apresenta um estudo realizado em busca de uma sistemática adequada a esta situação, com o intuito de utilizá-la no monitoramento de pacientes em UTI (Unidades de tratamento intensivo) através de telefones celulares. Após análise dos componentes envolvidos, optou-se pelo emprego do WAP e SMS, por ser uma aplicação direcionada a suprir um nicho de mercado existente e, portanto, utilizar aparelhos e tecnologias disponíveis e em uso no momento. Utilizou-se a linguagem PHP devido à geração dinâmica das telas, HTML e WML conforme o caso, e o banco de dados MySQL. Não se pretendeu substituir a rotina de trabalho atual, mas agregar serviços facilitando o acesso por meio do browser do celular às informações obtidas dos aparelhos conectados ao paciente e das aferições realizadas pelas enfermeiras, como também, possibilitando o envio destas ao médico especialista (avisos SMS), vindo a agilizar prováveis emergências. De acordo com alguns especialistas da área médica, o sistema é viável não somente em unidades de tratamento intensivas, como também em semi-intensivas.
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Marcelo Yonamime

Artigo
Álbum de Fotos em WAP 1.2.1 e PHP

Introdução
Na primeira versão da tecnologia WAP, as telas dos terminais eram pequenas e monocromáticas.
Como a tecnologia não anda para trás, hoje temos celulares com telas maiores e coloridas e capacidade de tirar fotos e até reproduzir vídeos.
Antes de começar a escrever os códigos, vou citar algumas diferenças importantes do WML em relação ao HTML.
...............................
Até aqui foi mostrado o básico.
Agora vamos editar um script em PHP que vai listar e identificar arquivos de fotos .jpg e .png em um diretório.
Este script deve mostrar as fotos em miniatura e contar as fotos de cinco em cinco por página wap dinâmica.
Na verdade o álbum virtual é dividido em dois scripts PHP:
- Um que vai listar os arquivos de foto e fazer a paginação,
- e outro script cuja função é gerar a miniatura da foto.
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Marcio Eduardo da Costa Rodrigues
Vejam abaixo dois trabalhos:
- TELEFONIA CELULAR
- ASPECTOS DE RÁDIO - PROPAGAÇÃO


Marcio Eduardo da Costa Rodrigues

Dissertação de Mestrado
TELEFONIA CELULAR


Esta dissertação é constituída de um capítulo de apresentação, seguido de conceitos gerais relativos aos sistemas celulares e  uma revisão dos conceitos de rádio-propagação (em especial no que tange os sistemas celulares) incluindo uma coletânea de alguns modelos empíricos aplicáveis a micro e picocélulas. [Leia mais]


Márcio Eduardo da Costa Rodrigues

Dissertação de Mestrado (continuação)
ASPECTOS DE RÁDIO - PROPAGAÇÃO

Introdução

Este capítulo apresenta a conceituação básica da rádio-propagação, iniciando-se pela descrição de mecanismos e características pertinentes a cada região do espectro de rádio-freqüências. Por serem de maior interesse neste trabalho, as características de propagação em ambientes celulares serão exploradas com um maior grau de profundidade, onde será dada especial atenção aos novos sistemas micro e picocelulares, tanto interiores (indoor) quanto exteriores (outdoor).
O canal de rádio-propagação, pela sua natureza aleatória e dependente da faixa de freqüências utilizada, não é de fácil compreensão, exigindo estudos teóricos e dados estatísticos para sua caracterização. Há três formas (modos) básicas de propagação, a partir das quais podem ocorrer subdivisões
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Marcus Vinicius Mesquita

Monografia
MMS – MULTIMEDIA MESSAGING SERVICE

INTRODUÇÃO
..........Com a evolução e o surgimento de novas tecnologias de comunicações móveis, várias aplicações e serviços vêm sendo implementados por operadoras de telefonia celular. Novos modelos de terminais já estão sendo fabricados com as tecnologias necessárias já embutidas, a fim de acompanhar o crescimento e difusão destes serviços que envolvem principalmente aplicações multimídia.
Os telefones móveis da chamada terceira geração (3G) constituirão aparelhos extremamente versáteis que serão capazes não só de possibilitar serviços de, por exemplo, Short Messaging Service (SMS), ou mensagens curtas de texto, mas como conseguirá também combinar diversos formatos de mídia como áudio, texto, imagem e vídeo em uma mesma mensagem, Multimedia Message (MM), ou mensagem multimídia. Haverá a possibilidade também da sincronização da apresentação desses conteúdos multimídia na mensagem, assim como numa apresentação PowerPoint, utilizando-se para isso uma linguagem de apresentação chamada SMIL que abordaremos posteriormente.
Multimedia Messaging Service (MMS), ou serviço de mensagens multimídia, é um novo padrão de comunicação especificado pelo 3rd Generation Partnership Project (3GPP). Com o desenvolvimento desta nova tecnologia, dita como o “futuro do SMS” ou a “evolução natural do SMS”, novos serviços de valor agregado poderão ser oferecidos.
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Maria Luiza de Moraes Melo

"Mensagem-artigo"
Sobre segurança, códigos, escutas e autenticação...

O que é uma rede segura?
Uma rede segura é aquela onde o usuário é quem diz ser (autêntico), que as informações do usuários são entendidas apenas pelo destino correto (segura) sem escutas (privacidade), e que a informação transmitida é exatamente a mesma que a recebida (confiável).
Autenticação
Em redes celulares, a autenticação é relacionada com a clonagem dos aparelhos.
Além da identidade do terminal móvel na interface aérea (IMSI, MIN, TMSI, etc) e do número serial do aparelho (ESN) existem outras informações guardadas pelos terminais e pelos centros de autenticação AuC (maioria localizados no HLR) atualizadas de maneira dinâmica e que não são acessíveis para quem manipula os aparelhos. O algoritmo de autenticação dos sistemas CDMA e GSM é o mesmo, variam alguns parâmetros, mas a ETSI torna obrigatório que todos os fabricantes de elemento de rede e de terminais GSM/GPRS tenham a autenticação, cabendo a operadora utilizá-la ou não. Por que não utilizar? Pura performance! A autenticação torna o processamento de chamadas um pouco mais lento e isto pode influenciar negativamente os índices de desempenho da operadora. O resto é lucro.
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Marcelo Fernandes
Vejam abaixo dois trabalhos:
- Ringback Tones: um serviço cheio de razões para ser um sucesso
- CADA UM É CADA UM - Ou como usar as ferramentas de segmentação para aumentar a identidade dos clientes com as marcas das operadoras. O resultado é fidelização
- Multimídia Messaging - Agregando valor ao consumo de serviços de dados no celular
 


Marcelo Fernandes

Artigo
Ringback Tones: um serviço cheio de razões para ser um sucesso

O mercado mundial de ringtones (tons musicais) atualmente vale mais de U$ 2,5 bilhões, segundo estudo do Yankee Group, gerando receitas para operadoras, indústria de música e empresas desenvolvedoras do serviço. Para as operadoras que estão buscando uma solução diferenciada para dados, este serviço popular pode alavancar as vendas em pouco tempo.
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Marcelo Fernandes

Artigo
Multimídia Messaging - Agregando valor ao consumo de serviços de dados no celular


Sábado de tarde, na porta do cinema aparece a indecisão sobre qual filme assistir. Em cada poster está um número para o envio de SMS - com uma multimídia message será possível receber de volta, direto no celular, o trailer do filme de interesse.
Embora este discurso seja futurista o primeiro passo já foi dado, os serviços de MMS, multimedia messaging, já são uma realidade. Recentemente a Telenor na Noruega foi a primeira operadora do mundo a oferecer os serviços para seus assinantes, utilizando sua rede 2,5G (GPRS). Ele já se tornou possível também aqui no Brasil, com a realização do primeiro teste bem sucedido do mundo sobre rede CDMA 1xRTT (2,5G) na Telesp Celular.
Hoje, o MMS permite que se envie imagens, som, texto e animações de celular para celular, da internet para o celular ou vice versa. Estas possibilidades abrem várias portas para a criação de aplicações focadas no mercado de massa e nas corporações.
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Marcelo Fernandes

Artigo
CADA UM É CADA UM - Ou como usar as ferramentas de segmentação para aumentar a identidade dos clientes com as marcas das operadoras. O resultado é fidelização


A segmentação de mercado é um modo comprovado de aumentar as vendas e a fidelidade dos clientes em mercado maduros. O mercado de telecomunicações não é exceção. As operadoras na América Latina não podem mais se basear nas ondas de aquisição de novos usuários para aumentar suas receitas. O alto custo de aquisição de clientes faz com que a retenção e maximização das receitas dos clientes sejam críticas.
A segmentação do nosso mercado não é exatamente uma novidade. As operadoras móveis têm diferenciado o tratamento a seus clientes baseadas no critério da forma de pagamento (pré ou pós pago). Apesar de esta segmentação ter sido necessária devido à limitações tecnológicas, atualmente soluções mais avançadas e sistemas de billing permitem que se forneçam os serviços para todos os clientes. Isso cria oportunidades para as operadoras "atacarem" segmentos expressivos baseados nos padrões de uso, informações demográficas ou psicográficas. Através da compreensão dos hábitos dos seus clientes, as operadoras podem criar segmentos que refletem a identidade do usuário gerando fidelidade à marca.
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Marcelo André Frizzo
Vejam abaixo dois trabalhos:
- MMSC - Multimedia Messaging Service Center
- USSD - Unstructured Supplementary Service Data


Marcelo André Frizzo

Artigo
MMSC - Multimedia Messaging Service Center


O Multimedia Messaging Center é o que podemos chamar de "evolução natural" para a plataforma SMSC. Enquanto o SMSC é responsável pelo tratamento de mensagens de texto (com comprimento limitado) a plataforma MMSC permite agregar valor ao tráfego de mensagens, possibilitando o uso de combinações de formatos de mídia, tais como: imagem, som e vídeo entre outros.

Definido pelo 3GPP com interações e contribuições do WAP Forum, as conversas sobre a padronização iniciaram-se no final de 1998, com efetivos trabalhos no verão europeu de 1999. As conversas sobre padronização terminaram por definir um sub-conjunto de "standards", que foram nomeados iniciando por MM1, MM2...
Cada um destes "standards" é responsável por definir claramente um certo conjunto de especificações, de maneira, que ao final, somando-se estas individualidades o sistema seja capaz de trabalhar de forma transparente e como uma entidade única.
Apenas como exemplo, a especificação "MM3" é responsável pelo tratamento de e-mails, enquanto que a especificação "MM4" fornece todas as regras para fins de inte-MMSC (para garantir a interoperabilidade entre diferentes plataformas MMSC de diferentes fabricantes).
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Marcelo André Frizzo

Artigo
USSD - Unstructured Supplementary Service Data


O que é USSD?
USSD trata-se de uma modalidade de serviço de envio de mensagens curtas para o celular cuja especificação original não foi feita pelo ETSI. Grosseiramente, poderíamos dizer que o USSD é um parente do famoso SMS (Short Message System). Na prática USSD e SMS complementam-se, uma vez que apresentam características ligeiramente diferentes.
A implementação comercial do USSD foi definida em duas fases. Na primeira fase, a comunicação só poderia ser originada a partir do telefone do assinante (sob demanda), enquanto que na fase 2 (implementações atuais) a comunicação pode ser estabelecida pela aplicação.

USSD x SMS: Particularidades e Diferenças
Como primeira diferença entre SMS e USSD podemos citar que uma short message apresenta limitação de 160 caracteres, ao passo que a mensagem enviada pelo USSD pode ter até 180 caracteres alfanuméricos (mundo ocidental). Assim como quando uma mensagem é enviada para o assinante via SMS, soará um alerta quando o envio for feito por USSD, porém o assinante não precisa percorrer menus para encontrar a mensagem, a mesma será exibida espontaneamente.
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Aderbal Bonturi Pereira

Artigo
Telefones Celulares e Estações Rádio-Base - Atualização sobre Pesquisas


Alguns dos primeiros estudos relacionando ondas de rádio à saúde foram conduzidos pelo cientista francês Jaques-Arsenè d’Arsonval, no início do século XIX.
Este fato pouco conhecido demonstra que os efeitos das ondas de rádio vêm sendo estudados há bastante tempo, o que faz com que hoje já contemos com um banco de dados bastante extenso sobre o tema.
As pesquisas atualmente em curso continuam a aprofundar nosso conhecimento e a ampliar essa base de informação e consulta, para que cientistas e autoridades de saúde tenham condições de fornecer orientações apropriadas e relevantes para as novas aplicações.
Qual é o posicionamento científico mais recente?
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Marcelo dos Santos

Monografia
Sistema Móvel Celular – SMC - Sumário


A Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) define o SMC como:
"Serviço móvel celular é o serviço de telecomunicações móvel terrestre, aberto à correspondência pública, que utiliza sistema de radio comunicações com técnica celular, inter conectado à rede pública de telecomunicações, e acessado por meio de terminais portáteis, transportáveis ou veiculares, de uso individual".
No Brasil o SMC opera na faixa de freqüências de 800 MHz (ou 0,8 GHz).
É o serviço celular que estamos utilizando hoje.
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Náiade Souza Di Rocha
Vejam abaixo os trabalhos:
- RING TONE
- 3G - TERCEIRA GERAÇÃO DA TELEFONIA MÓVEL
- GSM - Global System for Mobile Communications
- A HISTÓRIA DA TELEFONIA CELULAR NO BRASIL
- As novas Operadoras que invadem o mercado de telefonia celular
- SAIBA QUAL FOI O PRIMEIRO CELULAR
- UMTS / W-CDMA


Náiade Souza Di Rocha

Artigo
RING TONE


Como o número de celulares vem crescendo abruptamente, os usuários de telefones móveis estão enfrentando um problema: tipos de toques similares. Embora haja diferentes tipos de toques de um modelo de celular para outro, as pessoas tendem a gostar de um mesmo toque.
Em transportes públicos, shoppings, restaurantes, enfim, em locais com grande volume de pessoas, um celular tocando cria um grande embaraço, pois não se sabe de qual aparelho vem o toque. As pessoas se vêem então obrigadas a abrir suas bolsas para verificar seus telefones.
Este problema real levou algumas empresas a disponibilizarem, seja de forma gratuita ou paga, novos tipos de toques. Esses novos toques podem ser de sua música predileta a uma música de um filme conhecido.
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Náiade Souza Di Rocha

Artigo
3G - TERCEIRA GERAÇÃO DA TELEFONIA MÓVEL


Até agora, comunicação móvel tem sido sinônimo de voz. O celular tem sido utilizado essencialmente como meio de superar a distância física e comunicar oralmente com outras pessoas.
A próxima geração de tecnologia digital tem como objetivo imediato fornecer uma gama de serviços de transferência de voz, texto e dados em alta velocidade. Velocidade esta que será aumentada de uma taxa de transmissão de 9,5 Kbps para 2Mbps.
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Náiade Souza Di Rocha

Artigo
GSM - Global System for Mobile Communications

Chega ao mercado brasileiro no próximo ano, a terceira geração de celulares com a utilização da tecnologia européia GSM (Global System for Mobile Communications).
O padrão GSM surgiu na Europa, no início dos anos 80, como uma alternativa de unificação das tecnologias de telefonia celular.
Antes do GSM, definitivamente implantado em 92, era o caos. Os mais de 40 países que então integravam o mapa do Velho Mundo utilizava, cada um, sua própria tecnologia de comunicação, todas incompatíveis entre si, que tornava inviável a comunicação nos limites do continente e dele com os países dos demais blocos geopolíticos e econômicos.
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Náiade Souza Di Rocha

Artigo
A HISTÓRIA DA TELEFONIA CELULAR NO BRASIL

A telefonia móvel foi introduzida no Brasil em 1972, por um sistema anterior à tecnologia celular, um sistema de baixa capacidade, com tecnologia IMTS (Improved Mobile Telephone System).
Instalado em Brasília esse sistema continha apenas 150 terminais.

Em 1984, deu-se início à análise de sistemas de tecnologia celular sendo definido o padrão americano, analógico AMPS (Advanced Mobile Phone System ou Sistema de Comunicação de Telefonia Celular), como modelo a ser introduzido (foi implantado, também, em todos os outros países do continente americano e em alguns países da Ásia e Austrália).
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Náiade Souza Di Rocha

Artigo
As novas Operadoras que invadem o mercado de telefonia celular


A regulamentação do SMP (Serviço Móvel Pessoal) no Brasil, das bandas “C”, ”D”, “E” nas Regiões I, compreendida pelos estados de RJ, ES, MG, AM, RR, AP, PA, MA, BH, SE, PI, CE, RN, PB, PE, AL; Região II, compreendida pelos estados de PR, SC, RS, GO, TO, MS, RO, SC, DF; e Região III - SP, vem chegando em seus ajustes finais.
As empresas autorizadas a operar as bandas ”D” e “E” do SMP foram a Telecom Itália Móbile (TIM) e a Oi da Tele Norte Leste PCS S/A (TNL). O início de suas operações depende da antecipação de metas pela controladora Telemar e pela coligada Brasil Telecom, respectivamente da Oi e da TIM. Mas a previsão de operação comercial é para abril próximo. Essas duas empresas se somarão às outras 42 atuais do Serviço Móvel Celular (SMC) – bandas “A” e “B”.
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Náiade Souza Di Rocha

Artigo
SAIBA QUAL FOI O PRIMEIRO CELULAR


O conceito de comunicações móveis utilizando uma rede celular nasceu em 1947, dentro da Bell Laboratories, o departamento de pesquisa da AT&T, única operadora norte-americana na época. A idéia inicial não era realizável devido a dificuldades na disponibilização de espectro de rádio por parte das autoridades. Mas a partir de 1960, a Bell Labs e a Motorola começaram a estudar o conceito e a procurar colocá-lo em prática.

Em 1970, a FCC (Federal Communication Commission) havia atribuído freqüências para serem utilizadas em sistemas móveis de rádio em terra. A corrida ao celular foi vencida pela Motorola a 03 de Abril de 1973: Martin Cooper, então Gerente geral da Motorola, fez a primeira chamada de um telemóvel do mundo através do protótipo Dyna-Tac. Cooper entrou para a história não só como sendo o primeiro utilizador, mas também por ser considerado como o inventor deste novo meio de comunicação.
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Náiade Souza Di Rocha

Artigo
UMTS / W-CDMA


O UMTS (Universal Mobile Telecommunications System - Sistema de Telecomunicações Móveis Universal de grande largura de banda) é o sistema tecnológico que será utilizado na Europa pela 3ª geração de celulares. Integrado num projeto de criar um "padrão" que possa ser utilizado mundialmente, o UMTS deverá alterar a forma como os celulares são utilizados atualmente, ao permitir capacidades multimídia e um acesso ilimitado à Internet.
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Marilson Duarte Soares
Vejam abaixo os trabalhos:
- SISTEMAS MÓVEIS E SAÚDE
- WLAN / PWLAN PODE SUBSTITUIR A TERCEIRA GERAÇÃO (UMTS) OU SERÁ MAIS UMA TECNOLOGIA? 
- Conheça os problemas de segurança de sua "velha telefonia móvel" e veja as vantagens na "comunicação móvel" com o GSM
- EDGE, uma realidade que você precisa conhecer
- Por quê, como e quando migrar ao GSM
- Wireless Modules:Ampliando seus negócios GSM


Marilson Duarte Soares

Artigo
SISTEMAS MÓVEIS E SAÚDE


Com o crescimento dos usuários de telefones celulares, é natural que surjam dúvidas sobre saúde e segurança no uso diário de tais aparelhos. Em 1997, o número de aparelhos no mundo girava em torno de 150 milhões e nos dias atuais pode-se observar números em torno de 1 bilhão. O aumento dos usuários implica na melhoria da cobertura dos sistemas, com um respectivo crescimento do número de antenas instaladas em torres e postes, gerando uma maior atenção e questionamento por parte da sociedade.
Estudos procuram garantir o bem estar da população mundial, apontando limites seguros para exposição às ondas eletromagnéticas dos celulares e das ERB's (Estações Rádio Base), mas é importante verificar qual a fonte de tais estudos, afinal uma parte dos boatos sobre malefícios acabam tendo origem em trabalhos científicos não compreendidos, ou não reconhecidos, sendo a maioria deles impossíveis de serem reproduzidos por outros pesquisadores.
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Marilson Duarte Soares

Artigo
WLAN / PWLAN PODE SUBSTITUIR A TERCEIRA GERAÇÃO (UMTS) OU SERÁ MAIS UMA TECNOLOGIA? 

Nota do autor: A partir de 2000, a tecnologia WLAN / PWLAN, através de aplicações conhecidas como “hotspots” passaram a ocupar espaços em centros de convenções, hotéis, “shopping”, restaurantes, “coffee shops” e aeroportos, dando início a uma nova era, com aplicações voltadas aos serviços públicos, criando uma “pseudo” idéia de competição com a terceira geração de comunicações móveis (UMTS).
Portanto, nesse artigo vamos procurar explicar de forma detalhada a tecnologia WLAN / PWLAN, apresentando suas faixas, reais capacidades e serviços. Desta forma, poderemos perceber que essa tecnologia ainda terá definições técnicas e regulatórias importantes para realmente ocupar um espaço importante nas comunicações mundiais e observaremos seu caráter complementar as redes móveis celulares. MDS
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Marilson Duarte Soares e Eduardo Nascimento Lima

Artigo
Conheça os problemas de segurança de sua "velha telefonia móvel" e veja as vantagens na "comunicação móvel" com o GSM


Introdução A população brasileira passou a observar nos últimos anos os anúncios nos meios de comunicação sobre a evolução da área genética com prováveis clonagens de animais e plantas. Com o passar dos anos também verificamos o emprego da clonagem nos equipamentos de comunicações móveis, gerando grandes prejuízos para as operadoras e para seus usuários que passaram a ter enormes dores de cabeça para identificar e até mesmo se livrar das contas geradas através de aparelhos clonados que utilizavam seus números.
Os sistemas celulares iniciaram com a tecnologia analógica, sendo o AMPS (Advanced Mobile Phone System) o padrão conhecido na América Latina. Clonagens de aparelhos celulares são possíveis através dessa base analógica que ainda existe no Brasil. Aparentemente, os sistemas digitais TDMA e CDMA estariam mais imunes a este tipo de problema, mas como no Brasil o CDMA existe somente em algumas áreas, em função de apenas algumas operadoras o terem adotado, sua clonagem ocorre facilmente no momento de “roaming” para uma área que não possui a tecnologia CDMA, pois tanto o sistema CDMA quanto o TDMA, no Brasil, para viabilizar o “roaming” entre eles, somente o fazem usando a tecnologia AMPS.
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Adriano Rodrigues Santos Oliveira, Eduardo Nascimento Lima e Marilson Duarte Soares

Informe técnico
EDGE, uma realidade que você precisa conhecer

Introdução - As transformações por que vêm passando a sociedade rumo à nova era da "sociedade da informação", bem como a grande velocidade com que têm ocorrido os avanços tecnológicos nos últimos tempos, refletem-se no setor de telecomunicações sob a permanente evolução de seus sistemas e a conseqüente enxurrada de informações e contra-informações lançadas ao mercado. O grande número de novas siglas e conceitos que têm sido divulgados no mercado a respeito da evolução dos padrões móveis, muitas vezes com pouca clareza e até mesmo erros conceituais, nos estimularam a produzir este informativo destinado aos colegas da área de telecomunicações que ,esperamos, possa contribuir para desmistificar um pouco o tema. Nesse trabalho vamos abordar a evolução do GSM/GPRS/EDGE e suas principais implicações na rede, apresentando com detalhes os conceitos básicos do EDGE, ou seja, sua composição e seus principais componentes. Com esse entendimento, o leitor poderá analisar as informações atualmente apresentadas no mercado e também terá condição de avaliar os benefícios de uma evolução para uma rede EDGE.
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Eduardo Nascimento Lima e Marilson Duarte Soares

Artigo
Por quê, como e quando migrar ao GSM

Introdução: O cenário tecnológico em que vivemos tem se caracterizado por ciclos de vida dos produtos cada vez mais curtos.
Isto leva à necessidade de atuação em mercados mais abrangentes, buscando-se elevados volumes de venda que suportem os custos de desenvolvimento ascendentes. Este é um dos fatores básicos de sobrevivência na era da globalização, resultando em um menor número de empresas cada vez maiores e mais poderosas, fruto de fusões e aquisições. Nesta nova aldeia global não há espaço para aventuras irresponsáveis, nem tão pouco para soluções isolacionistas. No turbulento e dinâmico mundo das telecomunicações móveis temos presenciado permanentes alterações no mercado. A última grande alteração diz respeito à "morte súbita" do TDMA-IS136. Praticamente restrito às Américas, e com "market share" de cerca de 10% do total de usuários de padrões móveis digitais no mundo, o TDMA-IS136 teve sua morte final decretada pelo abandono dos investimentos em sua evolução rumo à terceira geração das comunicações móveis. Diante deste cenário, as operadoras TDMA, órfãs de tecnologia e atordoadas em meio às dezenas de "papers" pouco esclarecedores que andam circulando no mercado, perguntam-se o que fazer. Para piorar a situação, as operadoras móveis brasileiras, estarrecidas diante da iminente ameaça oferecida pela entrada das novas operadoras do SMP utilizando a tecnologia GSM, debruçam-se em estudos e cálculos em busca de uma resposta.
Com o intuito de auxiliar as empresas que estão realizando esses estudos, buscaremos com nosso trabalho compartilhar as razões lógicas e concretas pelas quais defendemos abertamente a migração ao padrão GSM e sua rota evolutiva GPRS/EDGE/UMTS, procurando responder POR QUÊ, COMO e QUANDO migrar ao GSM?
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Eduardo Nascimento Lima, Marilson Duarte Soares e Michelle P. Fernandes

Artigo
Wireless Modules:Ampliando seus negócios GSM

Alinhando-se às mudanças das necessidades de consumo de seus clientes, o setor de telecomunicações móveis estará num futuro próximo, ampliando sua base de serviços prestados.
Entender a dinâmica desta nova realidade é criar condições de competitividade e de aproveitamento das oportunidades de negócios.
Produtos e serviços que anos atrás pareciam sonhos passaram a se tornar uma realidade. A utilização da rede móvel para serviços de localização, telemetria, segurança, entre outros, através de "Wireless Modules" poderão otimizar o uso de uma infra-estrutura já existente e principalmente aumentar a receita das operadoras.
Neste Informativo buscaremos responder aos seguintes tópicos:
- Conceito: o que são "Wireless Modules" ?
- Aplicações: onde e para que "Wireless Modules" são utilizados?
- A cadeia "Wireless Modules": como os principais participantes deste negócio sofrem os impactos?
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João Bosco Silvino Júnior

SMPP - SHORT MESSAGE PEER TO PEER - PROTOCOLOS E APLICAÇÕES


O protocolo SMPP (Short Message Peer to Peer) é um protocolo aberto, desenvolvido para proporcionar uma interface para a comunicação de dados flexível, para a transferência de short messages entre um Short Message Center (SMSC), GSM USSD (Unstructured Supplementary Services Data) ou outro tipo qualquer de message center, e uma aplicação SMS, como por exemplo, uma plataforma de Voice Mail, servidor de E-mail, Servidor Proxy WAP ou outra gateway de mensagens qualquer. 
Nota: O protocolo SMPP utiliza o termo SMSC (Short Message Service Center) quando se refere à entidade servidora da conexão SMPP. No caso da entidade cliente da conexão SMPP, o nome adotado pelo protocolo é ESME (External Short Message Entity) 
A versão V3.4 do protocolo SMPP contempla, dentre outras, as seguintes tecnologias: 
- ANSI-136 (TDMA)
- IS-95 (CDMA)
- iDEN 
O protocolo SMPP permite: 
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Carlos Camarão de Figueiredo e Luiz Hamilton Ribeiro Leite Soares

Artigo
Um estudo sobre SMS:
 PADRONIZAÇÃO DE "SHORT CODES", PROBLEMAS E O PROTOCOLO SMPP 5.0


.................
2. Short Code
Os serviços SMS comunicam-se com as operadoras de telefonia móvel através de uma large account ou short code. Para exemplificar, pode-se citar a Telemig Celular, que tem um número específico para suas aplicações via SMS, que é o número 500. Se o cliente desta operadora enviar uma mensagem em branco através de um celular para o número 500, o usuário receberá um menu com instruções de como acessar os serviços disponíveis.
Short codes são números que podem ter 1 ou 20 dígitos. Eles permitem redirecionar uma requisição para uma aplicação que esteja dentro ou fora da rede da operadora.
As operadoras podem oferecer hoje 2 tipos de short codes:
- Destination Short Codes:
A requisição de um serviço SMS é direcionado de acordo com o endereço de destino da mensagem original. 
- Embedded Short Codes:
A operadora utiliza um short code para todas as suas aplicações SMS. A aplicação destino é identificada pelo corpo da mensagem. Geralmente, é identificada pela primeira palavra da mensagem.
O short code é importante porque permite que os usuários das operadoras utilizem facilmente serviços e aplicações com valores agregados. Também permite um aumento das receitas das operadoras, com cobranças diferenciadas de cada serviço SMS.
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Giuliano Sposito

Artigo
DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES WAP


Este documento tem como objetivo iniciar um desenvolvedor com experiência em aplicações WEB à construção de aplicações WAP (acessadas por dispositivos sem fio). Faremos o leitor entrar em contato com os conceitos básicos da tecnologia WAP - arquitetura e funcionamento, destacando também os principais aspectos do protocolo WML/WMLS - para escrita de "decks" WAP.
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Ademar Castro Teixeira, José Heráclito Monteiro de Castro, Marco Antonio Dias Campelo e Vanessa Esteves Bessa Moreira

Projeto final de graduação
 
wapSERVICES - SISTEMA DE CONSULTA ON LINE A SERVIÇOS

Introdução  A proposta de desenvolvimento do wapServices (consulta online a serviços através da utilização de aparelhos de telefonia celular com suporte à tecnologia WAP) surge em um momento em que os requisitos exigidos pelos usuários, em relação a um produto cuja finalidade é consulta a informações, são: rapidez e confiabilidade nas informações, facilidade e praticidade de utilização, poder usufruir em qualquer lugar e que esteja disponível 24 horas por dia e 7 dias na semana.
 [arquivo .zip (760KB) - download]


Alessandra Oliveira, Angélica Maricato da Costa, Daniela Rabelo, Ivan de Gusmão Apolônio, Patrícia Elaine da Silva

Trabalho Acadêmico
A TECNOLOGIA WAP NO BRASIL


Download do trabalho em formato pdf : http://www.wirelessbrasil.org/wirelessbr/colaboradores/tcc_wap/tcc_wap.zip


Tom Jones Moreira de Assis
Vejam abaixo os seguintes artigos:
- IPv6 provendo Mobilidade e Interatividade para a TV Digital
- TV Digital - A nova fronteira
- Um brve estudo sobre 8VSB/COFDM
- Fundamentos do teorema de NYQUIST e sua aplicação nas transmissões igitais
- As siglas da TV Digital
- O caminho da TV Digital passa pelo bolso dos telespectadores


Tom Jones Moreira de Assis

Artigo
TV DIGITAL - A NOVA FRONTEIRA


INTRODUÇÃO

A TV digital é a nova tecnologia de televisão que, ao longo dos próximos anos, substituirá a atual televisão analógica .
Com a TV digital, o telespectador vai ter em casa uma imagem DVD com até cinco vezes a resolução da imagem atual - este é um dos aspectos da TV de alta definição (HDTV) - e som com qualidade de CD.
A TV analógica em relação a seu aspecto de 4:3 possui uma resolução que podemos comparar com o antigo cinema de 16mm, que tem aproximadamente 125.000 elementos de imagem por quadro.
Um dos aspectos inovadores da TV digital é o formato de tela e a qualidade de resolução de imagem.
A resolução de imagem esta ligada diretamente a dois componentes que são:
- a resolução espacial ( que é deefinida pelo número de pixels) e
- a resolução temporal que é a quantidadde de quadros por segundo.
Isso nos dá a possibilidade de amostrar a imagem em 2 categorias básicas que são elas:
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Tom Jones Moreira de Assis

Artigo
IPv6 provendo Mobilidade e Interatividade para a TV Digital


Introdução
Muito se tem discutido sobre TV Digital e seu uso como principal solução para a "Inclusão Digital".
Porém poucos textos têm tratado do assunto "interatividade" como um dos caminhos para essa inclusão. E mais, se ela será realmente possível ou não.
Para que possamos realmente alcançar a inclusão digital e levarmos a interatividade a todos, as "caixas digitais" precisam ser realmente interativas, pois estamos num país com 54 milhões de aparelhos de TV, dos quais 45 milhões só tem acesso à TV aberta; e desses 45 milhões de televisores, quase a metade é de 14 polegadas com antenas internas (1).
Todos esses dados nos mostram um abismo social entre as classes.
O fato de termos 22 milhões de aparelhos com antena interna, nos remete à necessidade de robustez do sistema, pois em TV Digital ou você tem imagem ou não tem (sinais digitais são formados por bits de 0 e 1).
Outro fator é que enquanto apenas 15% dos domicílios possuem algum tipo de "TV paga" (seja cabo ou MMDS); os outros 85% só tem acesso à tv aberta, e é no canal de retorno (bidirecionalidade) da TV Digital que está a verdadeira possibilidade de se diminuir esse abismo social.
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Tom Jones Moreira de Assis

Artigo
UM BREVE ESTUDO SOBRE 8VSB/COFDM


Introdução - A crise do mercado
Antes de iniciar este breve estudo, acredito que caibam aqui, algumas palavras sobre a atual crise do setor de telecomunicações como um todo. [Leia mais]
Iniciando o estudo
Decidi começar esse estudo com uma pergunta que recebi de um leitor, pois acredito que muitos tenham tido a mesma duvida.
Já que a modulação é estritamente analógica como ela pode ser usada pelos 3 padrões de transmissão de tv digital?
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Tom Jones Moreira de Assis

Artigo
FUNDAMENTOS DA TEOREMA DE NYQUIST E SUA APLICAÇÃO NAS TRANSMISSÕES DIGITAIS


Tom Jones Moreira de Assis

Artigo
As siglas da TV DIGITAL


Tom Jones Moreira de Assis

Artigo
O CAMINHO DA TV DIGITAL PASSA PELO BOLSO DOS TELESPECTADORES


Virgílio Fiorese

ARTIGO
Serviços de Valor Adicionado - Algo mais que serviços de voz!!!!  

Sumário: INTRODUÇÃO SMSC -  WAP  -  WAP PUSH -  MMSC -  M-EMAIL - VMS - PORTAL DE VOZ - URA - CENTRAL DE ATENDIMENTO - LBS - J2ME - BREW - DOWNLOAD FUN - MOBILE INSTANT MESSAGING - MOBILE CHAT - PRESENCE SERVER - CBS - CELL BROADCAST SYSTEM - INTEGRAÇÃO COM PLATAFORMAS DE PRÉ-PAGOS - MODELO DE NEGÓCIO COM DIVISÃO DE LUCROS - COMUNICAÇÃO POR PACOTES - CONCLUSÃO
1. Introdução - Entendemos os serviços de valor adicionados como algo mais que apenas serviços de voz, isto tanto do ponto de vista do assinante (aplicações) quanto da operadora (negócio).
· O assinante entende os serviços de valor adicionados como algo a mais que apenas voz, porque consegue, através de conexões que utilizava apenas para se comunicar via voz, enviar dados (WAP ou SMS, por exemplo) e atingir serviços que não são apenas uma simples conexão de voz entre duas pessoas. Vocês verão adiante que estes serviços atingem soluções muitas vezes inacreditáveis.
· Já para a operadora, os serviços de valor adicionados representam uma tarifação sobre o valor já cobrado das chamadas de voz, configurando assim uma recuperação do ARPU (média de uso de serviços por assinante) de voz que as operadoras estão vendo reduzir com o passar do tempo. O ARPU por assinante passa a ser composto por uma nova parcela que não é simplesmente voz e sim serviços de valor adicionados. [Leia mais]


Alexandre Carlos Vilarinho de Oliveira, Cláudia Jacy Barenco Abbas, Rafael Timóteo de Sousa Jr, Regina Tsujiguchi, Ricardo Staciarini Puttini e Vinícius Maia Pacheco

ARTIGO
A Virtual High-Speed Network Laboratory

Abstract. This paper describes a laboratory environment and its WWW access and management application that together
constitute a virtual laboratory developed to allow distance teaching/learning of QoS through the testing and experimentation
of DiffServ/MPLS QoS configurations. The laboratory is composed by personal computers with Intel processors running the
RSVP-TE daemon for DiffServ over MPLS under the Linux operating system. This paper describes the construction, configuration
and optimization of this Virtual Laboratory as well as some theoretical concepts and real experiments implemented
during the project. Motivations for the creation of this laboratory include its low cost, which is an important factor in
a teaching environment, and the access to the environment from Internet web browsers allowing users to remotely learn
about QoS. 
[arquivo pdf - download]


Webes Pacheco
Tutorial
LINK BUDGET

Escopo
A análise de link budget é uma das etapas do Planejamento Celular (Cell Planning) e uma das principais por determinar uma série de fatores tais como área de cobertura, estimativa do raio da célula, estimativa do número de células necessárias para atender uma determinada região.
Neste documento será abordado apenas o cálculo de link budget de uma maneira prática utilizando-se para isto os resultados da Teoria de Comunicações Móveis, sem entretanto, nos aprofundarmos nela e sem perda de generalidade.
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Welton Sthel Duque 

Artigo
PROTOCOLOS DE ALTA VELOCIDADE 
 

Introdução: O presente artigo tem como objetivo descrever os protocolos de alta velocidade atualmente utilizados em redes de comunicação de dados e voz. Na primeira parte será feita uma breve explicação do significado e para que são usados os protocolos nas redes de telecomunicações. Após, será feita uma descrição e análise dos principais pontos que devem ser levados em conta na implementação dos protocolos de alta velocidade, comparando-se as diferenças fundamentais nas características técnicas dos protocolos atuais e o que deles pode ser aproveitado para se implementar os protocolos de alta velocidade. Após, será feita uma descrição individual dos principais protocolos de alta velocidade utilizados nas redes atuais.
Conteúdo: PROTOCOLOS DE COMUNICAÇÃO - FUNDAMENTOS TÉCNICOS DOS PROTOCOLOS DE ALTA VELOCIDADE - PROTOCOLOS DE REDES COM SATÉLITES - PROTOCOLOS DE ACESSO EM REDES ÓTICAS - PROTOCOLO SDLC - PROTOCOLO HDLC - PDH - HIERARQUIA DIGITAL PLESIÓCRONA - SDH - HIERARQUIA DIGITAL SÍNCRONA - SONET (SYNCHRONOUS OPTICAL NETWORK) - PROTOCOLO ANSI X3T9.5 (FDDI - FIBER DISTRIBUTED DATA INTERFACE) - HIPPI - HIGH PERFORMANCE PARALLEL INTERFACE - PROTOCOLO X-25 - RDSI (REDE DIGITAL DE SERVIÇOS INTEGRADOS) - FRAME RELAY - CELL-RELAY - FAST PACKET SWITCHING - PROTOCOLOS ETHERNET - PROTOCOLOS IEEE 802.X (IEEE 802.3 100BASE-T (FAST ETHERNET) PROTOCOLO 100BASET4 - PROTOCOLOS 100BASETX E 100BASEFX - PROTOCOLO IEEE 802.4 (TOKEN BUS) - PROTOCOLO IEEE 802.5 (TOKEN RING) - PROTOCOLO IEEE 802.6 (DQDB - DISTRIBUTED QUEUE DUAL BUS) - IEEE 802.9 (ETHERNET ISÓCRONA)) - SMDS - SWITCHED MULTIMEGABIT DATA SERVICES - PROTOCOLOS GIGABIT ETHERNET - PROTOCOLO 10 GIGABIT ETHERNET - CABLE MODEMS - ADSL - ASYMMETRIC DIGITAL SUBSCRIBER LINE - ATM (ASSYNCRONOUS TRANSFER MODE)- PROTOCOLO 1XEV-DO PARA REDES WIRELESS)
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Eduardo Prado
Artigo

Pare o mundo que eu quero descer

Tudo começou com o anúncio, no final do ano passado, da descontinuidade da tecnologia CDPD  da Lucent, que era muito utilizada por algumas operadoras de telefonia móvel para prestar serviços de conectividade a polícias e outros serviços públicos (ver CDPD Transistion) e com a evolução recente da Tecnologia Mesh (Malha) (ver Wireless Mesh Networking).
O pessoal concluiu que era impossível - por questões de custos elevados - substituir as redes CDPD pelas tradicionais redes das famílias GSM e CDMA e partiram para a tecnologia Wi-Fi combinada com Mesh.
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Eduardo Prado
Artigo
WiMAX: "Nós fazemos os ovos mas vocês comem o bolo"

Vocês já viram a frase supra? O que esta frase quer dizer referindo-se a tecnologia WiMAX
Simplesmente descrever que os Fabricantes de Chips (que são aqueles que "fazem" os ovos) fornecem os chipsets para os Vendors (Fabricantes de Equipamentos) que vão fazer o sistemas de WiMAX que serão "degustados" pelo Mercado. 
O Mercado é quem "degusta" o bolo. Os Vendors ficam com o "papel culinário" de fazer o bolo. 
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Eduardo Prado
Artigo
WiMAX em Bancos. Imagina se a moda "pega"?

 

Gente, fiquei assustado "positivamente". Tem isto? As vezes tem, não é? 
Vamos explicar um pouco nesta matéria.  

Recentemente publicamos uma matéria sobre os Casos de WiMAX no Mundo aonde mostramos vários casos públicos de WiMAX ao redor do mundo. 
Mas justiça seja feita,  não vimos em NENHUM LUGAR DO MUNDO casos tão criativos quanto aqueles que a nossa engenhosidade "nativamente" brasileira está preparando com a tecnologia de WiMAX no Segmento Bancário. 
Do que estamos falando? 

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Eduardo Prado
Artigo
Casos de WiMAX no Mundo

 

O WiMAX tem tido um forte começo em sua aventura para transformar-se no padrão principal de BWA (Broadband Wireless Access) nos próximos anos. 
Entretanto, o perfil elevado de produto que o WiMAX têm conseguido recentemente é fruto da consciência crescente entre Operadoras de Telefonia e WISPs (Wireless ISP) do potencial de banda larga do WiMAX, algo que está criando um ponto um "pico"  no investimento em equipamentos fixo e móvel - mas não necessariamente baseados em WiMAX. 
Os padrões de WiMAX são: 
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Eduardo Prado
Artigo
WiMAX: "Como será o amanhã"?

 

Vamos aproveitar o mote da música "O Amanhã" cantada por Simone
"O que será, o amanhã ... (e) como será o amanhã, responda quem puder" e perguntar: Como será o destino das Operadoras de Telefonia com a chegada da tecnologia  WiMAX
Vamos consultar o Zodíaco? 
Ou vocês preferem Nostradamus. 
Ou seremos os "Cavaleiros do Apocalipse"?
O que irá acontecer com elas? 
E de novo, como diz a famosa letra: "o destino delas será como Deus quiser"
Aposte na loteria pois muita coisa com certeza será diferente no mundo das telecomunicações nos próximos 03 a 04 anos.
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Eduardo Prado
Artigo
Wireless LAN (WLAN) no Brasil

Antes de vermos a evolução da tecnologia de Wi-Fi no Brasil vamos dar uma "paquerada" na numerologia da evolução desta tecnologia no mundo.
Veja o número de hotspots no Ocidente em Dezembro de 2003: T-Mobile com 4.014, The Cloud (Reino Unido) com 2.500, Swisscom com 1.300, Telia 1.200, Wayport com 675 e British Telecom com 400. A KTC da Coréia do Sul é a líder em hotspots.
A campeã mundial em instalação de hotspots públicos - a Korea Telecom (KTC) da Coréia do Sul com 8.500 hotspots em número de Abril de 2003.
Esta operadora tem mais da metade dos hotspots do mundo segundo o IDC. 
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Eduardo Prado
Artigo
Por que a Intel é "Everywhere"

 

Muito se tem falado e dito da Intel ultimamente. 
Na matéria Intel: King of the Wi-Fi Frontier? da Business Week foi destacada a valorização da ação da Intel de 80% durante 2003 fechando o ano a US$ 32 e também do aumento do lucro. Acionistas com certeza felizes! Nada disso ocorre por acaso. 
A Intel sempre acertou? Não, nem sempre. 
Cometeu alguns erros durante seus 35 anos de existência. 
Em termos de executivos podemos destacar três nomes extremamente relevantes na história desta corporação e que fizeram – e fazem – a diferença. 
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Eduardo Prado
Artigo
Inclusão digital JÁ... e com tecnologia sem fio  

 

O que falta a nossos governantes com relação a fazer um trabalho sério e abrangente na área de Inclusão Digital
MUITA COISA. Realmente vai ser uma "longa estrada" a ser percorrida. 
Vamos colocar aqui algumas perguntas: 
- A Internet é social? Sim. 
- A Banda Larga é social? Sim. 
- Modernas tecnologias sem fio (wireless) como Wi-Fi e WiMAX  são sociais? Sim, serão. 
- E o que nossos governantes estão esperando para elevar o padrão de "tecnologia social" do povo brasileiro?
Não sabemos mas com certeza vamos tentar ajudá-los nesta matéria. 
Há um ano atrás escrevemos a matéria Serviços Móveis e Comunidades  nesta Coluna onde apresentamos algumas idéias de um trabalho para comunidades que poderia ser feito com a tecnologia de Wi-Fi.
Foi com muito orgulho que lemos em 15 de fevereiro de 2004 no jornal O Globo - a coluna A Desiguladade Digital - do nosso grande jornalista Márcio Moreira Alves. 
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Eduardo Prado
Artigo
Simplesmente o máximo: WiMAX - Parte 2  

 

Hoje temos a continuação da primeira parte desta matéria (Parte 01) apresentada em 02 de fevereiro de 2004 aonde tratamos - além da Introdução - dos tópicos: O padrão IEEE 802.16, suas variações e outros padrões wireless e Os fabricantes de chips.  
O WiMAX Forum e as Adesões  
O Forum de WiMAX que tem dedicado-se a certificar a interorperabilidade dos produtos de BWA baseados em padrões globais, anunciou recentemente que o número de membros “pulou” de 28 para 67 membros em apenas 5 meses. Isto com certeza reflete a confiança da indústria nos padrões de BWA do IEEE 802.16. 
Recentemente houve também as adesões da AT&T Wireless, Covad e a  PCCW  de Hong Kong. 
Estas operadoras somam-se a Nextel que foi a primeira a declarar em NOV.2003 sua intenção de montar um piloto do 802.16 através das licenças de WLL que adquriu da MCI. 
Houve também adesões de fornecedores de infra-estrutura – vendors de telecomunicações – como a Siemens e a ZTE Corporation da China.  
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Eduardo Prado
Artigo
Simplesmente o máximo: WiMAX - Parte 1

 

Senhoras e Senhores, Que "bicho" é este? WiMAX? Esconjuro!. Não, não esconjure não. Ele veio para ficar (se deixarem - e em "parte" devem deixar - ele será um grande sucesso).
Nós fomos um dos primeiros a tratar deste assunto no Brasil no Weblog Smart Convergence e em dois artigos:
O "Dia Seguinte" do Wi-Fi de 05.MAI.2003 - uma das matérias precursoras deste assunto - e
Intel (com Nokia) & Motorola (com  Cisco) no 4G: Outra grande disputa em 04.AGO.2003. 
Para ver também a "vontade de disputa" da Intel com a Motorola vejam a matéria:
- O charme (e a disputa) do (pelo) UWB  de 04.NOV.2003.
A indústria de acesso wireless em banda larga, que proporciona conexões com altas taxas de transmissão de rede para sites estacionários, tem amadurecido ao ponto que agora tem um padrão para a segunda geração de redes de áreas metropolitanas wireless.  
O padrão é o IEEE 802.16 com a sua interface aérea de Wireless MAN (Metropolitan Area Network). 
Este padrão é também conhecido por  "WiMAX"  e já tem seu forum próprio para ajudar no trabalho de alavancagem do próprio padrão:  Forum WiMAX.

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Eduardo Prado
Artigo
A segurança do dispositivo móvel do Wi-Fi

 

Hoje em dia um dos tópicos mais quentes, no setor de tecnologia da informação (TI), no mercado é a segurança das redes Wireless LAN (WLAN) nos padrões IEEE 802.11x. 
Veja aqui duas referências ao "apagar das luzes" de 2003 sobre este assunto:
Looking Back At Wireless Security In 2003 e
WPA Aims To Finish the Job WEP Started.
Mais da metade dos laptops vendidos em 2003 vieram com a capacidade de Wi-Fi instalada. 
Essa é uma tendência que cada vez será mais perene que é a de trazer a tecnologia de WLAN bulilt-in (embutida) nos vários dispositivos móveis. 
Ainda de acordo com os analistas da indústria, a maioria dos consumidores está adquirindo os laptops com a tecnologia Centrino inside por causa do seu chip Wi-Fi.
Centrino
é uma das tecnologias wireless da Intel que traz uma série de vantagens aos laptops (p.ex, conectividade de WLAN e baixo consumo de energia). 

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Eduardo Prado
Artigo
"Apesar de você... amanhã há de ser outro dia"  

 

Essa frase cunhada pelo nosso brilhante Chico Buarque nos traz para uma realidade que vai ser muito interessante com a chegada dos serviços na tecnologia VoIP (Voice over Internet Protocol) e a evolução em curto prazo do VoWLAN (Voice over Wireless LAN).
Vejam duas frases da famosa música do Chico muito próprias que mapeia um pouco este cenário: "Hoje você é quem manda, falou, tá falado, não tem discussão, não" e "Como vai abafar nosso coro a cantar na sua frente".
E o Skype? Conseguiremos "abafar" o coro dele? No Natal de 2003 já eram 4,4 milhões de downloads. O Skype - que está em beta teste atualmente - deve anunciar sua versão paga no início de 2004 (especula-se US$ 10 de flat fee para uso ilimitado) com voice mail e voice conference.

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Eduardo Prado
Artigo
O que poderia ser o "amanhã" do Wi-Fi no Brasil

 

Não sei o que acontece conosco por aqui em "terras brasileiras" mas as vezes ficamos tristes com a falta de empreendedorismo de alguns setores da nossa tão honrada indústria de telecomunicações.
Focando em termos de Wireless LAN (WLAN) o mundo todo está em "polvorosa" e os nossos passos aqui são tão pífios e lentos, sem o volume de um negócio novo e sem "empreendedorismo" - por mais simples que possa ser - pelo que temos acompanhado até agora das nossas Operadoras de Telefonia Móvel e Fixa e de futuros candidatos a WISPs (Wireless Internet Service Provider) ou outro participantes da Cadeia de Valor do negócio de Wi-Fi
De fato - e de direito, o nosso único WISP brasileiro atualmente é a - a Vex (antiga Pointer Networks). 
O Wi-Fi da TELEMAR está baseado na rede da Vex
O WiFiG (o braço Wi-Fi do iG) está baseado na rede da Vex
O Terra Banda Larga Wi-Fi está baseado na rede Vex

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Eduardo Prado
Artigo
O charme (e a disputa) do (pelo) UWB

 

Nas últimas semanas nós temos presenciado uma "badalação" muito grande no mundo em relação ao padrão wireless UWB. 
Quem é este "futuro ilustre" desconhecido? 
O que UWB significa? 
Ultrawideband
(só? calma, tem mais!). 
Na matéria O Wireless Personal Area Network (WPAN), desta coluna, falamos um pouco do UWB. 
Esse padrão (ainda não homologado pelo IEEE e em franco processo de homologação) é o IEEE 802.15.3 (e a sua extensão IEEE 802.15.3a) é um WPAN de alta taxa de transmissão de dados que foi liberado no ano passado para utilização comercial pelo Pentágono (após aplicações secretas de fins militares). 
Dizem as "más línguas" que ele vai substituir o Bluetooth (padrão IEEE 802.15.1).

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Eduardo Prado
Artigo
O Skype pode ser um fenômeno em VoIP
 

As operadoras de telefonia fixa estão presenciando fatos (caso não queiram "fechar os olhos", pois é mais cômodo) que podem representar cada vez mais o avanço da tecnologia de VoIP (Voice over Internet Protocol) como serviço de voz (e em curto prazo "casado"  – por exemplo – com o Wireless LAN, na sua "aparição" de VoWLAN - Voice over Wireless LAN). 

Vejamos alguns exemplos bem recentes:

[a] A Baby Bell americana – Bell South – manifestou na data de 28 outubro de 2003 seu interesse de comercializar serviços de voz baseado em internet ou VoIP para o mercado de pequena e média empresa (PME). Veja em BellSouth offers VoIP for businesses. Isso é uma revolução para uma Baby Bell enquanto uma outra, como a Verizon Comm, briga com empresas de VoIP como a Vonage;
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Eduardo Prado
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VOD e a Telefonia Fixa

O "sonho dourado" das empresas americanas de telefonia fixa – este "efeito vodka" acontecerá também aqui no Brasil – de buscarem alternativas para as suas – sempre – decrescentes receitas de voz tem sofrido alguns impactos nos últimos tempos.
Recentemente uma corte federal americana em Mineápolis criou uma interessante jurisprudência barrando o estado de Minesota de aplicar as leis tradicionais de telefonia da FCC (a ANATELamericana) contra a empresa Vonage - uma pioneira no fornecimento de serviços de voz via a tecnologia VoIP (Voice over Internet Protocol) – que permite que as tradicionais chamadas de voz sejam feitas através de um serviço de banda larga reduzindo bastante o custo das comunicações de voz. 
Isso é o começo de uma verdade que as operadoras de telefonia fixa têm que começar a pensar em serviços de VoIP.

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Eduardo Prado
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Wireless LAN no mercado corporativo

 

Again... com futurismos!!! Queríamos compartilhar com vocês "a modelagem do caminho" de uma tecnologia que acreditamos que vai perdurar muito tempo à frente, por causa da sua conveniência: a tecnologia sem fio de uma maneira ampla que hoje aparece (além do nosso tradicional telefone celular - GSM/GPRS ou CDMA-1xRtt - no conceito de WWAN [Wireless Wide Area Network]) na forma da "febre" da tecnologia Wireless LAN (WLAN ou Wi-Fi) e começa - também - a aparecer na forma do Broadband Wireless Access - BWA (proprietários 4Gs e futuros padrões).
Para os proprietários veja a matéria Vem aí a nova geração de tecnologia 4G (sem fio) desta coluna. 
Para os futuros padrões (WiMax = IEEE 802.16 e Mobile-FI = IEEE 802.20) veja a matéria INTEL (com Nokia) & MOTOROLA (com Cisco) no 4G: Outra grande disputa também desta coluna. 
Além dessas duas "manifestações sem fio" temos ainda duas novas tecnologias sem fio de baixa potência despontando e que farão muito sucesso na área de sensoriamento remoto que é o ZigBee - IEEE 802.15.4 e o UWB - IEEE 802.15.3 (Ultrawideband) conforme nossa matéria O Wireless Personal Area Network (WPAN)
Para se ter uma idéia do que estamos falando, vejamos dois fatos bem recentes do mercado internacional, a saber:

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Eduardo Prado
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Novos paradigmas como Wi-Fi (em redes públicas ou corporativas) necessitam de um "novo pensar"

 

Quando Wi-Fi (Wireless Fidelity) será "onipresente"? 
Não sabemos e não queremos ser Nostradamus nem Alvin Toffler (um famoso futurologista), mas atitudes como:[a] a da indústria automobilística abraçando a tecnologia de Wireless LAN (WLAN) nos carros do futuro;
[b] e a da UPS que resolveu testar o interesse do público do público em conectividade grátis de Wi-Fi em 66 das das suas lojas de carga públicas nos EUA;
Vão ajudar (e acelerar) o caminho dessa "onipresença". 
Particularmente, a visão da UPS é ímpar - e terá muitos imitadores - pois se esse trial der certo, a UPS pretende fornecer o acesso grátis de Wi-Fi em suas 3 mil lojas ao redor do mundo. 
Será, sem sombra de dúvida, um grande player no negócio de internet móvel visto que a maior instalação do Ocidente é a da operadora T-Mobile nos EUA que tem 2.778 hotspots (veja aqui mapa de localidades).

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Eduardo Prado
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Wi-Fi em posto de gasolina: um grande negócio

 

Pode parecer futurismo mas teremos muitas mudanças em pouco tempo em várias entidades do nosso cotidiano com a chegada maciça na tecnologia de Wireless LAN (WLAN) conhecida como Wireless Fidelity (Wi-Fi) quando no padrão IEEE 802.11b.
Existem duas entidades muito importantes na cadeia de valor do negócio de WLAN que são as operadoras de telefonia móvel e a fixa – esta última mais ainda, pois tem a canalização de WLAN que a móvel não possui – a banda larga (ADSL). 
Adicionalmente a essas – que são os players mais fortes em WLAN – existe também uma entidade muito importante que é o Facility Owner (ou Venue) que é o "dono do ponto" aonde o ponto de acesso (access point) de WLAN será instalado. 

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Eduardo Prado
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Um passeio pelo roaming em Wi-Fi

 

Por que a funcionalidade de roaming - tão íntima nossa - vai ser fundamental do ponto de vista de negócio no mercado de Wi-Fi e no futuro mercado de BWA (Broadband Wireless Access ?
Veja este link "tímido" sobre BWA que já começa a aparecer como cultura. 
A educação é um dos enablers de qualquer tecnologia nova. 
Para referências sobre BWA veja a matéria INTEL (com Nokia) & MOTOROLA (com Cisco) no 4G: Outra grande disputa.
O roaming de Wi-Fi e BWA são (e vão ser) muito importantes, em parte, pela mesma razão de hoje. Garantia de conectividade em "terra alheia àquela que contratamos o serviço". 
Lembram-se quando a Oi foi lançada muita gente não adquiria o seu serviço pois eram profissionais que viajavam freqüentemente para São Paulo e a TIM Brasil por questões regulatórias ainda não tinha sido autorizada a operar em São Paulo para assegurar o serviço de roaming naquele estado para a "jovem" operadora carioca?

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Eduardo Prado
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O que acontece em Wi-Fi nas operadoras de telefonia dos EUA?

 

Vamos atualizar as nossas mentes (e "visões" de negócios) com os últimos acontecimentos nas operadoras de telefonia do mercado americano no segmento de Wireless LAN (WLAN) este tão "badalado" tema nestes últimos tempos.
Telefonia Móvel

[a] A T-Mobile tem parceria com a Starbucks (café), com a Borders (livros e discos; 145 lojas vão ofertar o serviço de WLAN) e com a Kinkos (escritórios e centros de convenções)
A Kinkos planeja ofertar o serviço de conectividade wireless em banda larga para mais de mil localidades. 
Essa operadora móvel dos EUA (e do grupo da Deutsche Telekom) tem investido 100 MUS$ na maior iniciativa de Wi-Fi em operação no mercado americano. 
Foi a primeira a ter o serviço de WLAN Pública em território americano após adquirir a MobileStar, que faliu. 
A T-Mobile também proporciona a cobertura móvel de GPRS com tarifas na faixa de US$ 19 a 99 por mês;

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Eduardo Prado
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A quem interessa os notebooks "wireless" robustos?

 

Atualmente o mercado corporativo tem olhado com bastante atenção a possibilidade de utilização de serviços baseados em aplicações móveis com o objetivo de aumentar sua produtividade e/ou reduzir seus custos operacionais.
Segundo vários analistas de indústria a aplicação móvel "killer" é o e-mail - e acreditamos que continuará sendo muito tempo. 
Segundo a Intuwave, do Reino Unido, em pesquisa realizada em janeiro de 2003, 35% das empresas (com faturamento entre 50 e 250 milhões de libras) e 52% das empresas (com faturamento acima de 250 milhões de libras) responderam que utlizariam Smartphones como ferramenta comercial de trabalho (com as seguintes estatísticas por mercado: Varejo e Finanças = 40%; Manufatura = 43%; Outros Segmentos = 56%). 
Segundo o Yankee Group, em 2005 as aplicações móveis terão os seguintes números de usuários no mundo: Automação de Força de Vendas = 13 milhões (M); Serviços de Campo (Field Services) = 18 M e Gerência de Logística (Fleet Management) = 21 M.

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Eduardo Prado
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Wi-fi e conteúdo de mídia alavancam a venda de banda larga no mundo. O que as operadoras brasileiras estão esperando?

 

O que as operadoras brasileiras estão esperando?
Não sei. 
Vamos concluir juntos (ou deixar que as operadoras de telefonia concluam) vendo abaixo alguns casos de sucesso.
Nós temos duas grandes evidências - eu diria já tradicionais - neste segmento. 
O primeiro exemplo vem da Telecom Itália com o seu famoso serviço Alice.
De acordo com o analista de indústria Pyramid Research no seu relatório Beyond DSL: Why Fixed Operators Need to Go WiFi, a Telecom Itália dobrou a sua receita de usuários de DSL porque esta operadora "empacotou" a sua oferta de banda larga (BL) com o fornecimento de Wireless LAN (WLAN) para o mercado residencial em um período de seis meses: de março a setembro de 2002.

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Eduardo Prado
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INTEL (com Nokia) & MOTOROLA (com Cisco) NO 4G: Outra grande disputa

 

Na matéria  O Wireless Personal Area Network (WPAN) destacamos a recente disputa entre a Intel (alinhada com a Texas Instruments (TI) e outros players) e a Motorola (alinhada com a XtremeSpectrum) na definição do padrão IEEE 802.15.3 que é o WPAN de alta taxa de transmissão de dados também conhecido com UWB (Ultrawideband) liberado no ano passado para utilização comercial pelo Pentágono. Vamos contar aqui um pouco da disputa que está ocorrendo no segmento de Broadband Wireless Access (BWA) entre a Intel (defensora do IEEE 802.16) e a Motorola (defensora do IEEE 802.20). 
Esses padrões (ou apenas um deles) estabelecerão as definições do revolucionário BWA que proporcionará a conexão sem fio a longa distância, em boa velocidade e nas formas ponto-a-ponto e ponto-multiponto para transmissão de voz e imagens. 
Muita coisa vai mudar na prestação de serviços de telecomunicações e nas facilidades de comunicações para as corporações em futuro próximo em função da utilização comercial do BWA.

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Eduardo Prado
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O Wireless Personal Area Network (WPAN) 

 

No nosso artigo Novas oportunidades da tecnologia Wireless destacamos o interesse do mundo em novos serviços que utilizam a tecnologia wireless (sem fio) como elemento de conveniência e, destacamos, o recente survey - A Joint OSP-OET White Paper on Unlicensed Devices and Their Regulatory Issues [arquivo Doc] - do FCC (Federal Communications Commission) americano, mostrando seu interesse pelo assunto. De acordo com o instituto de análise da indústria Instat/MDR, o mercado de rede residencial (home networking) crescerá para 5,3 BUS$ em 2007. Dentro desse mercado, as redes multimídia sem fio nas residências serão responsáveis por aproximadamente 49% desse valor, perfazendo um total de 2,6 BUS$. A respeito do quê pretendemos falar? 
Das redes WPAN (Wireless Personal Área Network) cujo IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) está definindo o padrão 802.15 (e suas variações) para melhor caracterizá-las.

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Eduardo Prado
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Convergência de voz e dados
 

Bem recentemente foi publicado um survey de um vendor de telecom mostrando que 91% dos seus clientes estariam combinando voz e dados nos próximos cinco anos. 
A tecnologia de Wireless LAN (WLAN) também tem sido vista como crítica.
Vocês saberiam qual seria a próxima tendência em voz/dados? 
Exatamente a de utilizar-se voz sobre Wireless LAN!
Veja a matéria Voz sobre Wireless LAN (VoWLAN) publicada exatamente na semana passada nesta coluna.
O survey concluiu que os clientes acharam que 31% dos usuários das suas corporações já têm convergido suas redes de voz e dados e outros 61% planejam fazer isso nos próximos cinco anos. 
O survey também concluiu que 60% dos usuários das corporações vêem WLAN como um "elemento crítico" para melhorarem a produtividade dos seus empregados e conseqüentemente dos seus negócios.

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Eduardo Prado
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Voz sobre wireless LAN (VoWLAN)

 

Recentemente a Cisco e a Spectralink anunciaram o lançamento de telefones com a tecnologia de VoIP (Voice over IP) fazendo interface com redes Wi-Fi.
Já existe um novo acrônimo no mercado para descrever essa simbiose: VoWLAN (Voice over Wireless LAN - WLAN)Há também quem aposte em VoW (Voice over Wi-Fi). 
O telefone Cisco 7920 é o primeiro modelo da Cisco de VoIP baseado no padrão 802.11.
Esse telefone deverá chagar ao mercado em dois meses (de acordo com a InfoWorld já deveria ter chegado ao mercado em junho passado) e a um preço planejado de US$ 595 nos EUA. 
Os modelos da Spectralink são os: i640 (de US$ 599) e o e340 (modelo mais barato começando em US$ 399).

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Eduardo Prado
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Wi-fi nos esportes

 

A Tecnologia de Informação tem se tornado um "ativo" muito importante nas atividades esportivas. Para se ter uma idéia, nos últimos Jogos de Inverno de Salt Lake City, em 2002, um consórcio liderado pelo integrador de sistemas europeu Shlumberger-Sema - e seus parceiros Sun Microsystems, Gateway, Xerox Corp e Samsung Electronics - utilizaram a seguinte infra-estrutura: 32 mil milhas de fibra ótica, 10 mil telefones celulares, 4,5 mil estações de trabalho e laptops, 225 servidores, 1.210 impressoras, 145 servidores Unix, 40 aplicações (com 10 milhões de linhas de códigos), até 80 mil crachás para segurança e controle de acesso e em torno de mil quiosques de informações. 
É de deixar muita empresa com inveja.

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Eduardo Prado
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WLAN, uma nova "bolha"?

 

Recentemente muito tem se falado - por causa de sua movimentação no mundo - que nada semelhante, depois da "bolha da internet" ocorreu com tecnologia, senão aquilo que vem acontecendo com a Wireless LAN (WLAN). Vários venture capital colocando fresh money, e empresas como Intel, Microsoft e IBM fazendo inúmeras apostasy - ver O Céu para Wi-Fi e, Bill Gates e Craig Barrett (da Intel), preconizando que "o mundo será wireless".
Para se ter uma idéia do que se passa em Wi-Fi no mundo, veja nossa matéria O mercado e um "passeio" pelo mundo de Wi-Fi.
"Tudo remava a vapor" até agora. 
Semana passada tivemos duas matérias na mídia especializada questionando esse momentum da tecnologia de WLAN. 

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Eduardo Prado
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Novas oportunidades da tecnologia Wireless

 

Recentes notícias estão "dando sinais" de que a tecnologia wireless terá um papel importante em novos nichos de negócios em futuro próximo, a saber:
[a]
A gigante cadeia de varejo chamada Wal-Mart sinalizou para seus maiores 100 fornecedores que exigirá a partir de 1 de janeiro de 2005 a utilização das - já famosas - "etiquetas inteligentes" chamadas RFID (radio frequency identification). Só isso significará uma utilização de oito bilhões dessas etiquetas em um ano (belo número!) naquela corporação. Por que a razão do futuro sucesso de RFID? Apenas duas e bem simples: redução do preço unitário de cada etiqueta e a outra é a grande necessidade de redução do volume de furtos no mercado varejista que só nos EUA representa 30 BUS$ por ano. O RFID será a nova revolução neste nicho de mercado desde o advento do Código de Barras. Veja matéria Uma revolução eletrônica no mercado de varejo aqui, numa edição anterior desta coluna, sobre a tecnologia RFID;

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Eduardo Prado
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Vem aí a nova geração de tecnologia 4G (sem fio)

 

"O futuro sempre vem muito rápido..." - disse certa vez o famoso futurologista Alvin Toffler - "...e as vezes na ordem errada".
Essa frase aplica-se muito bem à chegada de um "grupo de novas tecnologias wireless" chamado 4G (Fourth Generation Mobile Telephony), após o estrondoso fracasso da famosa 3G (Third Generation Mobile Telephony) aonde as operadoras de telefonia móvel gastaram aproximadamente 100 BUS$ (sic!) na compra de licenças, e até hoje a tecnologia não "decolou". 
Será que ainda irá "decolar"? Quem viver verá. 
A tecnologia 4G, que só era esperada por volta de 2005, está aqui - e agora - senhores (as).

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Eduardo Prado
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O mercado e um "passeio" pelo mundo de Wi-Fi
 

Segundo o periódico de investidores em tecnologia The Chilli, o mercado de Wireless (WLAN) pode ser segmentado em três grandes áreas: corporativa, residencial e pública.
O mercado de WLAN Corporativa é visto como o primeiro mercado alvo para os vendors de produtos e chips. Grandes corporações vão demandar laptops e PDAs quando seus profissionais (força de trabalho móvel) estiverem fora dos seus escritórios, nas ruas, nos cafés, nos restaurantes e hotéis enviando e-mails ou consultando sistemas legados (p. ex., CRM e ERP). 
O instituto analista de indústria In-Stat/MDR estima que em 2004 cerca de 70% dos laptops a serem comercializados já virão ao mercado com algum suporte de WLAN.

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Eduardo Prado
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Telefonia fixa: Wi-Fi "bundle services" 
 

Mantendo a coerência da nossa visão de oportunidades de negócios de Wi-Fi para o mercado de telefonia fixa temos escrito:
[a] "A operadora de telefonia fixa (com last mile ou não) será a grande vencedora neste novo panorama,…. A fixa terá agora a vantagem de poder ofertar novos serviços no seu last mile (o que antes do advento do Wi-Fi não podia fazê-lo a custos competitivos)" em Por que a Wi-Fi prejudicará a receita das operadoras móveis?;
[b] "As empresas de telefonia fixa podem ganhar com WLAN tanto no mercado corporativo (quando as organizações instalam redes WLAN com acesso externo de Internet), como na oferta de WLAN públicas (PWLAN = Public WLAN) para o mercado corporativo (exemplos da McDonald's e da Cometa Networks)" e "PWLAN traz mobilidade para tais operadoras" em WLAN é uma excelente oportunidade para a telefonia fixa.

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Eduardo Prado
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Wi-Fi e celular: uma integração que dá certo
 

A união de duas grandes tecnologias sem fio - Redes Celulares (WAN) e Wireless Fidelity (WLAN) - pode produzir uma integração que trará muita comodidade para assinantes de ambos os serviços. 
Vários fornecedores estão se movendo muito rapidamente para possibilitar a convergência (integração) das duas tecnologias, numa época onde mobilidade é sinônimo de conveniência (para o consumidor), e de aumento de produtividade (para uma corporação).
O último capítulo da história do Wi-Fi - a tecnologia que permite que usuários de computadores (principalmente Notebooks e PDAs) se conectem SEM FIO à internet, a uma distância de poucas centenas de metros e em alta velocidade - é a tendência de combinar Wi-Fi (redes de "pequenas áreas") com redes CDMA-1xRtt ou GSM/GPRS (redes de "grandes áreas").

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Eduardo Prado
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WLAN é uma excelente oportunidade para a telefonia fixa 
 

Existem oportunidades de Wi-Fi para operadoras de telefonia fixa? 
Sim, existem, e podem ser muitas, dependendo da capacidade de "exercitar o pensamento" e manter os "olhos abertos".
Recentemente comentamos por que Wi-Fi prejudicará a receita das operadoras móveis?  
Por causa das operadoras de telefonia fixa, pois elas serão as grandes vencedoras da utilização da tecnologia de WLAN. 
Isso porque, antes do Wi-Fi, elas não podiam ofertar wireless data services a custos competitivos. 
Além disso, elas são proprietárias "intrínsecas" da banda larga (BL) que dão lastro ao acesso à internet em alta velocidade.

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Eduardo Prado
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O "Dia Seguinte" do Wi-Fi 

 

Não consigo imaginar o que o mundo nos disponibilizará em termos de tecnologia wireless e IP (Internet Protocol) nos próximos dez anos. Com certeza, esta minha limitação se refletirá em uma boa oferta de produtos nestes segmentos para as corporações e para toda a comunidade.
No dia 21 de abril do corrente, no Caderno de Informática do Jornal do Brasil (Rio de Janeiro) vimos com satisfação uma reportagem sobre o WiMax (nome comercial dado ao padrão IEEE 802.16) da mesma forma que o mercado denomina Wi-Fi (também Wireless LAN = WLAN) ao padrão IEEE 802.11. 
O WiMAX é também conhecido como WMAN (Wireless Metropolitan Area Network).

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Eduardo Prado
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O Céu para Wi-Fi

 

Em recente relatório, o Instituto de Análise da Indústria In-Stat/MDR mostrou que o ano de 2002 foi excelente para o crescimento da tecnologia de Wireless LAN (WLAN), comandado por dispositivos baseados no padrão IEEE 802.11b que, além de possuir excelente velocidade de transmissão, é barato e confiável. 
As vendas de hardware de Wi-Fi cresceram 65% em 2002 com 11,6 bilhões de unidades. 
As vendas no segmento residencial cresceram 160%, com 6,8 bilhões de unidades do total de 11,6. 
Com a queda “furiosa” dos preços dos dispositivos baseados no padrão 802.11b, espera-se que as vendas cresçam apenas 23%, de US$ 1,8 bilhão em 2001 para 2,2 US$ bilhões em 2002. Com igual motivação, os investidores em novos empreendimentos de tecnologia, esperavam por algo novo desde o boom da Internet. Aguardavam que algum tipo de sinergia surgisse em um nicho tecnológico “quente”. 
Para a maioria deles, essa tecnologia chegou e é conhecida como Wi-Fi. 

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Eduardo Prado
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Por que a Wi-Fi prejudicará a receita das operadoras móveis?

Atualmente o mundo assiste a um movimento frenético em relação a tecnologia Wi-Fi
Existem vários players: desde importantes fabricantes e prestadores de serviços (Intel, IBM e HP), às operadoras de telefonia celular (T-Mobile, Swisscom e Telia); telefonia fixa (Verizon Communications, NTT Communications e Singapore Telecom - Outdoor Wireless Surf e Home Wireless Surf); fortes WISPs (Boingo e Wayport) e até empresas desconhecidas, como a inglesa Leisure Link. Esta possui um plano ambicioso (de 3 mil a 30 mil caça-níqueis) no segmento de entretenimento com a tecnologia Wi-Fi no Reino Unido. No Brasil já temos os primeiros "desbravadores" no setor de Wi-Fi, a saber: a operadora Oi (no projeto "Cidade sem Fio" lançado recentemente em parceria com a Rede Accor, no Shopping Città América, no Rio de Janeiro) e a Brasil Telecom (que lançou há pouco tempo o pacote de serviços Smart Wi Fi, voltado para companhias que precisam de mobilidade e praticidade).
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Eduardo Prado
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Uma revolução eletrônica no mercado de varejo 

Recentemente, a Benetton resolveu que utilizará em breve "etiquetas inteligentes" em suas 5.000 lojas mundiais para rastreamento das suas roupas. Estas etiquetas vão representar uma grande revolução no mercado varejista depois do advento do Código de Barras (ver história) no final dos anos 60. Outro negócio de roupas de luxo - a Prada - já está utilizando estas etiquetas há algum tempo.
Estas etiquetas mudarão a forma das companhias distribuírem e venderem o que produzem.
Várias corporações no mundo estão interessadas nesta tecnologia. Uma grande cadeia varejista na Inglaterra chamada Tesco iniciou a instalação de gôndolas (smart shelves) com esta tecnologia em Cambridge. Brevemente a Wal-Mart estará controlando barbeadores em um loja de Boston que começará a deixar o pessoal da loja informado quando elas (as gôndolas) suspeitam de um "ladrão".
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Eduardo Prado
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Uma nova ameaça nas telecomunicações: Voz sobre WLAN 

A tecnologia de Wireless LAN (WLAN) já tem trazido “dor de cabeça” para as operadoras de telecomunicações no mundo inteiro e começa a preocupar as empresas de telecomunicações brasileiras. 
Por que? 
Simplesmente porque é rápida, muito (muito mesmo) barata e já está atualmente disponível. 
Por exemplo, não precisamos esperar por nenhuma geração de telefonia celular ainda por vir para termos uma excelente velocidade de transmissão de dados. 
A WLAN ganha um novo aliado e uma possível combinação muito poderosa: a VoIP (voice over Internet Protocol). 
VoIP significa a transmissão de voz (telefonia) através da infra-estrutura de Internet.
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Eduardo Prado
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Convergência em Wireless LAN & Telefonia Celular 

O que é convergência em Wireless LAN (WLAN) e Telefonia Celular? 
É a habilidade de permitir que o mesmo dispositivo (notebook, handheld ou aparelho celular) possa se conectar mutuamente a uma rede WLAN como também a uma rede de telefonia celular de uma operadora móvel. Apresentamos abaixo alguns desenvolvimentos nesta área tentando estabelecer uma relação com as operadoras brasileiras de telefonia móvel.

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Eduardo Prado
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Uma convergência móvel 

O mundo assistirá nos próximos dois anos a um forte crescimento das redes Wireless LANs [*] motivado pela alta velocidade, disponibilidade comercial, baixo custo e mobilidade intrínseca desta tecnologia. Recentemente, um survey da International Network Services sobre WLANs, abrangendo mais de uma centena de profissionais de redes no mundo, nos mostrou que 79% dos entrevistados estavam instalando WLAN ou pretendiam instalar esta infra-estrutura durante o ano de 2003. Aliados a esta tendência, grandes fornecedores de Tecnologia da Informação ("vendors") estão muito envolvidos com este movimento, a saber:
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